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Requião ainda sonha com a Presidência

Se levarmos em consideração a “presença” de deputados federais e senadores que representam o Paraná no Congresso Nacional, ontem, em almoço oferecido em Brasília, a Secretaria de Representação do Governo paranaense, na Capital Federal, pouco ou quase nada representa para os legisladores do Estado. Entre os 33 membros da bancada do Paraná (30 deputados federais e 3 senadores), apenas dois atenderam o chamado do “secretário” Eduardo Requião e do governador Roberto Requião (PMDB): o senador Álvaro Dias (PSDB), que não se faz de rogado em participar de todos os eventos que aparecem, e o deputado federal Wilson Picler (PDT). Foi um fiasco o encontro para mostrar os produtos desenvolvidos pelo IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná). Antes do almoço, servido com comidas típicas paranaense, Requião (o governador) disse em entrevista à Gazeta do Povo (talvez o único órgão de imprensa no evento), que ainda alimenta o sonho de ser candidato à Presidência da República. Ele acha que o seu nome é competitivo à sucessão do presidente Lula. Já pensaram nos concorrentes ao Palácio do Planalto em 2010? José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV), Heloísa Helena (PSOL) e Roberto Requião (PMDB)? Não seria uma disputa acirrada?

Roberto Requião, governador do Paraná

Roberto Requião, governador do Paraná

Se levarmos em consideração a “presença” de deputados federais e senadores que representam o Paraná no Congresso Nacional, ontem, em almoço oferecido em Brasília, a Secretaria de Representação do Governo paranaense, na Capital Federal, pouco ou quase nada representa para os legisladores do Estado. Entre os 33 membros da bancada do Paraná (30 deputados federais e 3 senadores), apenas dois atenderam o chamado do “secretário” Eduardo Requião e do governador Roberto Requião (PMDB): o senador Álvaro Dias (PSDB), que não se faz de rogado em participar de todos os eventos que aparecem, e o deputado federal Wilson Picler (PDT). Foi um fiasco o encontro para mostrar os produtos desenvolvidos pelo IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná). Antes do almoço, servido com comidas típicas paranaense, Requião (o governador) disse em entrevista à Gazeta do Povo (talvez o único órgão de imprensa no evento), que ainda alimenta o sonho de ser candidato à Presidência da República. Ele acha que o seu nome é competitivo à sucessão do presidente Lula. Já pensaram nos concorrentes ao Palácio do Planalto em 2010? José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV), Heloísa Helena (PSOL) e Roberto Requião (PMDB)? Não seria uma disputa acirrada?

 

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Requião defende jurista paranaense para o STF

Roberto Requião, governador do Paraná (Foto: José Gomercindo / AENotícias )
Roberto Requião, governador do Paraná (Foto: José Gomercindo / AENotícias )

O governador Roberto Requião (PMDB) defende a nomeação do jurista paranaense Luiz Edson Fachin para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Dois cargos estão vagos no Supremo Tribunal Federal, um pela aposentadoria compulsória do ministro Eros Graus e, a outra, com a morte do ministro Carlos Alberto Direito, na madruga da última terça-feira (1º). “Nós temos que unir a opinião jurídica do Paraná e levar nossa sugestão ao presidente Lula. Eu lanço essa campanha em nome do Governo do Estado, fazendo o apelo para que todos se unam por que é possível neste momento emplacar um ministro do STF paranaense”, disse. Recentemente Fanchin foi designado pelo Governo Federal como membro da comissão sobre a Reforma do Poder Judiciário. O jurista também assessorou Requião, enquanto senador, no projeto do novo Código Civil brasileiro. E a pedido da então deputada Marta Suplicy emitiu parecer, e fez a defesa na Câmara dos Deputados do projeto de lei da parceria civil de pessoas do mesmo sexo. O pronunciamento, gravado hoje, está sendo transmitido pela TV e pela rádio Paraná Educativa e por diversas rádios do Estado.

