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Serra e Dilma deixam os cargos nesta quarta-feira

O governador de São Paulo José Serra (PSDB) e a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff (PT) vão anunciar nesta quarta-feira que deixarão os cargos para concorrerem à Presidência. Às 15 horas, Serra fará um balanço de seus três anos à frente do estado, para então dizer que entregará na sexta-feira sua carta de renúncia à Assembleia Legislativa. Já Dilma participará de uma solenidade ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas antes, a ministra será homenageada pelos funcionários da Casa Civil em uma festinha de despedida organizada por eles. Ao falar aos funcionários, Dilma pedirá apoio a Erenice Guerra, que a substituirá no cargo. O evento com Lula será marcado pela posse coletiva de 11 novos ministros, que substituirão os titulares candidatos. O presidente fará um agradecimento especial à ministra. A solenidade organizada para celebrar a candidatura de Serra ocorre no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi. A cúpula tucana espera levar 6.000 pessoas ao evento. Dois telões serão instalados no gramado para que os militantes do partido possam acompanhar o que acontece no Auditório Ulysses Guimarães, onde são esperadas cerca de 2.000 autoridades. “A ideia do partido é que o Serra compartilhe esse momento com quem esteve ao lado dele e trabalhou para que isso acontecesse”, afirmou o secretário-geral do PSDB-SP, César Gontijo. As informações são do site Veja.com.

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PAC 2 sem verba assegurada aos grandes projetos do Paraná

Dilma Roussef no lançamento PAC2 A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançado ontem pelo presidente Lula e pela ministra Dilma Rousseff, contém obras grandiosas para o Paraná, mas que continuam no campo das ideias ou dependem de muita negociação. Empreendimentos como o trem-bala entre Curitiba e São Paulo e a terceira pista do Aeroporto Afonso Pena ainda não têm nem projetos preliminares que indiquem os custos para torná-los realidade. A expectativa de inclusão do metrô de Curitiba nos investimentos previstos também foi frustrada. O projeto não está garantido no PAC 2. De palpável para o estado, estão R$ 1,5 bilhão em obras de e R$ 5,5 bilhões na área de infraestrutura energética (que serão bancadas pela iniciativa privada ou por empresas estatais). No total para o Brasil, a previsão é de R$ 1,59 trilhão em investimentos. As informações são da Gazeta do Povo.

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E a campanha continua…

Sem a presença do seu maior cabo eleitoral, o presidente Lula, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse hoje, na inauguração do gasoduto Paulínia-Jacutinga, em cerimônia patrocinada pela Petrobras, em Jacutinga, Minas Gerais, que está cada vez mais próxima de assumir, publicamente, a intenção de disputar a sucessão do presidente Lula, em outubro. “Eu acho que o presidente tem de ter um sucessor à altura do governo dele. Eu gostaria muito que me escolhessem como essa sucessora. Não sou hoje”, disse. Segundo o Estadão,a ministra praticamente ignorou o assunto energia, preferindo dedicar quase a totalidade do seu discurso à promoção de temas que serão parte da campanha presidencial. A chefe da Casa Civil não perdeu a chance de afagar prefeitos mineiros presentes, prometendo a liberação de recursos do PAC 2 para obras de drenagem, minimizando, assim, o risco de alagamentos. “Que existe chuva, existe. Mas a gente não tem de se conformar”, disse. Dilma caprichou no tom social. Ao comentar que o Brasil tem chances de se transformar na quinta maior economia do mundo, a chefe da Casa Civil emendou: “O que nos interessa é transformar o povo em quinta potência”.

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Pisando no freio

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E por falar em Dilma Rousseff, a ministra da Casa Civil, considerada um “gerentão” do Palácio do Planalto, parece disposta a acatar a determinação do presidente Lula que pediu para seus ministros pararem como o bate-boca. Ainda em Pernambuco, a ministra-candidata vem diminuiu o tom, depois de atacar, furiosamente, Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB. Há dias, na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo, lembrou dois filhos da terra, Dalva de Oliveira e Ulysses Guimarães. E resolveu citar Ulysses, com o qual teve pouco relacionamento: “O doutor Ulysses é atual quando dizia que não se pode fazer política com o fígado e que rancores devem ser guardados na geladeira”.

E por falar em Dilma Rousseff, a ministra da Casa Civil, considerada um “gerentão” do Palácio do Planalto, parece disposta a acatar a determinação do presidente Lula que pediu para seus ministros pararem como o bate-boca. Ainda em Pernambuco, a ministra-candidata vem diminuiu o tom, depois de atacar, furiosamente, Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB. Há dias, na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo, lembrou dois filhos da terra, Dalva de Oliveira e Ulysses Guimarães. E resolveu citar Ulysses, com o qual teve pouco relacionamento: “O doutor Ulysses é atual quando dizia que não se pode fazer política com o fígado e que rancores devem ser guardados na geladeira”.

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Pérolas de Dilma

Pérolas de Dilma

Dilma Rousseff

Pelo visto, não é só o presidente Lula que precisa descansar. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, também. Recentemente, em Pernambuco, quando ela e Lula faziam a costumeira peregrinação política-eleitoral, a ministra-candidata mostrou que está disposta a desbancar Lula no quesito “gafes”: chamou a cidade de Paulista de Paulistas (com “s”); chamou o prefeito de Olinda Renildo Calheiros (PCdoB), de “prefeito Romildo”; cumprimentou Romero Jucá como “líder do partido” no Senado, quando ele é do PMDB e líder do Governo no Senado; e disse que o escritor Ariano Suassuna era “pernambucano” e autor da frase “Nós somos madeira que cupim não rói”. Suassuna é paraibano e o autor da frase foi o compositor de frevos Capiba, esse sim nascido em Pernambuco.

