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A resposta de Pupin

Em entrevista à Gazeta de Maringá, na tarde de sexta-feira, o vice-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupim disse que não vai deixar o partido, conforme pedido feito pelo senador Osmar Dias (PDT). Ele garantiu que vai continuar filiado, desde que não haja insistência para que ele saia do partido. “Se eles insistirem para eu sair, evidentemente não haverá clima para continuar”, afirmou. Pupin disse que interpretou a manifestação de Dias, em Maringá, como um desabafo de quem perdeu uma eleição difícil. Além disso, nega a insinuação, também feita por Dias, de que não se empenhou na campanha dele para o Governo do Paraná.  “Osmar ganhou em Maringá. Então, não vejo porque dizer que companheiros não trabalharam [na campanha]. Ele perdeu no contexto do Paraná”, disse. “Se ele tivesse perdido por 10 ou 15 mil votos na região [Noroeste], aí sim eu me preocuparia”, avaliou. Em Maringá, Osmar fez 50,65% do votos e Beto Richa (PSDB) com 46,93%. Pupim acrescentou que tem muita estima pelo senador e que a amizade entre os dois é anterior à política. “Se eu fosse sair do partido, a primeira pessoa que eu comunicaria seria o Osmar e, só depois, à imprensa”, cutucou.

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Mensagem papal sobre aborto será lida nas missas até domingo

Mensagem papal sobre aborto será lida nas missas até domingo
Bispos católicos devem usar mensagem do papa Bento XVI para reforçar orientação aos fieis para não votar em candidatos e partidos que tenham posicionamento favorável ao aborto, informou a Gazeta do Povo. Em mensagem divulgada na quarta-feira (27), o Papa diz que, quando “os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”. Esse texto já foi entregue nas emissoras de televisão católicas e os padres estão sendo orientados a ler a mensagem papal em missas até o domingo da eleição. Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos que encomendou folhetos anti-Dilma e que apreendidos pela Polícia Federal, disse estar aliviado com a posição do pontífice: “Essa posição que o Papa assumiu foi, em parte, ao menos, motivada pela situação que nós temos aqui. A situação que estamos vivendo no Brasil, principalmente durante a campanha política”.

Papa Bento XVI

Papa Bento XVI

Bispos católicos devem usar mensagem do papa Bento XVI para reforçar orientação aos fieis para não votar em candidatos e partidos que tenham posicionamento favorável ao aborto, informou a Gazeta do Povo. Em mensagem divulgada na quarta-feira (27), o Papa diz que, quando “os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”. Esse texto já foi entregue nas emissoras de televisão católicas e os padres estão sendo orientados a ler a mensagem papal em missas até o domingo da eleição. Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos que encomendou folhetos anti-Dilma e que apreendidos pela Polícia Federal, disse estar aliviado com a posição do pontífice: “Essa posição que o Papa assumiu foi, em parte, ao menos, motivada pela situação que nós temos aqui. A situação que estamos vivendo no Brasil, principalmente durante a campanha política”.

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Richa começa a delinear secretariado a partir de novembro

