TOPO

Deputado quer explicações do presidente da Ecocataratas

Deputado Marcelo Rangel

Baseado em divulgação já de conhecimento público sobre auditoria do Tribunal de Contas do Estado, realizada no trecho de responsabilidade da Ecocataratas, que constatou desequilíbrio econômico no contrato, com prejuízo aos usuários, o presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Rangel (PPS), pediu, em sessão plenária dessa semana, o envio de um ofício, convidando o presidente da concessionária, Frederico Boto, para que ele dê esclarecimentos sobre o assunto. A própria assessoria do TCE divulgou notícia sobre um lucro extraordinário, depois de analisar a contabilidade da Ecocataras e a compatibilidade entre as tarifas cobradas dos usuários e a respectiva taxa de retorno. Na imprensa, a informação é que os lucros são superiores a R$ 175 milhões, em aditivos praticados pela concessionária, o que chamou a atenção do deputado em tempos de renegociações entre o Governo do Paraná e as empresas que detém os trechos pedagiados no Paraná.
Leia mais...
TOPO

TCU pede paralisação de obra na BR-376

Na segunda-feira (07), o Tribunal de Contas da União (TCU) julgou o relatório de consolidação das fiscalizações de obras de 2011 (Fiscobras), que será, agora, enviado para ser analisados pelos senadores e deputados federais no Congresso Nacional. As informações vão subsidiar a Comissão Mista de Orçamento sobre a distribuição de recursos orçamentários para o próximo ano. Foram fiscalizadas 230 obras em 2011 e, entre as 26 que tiveram a determinação de paralisações, está o Contorno Norte de Maringá, Noroeste do Estado, com suspeita de irregularidades. A construção da BR-376, orçada em R$ 135 milhões, apresenta uma série de problemas. As principais irregularidades identificadas pelo Tribunal foram, entre outras, superfaturamento e projeto básico deficiente. As correções apontadas pelo TCU podem evitar o desperdício de R$ 2,6 bilhões aos cofres públicos.

Leia mais...
TOPO

TCU condena ex-prefeito Antonio Belinati

A 2ª Câmara do Tribunal de Contas da União (TCU) não acolheu os embargos de declaração e manteve a condenação ao ex-prefeito Antonio Casemiro Belinati, por irregularidades na utilização de recursos federais repassados à Prefeitura de Londrina para a construção de uma escola agrícola no município. O empreendimento deveria ser edificado no distrito Espírito Santo, zona sul. Belinati não utilizou toda a verba repassada ao município no último ano do seu mandato, em 1992. A obra ficou paralisada por toda a gestão do então petista Luiz Eduardo Cheida. Quando reassumiu a prefeitura em 1997, Belinati alegou inviabilidade financeira para a conclusão da unidade e tentou culpar o sucessor pela não utilização do recurso. Naquela gestão, a Câmara Municipal autorizou a doação da área para uma entidade particular. O terreno com parte da construção é o atual Centro de Eventos.

(mais…)

Leia mais...
TOPO

TCU ampliará fiscalização

TCU ampliará fiscalização
Depois de enfrentar uma saraivada de queixas do presidente Lula, contra seus critérios de fiscalização, o Tribunal de Contas da União (TCU) pretende ampliar o leque de obras federais sob fiscalização, informa o jornal O Globo. O novo presidente do TCU, ministro Benjamin Zymler, disse que um dos seus objetivos, a partir de 2011, é incluir no planejamento do Tribunal as obras de pequeno e médio portes, que compõem o chamado varejão do Governo. Atualmente, só passam pela peneira do TCU os projetos de mais de R$ 20 milhões, quando custeados pelo Orçamento Geral da União; e acima de R$ 100 milhões, se bancados por empresas estatais. A prioridade de Zymler é reforçar a Secretaria de Fiscalização de Obras (Secob), do TCU, que adota valores mínimos como critério para a apuração de irregularidades no âmbito do Fiscobras — como é chamado o programa de fiscalização de obras. “A gente quer estabelecer um ponto de corte inferior em termos de volume de recursos, ou seja, fiscalizar obras menores e médias”, explicou o ministro.

