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Senadores estão liberados para ameaçar jornalistas com surra

Nota bem humorada do blog de Ricardo Noblat, mas que é muito triste para o Paraná: “Doravante, qualquer senador que se sinta incomodado por alguma pergunta feita por jornalista pode adotar contra ele os seguintes procedimentos: a) ameaçá-lo com uma surra, perguntando: “Você quer apanhar?” b) tomar seu gravador; c) apagar a memória do gravador e só depois devolvê-lo; d) debochar do jornalista no twitter. Foi o que fez o senador Roberto Requião (PMDB-PR) no último dia 26 de abril depois de ouvir do  jornalista Victor Boyadjian, da Rádio Bandeirantes, uma pergunta sobre sua aposentadoria como ex-governador de Estado no valor mensal de R$ 24 mil.

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Ai meu Deus! Requião quer voltar!

Tem gente gritando nas esquinas do Centro Cívico: “Ai meu Deus! o Requião quer voltar”. É que o senador Roberto Requião (PMDB), já está espichando os olhos para ser, de novo, governador do Paraná. Ele, que já reinou por aqui por 12 longos anos – entre 1991 e 1994; 2003 a 2006, 2007 a 2010 – disse que quer voltar e deixou claro no seu brinquedinho, o Twitter. Neste final de semana, o peemedebista que, parece, não está querendo ficar os 8 anos no Senado, fez várias críticas ao governador Beto Richa (PSDB), manifestando o desejo de retornar para “arrumar a Casa”.
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“Só defendi o interesse público”, diz Requião sobre condenação no TJ

O senador Roberto Requião (PMDB) deve estar desconjurando o mundo… Ele perdeu, mais uma, na Justiça, e o furo no seu orçamento está cada vez maior. Desta vez foi a publicitária Cila Schulman quem vai embolsa R$ 60 mil da condenação que o Tribunal de Justiça impôs ao senador, por danos morais. Hoje, o peemedebista vai usar o microfone do Senado para falar sobre o assunto, que diz ter feito a denúncia contra Cila, “por interesse público”.
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O Paraná merece Requião no Senado?

De Celso Nascimento, na Gazeta do Povo
O Paraná merece ter Roberto Requião como seu representante no Senado? Sejamos sinceros e humildes na resposta: se não merecesse, por que o Paraná o elegeu? Feito esse raciocínio, a conclusão é igualmente absurda: bem feito pro Paraná! A última dele, que dá razão ao presente comentário, foi o constrangedor episódio que protagonizou em Brasília nesta semana, quando, irritado com perguntas pertinentes de um repórter a respeito de sua aposentadoria de ex-governador, ameaçou-o dar-lhe uma surra e tomou-lhe o gravador com o intuito de apagar o conteúdo. Um caso típico de assalto; de avanço criminoso à coisa alheia; de desrespeito ao profissional e de atentado à liberdade de imprensa. Ter Requião no Senado é, pois, para o Paraná, um caso de arrependimento – o estado e seu povo não merecem nem aprovam esse tipo de comportamento vindo de um representante seu, na mais alta Casa do Legislativo brasileiro. Como, no entanto, a essa altura, quase nada de prático e efetivo é possível fazer, o que resta aos 2,7 milhões de paranaenses que lhe deram o mandato é recorrer a flagelos e silícios cortantes para pagar a penitência devida. E purgar em silêncio a vergonha que a todos nos faz passar. Mesmo porque ninguém em sã consciência tem o direito de afirmar que não sabia em quem estava votando. A carreira política do ex- deputado, ex-governador e, agora, pela segunda vez, senador da República, é marcada por exorbitante frequência de comportamentos que não dignificam o detentor de tantos mandatos e de tantos votos. Vale a pena conferir o restante do artigo…. (mais…)
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Requião diz que usa aposentadoria para pagar multas judiciais

O assunto que tirou o senador Roberto Requião (PMDB) do sério ontem no Senado, foi a sua aposentadoria como ex-governador, que lhe rende todos os meses, R$ 24.100,00. O jornalista da rádio Bandeirantes questionou Requião se ele estaria disposto a abrir mão da sua aposentadoria para ajudar o Estado. O peemedebista respondeu que não abriria mão do benefício que é pago há mais de 40 anos a ex-governadores do Paraná. Disse que usava a aposentadoria para pagar as multas, que foi “injustamente” penalizado por ter feitos denúncias “contra poderosos”. Acontece que as multas impostas a Requião, a maioria foi paga pelo PMDB, e outras ninguém fala em quitar a dívida.
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Requião leva em um mês o que um pobre ganha em 17 anos

