TOPO

Candidatos a vice participam de debate

Hoje, a partir das 22h20min, a TV Band realiza um debate entre os candidatos a vice-governador do Paraná. Confirmaram presença, o senador Flávio Arns (PSDB), professor e vice de Beto Richa, o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB), empresário e candidato de Osmar Dias (PDT), Flávia Romagnoli (PV), advogada e vice de Paulo Salamuni, Gilberto Gomes (PCB), contador e vice na chapa de Amadeu Felipe, Celso Carazzai (PRTB), soldado PM que disputa a eleição ao lado do cabo PM Robinson de Paula, José Aiex Neto (PSOL), médico e vice de Luiz Felipe Bergman, e Ivan Ramos (PSTU), professor e candidato na chapa de Avanilson Araújo.

Leia mais...
TOPO

Aliança PSDB-PDT é de longa data

Aliança PSDB-PDT é de longa data
Dizem as más línguas, que a proposta de aliança do PSDB com o PDT, feita oficialmente ontem, não passa de jogo de cena. Na verdade, essa união já estava selada há muito tempo. Conta um militante partidário que o acordo entre os partidos que formaram a grande aliança (PSDB, PDT, PPS e DEM) em 2006 – quando o senador Osmar Dias, do PDT, perdeu por 10 mil votos para o governador Roberto Requião, do PMDB –, passava necessariamente pelas pesquisas de intenção de voto. Quem tivesse o melhor desempenho seria o candidato ao Governo do Estado. Desde então, em todos os levantamentos feitos por institutos de pesquisas, o ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), aparece à frente como franco favorito. Então, a aliança entre o PSDB e o PDT era uma questão de tempo e que pode acontecer agora, quando os tucanos ofereceram ao PDT o cargo de vice-governador e a vaga ao Senado. Mas nada que os partidos que compõem a grande aliança já não soubessem. Só não tinham certeza de quem seria o cabeça de chapa. Além da oferta dos principais cargos, a oferta tucana também propõe a formação de um chapão, com a aliança se estendendo à disputa à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal.

Dizem as más línguas, que a proposta de aliança do PSDB com o PDT, feita oficialmente ontem, não passa de jogo de cena. Na verdade, essa união já estava selada há muito tempo. Conta um militante partidário que o acordo entre os partidos que formaram a grande aliança (PSDB, PDT, PPS e DEM) em 2006 – quando o senador Osmar Dias, do PDT, perdeu por 10 mil votos para o governador Roberto Requião, do PMDB –, passava necessariamente pelas pesquisas de intenção de voto. Quem tivesse o melhor desempenho seria o candidato ao Governo do Estado. Desde então, em todos os levantamentos feitos por institutos de pesquisas, o ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), aparece à frente como franco favorito. Então, a aliança entre o PSDB e o PDT era uma questão de tempo e que pode acontecer agora, quando os tucanos ofereceram ao PDT o cargo de vice-governador e a vaga ao Senado. Mas nada que os partidos que compõem a grande aliança já não soubessem. Só não tinham certeza de quem seria o cabeça de chapa. Além da oferta dos principais cargos, a oferta tucana também propõe a formação de um chapão, com a aliança se estendendo à disputa à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal.

Leia mais...
TOPO

Manifestação do PPS na Boca Maldita

Manifestação do PPS na Boca Maldita
Embora o governador tucano de Minas Gerais, Aécio Neves, já tenha adiantado que não pretender ocupar a vice-presidência na chapa do governador de São Paulo, José Serra, nas eleições deste ano, o PPS quer os dois juntos. Para isso, amanhã, militantes do socialismo paranaense estarão na Boca Maldita, centro de Curitiba, a partir das 10 horas, para divulgar o “Manifesto Serra-Aécio”. Segundo o blog Política em Debate, o diretório estadual vai se engajar para colher um bom número de assinaturas. O manifesto, que foi lançado oficialmente na terça-feira (2) pela executiva nacional, defende uma chapa à Presidência da República formada pelos governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves. O encontro deverá contar com o presidente do PPS no Paraná, Rubens Bueno, e outras lideranças do partido.

Embora o governador tucano de Minas Gerais, Aécio Neves, já tenha adiantado que não pretender ocupar a vice-presidência na chapa do governador de São Paulo, José Serra, nas eleições deste ano, o PPS quer os dois juntos. Para isso, amanhã, militantes do socialismo paranaense estarão na Boca Maldita, centro de Curitiba, a partir das 10 horas, para divulgar o “Manifesto Serra-Aécio”. Segundo o blog Política em Debate, o diretório estadual vai se engajar para colher um bom número de assinaturas. O manifesto, que foi lançado oficialmente na terça-feira (2) pela executiva nacional, defende uma chapa à Presidência da República formada pelos governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves. O encontro deverá contar com o presidente do PPS no Paraná, Rubens Bueno, e outras lideranças do partido.