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Requião fala do pré-sal, mas não sobre os direitos do Paraná

O governador Roberto Requião (PMDB) falou a pouco, sobre o anúncio do presidente Lula (PT) sobre o pré-sal, na abertura da “Escolinha”, no auditório Oscar Niemayer (MON). Para ele, acabou a história de empresas eram donas do óleo, e comemorou a elaboração de um projeto de lei constituindo uma empresa pública, a Petrosal, que, segundo ele, vai também privilegiar a Petrobras. “Não esquecendo nunca que, no Governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, 60% das ações da Petrobras foram vendidas em Bolsa, principalmente, em Nova Iorque. Aumentaram o capital. É o que estou tentando fazer na Sanepar, mas, os Tribunais de Brasília impedem esse aumento de capital. É a visão não nacionalista embutida na cabeça dos nossos juristas. Não há sombra de dúvidas que Lula tomou a medida certa”, disse Requião. Mas não falou uma vírgula sequer sobre o pré-sal no Paraná, que deverá ser discutido em audiências públicas, já que a maior parte dos royalties que serão pagos aos estados produtores de petróleo será para o Rio de Janeiro.

Roberto Requião, governador do Paraná

Roberto Requião, governador do Paraná

O governador Roberto Requião (PMDB) falou a pouco, sobre o anúncio do presidente Lula (PT) sobre o pré-sal, na abertura da “Escolinha”, no auditório Oscar Niemayer (MON). Para ele, acabou a história de empresas eram donas do óleo, e comemorou a elaboração de um projeto de lei constituindo uma empresa pública, a Petrosal, que, segundo ele, vai também privilegiar a Petrobras. “Não esquecendo nunca que, no Governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, 60% das ações da Petrobras foram vendidas em Bolsa, principalmente, em Nova Iorque. Aumentaram o capital. É o que estou tentando fazer na Sanepar, mas, os Tribunais de Brasília impedem esse aumento de capital. É a visão não nacionalista embutida na cabeça dos nossos juristas. Não há sombra de dúvidas que Lula tomou a medida certa”, disse Requião. Mas não falou uma vírgula sequer sobre o pré-sal no Paraná, que deverá ser discutido em audiências públicas, já que a maior parte dos royalties que serão pagos aos estados produtores de petróleo será para o Rio de Janeiro.

 

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Requião abre o coração no “Falando Francamente”

Em entrevista ao jornalista Carlos Chagas, gravado no estúdio montado em Brasília, pelo chefe do escritório do Governo do Estado na capital Federal, Eduardo Requião, o governador Roberto Requião (PMDB) defendeu a união de partidos e políticos nacionalistas e de esquerda em torno de um programa de governo que “mantenha e aprofunde os avanços obtidos nos dois mandatos do presidente Lula. Não (é hora de) falar em nomes de candidatos, mas num programa”, disse. A entrevista ao programa Falando Francamente foi exibido na sexta-feira (21), pela TV Paraná Educativa. A seguir, um resumo do que o governador paranaense disse:
PMDB
“Ele [PMDB] se tornou partido congressual, uma federação de divergências”. E a crise no Senado: “Os responsáveis são os 81 senadores. Sarney não é o único responsável pelos absurdos do Senado, que também se encontram na Câmara, em cada Assembleia Legislativa, em cada Câmara de Vereadores do Brasil. Mas você já reparou que ninguém fala da Câmara dos Deputados?”.
Economia
“Henrique Meirelles no BC foi o acordo da viabilidade do governo. Convenceram Lula de que ele não governaria de outra forma, e Lula acha que fez o melhor. Fez bem, o País melhorou. Os pobres estão comendo, têm emprego, seus filhos estão na escola. Isso é muito bom. Mas, os banqueiros também cresceram. Lula fez seu papel como negociador das classes populares, mas o capital continuou comandando a economia. Ainda assim, crescemos de forma positiva. Não adianta crescer o PIB se o povo não tem o que comer”.
Dilma Rousseff
“Não preciso ser cooptado para (a candidatura da ministra da Casa Civil, Dimla Roussef) nas eleições presidenciais. Gostaria muito que nacionalistas e a esquerda se unissem em programa de governo que avançasse um pouco mais que o governo do presidente Lula. Gostaria de não falar em nomes de candidatos, mas num programa. Candidatura de Dilma deveria significar um programa claro para o País, que contemple os descontentamentos de Marina Silva sobre o meio ambiente, que sublinhasse o bonito programa de Lula para a América Latina, a maneira com trata os índios da Bolívia, o Paraguai, a Colômbia, a Venezuela”.
José Serra
“Serra [José Serra, governador de São Paulo] não é má pessoa, é meu amigo pessoal, mas tem obsessão pelo poder, e lhe falta uma definição programática clara. De que lado está o Serra? Do lado dos banqueiros? Ele está pondo pedágio em estradas paulistas, vendeu a Nossa Caixa. Há quem diga que Serra está mais à esquerda que o Lula. Acho já que esteve, mas quando jovem, quando era presidente da UNE, militante da Ação Popular. As coisas precisam se explicitar. E Serra quer ser presidente do Brasil para quê? Para entregar o pré-sal, ou para nacionalizar definitivamente as reservas? Para entregar o pré-sal à Petrobras, já entregue por FHC à Bolsa de Nova York? Acho que temos a oportunidade de verificar isso, agora”.
Sucessão no Paraná
“Tenho candidato à minha sucessão. Meu partido deve lançar em convenção meu vice-governador, Orlando Pessuti, o que nos daria a garantia de que todos os programas sociais e populares que implantamos irão continuar”.
Violência
“É fruto do desemprego, da pobreza, da falta de esperança. No Paraná, a violência aumentou de forma brutal. E dizem que precisamos de mais policiais. Bobagem, porque muitos mais policiais significam policiais mal-pagos, porque o dinheiro do Estado não estica. E, aí, temos um policial suscetível a ser incorporado pela criminalidade, com um revólver legal na cinta. A violência se combate com inteligência policial, prisões. Não com excesso de polícia, com violência policial, com Exército em favelas – o que é uma estupidez absoluta”.
Senado
“(A candidatura) é uma possibilidade concreta. Mas não estou pensando em mim, nesse momento. Gostaria de participar de um processo que fosse um avanço, e não um retrocesso em relação ao que Lula fez. Lula foi ótimo, mas precisamos de mais”.
Política
“Para mim, a política é um gostoso sacrifício. É a oportunidade que temos de mudar as coisas. Saio do terceiro governo do Paraná com uma satisfação enorme, embora pesem sobre mim multas que somam R$ 2 milhões, que espero derrubar na Justiça, uma vez que o juiz que me condenou foi afastado pelo Conselho Nacional da Magistratura, por corrupção. Mas minhas condenações seguem de pé. A baliza da minha política é a Carta de Puebla, a opção preferencial pelos pobres”.
Governador Roberto Requião e Carlos Chagas, em Brasília

