O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) não está otimista em relação ao Senado que emergirá das urnas de 2010. Segundo ele, a crise por que passa a instituição dificultará bastante a reeleição dos parlamentares que lá chegaram nas asas do chamado “voto de opinião”, ao mesmo tempo em que pouco diminuirá as chances eleitorais de quem pega carona no tradicional e ainda vivíssimo “voto de cabresto”. Ele explica: “O voto de opinião é de quem não precisa vender o voto. O voto de cabresto é o voto de quem precisa, e vende. Vende em troca de camiseta, de emprego, de promessa de lote ou de outros benefícios. Não condeno quem faz isso. Acho que quem faz isso, dentro da sua perspectiva, está certo, porque não vê outra alternativa para obter emprego e renda”. No seu entender, o grande número de brasileiros que vota de acordo com tais critérios facilitará a reeleição de quem se elege com voto de cabresto, e que na verdade tem até maior responsabilidade pela atual crise do Senado. “São os eleitores que dão o voto de opinião que tiveram conhecimento da crise e eles estão decepcionados com os seus senadores, e estes sim vão ter dificuldades de se reelegerem”, pensa o senador. As informações são do site Congresso em Foco.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) não está otimista em relação ao Senado que emergirá das urnas de 2010. Segundo ele, a crise por que passa a instituição dificultará bastante a reeleição dos parlamentares que lá chegaram nas asas do chamado “voto de opinião”, ao mesmo tempo em que pouco diminuirá as chances eleitorais de quem pega carona no tradicional e ainda vivíssimo “voto de cabresto”. Ele explica: “O voto de opinião é de quem não precisa vender o voto. O voto de cabresto é o voto de quem precisa, e vende. Vende em troca de camiseta, de emprego, de promessa de lote ou de outros benefícios. Não condeno quem faz isso. Acho que quem faz isso, dentro da sua perspectiva, está certo, porque não vê outra alternativa para obter emprego e renda”. No seu entender, o grande número de brasileiros que vota de acordo com tais critérios facilitará a reeleição de quem se elege com voto de cabresto, e que na verdade tem até maior responsabilidade pela atual crise do Senado. “São os eleitores que dão o voto de opinião que tiveram conhecimento da crise e eles estão decepcionados com os seus senadores, e estes sim vão ter dificuldades de se reelegerem”, pensa o senador.
