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A volta do ‘gatão’

A volta do ‘gatão’
Do Cláudio Humberto
Gilberto Griebler, ex-secretário de Comunicação da Paraíba, deve emplacar a presidência da Companhia Paranaense de Energia Elétrica no início de 2010. É ele quem o governador Roberto Requião chama de “Gatão”, não pela beleza, mas por outros motivos. Hum.

Do Cláudio Humberto

Gilberto Griebler, ex-secretário de Comunicação da Paraíba, deve emplacar a presidência da Companhia Paranaense de Energia Elétrica no início de 2010. É ele quem o governador Roberto Requião chama de “Gatão”, não pela beleza, mas por outros motivos. Hum.

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Trabalho firme pela desconstrução de imagem

Trabalho firme pela desconstrução de imagem
O governador Roberto Requião (PMDB) está determinado a desconstruir o que ele chama de “governo anterior” – Jaime Lerner (DEM). Há sete anos faz isso. A música tocada no Palácio das Araucárias parecer ser de uma nota só. Agora a pouco, na Escolinha, Requião voltou à carga contando que a Copel e a Brascam, por meio de PPP (Parceria Público Privada), comprava energia por R$ 80,00 o magawatt/hora, e vendia no mercado por R$ 4,00. “Para isso, a Brascam usou dinheiro do BNDES dando como garantia de compra (da energia) da empresa pública”, contou o indignado governador, ao informar que a empresa cobra, na Justiça, R$ 90 milhões, porque a Copel deixou de cumprir contrato e não pagou mais o combinado. Ele não disse, mas em qual governo a Copel deixou de pagar o contrato? E, para terminar, claro, não podia falta críticas à imprensa “canalha”, que não divulga coisas como essas. “Só uma coisa ou outra é publicada, é um ou outro apedeuta. Os demais defendem a patifaria”, disse.

O governador Roberto Requião (PMDB) está determinado a desconstruir o que ele chama de “governo anterior” – Jaime Lerner (DEM). Há sete anos faz isso. A música tocada no Palácio das Araucárias parecer ser de uma nota só. Agora a pouco, na Escolinha, Requião voltou à carga contando que a Copel e a Brascam, por meio de PPP (Parceria Público Privada), comprava energia por R$ 80,00 o magawatt/hora, e vendia no mercado por R$ 4,00. “Para isso, a Brascam usou dinheiro do BNDES dando como garantia de compra (da energia) da empresa pública”, contou o indignado governador, ao informar que a empresa cobra, na Justiça, R$ 90 milhões, porque a Copel deixou de cumprir contrato e não pagou mais o combinado. Ele não disse, mas em qual governo a Copel deixou de pagar o contrato? E, para terminar, claro, não podia falta críticas à imprensa “canalha”, que não divulga coisas como essas. “Só uma coisa ou outra é publicada, é um ou outro apedeuta. Os demais defendem a patifaria”, disse.

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Mantra “Copel tem a energia mais barata do País” continua

É, mas não é! Dá para entender? Antes de o diretor-presidente da Copel, Rubens Ghilardi, começar a falar sobre a Copel, o governador Roberto Requião (PMDB) repetiu, agora a pouco, o mantra “a Copel tem a energia mais barata do País”. Disse que o Governo do Paraná se negou a aplicar o aumento autorizado pela Aneel (Agência Nacional de energia Elétrica). Mas, que o aumento aplicado está sendo revertido em desconto para o consumidor que pagar a conta de energia em dia. Afinal, a tarifa teve aumento ou não. Claro que teve. O peemedebista não se conforma que a Aneel continue afirmando que a companhia paranaense não tem a menor tarifa do Brasil. Por isso, Requião soltou o verbo contra o BNDES, um dos sócios da Copel, dizendo que o representante do Banco Nacional de Desenvolvimento Social tenha votado, na última reunião do Conselho de Administração da empresa, contra a exclusão do aumento da tarifa. “Queria [o representante do BNDES) obrigar a Copel a reajustar a tarifa. Essa é uma das contradições da nossa República”, disparou o governador, repetindo que o Paraná tem a energia mais barata do País. Isso parece não ter fim…

