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Seis radares entram em operação nesta sexta

A partir da zero hora desta sexta-feira (30), seis novos pontos de Curitiba começam a ser monitorados por radares, equipamentos de fiscalização eletrônica. Com isso passa a 30 o número de radares em funcionamento na cidade, todos eles sinalizados e aferidos pelo IPEM/INMETRO. A relação completa dos endereços onde estão instalados radares em funcionamento está disponível no site da Urbs, Urbanização de Curitiba S/A (www.urbs.curitiba.pr.gov.br) e da Prefeitura de Curitiba (www.curitiba.pr.gov.br). Serão instalados os novos equipamentos nas seguintes ruas: Rua Ivo Zanlorenzi (Mossunguê), esquina com a rua Grã-Nicco; rua Jovino do Rosário, perto do Conjunto Residencial Krpton (Boa Vista), entre as ruas Desembargador Antônio Leopoldo dos Santos e Alberto Potier;   rua Felippe Lopes (Bigorrilho), no encontro com a BR-277, no parque Barigui; rua Major Heitor Guimarães, 1.090 (Campina do Siqueira), entre as ruas Antônio Rodrigues e Saldanha Marinho; avenida Manoel Ribas, 4.028, sentido centro/bairro (Cascatinha), entre as ruas Ângelo Domingos Durigan e Rosa Ceronato Durigan; e rua México, 664 (Bacacheri), entre as ruas Equador e Colômbia.

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Radares flagram “espertinhos”

Radares flagram “espertinhos”

Radares em Curitiba

Os motoristas curitibanos continuam enfrentando o perigo e desafiando as leis. Exemplo disso foi, ontem, no novo radar instalado na Avenida Brasília, esquina com João Cubas, no Novo Mundo. Segundo reportagem da Gazeta do Povo, em apenas 15 minutos no local, foram contabilizados cinco avanços de sinal vermelho. O radar da Avenida Brasília, assim como o da Rua Eduardo Carlos Pereira, registra, além de excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho, parada na faixa de pedestres e conversões indevidas. Outros 12 já instalados em Curitiba multam os motoristas que trafegam em velocidade acima da permitida. Outros 126 radares serão colocados nas ruas de Curitiba até junho. De acordo com a Urbs (empresa que gerencia o trânsito na Capital), eles já estão sendo instalados, mas só serão liberados depois de passar pela aferição do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Os 14 radares que estão em funcionamento já cumprem todas as exigências legais e estão sinalizados com marcação de limite de velocidade no asfalto e placas verticais que avisam que a via é monitorada. As faixas verdes, que eram colocadas a 300 metros antes do radar, ainda não foram instaladas em todos os pontos. Dos 140 radares que devem fiscalizar o trânsito da capital, 70 vão registrar excesso de velocidade e 70 cuidarão do avanço de sinal vermelho, parada na faixa de pedestres e conversões indevidas. Os guardiões dos semáforos darão uma trégua apenas durante a madrugada. Isto quer dizer que da meia-noite às seis horas da manhã não serão multados aqueles motoristas que “furarem” o sinal em velocidade inferior a 40 km/hora.

Os motoristas curitibanos continuam enfrentando o perigo e desafiando as leis. Exemplo disso foi, ontem, no novo radar instalado na Avenida Brasília, esquina com João Cubas, no Novo Mundo. Segundo reportagem da Gazeta do Povo, em apenas 15 minutos no local, foram contabilizados cinco avanços de sinal vermelho. O radar da Avenida Brasília, assim como o da Rua Eduardo Carlos Pereira, registra, além de excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho, parada na faixa de pedestres e conversões indevidas. Outros 12 já instalados em Curitiba multam os motoristas que trafegam em velocidade acima da permitida. Outros 126 radares serão colocados nas ruas de Curitiba até junho. De acordo com a Urbs (empresa que gerencia o trânsito na Capital), eles já estão sendo instalados, mas só serão liberados depois de passar pela aferição do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Os 14 radares que estão em funcionamento já cumprem todas as exigências legais e estão sinalizados com marcação de limite de velocidade no asfalto e placas verticais que avisam que a via é monitorada. As faixas verdes, que eram colocadas a 300 metros antes do radar, ainda não foram instaladas em todos os pontos. Dos 140 radares que devem fiscalizar o trânsito da capital, 70 vão registrar excesso de velocidade e 70 cuidarão do avanço de sinal vermelho, parada na faixa de pedestres e conversões indevidas. Os guardiões dos semáforos darão uma trégua apenas durante a madrugada. Isto quer dizer que da meia-noite às seis horas da manhã não serão multados aqueles motoristas que “furarem” o sinal em velocidade inferior a 40 km/hora.