Governador Roberto Requião e Carlos Chagas, em Brasília

Em entrevista ao jornalista Carlos Chagas, gravado no estúdio montado em Brasília, pelo chefe do escritório do Governo do Estado na capital Federal, Eduardo Requião, o governador Roberto Requião (PMDB) defendeu a união de partidos e políticos nacionalistas e de esquerda em torno de um programa de governo que “mantenha e aprofunde os avanços obtidos nos dois mandatos do presidente Lula. Não (é hora de) falar em nomes de candidatos, mas num programa”, disse. A entrevista ao programa Falando Francamente foi exibido na sexta-feira (21), pela TV Paraná Educativa. A seguir, um resumo do que o governador paranaense disse:

PMDB
“Ele [PMDB] se tornou partido congressual, uma federação de divergências”. E a crise no Senado: “Os responsáveis são os 81 senadores. Sarney não é o único responsável pelos absurdos do Senado, que também se encontram na Câmara, em cada Assembleia Legislativa, em cada Câmara de Vereadores do Brasil. Mas você já reparou que ninguém fala da Câmara dos Deputados?”.
Economia
“Henrique Meirelles no BC foi o acordo da viabilidade do governo. Convenceram Lula de que ele não governaria de outra forma, e Lula acha que fez o melhor. Fez bem, o País melhorou. Os pobres estão comendo, têm emprego, seus filhos estão na escola. Isso é muito bom. Mas, os banqueiros também cresceram. Lula fez seu papel como negociador das classes populares, mas o capital continuou comandando a economia. Ainda assim, crescemos de forma positiva. Não adianta crescer o PIB se o povo não tem o que comer”.
Dilma Rousseff
“Não preciso ser cooptado para (a candidatura da ministra da Casa Civil, Dimla Roussef) nas eleições presidenciais. Gostaria muito que nacionalistas e a esquerda se unissem em programa de governo que avançasse um pouco mais que o governo do presidente Lula. Gostaria de não falar em nomes de candidatos, mas num programa. Candidatura de Dilma deveria significar um programa claro para o País, que contemple os descontentamentos de Marina Silva sobre o meio ambiente, que sublinhasse o bonito programa de Lula para a América Latina, a maneira com trata os índios da Bolívia, o Paraguai, a Colômbia, a Venezuela”.
José Serra
“Serra [José Serra, governador de São Paulo] não é má pessoa, é meu amigo pessoal, mas tem obsessão pelo poder, e lhe falta uma definição programática clara. De que lado está o Serra? Do lado dos banqueiros? Ele está pondo pedágio em estradas paulistas, vendeu a Nossa Caixa. Há quem diga que Serra está mais à esquerda que o Lula. Acho já que esteve, mas quando jovem, quando era presidente da UNE, militante da Ação Popular. As coisas precisam se explicitar. E Serra quer ser presidente do Brasil para quê? Para entregar o pré-sal, ou para nacionalizar definitivamente as reservas? Para entregar o pré-sal à Petrobras, já entregue por FHC à Bolsa de Nova York? Acho que temos a oportunidade de verificar isso, agora”.
Sucessão no Paraná
“Tenho candidato à minha sucessão. Meu partido deve lançar em convenção meu vice-governador, Orlando Pessuti, o que nos daria a garantia de que todos os programas sociais e populares que implantamos irão continuar”.
Violência
“É fruto do desemprego, da pobreza, da falta de esperança. No Paraná, a violência aumentou de forma brutal. E dizem que precisamos de mais policiais. Bobagem, porque muitos mais policiais significam policiais mal-pagos, porque o dinheiro do Estado não estica. E, aí, temos um policial suscetível a ser incorporado pela criminalidade, com um revólver legal na cinta. A violência se combate com inteligência policial, prisões. Não com excesso de polícia, com violência policial, com Exército em favelas – o que é uma estupidez absoluta”.
