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Doadores individuais prevaleceram na arrecadação para campanha de Dilma

Doadores individuais prevaleceram na arrecadação para campanha de Dilma
A campanha da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) arrecadou R$ 148,8 milhões, sendo que mais da metade desse valor, R$ 88,39 milhões, vieram de um grupo de 41 empresas que doaram mais de R$ 1 milhão. Segundo a Agência Brasil, os três maiores doadores individuais foram JBS-Friboi (R$ 9 milhões), Camargo Corrêa (R$ 8,5 milhões) e Andrade Gutierrez (R$ 5,1 milhões). O setor que teve mais doações milionárias foi o da construção e engenharia: R$ 37,35 milhões, divididos em 14 empresas que doaram valores entre R$ 1 milhão e R$ 8,5 milhões. A agroindústria foi o segundo setor que mais teve doações milionárias: cinco empresas foram responsáveis por R$ 18,2 milhões da campanha de Dilma. Oito empresas da área de metalurgia, siderurgia, mineração e produção de cimento doaram quantias que somaram R$ 12,2 milhões. Já no setor bancário, três instituições fizeram doações que totalizaram R$ 6,5 milhões: Itaú Unibanco (R$ 4 milhões), BTG (R$ 1,5 milhões) e Santander (R$ 1 milhão). A prestação de contas do comitê financeiro mostra que a campanha de Dilma Rousseff arrecadou R$ 174.5 mil em doações pela internet por meio de cartão de crédito. Segundo o demonstrativo de gastos da candidata e do comitê, as áreas onde mais se investiu dinheiro foram a produção de programas de rádio, TV e vídeo, publicidade de materiais impressos, publicidade em placas e transporte.
Presidente eleita Dilma Rousseff

Presidente eleita Dilma Rousseff

A campanha da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) arrecadou R$ 148,8 milhões, sendo que mais da metade desse valor, R$ 88,39 milhões, vieram de um grupo de 41 empresas que doaram mais de R$ 1 milhão. Segundo a Agência Brasil, os três maiores doadores individuais foram JBS-Friboi (R$ 9 milhões), Camargo Corrêa (R$ 8,5 milhões) e Andrade Gutierrez (R$ 5,1 milhões). O setor que teve mais doações milionárias foi o da construção e engenharia: R$ 37,35 milhões, divididos em 14 empresas que doaram valores entre R$ 1 milhão e R$ 8,5 milhões. A agroindústria foi o segundo setor que mais teve doações milionárias: cinco empresas foram responsáveis por R$ 18,2 milhões da campanha de Dilma. Oito empresas da área de metalurgia, siderurgia, mineração e produção de cimento doaram quantias que somaram R$ 12,2 milhões. Já no setor bancário, três instituições fizeram doações que totalizaram R$ 6,5 milhões: Itaú Unibanco (R$ 4 milhões), BTG (R$ 1,5 milhões) e Santander (R$ 1 milhão). A prestação de contas do comitê financeiro mostra que a campanha de Dilma Rousseff arrecadou R$ 174.5 mil em doações pela internet por meio de cartão de crédito. Segundo o demonstrativo de gastos da candidata e do comitê, as áreas onde mais se investiu dinheiro foram a produção de programas de rádio, TV e vídeo, publicidade de materiais impressos, publicidade em placas e transporte.

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Tiririca renderá R$ 2,7 milhões por ano para seu partido

Tiririca renderá R$ 2,7 milhões por ano para seu partido
Ao fazer do palhaço Tiririca sua principal aposta eleitoral em São Paulo, o PR o transformou não apenas em puxador de votos, mas também em “puxador de dinheiro”. Segundo o Estadão.com, os mais de 1,3 milhão de eleitores que consagraram o deputado eleito valerão para sua legenda cerca de R$ 2,7 milhões por ano no rateio do Fundo Partidário. Esse “bônus Tiririca” equivale a mais de cinco vezes o valor aplicado pelo partido na campanha do candidato, na qual se apresentou como “abestado” e celebrizou o slogan “pior que tá, não fica”. O Fundo Partidário é formado por recursos públicos e dividido de acordo com a votação de cada legenda. Graças ao desempenho eleitoral deste ano, o Partido da República – chamado por alguns de seus próprios líderes de “Partido de Resultados” – vai elevar de 4,5% para 7,5% a sua fatia no bolo de R$ 201 milhões do fundo. Sua receita anual deve subir de R$ 8 milhões para pelo menos R$ 14 milhões. Tiririca, que teve 6,4% dos votos para a Câmara dos Deputados em São Paulo, é o principal responsável por esse avanço, mas não o único. Em outros quatro Estados o deputado federal mais votado é do PR. Três deles tiveram até mais eleitores que o palhaço, em termos proporcionais – um exemplo é o ex-governador Anthony Garotinho, que teve 8,7% dos votos no Rio. Nos últimos quatro anos, o PR ampliou sua bancada na Câmara de 23 para 41 deputados – o que elevará em 64% seu tempo de TV e seu cacife nas negociações de alianças.
Deputado federal eleito, Tiririca, do PR