Ministro Benjamin Zymler, do TCU

Ministro Benjamin Zymler, do TCU

Depois de enfrentar uma saraivada de queixas do presidente Lula, contra seus critérios de fiscalização, o Tribunal de Contas da União (TCU) pretende ampliar o leque de obras federais sob fiscalização, informa o jornal O Globo. O novo presidente do TCU, ministro Benjamin Zymler, disse que um dos seus objetivos, a partir de 2011, é incluir no planejamento do Tribunal as obras de pequeno e médio portes, que compõem o chamado varejão do Governo. Atualmente, só passam pela peneira do TCU os projetos de mais de R$ 20 milhões, quando custeados pelo Orçamento Geral da União; e acima de R$ 100 milhões, se bancados por empresas estatais. A prioridade de Zymler é reforçar a Secretaria de Fiscalização de Obras (Secob), do TCU, que adota valores mínimos como critério para a apuração de irregularidades no âmbito do Fiscobras — como é chamado o programa de fiscalização de obras. “A gente quer estabelecer um ponto de corte inferior em termos de volume de recursos, ou seja, fiscalizar obras menores e médias”, explicou o ministro.

Leia mais...
TOPO

TCU vai investigar “TV Lula”

TCU vai investigar “TV Lula”
O Tribunal de Contas da União (TCU) vai investigar o contrato de R$ 6,2 milhões que a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), conhecida como “TV Lula”, fechou com a Tecnet Comércio e Serviços Ltda, que emprega Cláudio Martins, filho do ministro de Comunicação Social e presidente do Conselho de Administração da estatal, Franklin Martins. A empresa foi contratada para cuidar do sistema de arquivos digitais da EBC, um dos grandes projetos do governo. Hoje, o procurador Marinus Marsico, que representa o Ministério Público (MP) no TCU, anunciou que pretende pedir os documentos sobre a concorrência e investigar mais uma suspeita de tráfico de influência em meio ao escândalo que derrubou Erenice Guerra da chefia da Casa Civil. “Estou estarrecido com tantos parentes ligados aos órgãos públicos”, afirmou Marsico, que já apura os episódios envolvendo a ex-ministra. O jornal O Estado de S. Paulo revelou hoje que o filho de Franklin trabalha na Tecnet há pelo menos dois anos como representante comercial. De acordo com o comando da empresa, ele é o responsável pelos negócios de software e tecnologia no exterior e com as afiliadas do grupo. O procurador do TCU pretende investigar os motivos que levaram a EBC a acelerar a licitação no final do ano passado e os indícios de irregularidades na concorrência que deu vitória à Tecnet. O empresário Fábio Tsuzuki admitiu que ajudou comissão da EBC a elaborar o edital da licitação, ocorrida em 30 de dezembro do ano passado. Ele é dono da empresa Media Portal, única adversária da Tecnet na concorrência. “Isso mostra uma relação promíscua no órgão público e é absolutamente irregular”, disse Marsico. “Só preciso decidir qual o melhor caminho: solicitar os documentos ou já entrar com uma representação pedido abertura de processo”, explicou. O jornal teve acesso a e-mails da própria ECB mencionando que Franklin deu “prioridade zero” a esse contrato e a um outro da área. Num e-mail enviado a cinco funcionários em novembro, o gerente da comissão de licitação, Francisco Lima Filho, pede celeridade no caso: “Tendo em vista o compromisso firmado entre Collar e o ministro Franklin Martins sobre o assunto, Wellington conduz as pesquisas e Cristina toca os editais”. Collar é Ricardo Almeida Collar, ordenador de despesas da EBC.
Procurador Marinus Marsico, do TCU