Richa começa a delinear secretariado a partir de novembro
Em Campo Mourão, onde esteve ontem reunido com cerca de 1.500 lideranças regionais, no Clube 10 de Outubro, em campanha pela eleição de José Serra à Presidência da República, o governador eleito, Beto Richa (PSDB), afirmou que vai se dedicar à formação do secretariado e do restante da equipe de Governo a partir de novembro, depois do segundo turno das eleições presidenciais.  “Até domingo (31), estou dedicado completamente à eleição de José Serra. Depois, pensarei no secretariado”, afirmou Richa, acrescentando tem consciência de que “o sucesso do governo passa pela escolha de um grande secretariado. Ninguém faz nada sozinho”, disse Richa, para um público de cerca de 1.500 lideranças regionais reunidas no clube 10 de Outubro. Richa lembrou que os secretários de Estado terão de assinar um Contrato de Gestão, com metas claras para todas as áreas do governo. “Teremos o profissionalismo da gestão, tão desejado e que pode produzir resultados concretos em benefício de todos os paranaenses”, disse. Richa está percorrendo o Estado pela campanha tucana. Já passou por Guarapuava, Campo Mourão e Umuarama, em dois dias. Hoje, divide a manhã entre Cornélio Procópio e Jacarezinho, onde participa de carreata e encontra-se com lideranças regionais. À noite, Richa vai ao Rio de Janeiro, como convidado de José Serra, para assistir ao debate entre os candidatos à Presidência, nos estúdios da Rede Globo. Amanhã, participará de uma caminhada no calçadão da XV de Novembro, centro de Curitiba. “A eleição de Serra será boa não apenas para o Brasil, mas também para o Paraná. Temos afinidades políticas e uma amizade pessoal. Teremos o mesmo partido no poder no Estado e no Governo Federal. Vamos trabalhar alinhados, com a mesma visão de mundo e um projeto de País fundado na social-democracia. Além de tudo isso, o Serra já demonstrou em inúmeras oportunidades sua identidade com nosso Estado”, avalia.
Beto Richa acelera atividades de campanha para José Serra no interior do Estado

Beto Richa acelera atividades de campanha para José Serra no interior do Estado

Em Campo Mourão, onde esteve ontem reunido com cerca de 1.500 lideranças regionais, no Clube 10 de Outubro, em campanha pela eleição de José Serra à Presidência da República, o governador eleito, Beto Richa (PSDB), afirmou que vai se dedicar à formação do secretariado e do restante da equipe de Governo a partir de novembro, depois do segundo turno das eleições presidenciais.  “Até domingo (31), estou dedicado completamente à eleição de José Serra. Depois, pensarei no secretariado”, afirmou Richa, acrescentando tem consciência de que “o sucesso do governo passa pela escolha de um grande secretariado. Ninguém faz nada sozinho”, disse Richa, para um público de cerca de 1.500 lideranças regionais reunidas no clube 10 de Outubro. Richa lembrou que os secretários de Estado terão de assinar um Contrato de Gestão, com metas claras para todas as áreas do governo. “Teremos o profissionalismo da gestão, tão desejado e que pode produzir resultados concretos em benefício de todos os paranaenses”, disse. Richa está percorrendo o Estado pela campanha tucana. Já passou por Guarapuava, Campo Mourão e Umuarama, em dois dias. Hoje, divide a manhã entre Cornélio Procópio e Jacarezinho, onde participa de carreata e encontra-se com lideranças regionais. À noite, Richa vai ao Rio de Janeiro, como convidado de José Serra, para assistir ao debate entre os candidatos à Presidência, nos estúdios da Rede Globo. Amanhã, participará de uma caminhada no calçadão da XV de Novembro, centro de Curitiba. “A eleição de Serra será boa não apenas para o Brasil, mas também para o Paraná. Temos afinidades políticas e uma amizade pessoal. Teremos o mesmo partido no poder no Estado e no Governo Federal. Vamos trabalhar alinhados, com a mesma visão de mundo e um projeto de País fundado na social-democracia. Além de tudo isso, o Serra já demonstrou em inúmeras oportunidades sua identidade com nosso Estado”, avalia.

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Instituto de pesquisa usado como fachada para comprar votos em Goiás

Instituto de pesquisa era usado como fachada para comprar votos em Goiás
A Polícia Federal prendeu dezoito pessoas envolvidas em um crime eleitoral inédito, em Anápolis (GO), segundo nota do colunista Cláudio Humberto. Os eleitores eram atraídos por um instituto de pesquisa, o Versus, para uma espécie de “pesquisa qualitativa” e, depois, eram abordados com envelopes contendo dinheiro para que mudassem seus votos. Essa abordagem era realizada sempre que o eleitor, durante a reunião da pesquisa qualitativa, manifestasse intenção de votar no candidato do PSDB ao governo de Goiás, Marconi Perillo. O instituto Versus estaria a serviço da candidatura de Iris Rezende (PMDB) ao governo goiano. Os presos estão sendo interrogados na sede da PF, em Anápolis.
A Polícia Federal prendeu dezoito pessoas envolvidas em um crime eleitoral inédito, em Anápolis (GO), segundo nota do colunista Cláudio Humberto. Os eleitores eram atraídos por um instituto de pesquisa, o Versus, para uma espécie de “pesquisa qualitativa” e, depois, eram abordados com envelopes contendo dinheiro para que mudassem seus votos. Essa abordagem era realizada sempre que o eleitor, durante a reunião da pesquisa qualitativa, manifestasse intenção de votar no candidato do PSDB ao governo de Goiás, Marconi Perillo. O instituto Versus estaria a serviço da candidatura de Iris Rezende (PMDB) ao governo goiano. Os presos estão sendo interrogados na sede da PF, em Anápolis.
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Paulo Bernardo critica editorial do Financial Times

