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Publicidade da Petrobras

Publicidade da Petrobras
Às 14 horas de ontem, na sede da Petrobras no Rio de Janeiro, foram abertos os envelopes, da esperada licitação no setor de publicidade para a conta da Petrobras, no valor de R$ 250 milhões, por ano, para que as três escolhidas fossem conhecidas. Na disputa, 18 ansiosas agências,e as mais pontuadas foram a curitibana Heads (60,9 pontos de um máximo de 70 pontos), a Dentsu (55,7 pontos) e a carioca Quê (54,6 pontos). Só que mais de duas horas antes, o site da revista Propaganda & Marketing, divulgou o resultado num furo de reportagem. E aí começa o imbróglio. Para evitar possíveis vazamentos ou suspeitas, a Petrobras fizera o que é praxe em concorrências públicas: as propostas não são identificadas. Ou seja, em tese, a comissão julgadora não saberia quem é quem e só na hora da abertura dos envelopes apareceriam os nomes das agências vencedoras. Não foi o que aconteceu. O mercado publicitário está em polvorosa. Todos os derrotados prometem chiar alto com a Petrobras e possivelmente na Justiça. As informações são do blog Radar On-line.

Às 14 horas de ontem, na sede da Petrobras no Rio de Janeiro, foram abertos os envelopes, da esperada licitação no setor de publicidade para a conta da Petrobras, no valor de R$ 250 milhões, por ano, para que as três escolhidas fossem conhecidas. Na disputa, 18 ansiosas agências,e as mais pontuadas foram a curitibana Heads (60,9 pontos de um máximo de 70 pontos), a Dentsu (55,7 pontos) e a carioca Quê (54,6 pontos). Só que mais de duas horas antes, o site da revista Propaganda & Marketing, divulgou o resultado num furo de reportagem. E aí começa o imbróglio. Para evitar possíveis vazamentos ou suspeitas, a Petrobras fizera o que é praxe em concorrências públicas: as propostas não são identificadas. Ou seja, em tese, a comissão julgadora não saberia quem é quem e só na hora da abertura dos envelopes apareceriam os nomes das agências vencedoras. Não foi o que aconteceu. O mercado publicitário está em polvorosa. Todos os derrotados prometem chiar alto com a Petrobras e possivelmente na Justiça. As informações são do blog Radar On-line.

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Uau! É muito dinheiro!

Uau! É muito dinheiro!
A Associação Brasileira de Propaganda acaba de divulgar um ranking sobre os prediletos da publicidade brasileira. Luciano Huck aparece como o grande favorito, estrelando, este ano, sete campanhas e superando Ivete Sangalo, em segundo lugar (era a campeã de 2008), com cinco campanhas. Em terceiro, Claudia Leite, seguida de Gisele Bündchen. Se, supostamente, Huck cobrou meio milhão (limpos) por cada campanha, embolsou R$ 3,5 milhões em 2009. No caso dele, o cachê varia dependendo do tempo que a campanha ficar no ar – e pode chegar a R$ 1 milhão de cachê. Um ano de contrato, até R$ 2 milhões.

Luciano Huck

Luciano Huck

A Associação Brasileira de Propaganda acaba de divulgar um ranking sobre os prediletos da publicidade brasileira. Luciano Huck aparece como o grande favorito, estrelando, este ano, sete campanhas e superando Ivete Sangalo, em segundo lugar (era a campeã de 2008), com cinco campanhas. Em terceiro, Claudia Leite, seguida de Gisele Bündchen. Se, supostamente, Huck cobrou meio milhão (limpos) por cada campanha, embolsou R$ 3,5 milhões em 2009. No caso dele, o cachê varia dependendo do tempo que a campanha ficar no ar – e pode chegar a R$ 1 milhão de cachê. Um ano de contrato, até R$ 2 milhões.

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Sepex entra com ação contra lei da publicidade

Conforme o prometido, o Sindicato das Empresas de Publicidade Externa do Paraná (Sepex/PR) protocolou hoje de manhã a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a lei idealizada pelo governador Roberto Requião (PMDB), que obriga as empresas de publicidade a traduzirem, para o português, as palavras estrangeiras. O advogado do sindicato, Nivaldo Migliozzi, afirmou que a lei aprovada na Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador, esbarra em diversas inconstitucionalidades. E cita as principais: competência para legislar sobre propaganda comercial e questões sobre a língua portuguesa e a ortografia são exclusivas à União, e não ao Estado; a liberdade de comunicação e criação é assegurada no artigo 5º combinado com os artigos 220 e 224 da Constituição; a lei não distingue expressões de conhecimento geral cuja tradução é desnecessária, como shopping center, playground, happy hour, coffee break, e outros, tratando qualquer estrangeirismo como uma ameaça ao direito do consumidor ou à língua portuguesa.  “A própria página eletrônica oficial do Governo do Estado contém expressões estrangeiras, como software, internet, download, sem que isso signifique qualquer dificuldade de compreensão por parte população”.

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