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Bancada quer discutir o “Caso Colombo” na Executiva Estadual do PMDB

A ex-deputada estadual e ex-prefeita de Colombo, pelo PMDB, Beti Pavin, assinou, na semana passada, ficha de filiação no PSDB, depois de conduzir a eleição de aliados no Diretório Municipal do partido. O deputado estadual Nereu Moura, líder em exercício do PMDB na Assembleia Legislativa, quer discutir a questão de Beti Pavin, de Colombo, na Executiva Estadual do PMDB. “Não podemos deixar que, em nome de projetos individuais, transformem o PMDB em escada para atingir objetivos alheios aos interesses do partido”, disse Nereu Moura.

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Ex-presidente do PMDB quer anular convenção que elegeu Requião

Milton Buabssi, ex-presidente do diretório do PMDB de Curitiba, e do grupo ligado ao ex-governador Orlando Pessuti, quer anular a convenção realizada no dia 17 de julho, que elegeu o senador Roberto Requião como presidente municipal do partido. Afirmando que não há motivação pessoal na medida, Buabssi conta que já protocolou o pedido de anulação, na executiva do PMDB, argumentando que o colégio eleitoral, para definir os integrantes do diretório local, é formado pelos delegados zonais, membros do diretório estadual e parlamentares de Curitiba. A executiva peemedebista deve analisar o pedido em reunião marcada para segunda-feira (01).

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Requião é candidato à presidência do PMDB de Curitiba! Gustavo Fruet, agora, volta do partido?

(Deputado Caíto Quintana, líder do PMDB na AL, Waldyr Pugliesi, presidente estadual do partido e Doático Santos, presidente do diretório de Curitiba)
Quem pensou que o senador Roberto Requião está isolado no PMDB, está redondamente enganado. Pelo menos é o que sugere o presidente do partido, em Curitiba, Doático Santos. Ele diz que o senador será, sim, candidato à presidência do diretório municipal do PMDB, com eleição marcada para o dia 17 (domingo). Doático informa, ainda, que a candidatura de Requião deve ser mantida independente de quem for o vice na chapa, como o deputado estadual Alexandre Curi ou o ex-deputado Rafael Greca, nomes cotados para preencher a vaga. Doático fala como se não houvesse mais candidatos e garante que a escolha do vice ficará ao encargo do próprio senador. Imposto, como sempre.
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PMDB do Paraná quer antecipar convenções municipais

Deputado Waldyr Pugliesi

O presidente do PMDB do Paraná, deputado Waldyr Pugliesi, enviou ontem, ofício ao presidente nacional do partido, senador Valdir Raupp (RO), para saber da possibilidade do partido antecipar as convenções municipais no Estado. A deliberação ocorreu na reunião da executiva estadual de segunda-feira (14). De acordo com o ofício enviado ao presidente nacional do PMDB, a intenção é promover as convenções municipais no próximo dia 17 de julho de 2011.
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PMDB de Curitiba em pé de guerra

O deputado Stephanes Junior (PMDB), um dos principais articuladores da volta do ex-deputado Gustavo Fruet (PSDB), ao partido, tem causado estragos no diretório municipal do PMDB. Ontem, durante encontro da executiva, Doático Santos foi cáustico e reagiu com extrema dureza contra o que chama de “golpe” para dissolver o diretório.
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Jogo duro no PMDB de Curitiba

Doático Santos e Roberto Requião (Foto: Franklin de Freitas)

Doático Santos e Roberto Requião (Foto: Franklin de Freitas)