Paulo Bernardo critica editorial do Financial Times
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, criticou o editorial do jornal britânico Financial Times, que defende a eleição de José Serra (PSDB) como melhor escolha para o Brasil, informa a Folha de S. Paulo. Ele disse estranhar que uma publicação estrangeira “se meta a fazer esse tipo de avaliação” e afirmou que o “imperialismo britânico acabou”. No editorial, publicado na edição de terça-feira (26), o jornal afirma que, embora Dilma e Serra tenham perfis parecidos, a eleição do tucano diminuiria a influência de Lula no próximo governo. Comparou o papel do petista em eventual governo de Dilma como “presidência paralela” exercida pelo primeiro-ministro Vladimir Putin na Rússia. “Se a gente for se pautar por um jornal britânico é o fim da picada. Nós fomos colônia da Inglaterra nos anos mil oitocentos e qualquer coisa. O imperialismo britânico acabou há muito tempo”, disse. Licenciado do Ministério para se dedicar à campanha petista no Sul, Paulo Bernardo afirmou em encontro com prefeitos catarinenses, na segunda-feira (25), que a eleição de Dilma representa a continuidade do governo Lula.
Ministro Paulo Bernardo (Planejamento)

Ministro Paulo Bernardo (Planejamento)

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, criticou o editorial do jornal britânico Financial Times, que defende a eleição de José Serra (PSDB) como melhor escolha para o Brasil, informa a Folha de S. Paulo. Ele disse estranhar que uma publicação estrangeira “se meta a fazer esse tipo de avaliação” e afirmou que o “imperialismo britânico acabou”. No editorial, publicado na edição de terça-feira (26), o jornal afirma que, embora Dilma e Serra tenham perfis parecidos, a eleição do tucano diminuiria a influência de Lula no próximo governo. Comparou o papel do petista em eventual governo de Dilma como “presidência paralela” exercida pelo primeiro-ministro Vladimir Putin na Rússia. “Se a gente for se pautar por um jornal britânico é o fim da picada. Nós fomos colônia da Inglaterra nos anos mil oitocentos e qualquer coisa. O imperialismo britânico acabou há muito tempo”, disse. Licenciado do Ministério para se dedicar à campanha petista no Sul, Paulo Bernardo afirmou em encontro com prefeitos catarinenses, na segunda-feira (25), que a eleição de Dilma representa a continuidade do governo Lula.

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Globo transmite, hoje, o último debate entre candidatos antes das eleições

Globo transmite, hoje, o último debate entre candidatos antes das eleições
Oito estados e o Distrito Federal realizam hoje debates entre os candidatos a governador. A transmissão será feita pela Rede Globo e suas afiliadas depois da novela. Serão os últimos debates entre os candidatos antes da votação do segundo turno, no domingo (31). Vai ser realizado debate em Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Pará, Paraíba, Piauí, Rondônia e Roraima. Amanhã, último dia permitido pela legislação eleitoral para debates, será a vez de a TV Globo transmitir o encontro entre os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).
Oito estados e o Distrito Federal realizam hoje debates entre os candidatos a governador. A transmissão será feita pela Rede Globo e suas afiliadas depois da novela. Serão os últimos debates entre os candidatos antes da votação do segundo turno, no domingo (31). Vai ser realizado debate em Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Pará, Paraíba, Piauí, Rondônia e Roraima. Os demais 14 estados brasileiros tiveram a eleição decidida no primeiro turno, entre eles, o Paraná. Amanhã, último dia permitido pela legislação eleitoral para debates, será a vez de a TV Globo transmitir o encontro entre os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).
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Discursos fortes marcam comício de Serra em Caxias

