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Impeachment de Arruda

Impeachment
Ainda conforme a Folha de S. Paulo, depois da OAB-DF (Ordem dos Advogados do Brasil) no Distrito Federal defender o impeachment do governador José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, a OAB nacional também afirma que o democrata deve se afastar do cargo. O presidente da OAB nacional, Cezar Britto, disse que a imagem de Arruda recebendo propina leva à necessidade de impeachment. “A imagem do governador sentado em uma cadeira recebendo um pacote de dinheiro é devastadora”, afirmou. O secretário de Ordem Pública do DF, Roberto Giffoni, nega que o dinheiro seja propina. Seria uma colaboração recebida, em 2005, pelo então deputado José Roberto Arruda para financiar ações sociais, entre as quais a compra de panetones e brinquedos, alega. Durval Barbosa, ex-funcionário de Arruda, usou escuta ambiental e câmera escondida para flagrar as supostas negociações de Arruda e outros integrantes do governo do Distrito Federal. Como Barbosa responde a uma série de acusações na Justiça, aceitou realizar as gravações com equipamentos da Polícia Federal em troca do benefício da delação premiada. De acordo com despacho do ministro Fernando Gonçalves, que preside o caso no STJ (Superior Tribunal de Justiça), uma das gravações de Barbosa mostraria Arruda oferecendo R$ 400 mil para a base aliada. Em outro trecho, Arruda teria ofertado outros R$ 200 mil para o “mesmo destino” – a base aliada. A PF investiga o objetivo do suposto mensalinho pago por Arruda a aliados.

Ainda conforme a Folha de S. Paulo, depois da OAB-DF (Ordem dos Advogados do Brasil) no Distrito Federal defender o impeachment do governador José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, a OAB nacional também afirma que o democrata deve se afastar do cargo. O presidente da OAB nacional, Cezar Britto, disse que a imagem de Arruda recebendo propina leva à necessidade de impeachment. “A imagem do governador sentado em uma cadeira recebendo um pacote de dinheiro é devastadora”, afirmou. O secretário de Ordem Pública do DF, Roberto Giffoni, nega que o dinheiro seja propina. Seria uma colaboração recebida, em 2005, pelo então deputado José Roberto Arruda para financiar ações sociais, entre as quais a compra de panetones e brinquedos, alega. Durval Barbosa, ex-funcionário de Arruda, usou escuta ambiental e câmera escondida para flagrar as supostas negociações de Arruda e outros integrantes do governo do Distrito Federal. Como Barbosa responde a uma série de acusações na Justiça, aceitou realizar as gravações com equipamentos da Polícia Federal em troca do benefício da delação premiada. De acordo com despacho do ministro Fernando Gonçalves, que preside o caso no STJ (Superior Tribunal de Justiça), uma das gravações de Barbosa mostraria Arruda oferecendo R$ 400 mil para a base aliada. Em outro trecho, Arruda teria ofertado outros R$ 200 mil para o “mesmo destino” – a base aliada. A PF investiga o objetivo do suposto mensalinho pago por Arruda a aliados.

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DEM se reúne para ouvir explicações de Arruda

DEM se reúne para ouvir explicações de Arruda
Hoje, a cúpula do DEM se reúne com o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), para ouvir as suas explicações sobre a denúncia de pagamento de propina a parlamentares da base aliada governista na Câmara Distrital. Integrantes do partido afirmam que, se Arruda não apresentar explicações detalhadas sobre as acusações, deve ser afastado da legenda para evitar danos à imagem do partido, segundo informou o jornal Folha de s. Paulo. “O partido lhe dá crédito, mas as preocupações são grandes. Ele deve se defender, mas, se não conseguir se explicar, aí devemos partir para a solução extrema que é a expulsão”, disse o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
Arruda telefonou, ontem, domingo para integrantes do partido apresentando sua versão sobre as denúncias, especialmente em relação às imagens em que foi flagrado recebendo dinheiro repassado de empresas para o suposto esquema de corrupção. Como na época das imagens Arruda era candidato ao Governo do DF, o governador disse a integrantes do DEM que poderá provar que recebeu doações legais de campanha. O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), disse que o partido manifestou preocupação com as denúncias, mas vai esperar as explicações de Arruda sobre as acusações. “A situação é grave, mas só poderei me manifestar oficialmente depois da conversa do partido com ele”, disse.

Hoje, a cúpula do DEM se reúne com o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), para ouvir as suas explicações sobre a denúncia de pagamento de propina a parlamentares da base aliada governista na Câmara Distrital. Integrantes do partido afirmam que, se Arruda não apresentar explicações detalhadas sobre as acusações, deve ser afastado da legenda para evitar danos à imagem do partido, segundo informou o jornal Folha de s. Paulo. “O partido lhe dá crédito, mas as preocupações são grandes. Ele deve se defender, mas, se não conseguir se explicar, aí devemos partir para a solução extrema que é a expulsão”, disse o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Arruda telefonou, ontem, domingo para integrantes do partido apresentando sua versão sobre as denúncias, especialmente em relação às imagens em que foi flagrado recebendo dinheiro repassado de empresas para o suposto esquema de corrupção. Como na época das imagens Arruda era candidato ao Governo do DF, o governador disse a integrantes do DEM que poderá provar que recebeu doações legais de campanha. O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), disse que o partido manifestou preocupação com as denúncias, mas vai esperar as explicações de Arruda sobre as acusações. “A situação é grave, mas só poderei me manifestar oficialmente depois da conversa do partido com ele”, disse.

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