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Para reduzir ataques de cães a servidores, Copel processa dono dos animais

Para reduzir o risco de ataques aos encarregados da leitura dos medidores de consumo nos domicílios, a Copel está recorrendo a correspondências com orientações e, até mesmo, a notificações e processos judiciais contra donos de cães. Isto porque, apenas no primeiro semestre deste ano, a empresa registrou cerca de 20 casos de empregados atacados por cachorros em Curitiba. Esse tipo de ocorrência já é a principal causa de acidentes envolvendo empregados da companhia na Capital. Por isso, a Copel tem tomado medidas na tentativa de evitar acidentes. Uma delas é o envio de cartas alertando donos de cães sobre suas responsabilidades na guarda de animais e a segurança de terceiros. Recentemente, a Copel passou a tratar judicialmente dos casos de acidentes com cães. Depois da comunicação da ocorrência à autoridade policial, há instauração de demanda no Juizado Especial Criminal, com acompanhamento e apoio da Diretoria Jurídica da companhia.

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Copel passará por período de reconstrução

Copel passará por período de reconstrução
O novo presidente da Copel, Lindolfo Zimmer, que foi funcionário da empresa por quase 40 anos (desde 1965), se inicia um período de reconstrução e da retomada de muitos avanços conquistados outrora. “A Copel tem uma cultura de gestão ética e responsável, de respeito aos seus empregados, seus consumidores e acionistas, e uma gestão necessária para que a empresa não trilhe rumos arriscados”, disse. O presidente afirmou que a empresa precisa com urgência de um plano de cargos e salários sólido e consistente, que motive e permita indicar claramente a seus colaboradores o desenvolvimento de suas carreiras. Zimmer também definiu numa série de diretrizes para atingir os objetivos planejados e a primeira é que “a criatividade está liberada. Lembrando sempre que boas ideias não respeitam organograma”. E assegurou que haverá muitas mudanças. Além das usinas hidrelétricas, serão desenvolvidos projetos de outras fontes renováveis, com ênfase na energia eólica. A empresa também voltará a investir em distribuição, especialmente em melhorias e na expansão do sistema. Os patamares de investimento devem ser superiores a 15% da receita líquida, para assegurar uma qualidade adequada do fornecimento. “Com resultados melhores e com uma maior parcela de dividendos distribuídos aos acionistas, que beneficiem o governo do Paraná, este poderá contar com mais recursos para investir em outras áreas e programas prioritários de interesse público, fazendo com que a Copel cumpra com seu papel de agente de desenvolvimento estadual”, afirmou Zimmer.  Também serão retomados com ênfase os projetos de telecomunicação, utilizando de forma mais abrangente o anel de fibras óticas, trazendo mais produtividade e eficiência às operações do sistema elétrico. “Projetos importantes poderão ser desenvolvidos em parceria com o Governo do Estado, para o melhor aproveitamento do potencial dessa tecnologia”, disse Zimmer. “A Copel será uma empresa 2.0, usando tecnologia e conhecimentos de ponta na área digital. Ficaria muito feliz de ver toda a Copel vibrar sincronizada na mesma freqüência e intensidade em todos os assuntos pertinentes ao nosso plano diretor”, concluiu.

Lindolfo Zimmer, presidente da Copel

Lindolfo Zimmer, presidente da Copel

O novo presidente da Copel, Lindolfo Zimmer, que foi funcionário da empresa por quase 40 anos (desde 1965), se inicia um período de reconstrução e da retomada de muitos avanços conquistados outrora. “A Copel tem uma cultura de gestão ética e responsável, de respeito aos seus empregados, seus consumidores e acionistas, e uma gestão necessária para que a empresa não trilhe rumos arriscados”, disse. O presidente afirmou que a empresa precisa com urgência de um plano de cargos e salários sólido e consistente, que motive e permita indicar claramente a seus colaboradores o desenvolvimento de suas carreiras. Zimmer também definiu numa série de diretrizes para atingir os objetivos planejados e a primeira é que “a criatividade está liberada. Lembrando sempre que boas ideias não respeitam organograma”. E assegurou que haverá muitas mudanças. Além das usinas hidrelétricas, serão desenvolvidos projetos de outras fontes renováveis, com ênfase na energia eólica. A empresa também voltará a investir em distribuição, especialmente em melhorias e na expansão do sistema. Os patamares de investimento devem ser superiores a 15% da receita líquida, para assegurar uma qualidade adequada do fornecimento. “Com resultados melhores e com uma maior parcela de dividendos distribuídos aos acionistas, que beneficiem o governo do Paraná, este poderá contar com mais recursos para investir em outras áreas e programas prioritários de interesse público, fazendo com que a Copel cumpra com seu papel de agente de desenvolvimento estadual”, afirmou Zimmer.  Também serão retomados com ênfase os projetos de telecomunicação, utilizando de forma mais abrangente o anel de fibras óticas, trazendo mais produtividade e eficiência às operações do sistema elétrico. “Projetos importantes poderão ser desenvolvidos em parceria com o Governo do Estado, para o melhor aproveitamento do potencial dessa tecnologia”, disse Zimmer. “A Copel será uma empresa 2.0, usando tecnologia e conhecimentos de ponta na área digital. Ficaria muito feliz de ver toda a Copel vibrar sincronizada na mesma freqüência e intensidade em todos os assuntos pertinentes ao nosso plano diretor”, concluiu.