Discursos fortes marcam comício de Serra em Caxias
Antes do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, subir ao palco lotado montado no Parque de Eventos da Festa da Uva, ontem, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, parlamentares dos partidos da coligação O Brasil Pode Mais já davam o tom forte dos discursos que marcaram o comício. “Os gaúchos não aceitam imposições, tão pouco uma candidata sem história que o Governo Federal está tentando nos forçar a aceitar”, disse Berfran Rosado (PPS). Um dos deputados federais mais votados pelo PMDB, Alceu Moreira, atacou os resultados das pesquisas eleitorais. “Se dependêssemos delas, não teríamos segundo turno. A pesquisa do dia 31 é o voto soberano e livre do povo brasileiro. O RS não se vende, ele não nasceu para ser tocado à trote”, destacou. Um dos momentos mais empolgantes foi o da entrega de camisas do Caxias, Juventude, Inter, Grêmio e Bento, feita por ex-jogadores dos times. Foi ao lado de crianças que Serra soltou no palco pombas brancas simbolizando a paz. Em seu pronunciamento, o candidato tucano denunciou o abuso de poder para se ganhar uma campanha, onde a máquina pública é usada ao melhor estilo das campanhas nazistas, com mentiras e mais mentiras sendo repetidas como se fossem verdades. Fez o contraponto da campanha da adversária, ressaltando valores que mantém ao longo da sua trajetória política. “A mentira aprisiona as pessoas. Valorizo a honestidade, que como nunca fez tanta falta. Defendo a liberdade de imprensa porque ela denuncia os mandos do PT, solidariedade e justiça social. Sou um sobrevivente do Estado Nacional graças a luta pelos direitos humanos, por isso repudio alianças com estados repressores”, ressaltou. Do seu plano de governo, o candidato propôs um pacto nacional pela educação, cuja proposta é 10 anos sem interferência da política no sistema de ensino, com oferta de escolas técnicas e ensino profissionalizante para os jovens. Investimentos na saúde, com a criação de policlínicas em todas as regiões do Brasil, também foram mencionadas. “Temos que ter um projeto nacional de desenvolvimento que o Brasil não tem”.

José Serra, candidato do PSDB à Presidência da República

José Serra, candidato do PSDB à Presidência da República

Antes do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, subir ao palco lotado montado no Parque de Eventos da Festa da Uva, ontem, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, parlamentares dos partidos da coligação O Brasil Pode Mais já davam o tom forte dos discursos que marcaram o comício. “Os gaúchos não aceitam imposições, tão pouco uma candidata sem história que o Governo Federal está tentando nos forçar a aceitar”, disse Berfran Rosado (PPS). Um dos deputados federais mais votados pelo PMDB, Alceu Moreira, atacou os resultados das pesquisas eleitorais. “Se dependêssemos delas, não teríamos segundo turno. A pesquisa do dia 31 é o voto soberano e livre do povo brasileiro. O RS não se vende, ele não nasceu para ser tocado à trote”, destacou. Um dos momentos mais empolgantes foi o da entrega de camisas do Caxias, Juventude, Inter, Grêmio e Bento, feita por ex-jogadores dos times. Foi ao lado de crianças que Serra soltou no palco pombas brancas simbolizando a paz. Em seu pronunciamento, o candidato tucano denunciou o abuso de poder para se ganhar uma campanha, onde a máquina pública é usada ao melhor estilo das campanhas nazistas, com mentiras e mais mentiras sendo repetidas como se fossem verdades. Fez o contraponto da campanha da adversária, ressaltando valores que mantém ao longo da sua trajetória política. “A mentira aprisiona as pessoas. Valorizo a honestidade, que como nunca fez tanta falta. Defendo a liberdade de imprensa porque ela denuncia os mandos do PT, solidariedade e justiça social. Sou um sobrevivente do Estado Nacional graças a luta pelos direitos humanos, por isso repudio alianças com estados repressores”, ressaltou. Do seu plano de governo, o candidato propôs um pacto nacional pela educação, cuja proposta é 10 anos sem interferência da política no sistema de ensino, com oferta de escolas técnicas e ensino profissionalizante para os jovens. Investimentos na saúde, com a criação de policlínicas em todas as regiões do Brasil, também foram mencionadas. “Temos que ter um projeto nacional de desenvolvimento que o Brasil não tem”.

