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UNE discute apoio formal a Dilma Rousseff

Com R$ 10 milhões em verbas federais no cofre, a União Nacional dos Estudantes (UNE) vai discutir apoio à Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República. Apesar de, na galeria de ex-presidentes da entidade também conste a foto do pré-candidato do PSDB José Serra, a UNE vai defender o apoio a Dilma, durante o 58º Conselho Nacional de Entidades Gerais (Coneg), que acontece entre hoje e domingo, no Rio de Janeiro. Entre 1963 e 1964, o tucano que vai disputar a sucessão do presidente Lula comandou a entidade estudantil. Diz a Agência Estado que Augusto Chagas, presidente da entidade, admitiu que boa parte das correntes internas que compõem a UNE está na base do Governo. Com muito dinheiro em caixa e muita gente “trabalhando” no Governo, quem seria louco de se posicionar contra a candidata do PT? Filosofia de boteco. E tem mais, Augusto Chagas defende o recebimento de verbas federais, fruto de emendas parlamentares e patrocínios de estatais. “É correto que os governos ajudem. Não há nada de ilegítimo e politicamente inaceitável nisso”, alega, e criticou José Serra dizendo que o pré-candidato tucano deu uma declaração de que a UNE, hoje, é partidária. Que maldade!

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PT e PDT devem reiniciar negociações

A visita da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, a Curitiba, amanhã, foi cancelada. A petista viria a convite da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), cumpriria agenda com o governador Orlando Pessuti (PMDB)e visitaria uma instituição de caridade. Depois da conversa com empresários na Fiep, Dilma participaria de um jantar em Santa Felicidade com simpatizantes. Nos bastidores, o comentário é que Dilma cancelou a viagem para Curitiba para não prejudicar a retomada das negociações entre o PT e o PDT, do senador Osmar Dias. Diz o Jornal do Estado que os petistas estariam dispostos a rever a posição de manter Gleisi Hoffmann como candidata ao Senado. Pode ser que a exigência do senador seja atendida e Gleisi assuma a candidatura de vice-governadora na chapa encabeçada por Osmar. O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, e o presidente licenciado do PDT, e ministro do Trabalho, Carlos Lupi, devem reiniciar as negociações em torno da aliança na próxima semana.


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CNJ “pune” mais um juiz

É isso que dá a falta de controle às instituições públicas. Hoje, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) “puniu” mais um juiz. Segundo a Folha Online, a juíza Clarice Maria de Andrade foi punida com a aposentadoria compulsória por ter negligenciado e falsificado documentos no caso da menina que, em 2007, aos 15 anos, ficou presa na mesma cela com outros 20 homens, em Abaetetuba (BA). A “punição” é a pena administrativa máxima contra um magistrado. Acusada por furto, a menina foi vítima constante de estupro e violência enquanto esteve presa. O CNJ entendeu, por unanimidade, que a magistrada não tomou nenhuma providência ao saber do fato e, ao constatar a repercussão na imprensa, produziu um ofício com data retroativa para forjar uma suposta atitude. “Ela não tem condição de ser magistrada em nenhum lugar do mundo”, afirmou o conselheiro Marcelo Neves. O relator do caso, Felipe Locke, disse que a menina foi estuprada mais de dez vezes, inclusive por um homem portador do vírus HIV. “A juíza não possui condições para o exercício da magistratura”, disse Locke. O conselho também decidiu enviar o caso ao Ministério Público do Pará, para que analise possíveis responsabilidades penais e cíveis da juíza. Para o presidente do CNJ, o julgamento tem um caráter emblemático, por demonstrar que casos como esse até hoje ocorrem. A juíza, que participava da sessão, não quis falar. Sua defesa informou que vai esperar a publicação da decisão para decidir se recorre ou não. Enquanto isso, a “juíza” fica em casa recebendo polpudo salário, sem fazer absolutamente nada. Isso é “justo”?

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Cadê o cargo, deputado?

Cadê o cargo, deputado?
Ontem, a bancada do PPS apresentou sugestões para dar “transparência” aos atos da Mesa Executiva, depois das denúncias de irregularidades na Assembleia Legislativa. Dois dos três deputados da bancada, Marcelo Rangel e Douglas Fabrício se revezaram nas justificativas pelas medidas que propuseram. O que intriga, é que o deputado Felipe Lucas, também membro da bancada socialista faz parte da mesa executiva da casa, como 3º secretário. Dizem que o certo seria Lucas renunciar ao cargo da mesa. Ainda não o fez. Aliás, Felipe Lucas foi o feliz ganhador de um ônibus de brinquedo, presente do ex-governador Roberto Requião (PMDB), em uma das edições da “Escolinha”. Virou piada…

