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Morre José Janene

Morre José Janene
Aos 55 anos, o ex-deputado federal José Janene (PP), morreu na madrugada de hoje, no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, onde estava internado desde o início de agosto, a espera de um transplante de coração, em razão de sérios problemas cardíacos que enfrentava há alguns anos. Em fevereiro deste ano, Janene ficou internado por alguns dias no Hospital Evangélico de Londrina, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Em agosto, o problema se agravou, quando teve uma parada cardíaca durante uma pequena cirurgia para ajustar o parelho que ajudava a controlar os batimentos cardíacos. O corpo do ex-deputado está sendo transportado para Londrina, onde será velado e sepultado. José Janene ganhou projeção nacional em 2005, quando foi acusado de ser um dos pivôs do escândalo do mensalão. Ele foi acusado de ter recebido R$ 4,1 milhões do esquema. No processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-deputado responde por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Janene sempre negou as acusações. Quando o ex-deputado pediu aposentadoria alegando sérios problemas cardíacos, muitos acreditaram que Janene  usou de artimanha para escapar da cassação.

Ex-deputado José Janene morre, em São Paulo, aos 55 anos

Ex-deputado José Janene morre, em São Paulo, aos 55 anos

Aos 55 anos, o ex-deputado federal José Janene (PP), morreu na madrugada de hoje, no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, onde estava internado desde o início de agosto, a espera de um transplante de coração, em razão de sérios problemas cardíacos que enfrentava há alguns anos. Em fevereiro deste ano, Janene ficou internado por alguns dias no Hospital Evangélico de Londrina, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Em agosto, o problema se agravou, quando teve uma parada cardíaca durante uma pequena cirurgia para ajustar o parelho que ajudava a controlar os batimentos cardíacos. O corpo do ex-deputado está sendo transportado para Londrina, onde será velado e sepultado. José Janene ganhou projeção nacional em 2005, quando foi acusado de ser um dos pivôs do escândalo do mensalão. Ele foi acusado de ter recebido R$ 4,1 milhões do esquema. No processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-deputado responde por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Janene sempre negou as acusações. Quando o ex-deputado pediu aposentadoria alegando sérios problemas cardíacos, muita gente acreditou que Janene  usou de artimanha para escapar da cassação.

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Memória fraca

Apostando na memória fraca do eleitor, o ex-deputado federal José Janene (PP-PR) quer voltar à cena política, e vai concorrer nas eleições do ano que vem como candidato à Câmara Federal. Janene escapou de ser cassado nos tempos do mensalão, apresentando um festival de atestados médicos e diagnósticos sugerindo um sério problema na área coronária. Testemunhas garantem que, hoje, o ex-deputado está distribuindo saúde. Deve dizer que aconteceu um “milagre” em sua vida e que está curado, imaginando que seu passado já foi esquecido. Se eleito, retomará seu relacionamento com diretores da Petrobras.

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Janene ensaia sua volta à cena política

Janene ensaia sua volta à cena política
Não dá para acreditar! Diz o colunista Giba Um que o ex-deputado federal londrinense José Janene (PP) pretende voltar à cena política. O ex-deputado, que pediu aposentadoria alegando sofrer de miocardite aguda, foi “batizado” pela revista Isto É de professor do mensalão. Aliás, em junho de 2005, a revista fez um completo raio x da família Janene, lembrando que José e sua esposa Stael Fernanda, acumulam bens, como mais de uma dezena de fazendas, imóveis e uma frota de carros importados avaliados em cerca de R$ 7 milhões. O casal amealhou tudo isso ganhando, junto, R$ 200 mil anuais, média mensal de R$ 16,5 mil. Nesta fantástica engenharia financeira não estão incluídas outras jóias de seu patrimônio: rebanhos de gado e ovinos, safras de soja e a mansão de R$ 2 milhões, encravada no Royal Golf, um elegante condomínio fechado na zona mais elegante de Londrina, onde é vizinho, entre outras personalidades endinheiradas, do locutor global Galvão Bueno. A revista flou também sobre os laços de amizade entre o ex-deputado e o atual deputado estadual Antônio Belinati (PP). Conta que o então deputado federal, acusado por Roberto Jefferson (PTB) de ser um dos operadores do mensalão, não tinha cargo na Prefeitura de Londrina e nem pertencia ao partido do prefeito Belinati, mas foi envolvido num escândalo de corrupção em licitações públicas na Autarquia Municipal do Meio Ambiente (AMA) e na Companhia Municipal de Urbanização (Comurb). O desvio pode ter custado mais de R$ 100 milhões aos cofres da cidade, em 1998. Por esse e outros escândalos José Janene respondia e responde a 19 inquéritos e uma ação criminal no Supremo Tribunal Federal (STF). E, apostando na “memória curta” do eleitor, ensaia sua volta à cena política, torcendo para que o seu partido, o PP, feche aliança com o PT, apostando que, ao lado de Dilma Rousseff a sua eleição é mais fácil. Ninguém merece.
José Janene, ex-deputado federal

José Janene, ex-deputado federal

Não dá para acreditar! Diz o colunista Giba Um que o ex-deputado federal londrinense José Janene (PP) pretende voltar à cena política. O ex-deputado, que pediu aposentadoria alegando sofrer de miocardite aguda, foi “batizado” pela revista Isto É de professor do mensalão. Aliás, em junho de 2005, a revista fez um completo raio x da família Janene, lembrando que José e sua esposa Stael Fernanda, acumulam bens, como mais de uma dezena de fazendas, imóveis e uma frota de carros importados avaliados em cerca de R$ 7 milhões. O casal amealhou tudo isso ganhando, junto, R$ 200 mil anuais, média mensal de R$ 16,5 mil. Nesta fantástica engenharia financeira não estão incluídas outras jóias de seu patrimônio: rebanhos de gado e ovinos, safras de soja e a mansão de R$ 2 milhões, encravada no Royal Golf, um elegante condomínio fechado na zona mais elegante de Londrina, onde é vizinho, entre outras personalidades endinheiradas, do locutor global Galvão Bueno. A revista flou também sobre os laços de amizade entre o ex-deputado e o atual deputado estadual Antônio Belinati (PP). Conta que o então deputado federal, acusado por Roberto Jefferson (PTB) de ser um dos operadores do mensalão, não tinha cargo na Prefeitura de Londrina e nem pertencia ao partido do prefeito Belinati, mas foi envolvido num escândalo de corrupção em licitações públicas na Autarquia Municipal do Meio Ambiente (AMA) e na Companhia Municipal de Urbanização (Comurb). O desvio pode ter custado mais de R$ 100 milhões aos cofres da cidade, em 1998. Por esse e outros escândalos José Janene respondia e responde a 19 inquéritos e uma ação criminal no Supremo Tribunal Federal (STF). E, apostando na “memória curta” do eleitor, ensaia sua volta à cena política, torcendo para que o seu partido, o PP, feche aliança com o PT, apostando que, ao lado de Dilma Rousseff a sua eleição é mais fácil. Ninguém merece.

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