Ao abrir a Escola de Governo, agora a pouco no auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) dedicou boa parte do tempo agradecendo deputados federais e senadores que se empenharam para o fim da multa imposta ao Paraná, por conta da privatização do Banestado. Agradeceu aos três senadores – Álvaro Dias (PSDB), Flávio Arns (PSDB) – e em especial ao senador Osmar Dias (PDT), autor do projeto de resolução votado e aprovado no Senado e que colocou um ponto final na multa de R$ 5 milhões mensais. Também falou sobre o envolvimento no caso de quase todos os deputados federais, principalmente os deputados Ratinho Júnior (PSC), Moacir Micheleto (PMDB), Luiz Carlos Hauly (PSDB) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB). Pessuti fez uma retrospectiva de toda a ação em torno do assunto, desde a mudança no parecer do relator do projeto de resolução, senador ACM Jr. (DEM-BA), passando pela discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde houve a inversão da ordem do dia para votar o mais rápido possível a proposta de resolução; até o apoio do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que concedeu apenas três horas para um pedido de vistas (poderia ser até de cinco dias). “O presidente da CCJ, num gesto dos mais importantes, Demóstenes Torres contribuiu de forma definitiva para a solução do problema. Agora, verificamos que desde 2004 estamos sendo penalizados com essa multa. O recálculo, portanto, terá que ser feito desde 2004 para saber o valor que será devolvido ao Paraná. Estamos hoje com a ficha limpa. O nosso cadastro, que estava reprovado, agora está aprovado”, comemora, lembrando, porém, que o assunto ainda não está encerrado, porque existe o fato de que a Copel foi dada como garantia do empréstimo, junto ao Banco Itaú para o saneamento do Banestado, antes de sua venda. “Daqui para frente vamos atrás da conquista da solução jurídica ou administrativa junto ao Banco Itaú e Governo Federal. Vamos ver a conveniência, porque queremos tirar o Paraná desse imbróglio. Vamos ver se resolvemos esse assunto, com o Itaú, no campo administrativo de forma amigável ou se vamos brigar na Justiça, porque os títulos dados como garantia, foram considerados podres, sem validade e esse assunto já está na Justiça”, considera.
Paraná está com a ficha limpa
Ao abrir a Escola de Governo, agora a pouco, o governador Orlando Pessuti (PMDB) dedicou boa parte do tempo agradecendo deputados federais e senadores que se empenharam para o fim da multa imposta ao Paraná, por conta da privatização do Banestado. Agradeceu aos três senadores – Álvaro Dias (PSDB), Flávio Arns (PSDB) – e em especial ao senador Osmar Dias (PDT), autor do projeto de resolução votado e aprovado no Senado e que colocou um ponto final na multa de R$ 5 milhões mensais. Também falou sobre o envolvimento no caso de quase todos os deputados federais, principalmente os deputados Ratinho Júnior (PSC), Moacir Micheleto (PMDB), Luiz Carlos Hauly (PSDB) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB). Pessuti fez uma retrospectiva de toda a ação em torno do assunto, desde a mudança no parecer do relator do projeto de resolução, senador ACM Jr. (DEM-BA), passando pela discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde houve a inversão da ordem do dia para votar o mais rápido possível a proposta de resolução; até o apoio do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que concedeu apenas três horas para um pedido de vistas (poderia ser até de cinco dias). “O presidente da CCJ, num gesto dos mais importantes, Demóstenes Torres contribuiu de forma definitiva para a solução do problema. Agora, verificamos que desde 2004 estamos sendo penalizados com essa multa. O recálculo, portanto, terá que ser feito desde 2004 para saber o valor que será devolvido ao Paraná. Estamos hoje com a ficha limpa. O nosso cadastro, que estava reprovado, agora está aprovado”, comemora, lembrando, porém, que o assunto ainda não está encerrado, porque existe o fato de que a Copel foi dada como garantia do empréstimo, junto ao Banco Itaú para o saneamento do Banestado, antes de sua venda. “Daqui para frente vamos atrás da conquista da solução jurídica ou administrativa junto ao Banco Itaú e Governo Federal. Vamos ver a conveniência, porque queremos tirar o Paraná desse imbróglio. Vamos ver se resolvemos esse assunto, com o Itaú, no campo administrativo de forma amigável ou se vamos brigar na Justiça, porque os títulos dados como garantia, foram considerados podres, sem validade e esse assunto já está na Justiça”, considera.