De Fábio Campana
Quando era governador, o senador Roberto Requião costumava repetir incansavelmente sua conversão a Carta de Puebla, um documento do Vaticano que recomenda a opção preferencial pelos pobres. Eleito senador, na maior estica, Requião tratou de se precaver contra a possibilidade dele mesmo vir a se tornar um pobre. Além do salário de R$ 26 mil de senador, requereu a pensão de ex-governador, de R$ 24 mil, com o que passou a embolsar R$ 51 mil por mês. Para receber os R$ 51 mil que Requião leva por mês, um verdadeiro pobre, digamos, alguém que recebe o salário mínimo de R$ 545,00 do governo Dilma precisaria trabalhar 7 anos e meio. Se a pobreza que o novo marajá de Puebla, Requião, se referia em seus monólogos na escolinha era mais visceral – a de um cidadão que sobrevive graças ao Bolsa Família, de R$ 242,00, por exemplo – seria preciso economizar durante 17 anos para amealhar aquilo que o senador Requião embolsa todos os meses.
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E… Continua apanhando

E… Continua apanhando
O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, não aprende, mesmo! E, por sua língua ferina e sem controle, continua apanhando. Nesta eleição, já foram duas vezes. A primeira em julho, durante encontro em Campo Mourão, onde o presidente do PPS, Rubens Bueno reagiu a ofensas do ex-governador, acertando um soco no rosto de Requião. Agora, segunda-feira (6), Roberto Requião levou outro safanão, por ter chamado o governador Orlando Pessuti (PMDB), de ladrão. Segundo consta, Requião estava no restaurante Buffet de Leste, na Praia de Leste, em Pontal do Paraná, quando foi provocar o diretor comercial do Porto de Paranaguá, João Batista Lopes do Santos, o João Feio. Requião deixou a mesa onde estava e foi até onde João Feio estava e provocou: “O meu ex-vice-governador será preso, porque Pessuti é ladrão”. Não deu outra. João Feio reagiu e respondeu que ladrão é o irmão de Requião, Eduardo Requião, que ocupou a superintendência do Porto de Paranaguá, e concluiu o acerto de contas dando dois tapas no rosto de Requião. A coisa só não ficou mais feia por causa do pessoal do “deixa disso”, como José Maria Correia que segurou João Feio que já havia pego uma garrafa e partia para cima de Requião. A confusão foi presenciada por cerca de 600 pessoas. Somente no Twitter o ex-governador se refez e reagiu: “violência desnecessária é recurso dos fracos” e disse que prefere a força moral. Ontem, o governador Orlando Pessuti comentou o entrevero no litoral paranaense, em entrevista à rádio CBN: “Nunca tinha sido razão de briga nem entre as meninas do colégio. Agora que atingi minha juventude de 57 anos fui motivo de uma desavença entre dois grandes amigos meus. Nestes últimos 27 anos, o João foi um dos principais cabos eleitorais do Requião”, disse, lembrando que João Feio é seu assessor desde 1983, quando foi eleito para a Assembleia Legislativa. Sobre Requião, Pessuti disse que o comportamento dele não mudou. “As pessoas não estão mais suportando a insistência com que ele faz acusações. Algumas pessoas sempre tomarão essa atitude de reagir fisicamente. Procuro reagir conduzindo cada vez melhor o Governo do Paraná. Sou uma pessoa da paz”, disse.

O temperamento provocativo do ex-governador Roberto Requião tem causado revolta em desafetos

O temperamento provocativo do ex-governador Roberto Requião tem causado revolta em desafetos

O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, não aprende, mesmo! E, por sua língua ferina e sem controle, continua apanhando. Nesta eleição, já foram duas vezes. A primeira em julho, durante encontro em Campo Mourão, onde o presidente do PPS, Rubens Bueno reagiu a ofensas do ex-governador, acertando um soco no rosto de Requião. Agora, segunda-feira (6), Roberto Requião levou outro safanão, por ter chamado o governador Orlando Pessuti (PMDB), de ladrão. Segundo consta, Requião estava no restaurante Buffet de Leste, na Praia de Leste, em Pontal do Paraná, quando foi provocar o diretor comercial do Porto de Paranaguá, João Batista Lopes do Santos, o João Feio. Requião deixou a mesa onde estava e foi até onde João Feio estava e provocou: “O meu ex-vice-governador será preso, porque Pessuti é ladrão”. Não deu outra. João Feio reagiu e respondeu que ladrão é o irmão de Requião, Eduardo Requião, que ocupou a superintendência do Porto de Paranaguá, e concluiu o acerto de contas dando dois tapas no rosto de Requião. A coisa só não ficou mais feia por causa do pessoal do “deixa disso”, como José Maria Correia que segurou João Feio que já havia pego uma garrafa e partia para cima de Requião. A confusão foi presenciada por cerca de 600 pessoas. Somente no Twitter o ex-governador se refez e reagiu: “violência desnecessária é recurso dos fracos” e disse que prefere a força moral. Ontem, o governador Orlando Pessuti comentou o entrevero no litoral paranaense, em entrevista à rádio CBN: “Nunca tinha sido razão de briga nem entre as meninas do colégio. Agora que atingi minha juventude de 57 anos fui motivo de uma desavença entre dois grandes amigos meus. Nestes últimos 27 anos, o João foi um dos principais cabos eleitorais do Requião”, disse, lembrando que João Feio é seu assessor desde 1983, quando foi eleito para a Assembleia Legislativa. Sobre Requião, Pessuti disse que o comportamento dele não mudou. “As pessoas não estão mais suportando a insistência com que ele faz acusações. Algumas pessoas sempre tomarão essa atitude de reagir fisicamente. Procuro reagir conduzindo cada vez melhor o Governo do Paraná. Sou uma pessoa da paz”, disse.