Procurador Marinus Marsico, do TCU

O Tribunal de Contas da União (TCU) vai investigar o contrato de R$ 6,2 milhões que a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), conhecida como “TV Lula”, fechou com a Tecnet Comércio e Serviços Ltda, que emprega Cláudio Martins, filho do ministro de Comunicação Social e presidente do Conselho de Administração da estatal, Franklin Martins. A empresa foi contratada para cuidar do sistema de arquivos digitais da EBC, um dos grandes projetos do governo. Hoje, o procurador Marinus Marsico, que representa o Ministério Público (MP) no TCU, anunciou que pretende pedir os documentos sobre a concorrência e investigar mais uma suspeita de tráfico de influência em meio ao escândalo que derrubou Erenice Guerra da chefia da Casa Civil. “Estou estarrecido com tantos parentes ligados aos órgãos públicos”, afirmou Marsico, que já apura os episódios envolvendo a ex-ministra. O jornal O Estado de S. Paulo revelou hoje que o filho de Franklin trabalha na Tecnet há pelo menos dois anos como representante comercial. De acordo com o comando da empresa, ele é o responsável pelos negócios de software e tecnologia no exterior e com as afiliadas do grupo. O procurador do TCU pretende investigar os motivos que levaram a EBC a acelerar a licitação no final do ano passado e os indícios de irregularidades na concorrência que deu vitória à Tecnet. O empresário Fábio Tsuzuki admitiu que ajudou comissão da EBC a elaborar o edital da licitação, ocorrida em 30 de dezembro do ano passado. Ele é dono da empresa Media Portal, única adversária da Tecnet na concorrência. “Isso mostra uma relação promíscua no órgão público e é absolutamente irregular”, disse Marsico. “Só preciso decidir qual o melhor caminho: solicitar os documentos ou já entrar com uma representação pedido abertura de processo”, explicou. O jornal teve acesso a e-mails da própria ECB mencionando que Franklin deu “prioridade zero” a esse contrato e a um outro da área. Num e-mail enviado a cinco funcionários em novembro, o gerente da comissão de licitação, Francisco Lima Filho, pede celeridade no caso: “Tendo em vista o compromisso firmado entre Collar e o ministro Franklin Martins sobre o assunto, Wellington conduz as pesquisas e Cristina toca os editais”. Collar é Ricardo Almeida Collar, ordenador de despesas da EBC.

Leia mais...
TOPO

Multa para Moreira Júnior

Multa para Moreira Júnior
O ex-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPr), e atual secretário de Saúde do Paraná, Carlos Moreira Júnior, foi multado em R$ 2 mil, pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A punição também atingiu o ex-diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Borges Rodrigues Lima e a ex-superintendente de Qualidade de Produtos do mesmo órgão Maria Antonieta Andrade de Souza, com multa de R$ 3 mil. O TCU entendeu que houve irregularidades em contratos celebrados entre a ANP e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), para implantação do Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis no Estado do Paraná. Entre as irregularidades apontadas pelo Tribunal, estão indícios de sobrepreço, contratos fictícios e a contratação da UFPR sem licitação. O TCU determinou à ANP que divulgue os editais licitatórios em veículos de grande circulação, principalmente em relação aos serviços de qualidade de combustíveis. A UFPR não poderá destinar os recursos recebidos da ANP ao pagamento mensal de servidores.

Ex-reitor Carlos Moreira Júnior foi multado pelo TCU

Ex-reitor Carlos Moreira Júnior foi multado pelo TCU

O ex-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPr), e atual secretário de Saúde do Paraná, Carlos Moreira Júnior, foi multado em R$ 2 mil, pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A punição também atingiu o ex-diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Borges Rodrigues Lima e a ex-superintendente de Qualidade de Produtos do mesmo órgão Maria Antonieta Andrade de Souza, com multa de R$ 3 mil. O TCU entendeu que houve irregularidades em contratos celebrados entre a ANP e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), para implantação do Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis no Estado do Paraná. Entre as irregularidades apontadas pelo Tribunal, estão indícios de sobrepreço, contratos fictícios e a contratação da UFPR sem licitação. O TCU determinou à ANP que divulgue os editais licitatórios em veículos de grande circulação, principalmente em relação aos serviços de qualidade de combustíveis. A UFPR não poderá destinar os recursos recebidos da ANP ao pagamento mensal de servidores.