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Morre Ronald Ravedutti, presidente da Copel, em acidente de carro

Ronald Ravedutti, presidente da Copel (Foto:SECS)

Ronald Ravedutti, presidente da Copel (Foto:SECS)

O presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Ronald Ravedutti, de 59 anos, morreu na madrugada de hoje, vítima de um acidente de carro na BR-116, próximo à represa do Capivari. Segundo a rádio Banda B, o carro de Ravedutti capotou na pista sul da rodovia, quando voltava de São Paulo, onde acompanhava um torneio de eletricistas. De acordo com a assessoria da Copel, ele estava no banco de trás e não usava o cinto de segurança. No momento do capotamento, foi lançado pelo vidro de trás. Acompanhavam na viagem de Ravedutti o motorista Sebastião Marcos da Silva e o fotógrafo Antonio Carlos Borba, que sofreram ferimentos leves. Ravedutti assumiu a presidência da Copel em 17 de abril deste ano, substituindo Rubens Ghilardi, por indicação de Orlando Pessuti (PMDB). Economista, Ravedutti é funcionário de carreira da companhia desde 1971, sempre trabalhando na área financeira. Ele foi diretor Econômico-Financeiro e de Relações com o Mercado em 1994 e, a partir de 2003, comandou as diretorias de Finanças e de Relações com Investidores, de Gestão Corporativa e de Distribuição.

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Copel vai construir dois empreendimentos de transmissão de energia em SP

Copel vai construir dois empreendimentos de transmissão de energia em SP
A Copel assinou, na quarta-feira (6), em Brasília, os contratos de concessão para a construção e operação dos dois grandes empreendimentos de transmissão de energia elétrica localizados no interior de São Paulo, arrematados em leilão no dia 11 de junho. Trata-se de uma linha de transmissão em 500 mil volts com 356 km de extensão, ligando as cidades de Araraquara e Taubaté – onde deverão ser investidos R$ 230 milhões – e uma subestação em 230 mil volts, com 300 MVA de potência de transformação, na cidade de Cerquilho, situada a 150 km da capital paulista e orçada em R$ 40 milhões. As duas obras integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, e deverão gerar 1,1 mil empregos diretos, conforme estimativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para o presidente da Companhia, Ronald Ravedutti, a conquista desses dois novos empreendimentos tem um grande significado para a empresa, marcando seu ingresso numa nova fase em 55 anos de existência. “Eles simbolizam a evolução da empresa de uma grande força regional para a condição de uma potência de porte nacional dentro do sistema elétrico”, interpretou. “Além disso, a vitória da Copel nesse leilão comprova a competência e o preparo dos seus técnicos e profissionais, cuja capacidade é reconhecida por todo o setor elétrico nacional”, afirmou.

Ronald Ravedutti, presidente da Copel

Ronald Ravedutti, presidente da Copel

A Copel assinou, na quarta-feira (6), em Brasília, os contratos de concessão para a construção e operação dos dois grandes empreendimentos de transmissão de energia elétrica localizados no interior de São Paulo, arrematados em leilão no dia 11 de junho. Trata-se de uma linha de transmissão em 500 mil volts com 356 km de extensão, ligando as cidades de Araraquara e Taubaté – onde deverão ser investidos R$ 230 milhões – e uma subestação em 230 mil volts, com 300 MVA de potência de transformação, na cidade de Cerquilho, situada a 150 km da capital paulista e orçada em R$ 40 milhões. As duas obras integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, e deverão gerar 1,1 mil empregos diretos, conforme estimativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para o presidente da Companhia, Ronald Ravedutti, a conquista desses dois novos empreendimentos tem um grande significado para a empresa, marcando seu ingresso numa nova fase em 55 anos de existência. “Eles simbolizam a evolução da empresa de uma grande força regional para a condição de uma potência de porte nacional dentro do sistema elétrico”, interpretou. “Além disso, a vitória da Copel nesse leilão comprova a competência e o preparo dos seus técnicos e profissionais, cuja capacidade é reconhecida por todo o setor elétrico nacional”, afirmou.

