Neste final de semana, a expressão “cala boca Requião” estava nos ‘trending topics’, lista dos termos mais escritos no Twitter. O ex-governador e agora senador Roberto Requião (PMDB) foi o assunto mais comentado no microblog no sábado (12), por causa da discussão que promoveu com os seus seguidores. “Na verdade estes tolos me divertem, com suas tolas opiniões e intermináveis frescuras”, escreveu. “A vantagem do twitter e que você só se comunica com pessoas razoáveis, inteligentes e que escolhe. Você tem a possibilidade de excluir”, continuou. “Primeiro se apresentam agressivos e mal educados. Respondidos ficam sensíveis como gazelas assustadas! Eles tem horror à franqueza. Tento fazer do Twitter instrumento de boa e clara discussão política, enquanto deleto agressivos e bobalhões”, disse. No domingo (13), Requião atribuiu os polêmicos posts a um personagem. “Genival José, chefe da manutenção, assumiu meu Twitter e desancou alguns incautos desafetos, não que eles não merecessem. Calma Genival’.
Neste final de semana, a expressão “cala boca Requião” estava nos ‘trending topics’, lista dos termos mais escritos no Twitter. O ex-governador e agora senador Roberto Requião (PMDB) foi o assunto mais comentado no microblog no sábado (12), por causa da discussão que promoveu com os seus seguidores. “Na verdade estes tolos me divertem, com suas tolas opiniões e intermináveis frescuras”, escreveu. “A vantagem do twitter e que você só se comunica com pessoas razoáveis, inteligentes e que escolhe. Você tem a possibilidade de excluir”, continuou. “Primeiro se apresentam agressivos e mal educados. Respondidos ficam sensíveis como gazelas assustadas! Eles tem horror à franqueza. Tento fazer do Twitter instrumento de boa e clara discussão política, enquanto deleto agressivos e bobalhões”, disse. No domingo (13), Requião atribuiu os polêmicos posts a um personagem. “Genival José, chefe da manutenção, assumiu meu Twitter e desancou alguns incautos desafetos, não que eles não merecessem. Calma Genival’.O ex-governador e candidato ao Senado pelo PMDB, Roberto Requião, saiu em defesa da liberdade, “em todos os sentidos”, em seu Twitter, depois de publicar um post dizendo: “Este Ronaldo precisa parar de andar com travestis. Toma jeito menino!!!”, com um link para a uma foto do jogador Ronaldo, com José Serra (PSDB), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e outro jogador do Corinthians, informa o site da UOL. “Sou defensor da liberdade, em todos os sentidos. No entanto, a patrulha da intransigência do politicamente correto, me enche o saco”, postou, depois da repercussão do primeiro tweet. Antes, em resposta a outro internauta, Requião disse que “travesti é alguém que se faz passar pelo que não é. Não seja homofocado”. A foto foi tirada durante um jantar na casa de Ronaldo, na quinta-feira (29), onde também estiveram presentes o ex-presidente FHC, o presidente do Corinthians, André Sanchez, o ex-jogador Vampeta e outros atletas do Corinthians, e originalmente publicada no twitter do tucano. Requião ainda disse que “existem os travestis da liberdade. São intolerantes, sem humor e querem queimar, na fogueira, qualquer manifestação livre e inteligente”, e ainda fez nova crítica a FHC. “O comportamento, travesti, de esquerda, do Fernando Henrique, no início me iludiu. Se afasta desta gente Ronaldo. Não são o que parecem!!”, postou. O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, rebateu, em seu twitter, os comentários de Requião. “Mesmo brincando, Requião age irresponsavelmente com quem sempre o tratou com respeito. Ainda bem que leitores e eleitores sabem identificar baixarias”, postou o tucano.
Os três políticos paranaenses fazem parte de partidos da base aliada do governo federal, mas Osmar Dias e Paulo Bernardo são desafetos de Requião. Paulo Bernardo, aliás, protagonizou recentemente uma briga com Requião, o que acabou resultando no rompimento – mesmo que apenas no papel – do PT estadual com o governador. Do Notas Políticas, da Gazeta do Povo.
Quem pensa que o vice Orlando Pessuti não está levando a sério a candidatura ao governo não sabe que o vice peemedebista já tem até jingle. Gravado com o apoio da bateria da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel do Rio de Janeiro. Egocêntrico como é, Requião não teria gostado nem um pouco da autolovação da música ao seu vice. Teria renovado a ameaça de não deixar o governo para que Pessuti assuma. O vice, porém, não liga para as ameaças de Requião, pois sabe que o governador não pode ficar sem mandato, por conta da extensa lista de ações que responde na Justiça pela sua verborragia descontrolada. Deu no Blog Política em Debate.
O governo do estado admitiu ontem, por meio da sua assessoria de imprensa, que as recentes declarações do governador Roberto Requião (PMDB) contra o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, foram apenas políticas. Requião acusa Bernardo de ter proposto o superfaturamento de uma obra ferroviária no estado com o objetivo de beneficiar a si próprio e a empresa América Latina Logística (ALL). Apesar da gravidade da acusação, o governador não pretende encaminhar a denúncia contra o ministro ao Ministério Público Federal (MPF). O Ministério Público Federal informou ontem que irá pedir as fitas do programa à TV Educativa e irá analisar duas situações: a primeira diz respeito ao fato de Requião estar proibido pela Justiça de usar a emissora estatal para fins de autopromoção, ou para ataque a adversários políticos. A segunda, sobre as acusações feitas pelo governador a Paulo Bernardo. De acordo com o MPF, se existir elementos que comprovem a denúncia, o material será encaminhado à procuradoria federal que cuida da área de patrimônio público. As informações são da Gazeta do Povo.