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Radares serão religados na segunda-feira

Os 110 radares serão religados na segunda-feira

Os 110 radares serão religados na segunda-feira

Os motoristas curitibanos que se cuidem. Autorizado pela Justiça, o religamento dos 110 radares de fiscalização de velocidade no trânsito será feito a partir da zero hora de segunda-feira (1). A partir daí, os excessos de velocidade registrados gerarão multa aos motoristas. Segundo o desembargador Ruy Fernando de Oliveira, 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), em seu despacho, “é perigoso suspender a fiscalização do trânsito por radares eletrônicos, sem maiores cautelas, mecanismo indispensável para o controle e redução do número de acidentes e mortes no trânsito”. De acordo com o Jornal do Estado, no primeiro dia de radares desligados em dezembro, de zero hora da quinta-feira (3) às 17h da sexta-feira (4), Curitiba teve 20.922 excessos de velocidade cometidos por automóveis em trânsito na cidade. O número dos dois dias foi 10 vezes superior a média de 1.100 infrações por dia, registrada no ano passado. Em 2009, o maior número de infrações por excesso de velocidade foi dia 1 de outubro, quando houve 1.693 infrações. Apesar do desligamento dos radares e da não geração de multa, os sensores de solo dos radares registram a quantidade de carros que passam em velocidade superior à permitida.

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Radares serão religados

Radares serão religados
Os motoristas curitibanos que se cuidem. Ontem, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) suspendeu a decisão que obrigou a Urbanização de Curitiba S.A. (URBS), empresa responsável pelo gerenciamento do trânsito na capital, a desligar os radares em Curitiba no início de dezembro. Os 110 aparelhos de fiscalização eletrônica instalados foram desligados no dia 3 de dezembro. A URBS informou que ainda não foi notificada oficialmente da decisão e, por isso, não poderia dizer quando os radares voltarão a funcionar. Os radares pararam de operar por determinação do próprio Tribunal depois que o Ministério Público Estadual entrou com uma ação civil contra a prorrogação do contrato entre a URBS e a Consilux, responsável pela manutenção dos aparelhos. A decisão liminar da 4.ª Câmara Cível do TJ-PR, de 4 de novembro, suspendia o contrato e determinava o desligamento da fiscalização eletrônica. Na sexta-feira (15), a URBS anunciou que a Consilux venceu a nova licitação para operação dos radares. A empresa foi a única aprovada na fase de avaliação técnica, entre sete concorrentes. A previsão era de que o novo contrato fosse assinado em 2 de fevereiro. O valor total por mês do contrato será de R$ 725 mil, um desconto de 34% em relação ao preço máximo em edital, de R$ 1,096 milhão. O número de radares deve aumentar de 110 para 140. As informações são da Gazeta do Povo.