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Falha técnica da Copel deixa 400 mil consumidores sem energia

Falha técnica da Copel deixa 400 mil consumidores sem energia
Problemas técnicos em dois transformadores de alta potência na subestação da Copel, no bairro Uberaba, deixaram cerca de 400 mil consumidores sem energia elétrica ontem, por volta das 17h, em Curitiba. Este número corresponde a 60% das residências e outros estabelecimentos da cidade. O desligamento durou de 20 a 40 minutos. Segundo a Copel, houve problemas técnicos em um dos equipamentos de proteção do local. Por volta das 18h15, os transformadores já tinham sido religados, mas o abastecimento de energia foi restabelecido gradativamente para os bairros afetados, por motivos de segurança. Entre os bairros afetados estavam Campina do Siqueira, Bigorrilho, Seminário, CIC, Portão, Água Verde, Centro, Bacacheri, Rebouças, Centro Cívico, Mercês, Cristo Rei, Boqueirão, Xaxim, Bairro Alto, Capão da Imbuia, Jardim das Américas, Tarumã e Hauer. Por volta das 19h, os bairros Bacacheri e CIC ainda estavam sem energia elétrica. Algumas emissoras de TV também foram afetadas, como a Educativa, que ficou fora do ar. As informações são do O Estado do Paraná.

Problemas técnicos em dois transformadores de alta potência na subestação da Copel, no bairro Uberaba, deixaram cerca de 400 mil consumidores sem energia elétrica ontem, por volta das 17h, em Curitiba. Este número corresponde a 60% das residências e outros estabelecimentos da cidade. O desligamento durou de 20 a 40 minutos. Segundo a Copel, houve problemas técnicos em um dos equipamentos de proteção do local. Por volta das 18h15, os transformadores já tinham sido religados, mas o abastecimento de energia foi restabelecido gradativamente para os bairros afetados, por motivos de segurança. Entre os bairros afetados estavam Campina do Siqueira, Bigorrilho, Seminário, CIC, Portão, Água Verde, Centro, Bacacheri, Rebouças, Centro Cívico, Mercês, Cristo Rei, Boqueirão, Xaxim, Bairro Alto, Capão da Imbuia, Jardim das Américas, Tarumã e Hauer. Por volta das 19h, os bairros Bacacheri e CIC ainda estavam sem energia elétrica. Algumas emissoras de TV também foram afetadas, como a Educativa, que ficou fora do ar. As informações são do O Estado do Paraná.

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Conselho da Copel elege nova diretoria

Ronald RaveduttiO governador Orlando Pessuti vai empossar nesta terça-feira (27) a nova Diretoria Executiva da Copel, eleita em reunião extraordinária nesta segunda-feira (26) pelo Conselho de Administração da Companhia. O novo presidente é o economista Ronald Thadeu Ravedutti, empregado de carreira da empresa onde ingressou em 1971, construindo carreira na área financeira. Ocupou o cargo de diretor Econômico-Financeiro e de Relações com o Mercado em 1994 e, a partir de 2003, comandou sucessivamente as diretorias de Finanças e de Relações com Investidores, de Gestão Corporativa e de Distribuição. Ronald Ravedutti sucede o também economista Rubens Ghilardi, que vinha presidindo a Companhia desde fevereiro de 2005.

Diretores – O Conselho de Administração da Copel também elegeu, na mesma reunião, outros cinco novos diretores. O engenheiro Vlademir Santo Daleffe assume a Diretoria de Distribuição, em substituição a Ronald Ravedutti. A advogada Regina Maria Bueno Bacellar sucede a Paulo Roberto Trompczynski na Diretoria Jurídica. O engenheiro Edson Sardeto passa a comandar a Diretoria de Engenharia, substituindo o também engenheiro Luiz Antonio Rossafa – que foi eleito Diretor de Administração, em substituição ao ex-presidente Rubens Ghilardi que ocupava cumulativamente o cargo. E para a Diretoria de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações, foi eleito o bacharel em Direito Rafael Iatauro, que é administrador de empresas e economista, em substituição a Antônio Rycheta Arten. Permanecem em seus cargos o diretor de Geração e Transmissão de Energia e de Telecomunicações, Raul Munhoz Neto e a diretora de Meio Ambiente e Cidadania Empresarial, Marlene Zannin.