Senado
“(A candidatura) é uma possibilidade concreta. Mas não estou pensando em mim, nesse momento. Gostaria de participar de um processo que fosse um avanço, e não um retrocesso em relação ao que Lula fez. Lula foi ótimo, mas precisamos de mais”.
Política
“Para mim, a política é um gostoso sacrifício. É a oportunidade que temos de mudar as coisas. Saio do terceiro governo do Paraná com uma satisfação enorme, embora pesem sobre mim multas que somam R$ 2 milhões, que espero derrubar na Justiça, uma vez que o juiz que me condenou foi afastado pelo Conselho Nacional da Magistratura, por corrupção. Mas minhas condenações seguem de pé. A baliza da minha política é a Carta de Puebla, a opção preferencial pelos pobres”.
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Endividado, Requião retoma as críticas

Embora as multas por descumprir decisão da Justiça Federal, que beiram os R$ 700 mil, o governador Roberto Requião (PMDB) abriu, agora a pouco, a “Escolinha”, no Museu Oscar Niemayer (MON), criticando aqueles que pisam no seu calo. Contou que conseguiu, em Brasília, a renovação da concessão da TV Educativa. “A TV é um dique de resistência democrática no Brasil. Mas, a insistência por censurar a TV é terrível. Soube que existem mais reclamações cona Educativa. Fico horrorizado. Querem impedir da liberdade”, resmungou, pregando a alteração da legislação e adivinhem para atingir a quem? Ministério Público, claro. “É preciso que a legislação seja alterada. Hoje, quando um promotor de Justiça ou um procurador é processado e condenado, quem paga é o Estado. O prejuízo pecuniário deve ser imposto sobre quem abusou e não sobre o conjunto do Estado. Como senador, fui um dos principais batalhadores das prerrogativas do Ministério Público. Admito que abusamos no oferecimento das prerrogativas. Temos que impor limite nisso”, disparou, sem se importar com as dívidas, resultantes das multas por atacar o Ministério Público, imprensa e adversários políticos, conforme decisão da Justiça Federal.

Requião Indiferente as  multas por descumprir decisão da Justiça Federal, que já beiram os R$ 700 mil, o governador Roberto Requião (PMDB) abriu, agora a pouco, a “Escolinha”, no Museu Oscar Niemayer (MON), criticando aqueles que pisam no seu calo. Contou que conseguiu, em Brasília, a renovação da concessão da TV Educativa. “A TV é um dique de resistência democrática no Brasil. Mas, a insistência por censurar a TV é terrível. Soube que existem mais reclamações contra a Educativa. Fico horrorizado. Querem impedir da liberdade”, resmungou, pregando a alteração da legislação e adivinhem para atingir a quem? Ministério Público, claro. “É preciso que a legislação seja alterada. Hoje, quando um promotor de Justiça ou um procurador é processado e condenado, quem paga é o Estado. O prejuízo pecuniário deve ser imposto sobre quem abusou e não sobre o conjunto do Estado. Como senador, fui um dos principais batalhadores das prerrogativas do Ministério Público. Admito que abusamos no oferecimento das prerrogativas. Temos que impor limite nisso”, disparou, sem se importar com as dívidas, resultantes das multas por atacar o Ministério Público, imprensa e adversários políticos, conforme decisão da Justiça Federal.