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Na Bahia, Dilma discursa para mudar preferência de Serra

Na Bahia, Dilma discursa para mudar preferência de Serra
Um discurso rápido, com 20 minutos de duração, intercalado com afagos ao eleitorado e ataques leves ao adversário José Serra, marcou a passagem de Dilma Rousseff em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador, informou a Agência Estado. Apresentando-se como a “legítima representante do projeto do presidente Lula”, a petista levou a multidão – estimada em 5 mil pessoas, segundo a PM, a alfinetar o adversário, dizendo que ele “só sabia criticar, dizendo que o bolsa família era bolsa miséria”. Dilma subiu ao palanque, armado na Praça Barão do Rio Branco uma hora e 48 minutos depois do anunciado na programação oficial. Saudando o público, fez jogo de palavras com o nome da cidade, dizendo que estava ali para falar de “vitórias” e “conquistas” e que, em 31 de outubro, o eleitor iria responder “ao ódio, à falsidade e às mentiras com amor”. Referindo-se às mulheres, prometeu, se eleita, não errar como governante. “A mulher sabe governar bem, pois já governa sua casa, cria seus filhos, lava roupa, faz comida e cuida da roça”, disse. Das poucas promessas que fez na cidade, destacou a erradicação da pobreza e aumento no número de empregos formais. A cidade recebeu uma “enxurrada” de panfletos, cartazes e as cenas mais comuns eram de pessoas desfilando com bandeiras nos carros e nas mãos. Tudo para mudar o cenário do primeiro turno, quando Serra obteve 59.420 votos, contra 56.780 de Dilma.
Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República

Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República

Um discurso rápido, com 20 minutos de duração, intercalado com afagos ao eleitorado e ataques leves ao adversário José Serra, marcou a passagem de Dilma Rousseff em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador, informou a Agência Estado. Apresentando-se como a “legítima representante do projeto do presidente Lula”, a petista levou a multidão – estimada em 5 mil pessoas, segundo a PM, a alfinetar o adversário, dizendo que ele “só sabia criticar, dizendo que o bolsa família era bolsa miséria”. Dilma subiu ao palanque, armado na Praça Barão do Rio Branco uma hora e 48 minutos depois do anunciado na programação oficial. Saudando o público, fez jogo de palavras com o nome da cidade, dizendo que estava ali para falar de “vitórias” e “conquistas” e que, em 31 de outubro, o eleitor iria responder “ao ódio, à falsidade e às mentiras com amor”. Referindo-se às mulheres, prometeu, se eleita, não errar como governante. “A mulher sabe governar bem, pois já governa sua casa, cria seus filhos, lava roupa, faz comida e cuida da roça”, disse. Das poucas promessas que fez na cidade, destacou a erradicação da pobreza e aumento no número de empregos formais. A cidade recebeu uma “enxurrada” de panfletos, cartazes e as cenas mais comuns eram de pessoas desfilando com bandeiras nos carros e nas mãos. Tudo para mudar o cenário do primeiro turno, quando Serra obteve 59.420 votos, contra 56.780 de Dilma.