Deputado federal eleito, Tiririca, do PR

Ao fazer do palhaço Tiririca sua principal aposta eleitoral em São Paulo, o PR o transformou não apenas em puxador de votos, mas também em “puxador de dinheiro”. Segundo o Estadão.com, os mais de 1,3 milhão de eleitores que consagraram o deputado eleito valerão para sua legenda cerca de R$ 2,7 milhões por ano no rateio do Fundo Partidário. Esse “bônus Tiririca” equivale a mais de cinco vezes o valor aplicado pelo partido na campanha do candidato, na qual se apresentou como “abestado” e celebrizou o slogan “pior que tá, não fica”. O Fundo Partidário é formado por recursos públicos e dividido de acordo com a votação de cada legenda. Graças ao desempenho eleitoral deste ano, o Partido da República – chamado por alguns de seus próprios líderes de “Partido de Resultados” – vai elevar de 4,5% para 7,5% a sua fatia no bolo de R$ 201 milhões do fundo. Sua receita anual deve subir de R$ 8 milhões para pelo menos R$ 14 milhões. Tiririca, que teve 6,4% dos votos para a Câmara dos Deputados em São Paulo, é o principal responsável por esse avanço, mas não o único. Em outros quatro Estados o deputado federal mais votado é do PR. Três deles tiveram até mais eleitores que o palhaço, em termos proporcionais – um exemplo é o ex-governador Anthony Garotinho, que teve 8,7% dos votos no Rio. Nos últimos quatro anos, o PR ampliou sua bancada na Câmara de 23 para 41 deputados – o que elevará em 64% seu tempo de TV e seu cacife nas negociações de alianças.

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Promotor quer anular audiência de Tiririca

Promotor quer anular audiência de Tiririca
Ontem, o promotor de Justiça Maurício Lopes, acusador de Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, ingressou com dois mandados de segurança no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O promotor requer a anulação da audiência realizada na quinta-feira passada, quando Tiririca, palhaço eleito deputado pelo PR com 1,3 milhão de votos, foi submetido a um teste de escrita e leitura. Em um mandado, o promotor aponta “diversas nulidades” e pede a intimação da “esposa do acusado” para que ela diga como foi redigida a declaração de Tiririca à Justiça, anexada ao registro de candidatura, em que ele afirma ser alfabetizado. No outro, questiona a competência do juiz eleitoral de primeiro grau (Aloísio Silveira) que fez a audiência. Além da intimação da mulher de Tiririca, o promotor pede novo depoimento de uma testemunha de defesa “sobre pontos controvertidos do laudo apresentado e que foram indeferidos pelo juiz”. O promotor suspeita que Tiririca cometeu crime de falsidade ideológica – acredita que não foi o palhaço quem redigiu, de punho próprio, a declaração ao TRE. “Não é crime ser ou não analfabeto, mas falsificar material ou ideologicamente documento nesse sentido, sim”, assinala o promotor. O advogado Ricardo Vita Porto, que defende Tiririca, diz que seu cliente é alfabetizado e rechaça a acusação de falsidade ideológica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Deputado eleito, Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca

