O novo ministro do Turismo, Gastão Vieira será empossado hoje pela presidente Dilma Rousseff, às 16h no Palácio do Planalto. Vieira substitui Pedro Novais, que pediu demissão quarta-feira (14), depois da divulgação pela imprensa de denúncias de uso irregular de recursos públicos. Gastão Vieira, de 65 anos, é advogado e está em seu quinto mandato como deputado federal. Natural de São Luís, ele foi eleito pela primeira vez para a Câmara dos Deputados em 1995. Por duas vezes foi secretário de estado no Maranhão, ocupando o comando da Secretaria de Educação, de 1995 a 1998, e da Secretaria de Planejamento e Orçamento.
Com uma lista de 80 nomes em mãos, a presidente Dilma Rousseff escolheu o deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) para substituir Pedro Novais no Ministério do Turismo. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto. Novais pediu demissão ontem depois das denúncias de uso indevido de dinheiro público. Gastão Vieira, 65 anos, natural de São Luís (Maranhão), é advogado e está em seu quinto mandato como deputado federal. Ele foi eleito pela primeira vez para a Câmara dos Deputados em 1995. Por duas vezes foi secretário de estado no Maranhão, ocupando o comando da Secretaria de Educação, de 1995 a 1998, e da Secretaria de Planejamento e Orçamento. A ministra da Secretaria de Comunicação, Helena Chagas, disse Vieira já se reuniu com a presidente Dilma Rousseff e com o vice-presidente Michel Temer e aceitou o convite. A data da posse ainda não está confirmada, a previsão é de que aconteça amanhã pela manhã.
Gleisi Hoffmann nega, em entrevista à CBN nacional, todas as acusações que pesam sobre seus ombros
A Rádio CBN de hoje dedicou grande espaço para a defesa – ou não – do casal de ministros, Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, do PT, em relação às denúncias que pesam sobre seus ombros. Uma delas, diz respeito à ministra da Casa Civil que teria se aproveitado de uma situação empregatícia, como diretora Administrativa e Financeira da Itaipu Binacional e, em sua exoneração, como o cargo era político, acabou recebendo todas as vantagens de um celetista.
O deputado Rubens Bueno, do PPS, acaba de protocolar, na Câmara dos Deputados, requerimento pedindo detalhes dos planos de voo e a lista de passageiros que viajaram na aeronave de prefixo PR-AJT (turboélice King Air), de propriedade da empresa Sanches Tripoloni, no período de 1º janeiro de 2010 a 31 de julho de 2011. O documento, assinado pelo vice-líder da Minoria na Câmara, Arnaldo Jordy (PPS-PA), é endereçado ao ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wagner Bittencourt de Oliveira.
A faxina feita no DNIT, em razão das denúncias de corrupção, agora, a determinação da presidente Dilma Rousseff é repetir a ação do seu esquadrão da limpeza na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Isso quer dizer que, do presidente da estatal aos assessores aparentados de políticos, todos serão afastados. De acordo com informação de assessores da presidente, todos os partidos já foram informados de que seus afilhados serão substituídos por técnicos. Há, ainda, um agravante em desfavor da Conab, segundo informa a Agência Estado. Lá, o loteamento entre os partidos foi maior do que no DNIT. Toda a Conab foi dividida entre o PTB – que não tem um ministério, mas se contentou com a presidência da estatal, que está presente em todo o Brasil e tem orçamento de R$ 2,8 bilhões –, o PMDB e o PT. O DNIT havia sido loteado apenas entre o PR e o PT.
Uma entrevista concedida à revista Piauí, que chega hoje às bancas, Nelson Jobim abre a caixa de ferramentas contra o Governo Dilma Rousseff. Por ter dito que o governo da petista é “atrapalhado”, que a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, é “fraquinha”, e que Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil, “não conhece Brasília”, Jobim perdeu o emprego. Por causa de outras declarações o ex-ministro já estava com a cabeça à prêmio e a sua demissão era apenas uma questão de tempo e estava programada para a primeira reforma ministerial, no final deste ano ou no início de 2012. A presidente decidiu pela demissão imediata de Jobim, desistindo da ideia de não mexer no Governo enquanto não assentar a poeira da base aliada levantada pela crise política no Ministério dos Transportes, DNIT e Valec.
“Jobim deve se achar a última bolacha do pacotinho”. A frase foi dita pelo deputado federal André Vargas (PT-PR), sobre o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ter declarado voto em José Serra (PSDB), em 2010. A frase também resume o sentimento petista sobre o ministro, de raiva e irritação. Petistas e peemedebistas entenderam a manifestação como a revelação do mal-estar na relação entre a presidente Dilma Rousseff e o seu ministro da Defesa. Dilma ignorou a declaração, e Jobim, por meio da assessoria, negou que esteja descontente no Governo.