O governador Roberto Requião (PMDB) decidiu antecipar para 31 de março a sua saída do Governo do Estado, embora o prazo máximo para desincompatibilização, estipulado pela Justiça Eleitoral, seja 2 de abril, Requião resolveu sair antes. Para marcar a data vai fazer festa no Teatro Guaíra, onde passará o cargo para o vice-governador, Orlando Pessuti. Acontece que 2 de abril cai na Sexta-feira Santa, feriado. O problema com a data não é religioso, pelo contrário. Por ser feriado, Requião pode perder boa parte da claque, dos aplausos e dos choromingos na sua despedida.
Em entrevista à jornalista Joice Hasselmann, da Bandnews Fm, 96,3, o Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, respondeu às acusações de suposta tentativa de superfaturar uma obra ferroviária. Bernardo disse que Requião delirou e que pode processá-lo. O governador acusou Paulo Bernardo e Bernardo Figueiredo de procurá-lo para oferecer 550 milhões de recursos federais para obras de um trecho ferroviário entre Ipiranga e Guarapuava. Segundo o governador a obra custaria 150 milhões. As informações são do Blog da Joice Hasselmann.
Há dois dias, o governador Roberto Requião (PMDB) só vem lamentando as decisões da Justiça. Ontem, reclamou da suspensão das obras da Sanepar em Londrina, e, hoje, os juízes suspenderam a compra da draga para o Porto de Paranaguá. Os avisos de paralisação de obras e da aquisição das dragas foram feitos pelo próprio Requião, em seu Twitter. “juizes param obra da sanepar compra da draga em Pga . Ruim para o Parana”. O autor da ação na Justiça é o grego Georges Pantazis, proprietário Interfabric, de São José dos Pinhais. Ele é conhecido do ex-governador Jaime Lerner (DEM), por vender e não entregar, em 1999, 17 mil jaquetas de náilon para a Polícia Militar do Paraná, faturando R$ 1,7 milhões. Pantazis só não está no cadastro dos fornecedores bloqueados pelo Governo do Estado, porque a Justiça entendeu que a compra das jaquetas não foi feita com recursos públicos, mas com dinheiro do Fundo da Polícia Militar, formado pela contribuição dos próprios soldados. Pantazis também é proprietário da KDD Comercial de Manufaturados que, em 2003, foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por não repassar ao INSS os valores descontados de seus empregados. A KDD, especializada em equipamentos médico-hospitalares e odontológicos, também consta na lista de empresas devedoras do Porto de Paranaguá e, por isso, impedida de operar no porto paranaense. A Interfabric, mesmo num ramo totalmente diversos do que costumava operar, participou da licitação, mas foi deixada de lado, depois que veio à tona as denúncias sobre a empresa, e que a licitação poderia estar sendo dirigida.
O Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen) declarou que vai entrar com ação na Justiça por danos morais contra o governador Roberto Requião. Logo após a rebelião do dia 14 de janeiro, que deixou seis mortos, Requião teria insinuado que os agentes facilitaram a ação dos bandidos. “Nós não temos envolvimento com o que aconteceu. Nós inclusive alertamos às autoridades sobre a situação no presídio. Nossa resposta contra todas as acusações que o governador nos faz será jurídica”, afirmou o presidente do Sindarspen, Clayton Auwerter. No ano passado os agentes penitenciários pediram uma série de reivindicações e receberam um não como resposta. Requião acredita que a rebelião foi uma forma de pressionar o Estado e chegou a declarar que os agentes abriram as celas para que presos de facções rivais se confrontassem. O presidente do Sindarspen nega a acusação e reafirma que cinco portas das celas foram abertas a força pelos presos. “Não há a necessidade de abrir as portas, elas estão caindo aos pedaços naquele presídio sucateado”, alfineta Auwerter. Para ele o real motivo da rebelião foi a retirada dos policiais militares da segurança interna do presídio. Auwerter afirma que o Secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari e o governador Roberto Requião já haviam sido alertados para um possível motim na PCE. “Agora vai ser na Justiça que vamos responder às acusações”, informa.
Aconteceu o que já era esperado. Ontem, moradores de um conjunto de chácaras da zona sul de Londrina avisaram que iam pedir ao governador Roberto Requião (PMDB) que não permitisse a construção da Estação de Tratamento Esperança (ETE) no local e que fariam barulho se não fossem atendidos. Assim foi. A promessa foi cumprida e os moradores do loteamento Chácara São Miguel e Requião acabaram no bate-boca. “Ali tem gente que vive de horta. Governador, o senhor é excelência e vai morrer um dia, como nós”, disse uma moradora revoltada. E Requião não deixou a mulher sem resposta: “Eu não vou morrer de insalubridade numa cidade. [A Chácara São Miguel] é o lugar tecnicamente escolhido pela Sanepar. A estação está decidida e vai ser lá”. É assim que funciona. Não adianta bater o pé, quando Requião decide, está decidido e ponto final.

