Trabalho firme pela desconstrução de imagem
O governador Roberto Requião (PMDB) está determinado a desconstruir o que ele chama de “governo anterior” – Jaime Lerner (DEM). Há sete anos faz isso. A música tocada no Palácio das Araucárias parecer ser de uma nota só. Agora a pouco, na Escolinha, Requião voltou à carga contando que a Copel e a Brascam, por meio de PPP (Parceria Público Privada), comprava energia por R$ 80,00 o magawatt/hora, e vendia no mercado por R$ 4,00. “Para isso, a Brascam usou dinheiro do BNDES dando como garantia de compra (da energia) da empresa pública”, contou o indignado governador, ao informar que a empresa cobra, na Justiça, R$ 90 milhões, porque a Copel deixou de cumprir contrato e não pagou mais o combinado. Ele não disse, mas em qual governo a Copel deixou de pagar o contrato? E, para terminar, claro, não podia falta críticas à imprensa “canalha”, que não divulga coisas como essas. “Só uma coisa ou outra é publicada, é um ou outro apedeuta. Os demais defendem a patifaria”, disse.
O governador Roberto Requião (PMDB) está determinado a desconstruir o que ele chama de “governo anterior” – Jaime Lerner (DEM). Há sete anos faz isso. A música tocada no Palácio das Araucárias parecer ser de uma nota só. Agora a pouco, na Escolinha, Requião voltou à carga contando que a Copel e a Brascam, por meio de PPP (Parceria Público Privada), comprava energia por R$ 80,00 o magawatt/hora, e vendia no mercado por R$ 4,00. “Para isso, a Brascam usou dinheiro do BNDES dando como garantia de compra (da energia) da empresa pública”, contou o indignado governador, ao informar que a empresa cobra, na Justiça, R$ 90 milhões, porque a Copel deixou de cumprir contrato e não pagou mais o combinado. Ele não disse, mas em qual governo a Copel deixou de pagar o contrato? E, para terminar, claro, não podia falta críticas à imprensa “canalha”, que não divulga coisas como essas. “Só uma coisa ou outra é publicada, é um ou outro apedeuta. Os demais defendem a patifaria”, disse.