Ontem, a bancada do PPS apresentou sugestões para dar “transparência” aos atos da Mesa Executiva, depois das denúncias de irregularidades na Assembleia Legislativa. Dois dos três deputados da bancada, Marcelo Rangel e Douglas Fabrício se revezaram nas justificativas pelas medidas que propuseram. O que intriga, é que o deputado Felipe Lucas, também membro da bancada socialista faz parte da mesa executiva da casa, como 3º secretário. Dizem que o certo seria Lucas renunciar ao cargo da mesa. Ainda não o fez. Aliás, Felipe Lucas foi o feliz ganhador de um ônibus de brinquedo, presente do ex-governador Roberto Requião (PMDB), em uma das edições da “Escolinha”. Virou piada…

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Greca assume cadeira na Assembleia Legislativa

Grega assume cadeira na Assembleia Legislativa

Rafael Greca

Quem está circulando no plenário é o deputado Rafael Greca (PMDB), que acabou de ser empossado. E, pelo jeito, a cassação do deputado Mauro Moraes (PSDB) foi efetivada. No início do mês, Moraes foi cassado por infidelidade partidária pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por ter trocado o PMDB pelo PSDB. O deputado alegou, em sua defesa, perseguição do partido, o que não foi aceito pelo TRE. Greca assume para cumprir mandato de oito meses e deve, em outubro, se candidatar à reeleição na AL.

Quem está circulando no plenário é o deputado Rafael Greca (PMDB), que acabou de ser empossado. E, pelo jeito, a cassação do deputado Mauro Moraes (PSDB) foi efetivada. No início do mês, Moraes foi cassado por infidelidade partidária pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por ter trocado o PMDB pelo PSDB. O deputado alegou, em sua defesa, perseguição do partido, o que não foi aceito pelo TRE. Greca assume para cumprir mandato de oito meses e deve, em outubro, se candidatar à reeleição na AL.

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Jocelito Canto em rede nacional no episódio do caixa 2

A declaração do deputado estadual Jocelito Canto a respeito de Caixa 2, agora são de conhecimento de todo o País. Ontem a noite, durante o programa CQC da Rede Bandeirantes, no quadro “Top Five” que seleciona os cinco vídeos mais, digamos engraçados, da televisão durante a semana anterior. As imagens do deputado em discurso na tribuna do plenário na semana passada dizendo: “Quem é que não tem caixa 2? Vamos ser sinceros”, e ainda: “O caixa 2 é invisível. Ganha eleição. É mais forte que os recursos oficiais recebidos” ficaram com o terceiro lugar. Ao chamar o vídeo o apresentador Marcelo Tas explica se trata de uma participação “de nobres deputados” e completa “Jocelito Canto em um raríssimo momento de altíssima sinceridade”. Após a exibição o humorista Marco Luque fez piada com o fato de Canto estar entregando os irmãos “Sorte dele que político não vai para a cadeia, porque se ele fosse ia ver o que fazem com X9 lá”. São os políticos do Paraná, para o Brasil inteiro ver.

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Rede Globo tira do ar campanha comemorativa, após receber críticas petistas

No fim do dia de ontem ao clicar no link que direcionava para o vídeo comemorativo aos 45 anos da Rede Globo uma mensagem da emissora aparecia no lugar da imagem. A mensagem surgiu após o jingle ser criticado pelo coordenador da campanha de Dilma Rousseff (PT) na internet, Marcelo Branco, por, segundo ele, de forma disfarçada,  embutir propaganda pró-José Serra (PSDB).  Em resposta a emissora divulgou a seguinte nota: “O texto do filme em comemoração aos 45 anos da Rede Globo, que começou a ser veiculado ontem à noite, foi criado – comprovadamente – em novembro do ano passado, quando não existiam nem candidaturas, muito menos slogans eleitorais. Qualquer profissional de comunicação sabe que uma campanha como esta demanda tempo para ser elaborada. Mas a Rede Globo não pretende dar pretexto para ser acusada de ser tendenciosa e está suspendendo a veiculação da campanha na televisão”.