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Requião não vê nada de mais na mudança de acordo

O governador Roberto Requião (PMDB) não acha nada de mais na mudança do acordo entre o Brasil e o Paraguai, assinado em 1973 e que só venceria em 2023. “O presidente Lula está sendo generoso com o Paraguai, mas sem ferir os interesses do Brasil. Há que se considerar que o desenvolvimento paraguaio é também de interesse dos brasileiros”, afirmou o governador, que muito contribuiu para a eleição de Fernando Lugo, no país vizinho, inclusive cedendo um de seus secretários. Isso pode retornar, em forma de cobrança nas contas de luz dos brasileiros. Como dizia um colunista: “É fazer festa com o Brasil alheio”.

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E continua o ctrl+c, ctrl+v, no Paraná

RequiãoRequiãoRequiãoOs deputados paranaenses reclamam, não é de hoje, que o governador Roberto Requião (PMDB) trabalha no sistema copia e cola (ctrl+c, ctrl+v). Vejam só, no Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes, também do PMDB, sancionou lei, proposta em 2007, que prevê que as peças publicitárias no Rio só podem usar palavras estrangeiras se tiverem a tradução. “Sale”, “off” ou “delivery” só serão colocadas com suas respectivas traduções, “liquidação, “desconto” ou “entrega a domicílio”. Lá, quem desrespeitar a lei estará sujeito a multa de R$ 5.000. Na primeira reincidência, o valor será dobrado; na segunda, o alvará da empresa será suspenso. Por aqui, assim como lá, o descumprimento da lei implicará em multa, também de R$ 5 mil, na primeira ocorrência.O valor das multas, em caso de infração, será ajustado anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial – IPCA-E, definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Qualquer semelhança será simplesmente coincidência?

Os deputados paranaenses reclamam, não é de hoje, que o governador Roberto Requião (PMDB) trabalha no sistema copia e cola (ctrl+c, ctrl+v). Vejam só, no Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes, também do PMDB, sancionou lei, proposta em 2007, que prevê que as peças publicitárias no Rio só podem usar palavras estrangeiras se tiverem a tradução. “Sale”, “off” ou “delivery” só serão colocadas com suas respectivas traduções, “liquidação, “desconto” ou “entrega a domicílio”. Lá, quem desrespeitar a lei estará sujeito a multa de R$ 5.000. Na primeira reincidência, o valor será dobrado; na segunda, o alvará da empresa será suspenso. Por aqui, assim como lá, o descumprimento da lei implicará em multa, também de R$ 5 mil, na primeira ocorrência.O valor das multas, em caso de infração, será ajustado anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial – IPCA-E, definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Qualquer semelhança será simplesmente coincidência?

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Requião trata professores com ironia

Com ironia. Foi assim que o governador Roberto Requião (PMDB) tratou, agora a pouco na “Escolinha”, no Museu Oscar Niemayer (MON), a reclamação dos professores que, embora tenham concluído o PDE, não receberam os devidos certificados de conclusão, muito menos, a gratificação nos contra-cheques. “Eu e o Pessuti (Orlando Pessuti, vice-governador) estamos indignados, porque o professor fez o PDE e não recebeu diploma de finalização do curso. Quando criamos a formação continuada não foi para criar problemas com os professores”, disse, garantindo que, ainda neste mês entra nos salários desses profissionais a gratificação do PDE. “Suspeita-se que um funcionário da Secretaria de Administração teria sido maltratado por professores, daí estaria atrasando tudo”, brincou Requião, para explicar a burocracia que estava atrapalhando o processo.
Com ironia. Foi assim que o governador Roberto Requião (PMDB) tratou, agora a pouco na “Escolinha”, no Museu Oscar Niemayer (MON), a reclamação dos professores que, embora tenham concluído o PDE, não receberam os devidos certificados de conclusão, muito menos, a gratificação nos contra-cheques. “Eu e o Pessuti (Orlando Pessuti, vice-governador) estamos indignados, porque o professor fez o PDE e não recebeu diploma de finalização do curso. Quando criamos a formação continuada não foi para criar problemas com os professores”, disse, garantindo que, ainda neste mês entra nos salários desses profissionais a gratificação do PDE. “Suspeita-se que um funcionário da Secretaria de Administração teria sido maltratado por professores, daí estaria atrasando tudo”, brincou Requião, para explicar a burocracia que estava atrapalhando o processo.
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