Deputado eleito, Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca

Ontem, o promotor de Justiça Maurício Lopes, acusador de Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, ingressou com dois mandados de segurança no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O promotor requer a anulação da audiência realizada na quinta-feira passada, quando Tiririca, palhaço eleito deputado pelo PR com 1,3 milhão de votos, foi submetido a um teste de escrita e leitura. Em um mandado, o promotor aponta “diversas nulidades” e pede a intimação da “esposa do acusado” para que ela diga como foi redigida a declaração de Tiririca à Justiça, anexada ao registro de candidatura, em que ele afirma ser alfabetizado. No outro, questiona a competência do juiz eleitoral de primeiro grau (Aloísio Silveira) que fez a audiência. Além da intimação da mulher de Tiririca, o promotor pede novo depoimento de uma testemunha de defesa “sobre pontos controvertidos do laudo apresentado e que foram indeferidos pelo juiz”. O promotor suspeita que Tiririca cometeu crime de falsidade ideológica – acredita que não foi o palhaço quem redigiu, de punho próprio, a declaração ao TRE. “Não é crime ser ou não analfabeto, mas falsificar material ou ideologicamente documento nesse sentido, sim”, assinala o promotor. O advogado Ricardo Vita Porto, que defende Tiririca, diz que seu cliente é alfabetizado e rechaça a acusação de falsidade ideológica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Multada 12 vezes, Dilma acumula R$ 58 mil em débitos com a Justiça Eleitoral

Dilma Rousseff, presidente eleita

Dilma Rousseff, presidente eleita

Hoje, a Justiça Eleitoral aplicou a décima segunda multa à presidente eleita Dilma Rousseff (PT). São mais R$ 5 mil por propaganda eleitoral antecipada. O ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também multou o diretório estadual do PT, na Bahia, em R$ 7,5 mil pelo mesmo motivo. Ainda cabem recursos ao plenário. Segundo ação proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), a então candidata à Presidência da República teria violado a lei ao aparecer em inserção regional do PT na Bahia no dia 30 de junho. “O conteúdo da referida inserção claramente traz em seu bojo uma mensagem de conteúdo eleitoral”, diz o MPE. Segundo a Agência Brasil, com mais essa multa, a futura presidente já acumula R$ 58 mil em débitos com a Justiça Eleitoral, dos quais R$ 16 mil foram quitados.

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Diretor do Vox Populi admite necessidade de rever metodologia de pesquisas

Deputado federal Gustavo Fruet

Deputado federal Gustavo Fruet

O descrédito dos institutos de pesquisa foi uma das marcas da campanha eleitoral deste ano.  A opinião é do deputado federal Gustavo Fruet (PSDB), que debateu este e outros temas em várias entrevistas para veículos nacionais de comunicação no último domingo.  Na mesa de comentaristas da Band, em São Paulo, Fruet esteve ao lado do diretor-presidente do Vox Populi, João Francisco Meira, que reconheceu a necessidade de rever a metodologia das pesquisas de intenção de voto, especialmente para o Senado. “Não defendo censura a pesquisas. Quanto mais informação numa eleição, melhor. Mas é preciso discutir o papel e a responsabilidade dos institutos e formas de aperfeiçoar”, disse Gustavo Fruet. O caso do Paraná é um exemplo claro dessa necessidade. Nenhum instituto retratou a proximidade entre as intenções de voto para Gustavo Fruet  e as do segundo colocado na disputa para o Senado. Todas as pesquisas apontavam diferenças superiores a 20 pontos percentuais. Na véspera da eleição, o Ibope apontou Fruet  20 pontos atrás do segundo colocado – diferença que, na realidade, foi de apenas 1,74 ponto. Para Fruet, é hora de os meios de comunicação questionarem a forma como as pesquisas são realizadas e contribuírem para o debate em torno deste assunto. “Não se pode mais santificar e idolatrar os institutos de pesquisa”, disse o tucano.

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Osmar Dias foi o que mais gastou na campanha eleitoral deste ano

Senador Osmar Dias

Senador Osmar Dias

Com a prestação de contas dos gastos na campanha eleitoral deste ano, um dado chamou a atenção: além de ter sido o candidato que mais gastou para colocar a sua campanha na rua – R$ 29,5 milhões conforme declaração do pedetista à Justiça Eleitoral –, o senador Osmar Dias (PDT) foi o segundo maior doador da sua própria campanha. Ele teria tirado do próprio bolso R$ 4,2 milhões na disputa pelo Governo do Paraná. O interessante é que na declaração oficial de bens, obrigatória pela lei eleitoral, Osmar disse que tinha, entre imóveis e aplicações financeiras, um patrimônio de R$ 5,1 milhões. Talvez esteja aí os motivos da depressão que acometeu o senador tão logo as apurações dos votos terminaram. Osmar se enclausurou e não falava com ninguém, nem mesmo com o próprio irmão, o também senador Álvaro Dias (PSDB). A empreiteira Camargo Corrêa foi a principal doadora da campanha pedetista, com R$ 5 milhões.