Esperto o deputado Stephanes Júnior (PMDB). Antes que o seu partido se alie a outro e deixe de lado a possibilidade de disputar uma eleição com candidato próprio, o deputado Stephanes Júnior se antecipou e busca, com uma vassourada, varrer para fora todo o grupo que é olho e ouvido do ex-governador Roberto Requião. Com a assepsia feita na casa, o próximo passo é colocar o seu nome para disputar a eleição para a Prefeitura de Curitiba. Por essa razão Júnior começou o ano insistindo na dissolução do diretório municipal, presidido por Doático Santos, braço esquerdo e direito de Requião. O tempo promete esquentar hoje na reunião do partido, quando o deputado promete dar o ponta pé inicial para o esfacelamento da atual diretoria municipal. Alegando que o partido passa por um período de estagnação, Stephanes Junior quer lançar seu nome como uma opção do PMDB na disputa pela Prefeitura de Curitiba, no ano que vem. Ao lamentar que o processo de eleição da diretoria tenha sido feito sem obedecer as regras internas, Stephanes diz ainda que buscar melhorar a imagem do partido é outro motivo que impulsiona a pedir a dissolução do diretório municipal. “O PMDB municipal está sem representatividade, sem a possibilidade de construir uma grande aliança ou de atrair importantes nomes. Não há espaço para isso”, disse o deputado, em entrevista ao jorna O Estado do Paraná. Ele se refere à possibilidade de aliança com o PSB, do prefeito Luciano Ducci, e ao movimento para atrair o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB), que foi filiado ao PMDB até 2004, quando o partido optou por apoiar o petista Ângelo Vanhoni e não lançá-lo candidato. “Eu quero disputar a prefeitura. Mas, se o Gustavo vier para o partido, abro mão da disputa. Está na hora dele”, avalia, ao acrescentar que ainda não conversou com Fruet sobre o assunto.

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Nomes fortes para concorrer à Prefeitura de Curitiba

Stephanes Júnior, deputado estadual

Stephanes Júnior, deputado estadual

O deputado Stephanes Júnior disse que o PMDB tem, além dele, outros nomes fortes que poderiam ser lançados candidato a prefeito, como o ex-prefeito Rafael Greca e os deputados federais Rodrigo Rocha Loures (que ano passado foi vice-candidato de Osmar Dias ao governo do Estado) e Marcelo Almeida (que não se reelegeu). Se o PMDB decidir instalar o processo que pode resultar na dissolução do diretório de Curitiba, os membros da diretoria devem ter cerca de uma semana para apresentar defesa e o resultado pode sair em um mês. Enquanto isso, alheio aos movimentos internos, Doático prepara um congresso do PMDB de Curitiba para 29 de março, dia do aniversário da cidade, para fazer um recadastramento dos filiados ativos. Doático admite a possibilidade da volta de Fruet ou da aproximação com Ducci, em função da aliança nacional, e lança uma ideia para a candidatura própria. “Temos a fórmula para ganhar eleição: Requião como candidato a prefeito e Vanhoni como vice. Hoje eles podem não querer, mas cabe à base popular convencê-los”, afirma. Os filiados do PMDB querem melhorar a imagem do partido na cidade depois da última eleição frustrada, na qual o escolhido pelo então governador Requião para ser candidato do partido, o ex-reitor da Universidade Federal do Paraná Carlos Augusto Moreira Júnior obteve 1,5% dos votos.

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Pugliesi mantém a neutralidade no caso da dissolução do PMDB de Curitiba

Pugliesi mantém a neutralidade no caso da dissolução do PMDB de Curitiba
Nota publicada neste espaço, não caiu no agrado do deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB e líder do partido na Assembleia Legislativa, quando dissemos que o parlamentar “apoia” a dissolução do diretório do PMDB de Curitiba. “Eu acho que é natural a medida que o Stephanes Júnior (deputado estadual) tomou contra o diretório municipal, mas isso não quer dizer que eu o apoio. Na verdade, como presidente do partido eu tenho que me manter neutro nestas questões”, disse, admitindo, porém, que o PMDB fez feio nas eleições de 2008, quando o candidato do partido à Prefeitura de Curitiba, não fez mais que 1% dos votos dos curitibanos, e que esse fato justificaria o pedido de dissolução do diretório municipal, proposto por Stephanes Júnior, na Justiça. O PMDB de Curitiba é comandado por Doático Santos, braço direito e esquerdo do ex-governador Roberto Requião no partido.

Deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB

Deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB

Nota publicada neste espaço, não caiu no agrado do deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB e líder do partido na Assembleia Legislativa, quando dissemos que o parlamentar “apoia” a dissolução do diretório do PMDB de Curitiba. “Eu acho que é natural a medida que o Stephanes Júnior (deputado estadual) tomou contra o diretório municipal, mas isso não quer dizer que eu o apoio. Na verdade, como presidente do partido eu tenho que me manter neutro nestas questões”, disse, admitindo, porém, que o PMDB fez feio nas eleições de 2008, quando o candidato do partido à Prefeitura de Curitiba, não fez mais que 1% dos votos dos curitibanos, e que esse fato justificaria o pedido de dissolução do diretório municipal, proposto por Stephanes Júnior, na Justiça. O PMDB de Curitiba é comandado por Doático Santos, braço direito e esquerdo do ex-governador Roberto Requião no partido.

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Deputado diz que Requião é minoria no partido e propõe renovação

Deputado diz que Requião é minoria no partido e propõe renovação
O deputado estadual Stephanes Júnior (PMDB) propôs ação na Justiça pedindo a anulação da convenção no Diretório de Curitiba, que reelegeu Doático Santos, em 2009. Em entrevista à rádio Banda B, o peemedebista afirmou que acabou a “era Requião” no partido e propõe a renovação na direção do diretório municipal. Segundo ele, o ex-governador e senador eleito Roberto Requião(PMDB) não detém o domínio do partido como era antes, quando estava no Governo. O deputado acusa Doático de não cumprir as exigências de publicidade do edital de convocação da convenção, entre outras irregularidades, como o cerceamento da presença dele no diretório. No início de 2010, Stephanes Júnior chegou a obter uma liminar determinando uma nova convenção, mas a foi cassada logo em seguida. O julgamento do mérito da ação estaria para acontecer nos próximos meses. As disputas internas no PMDB paranaense ganharam força com a saída do governo e as articulações que já acontecem com vistas nas eleições de 2012. Para Stephanes, o fiasco do candidato do partido, Carlos Moreira Júnior (imposta por Requião), na disputa da Prefeitura de Curitiba, em 2008, é um exemplo da falta de representatividade do PMDB na Capital. “Moreira fez 1% dos votos com apoio do Governo e uma grande estrutura. Isso enquanto tínhamos vários nomes que fariam com certeza muito mais votos, como Marcelo Almeida, Rodrigo da Rocha Loures, Rafael Greca, Mauro Moraes e, inclusive, eu. Ninguém teve espaço diante da ditadura do PMDB municipal e da falta de representatividade”, afirmou.

Stephanes Júnior, deputado estadual

Stephanes Júnior, deputado estadual

O deputado estadual Stephanes Júnior (PMDB) propôs ação na Justiça pedindo a anulação da convenção no Diretório de Curitiba, que reelegeu Doático Santos, em 2009. Em entrevista à rádio Banda B, o peemedebista afirmou que acabou a “era Requião” no partido e propõe a renovação na direção do diretório municipal. Segundo ele, o ex-governador e senador eleito Roberto Requião(PMDB) não detém o domínio do partido como era antes, quando estava no Governo. O deputado acusa Doático de não cumprir as exigências de publicidade do edital de convocação da convenção, entre outras irregularidades, como o cerceamento da presença dele no diretório. No início de 2010, Stephanes Júnior chegou a obter uma liminar determinando uma nova convenção, mas a foi cassada logo em seguida. O julgamento do mérito da ação estaria para acontecer nos próximos meses. As disputas internas no PMDB paranaense ganharam força com a saída do governo e as articulações que já acontecem com vistas nas eleições de 2012. Para Stephanes, o fiasco do candidato do partido, Carlos Moreira Júnior (imposta por Requião), na disputa da Prefeitura de Curitiba, em 2008, é um exemplo da falta de representatividade do PMDB na Capital. “Moreira fez 1% dos votos com apoio do Governo e uma grande estrutura. Isso enquanto tínhamos vários nomes que fariam com certeza muito mais votos, como Marcelo Almeida, Rodrigo da Rocha Loures, Rafael Greca, Mauro Moraes e, inclusive, eu. Ninguém teve espaço diante da ditadura do PMDB municipal e da falta de representatividade”, afirmou.