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Serra e Dilma fazem debate cansativo e sem criatividade na Record

Serra e Dilma fazem debate cansativo e sem criatividade na Record
Ontem, na Rede Record, os candidatos à Presidência da República, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), se enfrentaram no terceiro debate do segundo turno da eleição. O cansaço dos dois estava evidente nas diversas vezes em que Dilma gaguejou para responder uma pergunta e Serra se atrapalhando com o tempo. No geral, o debate permitiu que as agressões se sucedessem uma após a outra, de ambos os lados. É que o formato escolhido – somente os candidatos faziam as perguntas entre eles, com cinco perguntas para cada um, com tempo para replicam, tréplica e considerações finais – deu a chance de sucessivos ataques. Num dos blocos, Dilma acusa Serra de ter sido a favor da privatização da Petrobras, durante o Governo do Fernando Henrique Cardoso, e sugerindo que o tucano vai privatizar o pré-sal. Serra foi contundente na resposta afirmando que o Governo Lula já privatizou 108 áreas de exploração do pré-sal e que metade delas teria sido concedida a empresas estrangeiras. “A Dilma prega contra a privatização, mas ela defende a privatização. Fala contra o aborto, mas defende o aborto. Fala contra o MST, mas defende o MST”, disparou Serra. Também foram alvo do tiroteio, além das privatizações, o andamento do PAC, Petrobras, MST, com acusações contundentes dos dois lados. Serra aproveitou uma das perguntas para lembrar o escândalo envolvendo a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, indicada por Dilma para o cargo, e que responde por suposto tráfico de influência no Governo. A candidata petista foi pouco criativa na resposta, repetindo que Erenice foi punida (pediu demissão), enquanto o PSDB e Serra nada fizeram contra Paulo Preto, ex-funcionário do tucano no Governo do S. Paulo e que teria desviado R$ 4 milhões da campanha.
No contra-ataque, Dilma também usou a falta de palavra do rival, que assinou um documento comprometendo-se a cumprir todo o mandato como prefeito de São Paulo, em 2004 e em 2006 concorreu a governador. A petista também atacou várias vezes a postura do rival, tentando jogar a audiência contra ele. “Candidato, é bom que você tenha mais humildade e elegância. Não se ganha debate nem se governa com desdém”, atacou Dilma, sobre a falta de comprometimento do tucano, no caso de ter assinado documento que cumpriria os quatro anos de mandato à frente da Prefeitura de S. Paulo, mas que deixou pela metade para concorrer ao governo daquele estado. O que ajudou a tornar o debate de ontem cansativo e sem atrativo foi o horário em que foi ao ar: 23 horas.
Candidatos José Serra e Dilma Rousseff

Candidatos José Serra e Dilma Rousseff

Ontem, na Rede Record, os candidatos à Presidência da República, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), se enfrentaram no terceiro debate do segundo turno da eleição. O cansaço dos dois estava evidente nas diversas vezes em que Dilma gaguejou para responder uma pergunta e Serra se atrapalhando com o tempo. No geral, o debate permitiu que as agressões se sucedessem uma após a outra, de ambos os lados. É que o formato escolhido – somente os candidatos faziam as perguntas entre eles, com cinco perguntas para cada um, com tempo para replicam, tréplica e considerações finais – deu a chance de sucessivos ataques. Num dos blocos, Dilma acusa Serra de ter sido a favor da privatização da Petrobras, durante o Governo do Fernando Henrique Cardoso, e sugerindo que o tucano vai privatizar o pré-sal. Serra foi contundente na resposta afirmando que o Governo Lula já privatizou 108 áreas de exploração do pré-sal e que metade delas teria sido concedida a empresas estrangeiras. “A Dilma prega contra a privatização, mas ela defende a privatização. Fala contra o aborto, mas defende o aborto. Fala contra o MST, mas defende o MST”, disparou Serra. Também foram alvo do tiroteio, além das privatizações, o andamento do PAC, Petrobras, MST, com acusações contundentes dos dois lados. Serra aproveitou uma das perguntas para lembrar o escândalo envolvendo a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, indicada por Dilma para o cargo, e que responde por suposto tráfico de influência no Governo. A candidata petista foi pouco criativa na resposta, repetindo que Erenice foi punida (pediu demissão), enquanto o PSDB e Serra nada fizeram contra Paulo Preto, ex-funcionário do tucano no Governo do S. Paulo e que teria desviado R$ 4 milhões da campanha. No contra-ataque, Dilma também usou a falta de palavra do rival, que assinou um documento comprometendo-se a cumprir todo o mandato como prefeito de São Paulo, em 2004 e em 2006 concorreu a governador. A petista também atacou várias vezes a postura do rival, tentando jogar a audiência contra ele. “Candidato, é bom que você tenha mais humildade e elegância. Não se ganha debate nem se governa com desdém”, atacou Dilma, sobre a falta de comprometimento do tucano, no caso de ter assinado documento que cumpriria os quatro anos de mandato à frente da Prefeitura de S. Paulo, mas que deixou pela metade para concorrer ao governo daquele estado. O que ajudou a tornar o debate de ontem cansativo e sem atrativo foi o horário em que foi ao ar: 23 horas.

