Apenas cinco municípios brasileiros responderam por 25% de toda a renda gerada no País em 2007. Segundo a Agência Brasil, além de São Paulo, com 12,0% de contribuição e geração de R$ 319,9 bilhões; Rio de Janeiro, com 5,2% e R$ 139,5 bilhões; Brasília, com 3,8% e R$ 99,9 bilhões; Belo Horizonte, com 1,4% e R$ 38,2 bilhões; Curitiba, com 1,4% e R$ 37,7 bilhões também aparece no ranking. Os dados são do Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios, divulgado hoje, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando se observa um quadro mais amplo, compreendendo os 45 municípios que lideram o ranking de geração de renda, verifica-se que eles foram responsáveis por metade do PIB do País. Por outro lado, os 1.342 municípios com as menores economias, que concentram 3,5% da população, responderam por 1% do PIB. De acordo com o documento do IBGE, o panorama de 2007 revela uma realidade praticamente inalterada, não tendo ocorrido mudanças entre os maiores municípios desde 2003.
Depois de 11 meses seguidos de quedas na arrecadação, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, admitiu ontem que as contas públicas estão apertadas. Assegurou, porém, que há sinais de que a receita obtida no mês passado melhorou, revertendo a tendência de queda verificada, desde a crise financeira internacional, em setembro do ano passado. Caso essa previsão se confirme, o ministro acha que a melhora na arrecadação, somada à gradativa recuperação do comércio, da indústria e dos serviços, nos últimos seis meses, permitirá que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça em torno de 1% neste ano. Como a reativação da atividade produtiva vem acontecendo “de forma contundente”, ele projeta crescimento da economia entre 4,5% e 5% em 2010. Da Agência Brasil.