Leia mais...
TOPO

Maus gestores fazem “buraco bilionário” nas contas públicas

Maus gestores fazem “buraco bilionário” nas contas públicas
Levantamento feito pelo Grupo Estado, com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), mostra que uma espécie de “custo gestor nacional” se transformou num buraco bilionário. Essa será a herança maldita que o próximo presidente da República vai assumir, em janeiro de 2011. Desde 2005, a soma das condenações e aplicações de multas feitas pelo TCU a esses maus gestores já alcança cerca de R$ 3,5 bilhões. Mesmo corrigindo os valores, não existe a certeza de recuperação desses recursos, uma vez que os acusados recorrem constantemente de suas condenações, alongando ao máximo a definição de seus processos. O levantamento mostra, ainda, que apenas no primeiro trimestre de 2010, as punições de mau uso de recursos julgadas pelo TCU já somavam R$ 157 milhões. Mas, a tendência é que o número ultrapasse a marca do ano passado, de R$ 1,2 bilhão. Desde 2005, o TCU abriu 6.744 processos e pediu punições para 10.287 responsáveis pela gestão de verbas federais que apresentaram problemas. “É importante conversar com o próximo presidente e mostrar a necessidade de formar uma rede de informações entre todos os órgãos com função de controle e fiscalização”, afirma o presidente do TCU, Ubiratan Aguiar. O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, também defende mudanças na legislação para conseguir a punição eficiente de maus gestores que tenham comprovadamente agido com dolo. Na sua avaliação, a cobrança judicial da verba desviada atualmente “leva uma vida” para ser feita, justamente pela quantidade de recursos previstos em lei, e essa protelação garante a impunidade dos corruptos. “Ou se muda a lei ou não tem solução”.
Maus gestores causam "buraco" de R$ 3,5 bilhões nas contas públicas (Foto: Bahia Notícias)

Maus gestores causam "buraco" de R$ 3,5 bilhões nas contas públicas (Foto: Bahia Notícias)

Levantamento feito pelo Grupo Estado, com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), mostra que uma espécie de “custo gestor nacional” se transformou num buraco bilionário. Essa será a herança maldita que o próximo presidente da República vai assumir, em janeiro de 2011. Desde 2005, a soma das condenações e aplicações de multas feitas pelo TCU a esses maus gestores já alcança cerca de R$ 3,5 bilhões. Mesmo corrigindo os valores, não existe a certeza de recuperação desses recursos, uma vez que os acusados recorrem constantemente de suas condenações, alongando ao máximo a definição de seus processos. O levantamento mostra, ainda, que apenas no primeiro trimestre de 2010, as punições de mau uso de recursos julgadas pelo TCU já somavam R$ 157 milhões. Mas, a tendência é que o número ultrapasse a marca do ano passado, de R$ 1,2 bilhão. Desde 2005, o TCU abriu 6.744 processos e pediu punições para 10.287 responsáveis pela gestão de verbas federais que apresentaram problemas. “É importante conversar com o próximo presidente e mostrar a necessidade de formar uma rede de informações entre todos os órgãos com função de controle e fiscalização”, afirma o presidente do TCU, Ubiratan Aguiar. O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, também defende mudanças na legislação para conseguir a punição eficiente de maus gestores que tenham comprovadamente agido com dolo. Na sua avaliação, a cobrança judicial da verba desviada atualmente “leva uma vida” para ser feita, justamente pela quantidade de recursos previstos em lei, e essa protelação garante a impunidade dos corruptos. “Ou se muda a lei ou não tem solução”.

Leia mais...
TOPO

TCU lista 14 obras irregulares, 6 são do PAC e uma está no Paraná

O Tribunal de Contas da União (TCU) enviou ao Congresso Nacional uma lista de 14 obras que podem ficar sem recursos orçamentários em 2011, por causa de irregularidades graves. A relação parcial é composta por seis obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de outros oito projetos em diversos órgãos do Governo Federal. Entre suspeitas de superfaturamento, sobrepreço, licitações irregulares e projetos deficientes, ganham destaque empreendimentos que acumulam anos de paralisações e prejuízos aos cofres públicos. Um dos casos mais emblemáticos, segundo o jornal O Globo, é a construção da BR-487, entre Porto Camargo e Campo Mourão, no Paraná. Listada no balanço do PAC, a obra sofre restrições orçamentárias desde 2003 por suspeita de superfaturamento e sobrepreço. Os técnicos da Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Paraná não ofereceram informações suficientes sobre as providências para garantir a correção dos problemas e permitir a retomada dos trabalhos.

Leia mais...