É, mas não é! Dá para entender? Antes de o diretor-presidente da Copel, Rubens Ghilardi, começar a falar sobre a Copel, o governador Roberto Requião (PMDB) repetiu, o mantra “a Copel tem a energia mais barata do País”. Disse que o Governo do Paraná se negou a aplicar o aumento autorizado pela Aneel (Agência Nacional de energia Elétrica). Mas, que o aumento aplicado está sendo revertido em desconto para o consumidor que pagar a conta de energia em dia. Afinal, a tarifa teve ou não aumento. Claro que teve. O peemedebista não se conforma que a Aneel continue afirmando que a companhia paranaense não tem a menor tarifa do Brasil. Por isso, Requião soltou o verbo contra o BNDES, um dos sócios da Copel, dizendo que o representante do banco tenha votado, na última reunião do Conselho de Administração da empresa, contra a exclusão do aumento da tarifa. “Queria (o representante do BNDES) obrigar a Copel a reajustar a tarifa. Essa é uma das contradições da nossa República”, disparou o governador, repetindo que o Paraná tem a energia mais barata do País.

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“Folha de São Paulo mente”, diz Requião

Irritado, o governador Roberto Requião (PMDB) disse a pouco na Escola de Governo, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), que o jornal Folha de São Paulo mente quando diz que o Paraná não tem a menor tarifa de energia elétrica do País. Que audácia! Mas, como a TV Educativa alcança, além do Brasil todo, do Canadá à Patagônia, a “verdade será restabelecida e o jornal será, agora, corrigido”. Chamou, então, o diretor financeiro da Copel, Paulo Trompezinski, para mostrar aonde a Folha errou na matéria publicada no domingo (19). Segundo ele, a Folha tomou por base o comparativo da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), entre as 64 empresas existentes no Brasil, “e que não considera os reajustes efetivamente aplicados às tarifas”. Traduzindo: a Folha foi maldosa ao não considerar a diferença entre as grans e pequenas companhias de energia elétrica, além de desconsiderar que a Copel não tem aplicado os reajustes definidos pela Aneel. Só “esquece” de contar que os aumentos nas tarifas autorizados pela Agência devem ser aplicados, ou, a companhia deve amortizar os percentuais em pequenos reajustes. “A Folha deveria comparar as companhias de igual porte”, pondera o governador, divulgando o telefone da diretoria financeira da Copel (3331-2907) para que os jornalistas do jornal entrem em contato e publique a correção…

Irritado, o governador Roberto Requião (PMDB) disse a pouco na Escola de Governo, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), que o jornal Folha de São Paulo mente quando diz que o Paraná não tem a menor tarifa de energia elétrica do País. Que audácia! Mas, como a TV Educativa alcança, além do Brasil todo, do Canadá à Patagônia, a “verdade será restabelecida e o jornal será, agora, corrigido”. Chamou, então, o diretor financeiro da Copel, Paulo Trompezinski, para mostrar aonde a Folha errou na matéria publicada no domingo (19). Segundo ele, a Folha tomou por base o comparativo da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), entre as 64 empresas existentes no Brasil, “e que não considera os reajustes efetivamente aplicados às tarifas”. Traduzindo: a Folha foi maldosa ao não considerar a diferença entre as grans e pequenas companhias de energia elétrica, além de desconsiderar que a Copel não tem aplicado os reajustes definidos pela Aneel. Só “esquece” de contar que os aumentos nas tarifas autorizados pela Agência devem ser aplicados, ou, a companhia deve amortizar os percentuais em pequenos reajustes. “A Folha deveria comparar as companhias de igual porte”, pondera o governador, divulgando o telefone da diretoria financeira da Copel (3331-2907) para que os jornalistas do jornal entrem em contato e publique a correção…

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