Ao responder o deputado Jocelito Canto (PTB) – que pediu providências urgentes ao Instituto Médico Legal (IML) do Estado que, segundo ele, está à beira de um colapso, ao invés de patrocinar a conclusão do Estádio do Atlético para a Copa do Mundo de 2014 – o deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) disse que o petebista tem uma “visão atrasada de 400 anos”. O peemedebista disse que usar o nome da Copel pelo clube paranaense, em troca recursos para a construção do estádio não é dinheiro público (!?) Mas, as pérolas não param por aí: “Essa é uma visão tacanha, pequena, não interessa ao interesse público. O futebol paranaense era um futebol sem importância”. Para o deputado Valdir Rossoni (PSDB) não fosse a situação precárias em vários setores, como saúde e segurança, a ideia de Romanelli até poderia ser aceita. “Mas, enquanto não temos segurança, não temos saúde, por favor, deputado, mude o discurso, porque não há como explicar para a população uso do dinheiro da Copel, portanto, público, em um bem particular. Não dá para defender isso, enquanto tempos serviços públicos precários”, afirma.
Pérolas de Romanelli
Ao responder o deputado Jocelito Canto (PTB) – que pediu providências urgentes ao Instituto Médico Legal (IML) do Estado que, segundo ele, está à beira de um colapso, ao invés de patrocinar a conclusão do Estádio do Atlético para a Copa do Mundo de 2014 – o deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) disse que o petebista tem uma “visão atrasada de 400 anos”. O peemedebista disse que usar o nome da Copel pelo clube paranaense, em troca recursos para a construção do estádio não é dinheiro público (!?) Mas, as pérolas não param por aí: “Essa é uma visão tacanha, pequena, não interessa ao interesse público. O futebol paranaense era um futebol sem importância”. Para o deputado Valdir Rossoni (PSDB) não fosse a situação precárias em vários setores, como saúde e segurança, a ideia de Romanelli até poderia ser aceita. “Mas, enquanto não temos segurança, não temos saúde, por favor, deputado, mude o discurso, porque não há como explicar para a população uso do dinheiro da Copel, portanto, público, em um bem particular. Não dá para defender isso, enquanto tempos serviços públicos precários”, afirma.