Leia mais...
TOPO

Alvoroço no ninho tucano

Ninho tucano alvoroçado
Sabendo que não tem a maioria na executiva estadual, o senador Álvaro Dias, agora, radicalizou e diz que o diretório paranaense do PSDB não tem autoridade para indicar quem será o candidato do partido ao Governo do Estado. Ele disputa a indicação com o prefeito de Curitiba, Beto Richa. O senador tucano, que bate o pé para que a escolha seja feita por meio de pesquisas, se justifica dizendo que ele seria a melhor opção porque teria condições de frear a candidatura do irmão, Osmar Dias (PDT), que também pretende ser o sucessor do governador Roberto Requião (PMDB). O esperneio de Álvaro aconteceu apenas dois dias depois da reunião da Executiva tucana, onde ficou decidido que a indicação do candidato deve acontecer no dia 8 de fevereiro. O senador, em entrevista ao Jornal do Estado, dá a entender que pode recorrer à executiva nacional e até à Justiça para que a decisão seja tomada em convenção, marcada para junho.
Na tentativa de ganhar tempo, o senador garante que, se não houver entendimento, o candidato só sairá em junho. “Seria subestimar minha inteligência alguém acreditar que me submeteria a uma votação num diretório formado por eles. Seria me rotular como perfeito idiota da política brasileira”, dispara. Beto Richa, porém, diz que não teme enfrentar a convenção e que está disposto a renunciar ao mandato de prefeito no próximo dia 3 de abril, mesmo sem a certeza da candidatura. “Renuncio. Não tenho medo da convenção. Acato qualquer que seja a decisão do partido. Garanto que o risco é zero de intervenção nacional no Paraná”, assegura. Pelo jeito, o caldeirão vai ferver nos próximos dias no ninho tucano.

Prefeito Beto Richa

Prefeito Beto Richa

Senador Alvaro Dias

Senador Alvaro Dias

Sabendo que não tem a maioria na executiva estadual, o senador Álvaro Dias, agora, radicalizou e diz que o diretório paranaense do PSDB não tem autoridade para indicar quem será o candidato do partido ao Governo do Estado. Ele disputa a indicação com o prefeito de Curitiba, Beto Richa. O senador tucano, bate o pé para que a escolha seja feita por meio de pesquisas, e se justifica dizendo que ele seria a melhor opção porque teria condições de frear a candidatura do irmão, Osmar Dias (PDT), que também pretende ser o sucessor do governador Roberto Requião (PMDB). O esperneio de Álvaro aconteceu apenas dois dias depois da reunião de a executiva tucana decidir que a indicação do candidato deve acontecer no dia 8 de fevereiro. O senador, em entrevista ao Jornal do Estado, dá a entender que pode recorrer à executiva nacional e até à Justiça para que a decisão seja tomada em convenção, marcada para junho. Para ganhar tempo, o senador garante que, se não houver entendimento, o candidato só sairá em junho. “Seria subestimar minha inteligência alguém acreditar que me submeteria a uma votação num diretório formado por eles. Seria me rotular como perfeito idiota da política brasileira”, dispara. Beto Richa, porém, diz que não teme enfrentar a convenção e que está disposto a renunciar ao mandato de prefeito no próximo dia 3 de abril, mesmo sem a certeza da candidatura. “Renuncio. Não tenho medo da convenção. Acato qualquer que seja a decisão do partido. Garanto que o risco é zero de intervenção nacional no Paraná”, assegura. Pelo jeito, o caldeirão vai ferver nos próximos dias no ninho tucano.

Leia mais...
TOPO

Lula quer ser o maior cabo eleitoral em 2010

LulaO presidente Lula quer ser o maior cabo eleitoral já visto numa campanha presidencial. Para isso, já está providenciando uma agenda de inaugurações em todo o Brasil, em 2010. Está programando inaugurar obras o ano todo, pelo menos até setembro, e até pretende não fazer nenhuma viagem internacional, para cumprir o cronograma de inaugurações. Gilberto Carvalho, seu chefe de gabinete, garante que “quem não pode inaugurar obra em ano eleitoral são os candidatos e o presidente não será candidato, ou seja, não há qualquer limitação legal”. Lula quer fazer seu sucessor (sua sucessora, no caso) à qualquer custo e planeja subir em palanques administrativos durante o dia e em palanques eleitorais à noite, apoiando Dilma Rousseff. Nos dois, o discurso será muito parecido.

Leia mais...