Um equívoco mobilizou a polícia, em Curitiba, na manhã de hoje. Um grande aparato policial foi formado na Clínica Reviver, no bairro do Seminário, por causa da informação de que os assaltantes estariam fazendo pessoas reféns. assalto a Clínica Reviver, no Seminário, movimentou a polícia logo cedo hoje (15). Eram 50 policiais, helicóptero e até atiradores de elite, que se deslocaram ao local por causa da informação de um casal, que se trancou no banheiro depois de ouvir gritos, julgando que havia reféns. Acontece que, enquanto a polícia se mobilizava, o bandido já estava longe. (Daniel Castellano/Agência de Notícias Gazeta do Povo)
Um equívoco mobilizou a polícia, em Curitiba, na manhã de hoje. Um grande aparato policial foi formado na Clínica Reviver, no bairro do Seminário, por causa da informação de que os assaltantes estariam fazendo pessoas reféns. assalto a Clínica Reviver, no Seminário, movimentou a polícia logo cedo hoje (15). Eram 50 policiais, helicóptero e até atiradores de elite, que se deslocaram ao local por causa da informação de um casal, que se trancou no banheiro depois de ouvir gritos, julgando que havia reféns. Acontece que, enquanto a polícia se mobilizava, o bandido já estava longe. (Daniel Castellano/Agência de Notícias Gazeta do Povo)
Por volta das 5 horas da madrugada de hoje, um tiroteio na esquina das Ruas Alberto Foloni e Deputado Mário de Barros, no Juvevê, deixou como saldo uma jovem de 21 anos morta e outras três pessoas baleadas e estão em estado grave no Hospital Evangélico. Segundo a polícia, o crime teve origem numa briga em um bar na Rua Mateus Leme, e que suspeitos ainda estavam sendo ouvidos nesta manhã, mas não informou se houve prisões ou não.
A Divisão de Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil, deflagrou na manhã de hoje, uma megaoperação, em Curitiba, e prendeu 20 pessoas acusadas de envolvimento com o tráfico de drogas. Entre os detidos está um policial militar do 13° Batalhão da Polícia Militar, que já havia sido preso anteriormente durante a Operação Tentáculos, que foi desencadeada pela Polícia Federal em 2005. A esposa do PM também estaria entre os detidos. Segundo a rádio Banda B, a operação foi deflagrada em toda região de Curitiba e busca terminar com o tráfico de drogas na Capital. Uma coletiva à imprensa sobre o caso está sendo organizada pela Secretária de Segurança Pública para amanhã.
Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu, nas primeiras de ontem, a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, dizendo que faria uma palestra na instituição, que estava de aniversário. Portando dois revólveres calibre 38, com acelerador de disparos e muita munição, o jovem fez vários disparos contra alunos, professores e funcionários, matando 12 – onze meninas e um menino – e feriu outras 22 pessoas, a maioria foi atingida no tórax e na cabeça. De acordo com o funcionário, Wellington entrou primeiro numa turma de 8.ª série, no primeiro andar, onde estavam cerca de 40 alunos em sala. Ali, ele sacou a arma e disparou contra as crianças. Quando percebeu que havia polícia no local, o atirador tentou fugir, trocou tiros com a PM, foi baleado na perna e acabou atirando contra a própria cabeça. Ainda não se tem informação dos motivos que levaram o homem a invadir a escola e a matar as crianças. (Foto: Victor R. Caivano/AP)
O secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, anunciou ontem, durante o primeiro encontro com cerca de 100 representantes dos Conselhos de Segurança de Curitiba e região, a realização de audiências públicas periódicas com os conselheiros e uma política de valorização da participação popular na gestão de segurança pública. A Secretaria vai realizar encontros periódicos em todo o Paraná para ouvir as necessidades e reivindicações das comunidades. “Quero fazer um pacto com os conselhos de segurança de união em torno do Paraná. A segurança é um dever do Estado e não vamos nos omitir. É um direito e uma responsabilidade de todos. Ninguém faz nada sozinho. Qualquer gestão de segurança com bons resultados tem a participação da comunidade”, ressaltou. Reinaldo de Almeida César também se comprometeu a discutir com os deputados estaduais o encaminhamento de um projeto de lei para legalizar e fortalecer a atividade dos Consegs.Quais são os motivos que moveram o governador Roberto Requião (PMDB) a pedir, a aliados na Assembleia Legislativa, guarda-costas para protegê-lo depois que deixar o Governo? Puro descaso com os paranaenses, que têm que se virar como podem diante do avanço da criminalidade. Não seria melhor, afinal, se preocupar com a segurança pública e não com a particular? O pior é que essa “tranquilidade” ao governador será pago com o meu, o seu, o nosso dinheiro…
Com 216 pesos num espaço com capacidade para 27, a carceragem da Cadeia Pública de Paranaguá foi considerada pela Comissão de Direitos Humanos da OAB Paraná, com as piores condições entre os distritos e cadeiras da Região Metropolitana de Curitiba e do litoral. Segundo o Jornal do Estado, esse foi o motivo de a OAB entregar, ontem, à Vigilância Sanitária Municipal da cidade, um pedido de vistoria e interdição da Cadeia Pública. O oficio foi entregue ao prefeito do município, José Baka Filho (PDT), durante uma reunião que também teve a presença de cinco vereadores. Um relatório policial anexado ao pedido de interdição mostra que em setembro a cadeia chegou a ter um número ainda maior de presos: 230. Além da insalubridade, há riscos constantes de rebelião. Informações obtidas na delegacia, dão conta que o número de policiais que trabalham na unidade foi reduzido de 18 para 12. Alguns servidores se aposentaram e as vagas não foram preenchidas. Cerca de 100 dos 216 presos têm mandados de internação expedidos para transferência a uma unidade penitenciária médica. A estimativa é de que pelo menos 40 presos estejam condenados, ou seja, já deveriam estar cumprindo pena no sistema penitenciário.
O que há na caixa preta da Segurança Pública? Requerimento de autoria do deputado Marcelo Rangel (PPS), convocando o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, foi rejeitado por 25 votos, contra 11 . Novidade? Nenhuma, já que há alguns meses os deputados aprovaram requerimento “convidando” o secretário, que até hoje não apareceu na Casa. O líder do Governo, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), justificou o pedido para rejeitar o requerimento, dizendo que a convocação do secretário seria para promover desgaste político do Governo. Interessante é que o próprio Romanelli foi vítima da (in) segurança e teve sua casa assaltada. Aliás, outros três parlamentares foram vítimas de assalto, mas, mesmo assim, preferiram “bancar a vaquinha de presépio do governador Roberto Requião”, conforme afirmou o deputado Douglas Fabrício (PPS). Não adiantou a chiadeira… o bloco do rolo compressor foi maior.
O deputado Élio Rusch (DEM), líder da oposição na Assembleia Legislativa, considerou uma afronta aos paranaense o assalto à Delegacia do município de Loanda, ontem. “Os alertas para a insegurança que assola o Paraná são feitos, mas o secretário de Segurança [Luiz Fernando Delazari] e o governador [Roberto Requião] não dão ouvidos. A falta de segurança chegou ao ponto de fazer com que os bandidos não tenham mais medo de ninguém. Assaltam até delegacia”, lamentou Rusch. Na invasão, os bandidos jogaram gasolina no corpo da investigadora que estava de plantão e roubaram doze armas além da viatura da delegacia. “Não podemos aceitar esse descaso com a segurança pública. O governador precisa tomar medidas urgentes para dar condições decentes de trabalho aos policiais paranaenses. O efetivo precisa aumentar consideravelmente para que a população não tenha mais medo de sair às ruas e para que o ocorrido em Loanda não mais se repita”, completou.