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Pugliesi apoia dissolução do diretório peemedebista de Curitiba

Pugliesi apoia dissolução do diretório peemedebista de Curitiba
O deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB e líder do partido na Assembleia Legislativa, disse que vê com naturalidade a manifestação do deputado peemedebista Stephanes Júnior que quer a dissolução do diretório de Curitiba, comandado por Doático Santos, braço direito e esquerdo de Roberto Requião no partido. Em entrevista à rádio CBN, Pugliesi demonstra ser favorável a iniciativa de Stephanes Júnior, usando como argumento as eleições de 2008, quando, por exigência do então governador Requião, o partido lançou a candidatura do ex-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPr), Carlos Moreira Júnior, para a Prefeitura de Curitiba, e fez feio nas urnas. “O PMDB fracassou em 2008. Fez apenas 1% dos votos. Sou favorável que sejam substituídos determinados dirigentes”, disse. Sobre as denúncias no Porto de Paranaguá, que levaram à prisão do ex-superintendente, Daniel Lúcio de Oliveira Souza, e as investigações batem à porta do antecessor na APPA (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Eduardo Requião, irmão do ex-governador Roberto Requião, Pugliesi disse que vê “com cautela” as denúncias de irregularidades no Porto. Ele diz que as denúncias “precisam ser apuradas” e os culpados “que sejam penalizados”. Quanto ao PMDB ser oposição ou apoiar o Governo de Beto Richa (PSDB), Pugliesi preferiu adotar política comum entre os tucanos: ficar em cima do muro. Apesar de um peemedebista fazer parte do Governo, com o deputado Luiz Cláudio Romanelli ocupar a Secretaria de Trabalho, o dirigente disse que ainda não há uma decisão conjunta sobre ser oposição ou compor a bancada governista na Assembleia Legislativa.
Deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB

Deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB

O deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual do PMDB e líder do partido na Assembleia Legislativa, disse que vê com naturalidade a manifestação do deputado peemedebista Stephanes Júnior que quer a dissolução do diretório de Curitiba, comandado por Doático Santos, braço direito e esquerdo de Roberto Requião no partido. Em entrevista à rádio CBN, Pugliesi demonstra ser favorável a iniciativa de Stephanes Júnior, usando como argumento as eleições de 2008, quando, por exigência do então governador Requião, o partido lançou a candidatura do ex-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPr), Carlos Moreira Júnior, para a Prefeitura de Curitiba, e fez feio nas urnas. “O PMDB fracassou em 2008. Fez apenas 1% dos votos. Sou favorável que sejam substituídos determinados dirigentes”, disse. Sobre as denúncias no Porto de Paranaguá, que levaram à prisão do ex-superintendente, Daniel Lúcio de Oliveira Souza, e as investigações batem à porta do antecessor na APPA (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Eduardo Requião, irmão do ex-governador Roberto Requião, Pugliesi disse que vê “com cautela” as denúncias de irregularidades no Porto. Ele diz que as denúncias “precisam ser apuradas” e os culpados “que sejam penalizados”. Quanto ao PMDB ser oposição ou apoiar o Governo de Beto Richa (PSDB), Pugliesi preferiu adotar política comum entre os tucanos: ficar em cima do muro. Apesar de um peemedebista fazer parte do Governo, com o deputado Luiz Cláudio Romanelli ocupar a Secretaria de Trabalho, o dirigente disse que ainda não há uma decisão conjunta sobre ser oposição ou compor a bancada governista na Assembleia Legislativa.

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