Serra chama petistas de ‘tiranos’ e ato vira protesto
O encontro de prefeitos e lideranças tucanas organizado ontem à noite, em São Paulo, pelo PSDB para pedir mobilização e promover uma virada eleitoral no estado tornou-se ato de repúdio ao caso da violação de sigilos fiscais pela Receita Federal de centenas de pessoas, entre elas a filha do candidato a presidente pelo PSDB, José Serra, Verônica. Segundo o jornal O Globo, em seu discurso para cerca de 2 mil pessoas, Serra referiu-se aos adversários como “tiranos” e acusou o PT e o Governo Federal de violarem a Constituição. “Quando tiranos ou candidatos a tiranos desejam subjugar uma sociedade, começam restringindo a liberdade. O governo do PT sonha com o dia em que vai poder censurar a imprensa brasileira”, disse Serra, que, ao falar sobre liberdade no País, mencionou o caso do sigilo violado de sua filha: “Quando se viola o sigilo de uma filha nossa, viola-se a Constituição. O Francenildo somos todos nós”. O tucano cobrou explicações da campanha da candidata Dilma Rousseff (PT) e do Planalto. “Ninguém deu-se ao trabalho de fingir que a situação é grave, de dissimular indignação”, reclamou. Serra resumiu o atual momento eleitoral como “a mais escancarada exibição de falta de caráter”. Também se referiu indiretamente a Dilma, dizendo que ele não precisa “ficar trancado num cofre em época de eleição”. O assunto do sigilo também foi abordado pelo candidato do PSDB ao governo paulista, Geraldo Alckmin. “Agora o que estamos vendo nos últimos dias é uma ameaça contra a sociedade. É a violação da Constituição, do sigilo, o uso da máquina pública. Tudo para ganhar a eleição. Mas os fins não justificam os meios”, disse Alckmin.

Candidato tucano dispara contra Dilma e petistas
O encontro de prefeitos e lideranças tucanas organizado ontem à noite, em São Paulo, pelo PSDB para pedir mobilização e promover uma virada eleitoral no estado tornou-se ato de repúdio ao caso da violação de sigilos fiscais pela Receita Federal de centenas de pessoas, entre elas a filha do candidato a presidente pelo PSDB, José Serra, Verônica. Segundo o jornal O Globo, em seu discurso para cerca de 2 mil pessoas, Serra referiu-se aos adversários como “tiranos” e acusou o PT e o Governo Federal de violarem a Constituição. “Quando tiranos ou candidatos a tiranos desejam subjugar uma sociedade, começam restringindo a liberdade. O governo do PT sonha com o dia em que vai poder censurar a imprensa brasileira”, disse Serra, que, ao falar sobre liberdade no País, mencionou o caso do sigilo violado de sua filha: “Quando se viola o sigilo de uma filha nossa, viola-se a Constituição. O Francenildo somos todos nós”. O tucano cobrou explicações da campanha da candidata Dilma Rousseff (PT) e do Planalto. “Ninguém deu-se ao trabalho de fingir que a situação é grave, de dissimular indignação”, reclamou. Serra resumiu o atual momento eleitoral como “a mais escancarada exibição de falta de caráter”. Também se referiu indiretamente a Dilma, dizendo que ele não precisa “ficar trancado num cofre em época de eleição”. O assunto do sigilo também foi abordado pelo candidato do PSDB ao governo paulista, Geraldo Alckmin. “Agora o que estamos vendo nos últimos dias é uma ameaça contra a sociedade. É a violação da Constituição, do sigilo, o uso da máquina pública. Tudo para ganhar a eleição. Mas os fins não justificam os meios”, disse Alckmin.