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Requião ao vivo e a cores no twitter

Para quem gosta é um prato cheio. Os seguidores do ex-governador Roberto Requião (PMDB) poderão, a partir de agora, além de ler o que ele fala também poderão vê-lo falando sobre qualquer assunto. É que ele foi um dos primeiros políticos a entrar de cabeça no Twitter, e que, por meio do Twitvid, Requião tem gravado uma série de vídeos caseiros e disponibilizado aos seus seguidores. Segundo o site Bonde, em um dos primeiros vídeos, Requião abandonou o tom agressivo ao comentar que iria passar a noite com a esposa em um bar de Curitiba após receber o convite de um amigo: “Chega de twittar por hoje”. Em um vídeo mais longo, de cerca de cinco minutos, o ex-governador fala sobre o fim da dívida do Paraná em relação à venda de títulos podres do Banestado, elogiando Pessuti e até Osmar Dias, seu adversário nas eleições de 2006. “Grande euforia pela liquidação da multa ao Paraná. É um capítulo desta história. É uma vitória do Osmar Dias e do governador Pessuti, que se empenharam dando continuidade a um processo que eu havia iniciado”. Confira o que diz REquião pelo link:  http://www.twitvid.com/MADKC

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Alternativas de cargos para Requião

Aos poucos, o governador Roberto Requião (PDMB), vai se desvencilhando dos compromissos, para poder concorrer, em outubro, a uma cadeira ao Senado. No dia 31, ele deixa o Governo do Estado nas mãos do vice e, na quarta-feira (10) transfere a presidência do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) para o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB). A solenidade será em Florianópolis (SC), durante reunião da qual também participam os governadores dos outros estados membros, Yeda Crusius (RS) e André Puccinelli (MS). Para alguns que já sentiram na pele o “estilo Requião de ser”, o governador poderia pedir o cargo de ministro de “qualquer coisa” ao amigo Fernando Lugo, presidente paraguaio, a quem Requião ajudou a vencer as eleições no país vizinho, ou, ainda, se refugiar no país do também amigo Hugo Chávez, presidente da Venezuela. 

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O caldo vai entornar nas relações PT/PMBD

Governador Roberto Requião

Governador Roberto Requião

A emenda ficou pior que o soneto. Hoje, em entrevista para a Rádio Banda B, o governador Roberto Requião (PMDB) tentou se explicar sobre suas declarações homofóbicas, na edição da “Escolinha” de terça-feira. Melhor seria se não tivesse dito nada. “Minhas políticas sociais em relação as minorias existem desde a época em que era prefeito. O que quis fazer foi uma advertência quanto ao uso de hormônios femininos e implantes de silicone, que podem ser perigosos. E um alerta também aos homens que podem ser vitimas do câncer de mama. Iniciamos uma campanha contra o câncer de mama e, com tudo isso, a má fé dos críticos, o que eu consegui foi tornar a campanha extraordinariamente conhecida”, disse em tom de deboche. As maiores ironias, e de mau gosto, foram dirigidas ao deputado Professor Lemos (PT), que “ousou” apoiar a reivindicação de entidades LGBT, que querem direito de resposta da TV Educativa, na “Escolinha” da próxima terça-feira. “Agora, já disse a vocês que quero pedir desculpas ao Lemos, o deputado. Nunca imaginei que fosse mexer com suas opções sexuais. Ele pra mim é respeitado como pessoa humana. Que se me dá qual é a opção sexual do deputado Lemos. Agora recomendo a ele: não use hormônio feminino que pode ser perigoso e não faça implante de silicone. E rapidamente, do ponto de vista da prevenção, faça um exame de mama, pra ver se não tem nenhum problema”, afirmou. As declarações do governador podem azedar de vez as relações PT/PMDB.

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