Os 110 radares serão religados em Curitiba

Os 110 radares serão religados em Curitiba

Os motoristas curitibanos que se cuidem. Ontem, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) suspendeu a decisão que obrigou a Urbanização de Curitiba S.A. (URBS), empresa responsável pelo gerenciamento do trânsito na capital, a desligar os radares em Curitiba no início de dezembro. Os 110 aparelhos de fiscalização eletrônica instalados foram desligados no dia 3 de dezembro. A URBS informou que ainda não foi notificada oficialmente da decisão e, por isso, não poderia dizer quando os radares voltarão a funcionar. Os radares pararam de operar por determinação do próprio Tribunal depois que o Ministério Público Estadual entrou com uma ação civil contra a prorrogação do contrato entre a URBS e a Consilux, responsável pela manutenção dos aparelhos. A decisão liminar da 4.ª Câmara Cível do TJ-PR, de 4 de novembro, suspendia o contrato e determinava o desligamento da fiscalização eletrônica. Na sexta-feira (15), a URBS anunciou que a Consilux venceu a nova licitação para operação dos radares. A empresa foi a única aprovada na fase de avaliação técnica, entre sete concorrentes. A previsão era de que o novo contrato fosse assinado em 2 de fevereiro. O valor total por mês do contrato será de R$ 725 mil, um desconto de 34% em relação ao preço máximo em edital, de R$ 1,096 milhão. O número de radares deve aumentar de 110 para 140. As informações são da Gazeta do Povo.

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Consilux vence licitação para radares

Consilux vence licitação para radares
Ontem, a Urbs (Urbanização de Curitiba S/A) publicou, no site da empresa e no Diário Oficial do Município, a ata da Comissão Especial de Licitação com o resultado da fase de proposta técnica referente à contratação de empresa(s) para prestação de serviços de fiscalização de eletrônica/radar. A Consilux – Consultoria e Construções Elétricas Ltda. foi classificada. Agora, as empresas participantes da concorrência têm cinco dias úteis para apresentar recurso à Comissão de Licitação. O passo seguinte será abertura de prazo, também de cinco dias úteis, para apresentação de contra razão. Depois da análise e julgamento da fase recursal, será marcada data para abertura das propostas de preços que foram recebidas, lacradas e rubricadas por todos os membros da comissão e representantes de todas as empresas participantes em sessão pública realizada em 20 de julho deste ano no auditório da Urbs. A previsão é que a sessão pública de abertura de propostas de preços aconteça na primeira quinzena de janeiro próximo.

Ontem, a Urbs (Urbanização de Curitiba S/A) publicou, no site da empresa e no Diário Oficial do Município, a ata da Comissão Especial de Licitação com o resultado da fase de proposta técnica referente à contratação de empresa(s) para prestação de serviços de fiscalização de eletrônica/radar. A Consilux – Consultoria e Construções Elétricas Ltda. foi classificada. Agora, as empresas participantes da concorrência têm cinco dias úteis para apresentar recurso à Comissão de Licitação. O passo seguinte será abertura de prazo, também de cinco dias úteis, para apresentação de contra razão. Depois da análise e julgamento da fase recursal, será marcada data para abertura das propostas de preços que foram recebidas, lacradas e rubricadas por todos os membros da comissão e representantes de todas as empresas participantes em sessão pública realizada em 20 de julho deste ano no auditório da Urbs. A previsão é que a sessão pública de abertura de propostas de preços aconteça na primeira quinzena de janeiro próximo.

