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Proliferam na internet gozações sobre o naufrágio do filme “Lula, o Filho do Brasil”. O pessoal é pródigo nisso: dizem que para “alavancar” a audiência, que hoje está perto de 700 mil expectadores, dizem na rede que o presidente Lula vai lançar o “Bolsa-Pipoca”, cuja promoção é dar um saco de pipocas para quem for assistir o filme e, no fundo do cinema, um “santinho” de Dilma. E outra bem humorada provocação, propõe a mudança de nome para a saga: “Lula, o filho do barril”. Agora, na vida real, o produtor Luis Carlos Barreto está anunciando uma caravana nacional para exibir o filme “Lula, o filho do Brasil” a preços populares, em cidades sem salas de cinema (nos anos 50, era com exibição de filmes em praças de bairros mais distantes de São Paulo, que os políticos da época faziam campanha), para aumentar o número de espectadores.

Proliferam na internet gozações sobre o naufrágio do filme “Lula, o Filho do Brasil”. O pessoal é pródigo nisso: dizem que para “alavancar” a audiência, que hoje está perto de 700 mil expectadores, dizem na rede que o presidente Lula vai lançar o “Bolsa-Pipoca”, cuja promoção é dar um saco de pipocas para quem for assistir o filme e, no fundo do cinema, um “santinho” de Dilma. E outra bem humorada provocação, propõe a mudança de nome para a saga: “Lula, o filho do barril”. Agora, na vida real, o produtor Luis Carlos Barreto está anunciando uma caravana nacional para exibir o filme “Lula, o filho do Brasil” a preços populares, em cidades sem salas de cinema (nos anos 50, era com exibição de filmes em praças de bairros mais distantes de São Paulo, que os políticos da época faziam campanha), para aumentar o número de espectadores.

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Para alavancar o filme Lula, o filho do Brasil, que vem se revelando um fracasso de bilheteria, a história vai ser exibida para os concorrentes do Big Brother Brasil 10 e, depois, haverá um debate, tendo Pedro Bial como mediador. Como não foi por bem, a saída foi apelas para o merchandising num programa de grande audiência da Globo para o filme estourar e lotar os cinemas. Segundo o colunista Giba Um, o presidente Lula está informado do naufrágio da produção de Luis Carlos Barreto, mas prefere não comentar. Esta semana, o The New York Times dedica matéria ao filme, supondo que “poderá influenciar nas eleições presidenciais”.

Para alavancar o filme Lula, o filho do Brasil, que vem se revelando um fracasso de bilheteria, a história vai ser exibida para os concorrentes do Big Brother Brasil 10 e, depois, haverá um debate, tendo Pedro Bial como mediador. Como não foi por bem, a saída foi apelas para o merchandising num programa de grande audiência da Globo para o filme estourar e lotar os cinemas. Segundo o colunista Giba Um, o presidente Lula está informado do naufrágio da produção de Luis Carlos Barreto, mas prefere não comentar. Esta semana, o The New York Times dedica matéria ao filme, supondo que “poderá influenciar nas eleições presidenciais”.

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Fracasso de bilheteria

Se a intenção com o lançamento do filme “Lula, o Filho do Brasil”, em ano eleitoral, era deslanchar a candidatura de Dilma Roussef rumo à sucessão do presidente Lula, o tiro pode sair pela culatra. Enquanto o filme “Alvin e os Esquilos” vendeu, em três dias (sexta,sábado e domingo), 640 mil ingressos, a produção brasileira, apesar do tamanho do lançamento, em mais de 430 salas, só foi vista por 102 mil pessoas. No seu segundo final de semana em cartaz, o filme teve uma queda de público de 49% em relação à abertura, segundo o boletim Filme B, que monitora o mercado cinematográfico. A produtora Paula Barreto prefere, ainda assim, não falar sobre a redução do circuito, apostando no desconto de 50% no ingresso que as centrais sindicais darão aos sindicalizados. “As centrais sindicais estavam de férias e muitos trabalhadores só foram informados da promoção nesta segunda-feira”, afirmou.

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