Pelo visto, não é só o presidente Lula que precisa descansar. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, também. Recentemente, em Pernambuco, quando ela e Lula faziam a costumeira peregrinação política-eleitoral, a ministra-candidata mostrou que está disposta a desbancar Lula no quesito “gafes”: chamou a cidade de Paulista de Paulistas (com “s”); chamou o prefeito de Olinda Renildo Calheiros (PCdoB), de “prefeito Romildo”; cumprimentou Romero Jucá como “líder do partido” no Senado, quando ele é do PMDB e líder do Governo no Senado; e disse que o escritor Ariano Suassuna era “pernambucano” e autor da frase “Nós somos madeira que cupim não rói”. Suassuna é paraibano e o autor da frase foi o compositor de frevos Capiba, esse sim nascido em Pernambuco.

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O novo visual de Dilma

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão presidencial em 2010, aposentou a peruca e exibiu, nesta segunda-feira, pela primeira vez, seu novo visual, resultado do tratamento contra um câncer. Com os cabelos mais curtos, a ministra participou, ao lado presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos e da entrega do Prêmio Direitos Humanos 2009, no Itamaraty. Deu no Blog do Noblat.Dilma Roussef

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Dilma de olho no eleitorado paranaense

Enquanto o PT não fecha aliança com ninguém no Paraná, a pré-candidata do PT a presidente, Dilma Roussef, aparecerá mais vezes por aqui para firmar a imagem. Começa no dia 13 na festa do PT e tem pelo menos outras três viagens ao Paraná previstas em janeiro e fevereiro. Dilma, obviamente, estará sempre acompanhada da pré-candidata ao Senado Gleisi Hoffmann. As informações são do Blog Política em Debate.

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Lina Vieira encontra agenda com a data do encontro com a ministra Dilma

A ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira afirma ter encontrado a agenda pessoal em que está registrada a reunião a sós com Dilma Rousseff, na qual a ministra da Casa Civil teria pedido para “agilizar” a investigação contra empresas da família do presidente do Senado, José Sarney. Na agenda há uma anotação à mão sobre tal compromisso. De acordo com Lina, o encontro ocorreu na parte da manhã, por volta das 11h do dia 9 de outubro, no Palácio do Planalto. As informações são do site Gabeira.com

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Dilma chama Roraima de Rondônia

Dilma Roussef“Esse país está mudando, e Rondônia mudando mais rápido que nosso país”, discursou Dilma Rousseff ontem para cerca de 15 mil pessoas em Boa Vista, capital de Roraima. Ao perceber um silêncio seguido de vaias, a ministra se deu conta da gafe e se desculpou. Dilma retomou ontem as viagens pelo país com o presidente Lula. As informações são do Blog do Noblat.

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Dilma adota discurso ambiental: efeito Marina Silva

Criticada pelos ambientalistas, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, trocou ontem a leitura de números em arquivo de PowerPoint pela defesa exaltada dos rios e das baías, segundo informa o jornal O Estado de S. Paulo. Três dias depois da filiação ao PV da ex-ministra do Meio Ambiente e senadora Marina Silva, possível concorrente nas eleições presidenciais, Dilma anunciou obras de saneamento em sete Estados, no valor total de R$ 4,5 bilhões, e demonstrou preocupação com recursos hídricos. “É impossível termos vida se não tivermos o respeito à água”, disse ela, em discurso no Itamaraty. “Respeitar a água é respeitar os mananciais, respeitar os mananciais é respeitar o meio ambiente, então, esse programa de saneamento é em primeiro lugar o respeito às águas deste país”, avisou. Dilma, que entrou em divergências com a ex-ministra do Meio Ambiente por causa de licenças ambientais na Amazônia, deu pouca ênfase ontem a detalhes de orçamento e execução das obras de saneamento. Chegou a discorrer sobre a forma de ocupação humana ao longo dos rios. “No centro da vida nas cidades, nos Estados e no Brasil estão nossos rios. Respeitar esses rios e essas bacias é algo fundamental”, frisou.
Ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil (Foto: José Cruz/ABr)

Ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil (Foto: José Cruz/ABr)

Criticada pelos ambientalistas, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, trocou ontem a leitura de números em arquivo de PowerPoint pela defesa exaltada dos rios e das baías, segundo informa o jornal O Estado de S. Paulo. Três dias depois da filiação ao PV da ex-ministra do Meio Ambiente e senadora Marina Silva, possível concorrente nas eleições presidenciais, Dilma anunciou obras de saneamento em sete Estados, no valor total de R$ 4,5 bilhões, e demonstrou preocupação com recursos hídricos. “É impossível termos vida se não tivermos o respeito à água”, disse ela, em discurso no Itamaraty. “Respeitar a água é respeitar os mananciais, respeitar os mananciais é respeitar o meio ambiente, então, esse programa de saneamento é em primeiro lugar o respeito às águas deste país”, avisou. Dilma, que entrou em divergências com a ex-ministra do Meio Ambiente por causa de licenças ambientais na Amazônia, deu pouca ênfase ontem a detalhes de orçamento e execução das obras de saneamento. Chegou a discorrer sobre a forma de ocupação humana ao longo dos rios. “No centro da vida nas cidades, nos Estados e no Brasil estão nossos rios. Respeitar esses rios e essas bacias é algo fundamental”, frisou.

 

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