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Radares na berlinda

Radares na berlinda
O deputado Tadeu Veneri (PT) deixou a tribuna, agora a pouco, na Assembleia Legislativa, onde denunciou um problema que se arrasta desde 1º de abril, no caso dos radares, em Curitiba. Segundo ele, há 22 dias, a desembargadora Regina Portes, da 4ª Vara da Fazenda do Tribunal de Justiça do Paraná, determinou que todos os redares fossem desligados, justificando a decisão de que a Prefeitura deveria ter feito licitação para o monitoramento por radar, ao invés de renovar o contrato com a Consilux, com a qual fez 9 aditivos. O deputado entende que, se no julgamento do mérito da ação, a Justiça imprimir derrota à Prefeitura, com entendimento da irregularidade na cobrança de multas desde o dia 1º de abril, a Urbs e a Prefeitura poderão ser obrigadas a devolver as 264 mil multas aplicadas. Segundo Veneri, o montante a ser devolvido aos motoristas infratores pode ser mais de R$ 23 milhões, isso considerando apenas a menor multa de pouco mais de R$ 80,00. Para ele, o caso do ex-deputado Fernando Ribas Carli Filho (sem partido), que se envolveu em acidente de trânsito, onde morreram dois jovens, é prova de que os radares não inibem a velocidade e que servem apenas para multar. “A polícia pediu a gravação do radar no local ao acidente com o deputado e a empresa levou dois meses para responder e disponibilizar as imagens. No entanto, para emitir as multas, a Consilux leva apenas 24 horas, mostrando placa, e total descrição do veículo que passou acima da velocidade permitida. Isso comprova que os radares servem apenas como indústria da multa, mas não educa ninguém. Por isso defendo uma intensa campanha de conscientização dos motoristas, além da utilização dos radares”, disse.

O deputado Tadeu Veneri (PT) deixou a tribuna, agora a pouco, na Assembleia Legislativa, onde denunciou um problema que se arrasta desde 1º de abril, no caso dos radares, em Curitiba. Segundo ele, há 22 dias, a desembargadora Regina Portes, da 4ª Vara da Fazenda do Tribunal de Justiça do Paraná, determinou que todos os redares fossem desligados, justificando a decisão de que a Prefeitura deveria ter feito licitação para o monitoramento por radar, ao invés de renovar o contrato com a Consilux, com a qual fez 9 aditivos. O deputado entende que, se no julgamento do mérito da ação, a Justiça imprimir derrota à Prefeitura, com entendimento da irregularidade na cobrança de multas desde o dia 1º de abril, a Urbs e a Prefeitura poderão ser obrigadas a devolver as 264 mil multas aplicadas. Segundo Veneri, o montante a ser devolvido aos motoristas infratores pode ser mais de R$ 23 milhões, isso considerando apenas a menor multa de pouco mais de R$ 80,00. Para ele, o caso do ex-deputado Fernando Ribas Carli Filho (sem partido), que se envolveu em acidente de trânsito, onde morreram dois jovens, é prova de que os radares não inibem a velocidade e que servem apenas para multar. “A polícia pediu a gravação do radar no local ao acidente com o deputado e a empresa levou dois meses para responder e disponibilizar as imagens. No entanto, para emitir as multas, a Consilux leva apenas 24 horas, mostrando placa, e total descrição do veículo que passou acima da velocidade permitida. Isso comprova que os radares servem apenas como indústria da multa, mas não educa ninguém. Por isso defendo uma intensa campanha de conscientização dos motoristas, além da utilização dos radares”, disse.

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Velocidade aumenta em Curitiba, sem radares

Velocidade aumenta em Curitiba, sem radares
Horas depois de os radares terem sido desligados, Curitiba registrou ontem, 10.144 excessos de velocidade cometidos por automóveis em trânsito na cidade. O número é 10 vezes superior a média de 1.100 infrações por dia, registrada neste ano. O dia de maior número de infrações em 2009 foi em 1 de outubro, quando houve 1.693 infrações. De 0 hora às 9h de hoje, foram registrados 4.361 excessos de velocidade. Apesar do desligamento dos radares e da não geração de multa, os sensores de solo dos radares registram a quantidade de carros que passam em velocidade superior à permitida. Os 10.144 excessos de velocidade foram registrados de 0 hora à meia noite de ontem. Os 110 radares de Curitiba foram desligados às 10h15 de ontem, em cumprimento à decisão judicial da desembargadora Regina Afonso Portes, da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná. O excesso de velocidade detectada pelos radares responde pela maioria das infrações cometidas por motoristas nas ruas de Curitiba, com 48% das infrações.

