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Projeto da mordomia

Projeto da mordomia
O deputado Ademar Traiano, líder do PSDB, disse a pouco, na Assembleia Legislativa, que o projeto que ainda vai ser discutir na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e que trata de disponibilizar seguranças (Polícia Militar) como guarda-costas de ex-governadores, não passa de um projeto da mordomia. Para ele, o projeto destoa daquilo que pensa a sociedade paranaense. “Na minha concepção é uma imoralidade o benefício concedido para quem ocupou o cargo. O mais grave é que o projeto diz que a escolha do segurança fica a cargo do Governo do Estado, o que rompe das barreiras da hierarquia da PM, não contempla e não atende os interesses da população”, dispara, ao questionar quem vai pagar a conta da mordomia de quatro seguranças, carros, diárias dos PMs em viagem para acompanhar o ex-governador? “As despesas certamente serão estratosféricas e quem vai pagar esse trem da alegria para beneficiar ex-governantes?”, pergunta indignado. Traiano espera que a matéria não seja aprovada na CCJ, mas se for, apela para a consciência dos colegas para rejeitarem o projeto no voto. Segundo ele, os deputados tucanos Francisco Buhrer e Luiz Nishimori, já anteciparam que vão retirar os nomes do projeto.

O deputado Ademar Traiano, líder do PSDB, disse a pouco, na Assembleia Legislativa, que o projeto que ainda vai ser discutir na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e que trata de disponibilizar seguranças (Polícia Militar) como guarda-costas de ex-governadores, não passa de um projeto da mordomia. Para ele, o projeto destoa daquilo que pensa a sociedade paranaense. “Na minha concepção é uma imoralidade o benefício concedido para quem ocupou o cargo. O mais grave é que o projeto diz que a escolha do segurança fica a cargo do Governo do Estado, o que rompe das barreiras da hierarquia da PM, não contempla e não atende os interesses da população”, dispara, ao questionar quem vai pagar a conta da mordomia de quatro seguranças, carros, diárias dos PMs em viagem para acompanhar o ex-governador? “As despesas certamente serão estratosféricas e quem vai pagar esse trem da alegria para beneficiar ex-governantes?”, pergunta indignado. Traiano espera que a matéria não seja aprovada na CCJ, mas se for, apela para a consciência dos colegas para rejeitarem o projeto no voto. Segundo ele, os deputados tucanos Francisco Buhrer e Luiz Nishimori, já anteciparam que vão retirar os nomes do projeto.

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