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Beto Richa reforça campanha de Serra no Mato Grosso

Beto Richa reforça campanha de Serra no Mato Grosso
Depois de acertar com o seu líder na Assembleia Legislativa, o governador eleito, Beto Richa (PSDB) embarcou para Mato Grosso, onde participará de atos da campanha de José Serra à Presidência da República. Hoje, na capital Cuiabá, Beto Richa participa de um jantar com lideranças regionais, e vai a Lucas do Rio Verde, 350 km ao norte de Cuiabá, considerado um município-modelo nos indicadores de desenvolvimento humano. A região tem grande presença de migrantes paranaenses, especialmente na agricultura. “Beto Richa é uma das expressivas lideranças do PSDB e vai fortalecer a campanha de Serra no Estado. A decisão por Lucas do Rio Verde foi porque, no 1º turno, Serra visitou Cuiabá e Sinop. Como Alckmin estará nesta sexta-feira na capital, decidimos com a coordenação nacional a visita de Richa ao Médio Norte”, explicou, à TV Rio Verde, o deputado federal eleito Nilson Leitão (PSDB), um dos coordenadores de campanha de Serra no Estado. Em Lucas do Rio Verde, Serra teve 9.323 votos e, Dilma, 8.371. Em Sinop, o tucano fez 30.548 e a petista 19.599. Em Cuiabá, José Serra recebeu 119.076 votos e, Dilma,116.422. À tarde, À tarde, Richa segue para Goiânia, onde participará de uma carreata ao lado do senador  Marconi Perillo (PSDB), que disputa o governo do Estado. Perillo, que já governou Goiás em dois mandatos, criou um programa de abastecimento alimentar semelhante ao Armazém da Família, criado por Beto Richa em Curitiba, para famílias de baixa renda.
Beto Richa, governador eleito

Beto Richa, governador eleito

Depois de acertar com o seu líder na Assembleia Legislativa, o governador eleito, Beto Richa (PSDB) embarcou para Mato Grosso, onde participará de atos da campanha de José Serra à Presidência da República. Hoje, na capital Cuiabá, Beto Richa participa de um jantar com lideranças regionais, e vai a Lucas do Rio Verde, 350 km ao norte de Cuiabá, considerado um município-modelo nos indicadores de desenvolvimento humano. A região tem grande presença de migrantes paranaenses, especialmente na agricultura. “Beto Richa é uma das expressivas lideranças do PSDB e vai fortalecer a campanha de Serra no Estado. A decisão por Lucas do Rio Verde foi porque, no 1º turno, Serra visitou Cuiabá e Sinop. Como Alckmin estará nesta sexta-feira na capital, decidimos com a coordenação nacional a visita de Richa ao Médio Norte”, explicou, à TV Rio Verde, o deputado federal eleito Nilson Leitão (PSDB), um dos coordenadores de campanha de Serra no Estado. Em Lucas do Rio Verde, Serra teve 9.323 votos e, Dilma, 8.371. Em Sinop, o tucano fez 30.548 e a petista 19.599. Em Cuiabá, José Serra recebeu 119.076 votos e, Dilma,116.422. À tarde, À tarde, Richa segue para Goiânia, onde participará de uma carreata ao lado do senador  Marconi Perillo (PSDB), que disputa o governo do Estado. Perillo, que já governou Goiás em dois mandatos, criou um programa de abastecimento alimentar semelhante ao Armazém da Família, criado por Beto Richa em Curitiba, para famílias de baixa renda.

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