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Prestação de conta tucana

A prestação de contas final da campanha de Beto Richa (PSDB) ao Governo do Estado foi entregue no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná às 17h de segunda-feira (1), informa a coordenação da campanha tucana. O documento tem 5.175 páginas e confirma que arrecadou mais de R$ 23 milhões e teve despesas que somaram R$ 23.711.207,11. Houve uma sobra de caixa de R$ 6.904,90. A estimativa de gastos para a campanha inicialmente declarada ao TRE era de R$ 27 milhões. “A estimativa não é uma meta, é um limite. Receitas e despesas ficaram dentro de nossa expectativa”, afirmou o ex-governador João Elísio Ferraz de Campos, coordenador geral da campanha.

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Dilma terá dificuldades para administrar um Estado inchado e para conter a ambição dos aliados

Senador Álvaro Dias

Senador Álvaro Dias

O presidente Lula deixará para a sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), um Estado inchado e com muitas despesas correntes. Esses serão alguns problemas que a petista terá ao assumir a Presidência da República, em janeiro do ano que vem, conforme previsão do futuro líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias. De acordo com o senador, embora Dilma tenha ampla maioria no Congresso Nacional, ela poderá enfrentar algumas dificuldades para conter a ambição de seus aliados e para tomar medidas drásticas para corrigir algumas heranças de Lula. Em entrevista ao jornal O Estado do Paraná, Dias disse que Lula teve um antecessor que preparou o cenário de tranqüilidade econômica e, assim pôde colher esses frutos que o levaram a tanta popularidade. “Dilma não teve essa mesma sorte. Pega um Estado que engordou demais, com despesas correntes que aumentaram excessivamente e uma política de crédito artificial. Tudo isso vai exigir providências drásticas e isso será desgastantes, vamos ver algumas turbulências daqui para frente”, previu o senador tucano, um dos nomes mais fortes que Dilma terá como oposição. “Essa maioria esmagadora, de um lado é benéfica para o Governo, que terá facilidade no Congresso, mas também é um complicador, porque a presidente eleita terá de administrar pretensões, pois os aliados vão querer pleitear espaço com a volúpia de sempre, o que vai exigir da nova presidente habilidade e competência política”, avalia. Para Álvaro, a derrota de José Serra (PSDB) não foi surpresa, “porque a disputa foi desigual. De um lado uma máquina poderosa, a utilização da máquina pública de forma abusiva. De outro, uma estrutura inferior”. O senador defende que a eleição de 2010 sirva de exemplo para mudanças na legislação eleitoral. “Nesta campanha, tivemos uma série de multas por descumprimento da lei, mas as multas são irrisórias, não desestimulam a prática do ilícito. Na relação custo-benefício, a multa acaba sendo um benefício”, disse, reclamando do uso do aparelho do estado pela campanha de Dilma. “Não podemos ser tão drásticos a ponto de afirmar que não houve oposição. Houve sim, mas não conseguimos dar volume a essa oposição. Ficou desigual a proporção do apoio com a oposição. Aí, é claro que prevalece, uma mentira repetida insistentemente acaba tornando-se verdade. Agora, a oposição vai ter que aprender com os erros, se organizar melhor e fazer uma oposição ativa, mais contundente”, disse, e, sobre o futuro do PSDB disse que o momento é de discutir ações dos governos eleitos e das bancadas no Legislativo e não pensar nas próximas eleições. Ele comentou o até logo dado por Serra: “È muito bom que ele tenha essa disposição de continuar, afinal são 45 milhões de votos que não podemos descartar. Mas a eleição terminou, não vamos continuar falando de eleições, senão vamos nos desgastar. Principalmente se falarmos de nome. Lançar um nome agora, só se quiser queimar alguém”, concluiu.