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Aneel mantém multa à Copel

Aneel mantém multa à Copel
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a multa aplicada à Copel por ter pagado, entre os anos de 2003 e 2004, quase R$ 17 milhões em publicidade do Governo Requião. Segundo o deputado Élio Rusch (DEM), líder da oposição na Assembleia Legislativa e que ainda vai tratar desse assunto na tribuna, quando da aplicação da primeira multa no valor de R$ 740 mil, em 2009, cabia recurso. Porém, os advogados da Companhia entraram com a defesa da Copel fora do prazo estipulado pela Aneel. Rusch disse ainda que, em 2003, a Copel pagou R$ 2,3 milhões, cuja liberação dos recursos assinado pelo então secretário de Comunicação Social, Airton Pisseti. No ano seguinte, foram R$14 milhões de propaganda das ações do Governo do Estado. “A Aneel foi notificada e puniu a Copel pelo não cumprimento das normas. A Justiça vai interpretar a lei, que é clara. Uma empresa de economia mista, como a Copel, não pode pagar por divulgação de ações do Governo”, conta Rusch.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a multa aplicada à Copel por ter pagado, entre os anos de 2003 e 2004, quase R$ 17 milhões em publicidade do Governo Requião. Segundo o deputado Élio Rusch (DEM), líder da oposição na Assembleia Legislativa e que ainda vai tratar desse assunto na tribuna, quando da aplicação da primeira multa no valor de R$ 740 mil, em 2009, cabia recurso. Porém, os advogados da Companhia entraram com a defesa da Copel fora do prazo estipulado pela Aneel. Rusch disse ainda que, em 2003, a Copel pagou R$ 2,3 milhões, cuja liberação dos recursos assinado pelo então secretário de Comunicação Social, Airton Pisseti. No ano seguinte, foram R$14 milhões de propaganda das ações do Governo do Estado. “A Aneel foi notificada e puniu a Copel pelo não cumprimento das normas. A Justiça vai interpretar a lei, que é clara. Uma empresa de economia mista, como a Copel, não pode pagar por divulgação de ações do Governo”, conta Rusch.

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Mudanças na diretoria da Copel

Hoje, o Conselho de Administração da Copel se reuniu extraordinariamente para promover mudanças na composição da diretoria da empresa, conforme adiantou Documento Reservado na semana passada. Antonio Rycheta Arten, que ocupava a Diretoria de Administração, foi eleito e empossado no cargo de diretor de Finanças, Relações com Investidores e de Controle de Participações. Rycheta substitui a Paulo Roberto Trompczynski, que foi eleito e empossado na mesma oportunidade como novo diretor Jurídico em razão da renúncia do ex-diretor Zuudi Sakakihara. A Diretoria de Administração será exercida cumulativamente pelo presidente da Companhia, Rubens Ghilardi.

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Diretor da Copel pede demissão

Diretor da Copel pede demissão
Assim como foi antecipado pelo Documento Reservado na edição de ontem, foi confirmada a demissão do diretor jurídico da Copel, Zuudi Sakakihara. Só que o afastamento do diretor foi anunciado como pedido de demissão e não que seria dispensado pelo governador Roberto Requião (PMDB), em razão da desobediência a uma ordem do sócio majoritário da companhia, o Governo do Estado. Sakakihara e o presidente da Copel Rubens Guilhardi se recusam a encaminhar ao governador a listo com nome e salário dos funcionários, conforme solicitação de Requião, para ser colocada no site “Transparência”, do Governo do Estado.  A Copel, segundo a representação sindical, entrou com pedido na Justiça para que a lista não fosse divulgada, o que irritou o governador. Na segunda-feira (22), durante reunião no Palácio das Araucárias, Requião bateu na mesa e disse que ia demitir os dois dirigentes da companhia e que não aceita corporativismo.

Assim como foi antecipado pelo Documento Reservado na edição de ontem, foi confirmada a demissão do diretor jurídico da Copel, Zuudi Sakakihara. Só que o afastamento do diretor foi anunciado como pedido de demissão e não que seria dispensado pelo governador Roberto Requião (PMDB), em razão da desobediência a uma ordem do sócio majoritário da companhia, o Governo do Estado. Sakakihara e o presidente da Copel Rubens Guilhardi se recusam a encaminhar ao governador a listo com nome e salário dos funcionários, conforme solicitação de Requião, para ser colocada no site “Transparência”, do Governo do Estado.  A Copel, segundo a representação sindical, entrou com pedido na Justiça para que a lista não fosse divulgada, o que irritou o governador. Na segunda-feira (22), durante reunião no Palácio das Araucárias, Requião bateu na mesa e disse que ia demitir os dois dirigentes da companhia e que não aceita corporativismo.

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Horário de verão reduz em 5% demanda por energia da Copel

Este final de semana será mais longo para os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal, onde foi aplicado o horário brasileiro de verão, em vigor desde 18 de outubro. À meia-noite de sábado (20) para domingo (21), os relógios devem ser atrasados em uma hora, encerrando a 35.ª edição da medida que, desde 1985, vem sendo habitualmente aplicada no País. Durante os 126 dias de horário de verão, o sistema elétrico paranaense operou com uma demanda média 5% menor durante o chamado horário de ponta, que vai das 19h às 22h. Essa folga, equivalente a 200 megawatts de potência, corresponde a duas vezes a demanda produzida pelas 100 mil ligações elétricas atendidas na cidade de Foz do Iguaçu.

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