Horas depois de os radares terem sido desligados, Curitiba registrou ontem, 10.144 excessos de velocidade cometidos por automóveis em trânsito na cidade. O número é 10 vezes superior a média de 1.100 infrações por dia, registrada neste ano. O dia de maior número de infrações em 2009 foi em 1 de outubro, quando houve 1.693 infrações. De 0 hora às 9h de hoje, foram registrados 4.361 excessos de velocidade. Apesar do desligamento dos radares e da não geração de multa, os sensores de solo dos radares registram a quantidade de carros que passam em velocidade superior à permitida. Os 10.144 excessos de velocidade foram registrados de 0 hora à meia noite de ontem. Os 110 radares de Curitiba foram desligados às 10h15 de ontem, em cumprimento à decisão judicial da desembargadora Regina Afonso Portes, da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná. O excesso de velocidade detectada pelos radares responde pela maioria das infrações cometidas por motoristas nas ruas de Curitiba, com 48% das infrações.

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Urbs desliga 110 radares em Curitiba

Radares em Curitiba desligados

Radares em Curitiba desligados

A Urbs, Urbanização de Curitiba S/A, empresa que gerencia o transporte, o trânsito e o uso comercial de equipamentos públicos de Curitiba determinou, às 10h15 da manhã de hoje, à Consilux Consultoria e Construções Elétricas Ltda, o imediato desligamento dos 110 radares instalados na cidade. Com a medida, a Urbs, cumpre decisão da desembargadora Regina Afonso Portes, da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná. A desembargadora negou provimento a embargo de declaração apresentado pela Urbs à decisão da 4ª Câmara que determinou o rompimento do contrato emergencial firmado em abril deste ano com a Consilux e o consequente desligamento dos radares.A Urbs ressalta que utilizou todos os meios legais buscando preservar o funcionamento de equipamentos de segurança do trânsito e faz um apelo aos motoristas para que, independente dos radares, observem as leis de trânsito e obedeçam a sinalização indicativa de velocidade máxima permitida para as ruas da cidade. Em Curitiba a maior velocidade permitida é de 60km/h, à exceção das avenidas Comendador Franco (das Torres) e Linha Verde, onde o máximo é de 70km/h. Segundo a Urbs, os radares entraram em funcionamento em Curitiba no final de agosto de 1999. Dez anos depois, em 2008, foi registrada redução de 57,9% no número de atropelamentos; 20,4% no número de feridos; 17,5% menos mortes no trânsito e um total geral de acidentes 36,6% menor. O excesso de velocidade detectada pelos radares responde pela maioria das infrações cometidas por motoristas nas ruas de Curitiba. Em 2008 os radares flagraram 267,9 mil infrações por excesso de velocidade o que corresponde a 48% do total das 556 mil notificações por infrações de trânsito cometidas nas ruas da cidade em 2008.

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Radares de Curitiba podem ser desligados na segunda-feira

Deu na Gazeta do Povo,
Os radares de Curitiba podem ser desligados na próxima segunda-feira. Essa é a data prevista para a publicação da decisão liminar da 4.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, que determinou, no dia 3 de novembro, a suspensão do contrato entre a Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) e a empresa Consilux. Os desembargadores acataram pedido do Ministério Público do Estado do Paraná e afirmaram que o aditivo do contrato entre as duas partes, assinado em abril, é ilegal. A decisão, no entanto, só passa a ter validade quando for publicada. Segundo o Ministério Público, os radares devem parar de funcionar a partir do momento em que a Urbs for notificada. Egon Bock¬mann Moreira, professor de Direito da Universidade Federal do Paraná, afirma que a publicação da decisão do tribunal, prevista para segunda-feira, serve como intimação para a prefeitura. O advogado da Con¬silux, Aureliano Caron, já adianta que a empresa irá recorrer. Diego Hoffmann, diretor técnico da empresa, afirma que, assim que a Consilux for notificada da liminar, a interrupção do funcionamento dos equipamentos será imediata. Ele explica que interromper a fiscalização eletrônica é tecnicamente simples: basta cancelar a conexão on-line entre os radares e a central, que fica na Urbs.

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