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Líderes políticos latino-americanos parabenizam Dilma pela vitória

Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil

Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil

Líderes políticos da América Latina comemoraram ontem a vitória de Dilma Rousseff (PT), eleita a primeira mulher presidente do Brasil: “Dilma vai inaugurar outra página da história do Brasil” – Presidente da Venezuela, Hugo Chaves, que foi poético ao saudar a primeira presidente mulher do Brasil, Dilma Rousseff (PT). “Quando o sol se põe para além da Amazônia, quando as estrelas começam a iluminar a vasta terra de Abreu e Lima [região em Pernambuco], as massas de Lula [o povo brasileiro], outro parceiro grande, outra mulher terá sido escolhida, uma patriota para liderar o novo destino do Brasil. Sim, Dilma partir de hoje será a presidente. Bem-vinda, camarada”, disse o venezuelano. “A vitória de Dilma foi o triunfo da democracia” – Presidente da Bolívia, Evo Morales, ao afirmar que Dilma vai trabalhar para manter a unidade na América Latina e ampliar os vínculos entre a Bolívia e o Brasil. Segundo o boliviano, as relações políticas, diplomáticas e comerciais entre os dois países são marcadas pelo dinamismo. O governo da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ainda em luto em razão da morte do ex-presidente Néstor Kirchner, enviou comunicado do Ministério das Relações Exteriores da Argentina, saudando Dilma: “[É ] tempo para desejar o maior sucesso em sua futura administração. O governo argentino expressa sua firme determinação de continuar a trabalhar com o governo e nossa nação irmã do Brasil para aprofundar a relação estreita e rica que liga os dois países. A vitória confirma a continuidade das políticas que estão sendo desenvolvidas no âmbito do Mercosul e da Unasul [União de Nações Sul-Americanas] para o bem-estar de nossos povos e da comunidade latino-americana”, diz a nota. As informações são da Agência Estado, com Agência Venezuelana de Notícias (AVN) e Agência Boliviana de Notícias (ABN). O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou ontem que Dilma vai dar continuidade à política externa implementada durante o Governo do presidente Lula baseada na diversificação de parceiros. Porém, o chanceler ressaltou que a presidente eleita dará seu próprio estilo.

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Osmar pede para vice-prefeito de Maringá deixar o PDT

Senador Osmar Dias

Senador Osmar Dias

Ainda tentando digerir o indigesto resultados das urnas em 3 de outubro, quando experimentou a sua segunda derrota consecutiva para governar o Paraná, o senador Osmar Dias, presidente estadual do PDT, não fez cerimônia para pedir que o vice-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin, deixe o partido. O inusitado pedido aconteceu no final da manhã de hoje, durante coletiva de imprensa. Os jornalistas presentes ouviram as queixas do senador quanto à suposta falta de apoio dos correligionários na campanha eleitoral e disse estar decepcionado com os colegas de partido. “Eu faço um convite público para o Pupin deixar o PDT”, disparou de uma só vez.  “Se todos tivessem feito aquilo que foi feito em Maringá e região, o resultado seria outro. (…) Foi uma região em que nós vencemos na garra, na guerra, na luta e isso faltou [em outras regiões]. Faltou até em cidades governadas pelo meu PDT. A gente não precisa ir longe, é só andar 100 quilômetros para frente e chega em Londrina” disse, referindo-se ao prefeito Barbosa Neto (PDT), a quem Dias acusa de não se empenhar pela sua campanha na cidade, embora o londrinense tenha se licenciado a prefeitura para dedicar tempo à campanha do senador. “Eu me licenciei da prefeitura e fui criticado por isso. Eu me dediquei integralmente a campanha em várias cidades. Fui aonde pude para ajudar o senador.Também não fiquei contente com a votação que o Osmar teve na cidade, mas, mesmo que toda a população de Londrina tivesse votado nele, o senador não teria vencido as eleições”, afirmou Barbosa Neto, em entrevista coletiva na semana passada.  “Eu deixo para consciência dele. Não vou fazer avaliação sobre o Barbosa Neto. Ele já foi malcriado comigo na imprensa e eu já passei do tempo de responder mal criação de meninos”, atirou. Sem citar nomes, Osmar também criticou os deputados do seu partido que disseram que não farão oposição ao Governo de Beto Richa (PSDB).

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