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Dívida do Paraná poderá ser solucionada nesta semana

Dívida do Paraná poderá ser solucionada nesta semana
Na abertura da “Escolinha” de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) fez uma avaliação da semana passada, que considera “puxada e agitada”, e acredita que esta semana “haverá de produzir resultados buscados ao longo dos sete anos pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB). Ele se referia à dívida contraída pelo Paraná quando da venda do Banestado ao Banco Itaú. Segundo o governador, essa transação resultou numa “dívida monstruosa”. Ele conta que o empréstimo foi de R$ 5 bilhões, e o Estado ainda ficou devendo R$ 4,2 bilhões. “E, disso, já se pagou em torno de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões e ainda nos restam uma dívida de R$ 9 bilhões, Ficamos sem o banco, já pagamos R$ 6 bilhões e ainda devemos R$ 9 bilhões. Além disso, todos os meses somos penalizados com uma multa de R$ 5 bilhões. É dinheiro nosso, que poderia estar servindo para atender necessidades dos paranaenses”, lamenta, avisando que esse dinheiro que está bloqueado já soma R$ 260 milhões. Pessuti lembra da sua viagem à Brasília, em companhia do secretário da Fazenda, Heron Arzua, onde manteve uma série de conversações, como os ministros do Planejamento (Paulo Bernardo), da Fazenda, Guido Mantega, e com o senado ACM Jr (DEM-BA), para tentar livrar o Estado da multa e ter os quase R$ 300 milhões desbloqueados. De acordo com o governador, a dívida remanescente foi acrescida de mais de R$ 1 bilhão, além dos títulos podres, os precatórios que o Paraná, quando entregou Banestado ao Itaú, teve que avalizar esses títulos com as ações da Copel. “Esse problema está sendo questionado na Justiça, que ainda não resolveu. Corremos o risco de perder o controle acionário da Copel. É uma ação complexa, por isso, estamos acionando as forças políticas em Brasília para resolvermos essas questões”, disse, adiantando que essa semana poderá ter resposta positiva no Senado, com o recálculo da dívida e o fim do bloqueio dos quase R$ 300 milhões na Secretaria do Tesouro Nacional.

Foto: Roberto Dumke /AENNa abertura da “Escolinha” de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) fez uma avaliação da semana passada, que considera “puxada e agitada”, e acredita que esta semana “haverá de produzir resultados buscados ao longo dos sete anos pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB). Ele se referia à dívida contraída pelo Paraná quando da venda do Banestado ao Banco Itaú. Segundo o governador, essa transação resultou numa “dívida monstruosa”. Ele conta que o empréstimo foi de R$ 5 bilhões, e o Estado ainda ficou devendo R$ 4,2 bilhões. “E, disso, já se pagou em torno de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões e ainda nos restam uma dívida de R$ 9 bilhões, Ficamos sem o banco, já pagamos R$ 6 bilhões e ainda devemos R$ 9 bilhões. Além disso, todos os meses somos penalizados com uma multa de R$ 5 bilhões. É dinheiro nosso, que poderia estar servindo para atender necessidades dos paranaenses”, lamenta, avisando que esse dinheiro que está bloqueado já soma R$ 260 milhões. Pessuti lembra da sua viagem à Brasília, em companhia do secretário da Fazenda, Heron Arzua, onde manteve uma série de conversações, como os ministros do Planejamento (Paulo Bernardo), da Fazenda, Guido Mantega, e com o senado ACM Jr (DEM-BA), para tentar livrar o Estado da multa e ter os quase R$ 300 milhões desbloqueados. De acordo com o governador, a dívida remanescente foi acrescida de mais de R$ 1 bilhão, além dos títulos podres, os precatórios que o Paraná, quando entregou Banestado ao Itaú, teve que avalizar esses títulos com as ações da Copel. “Esse problema está sendo questionado na Justiça, que ainda não resolveu. Corremos o risco de perder o controle acionário da Copel. É uma ação complexa, por isso, estamos acionando as forças políticas em Brasília para resolvermos essas questões”, disse, adiantando que essa semana poderá ter resposta positiva no Senado, com o recálculo da dívida e o fim do bloqueio dos quase R$ 300 milhões na Secretaria do Tesouro Nacional.

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Caravana Progressista em Curitiba

Com a presença de representantes da indústria e do comércio, prefeitos, deputados e vereadores o Partido Progressista promoveu reunião na manhã hoje na Fiep, em Curitiba, para discutir as obras e melhorias que a Capital deve reivindicar da próxima administração estadual. O PP está percorrendo todos os municípios do Paraná com a chamada “Caravana Progressista”, consultando lideranças sobre as prioridades de cada município para compor um plano de governo para o partido. Já foram percorridas 340 cidades e até o dia 30 de abril a meta é completar as 399 reuniões. Durante o encontro foram apontadas algumas obras estruturais que Curitiba precisa como, a construção do metrô, o contorno ferroviário e a ampliação do aeroporto Afonso Pena. A presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Avani Rodrigues, falou sobre a necessidade de incentivar o empreendedorismo para estimular a economia. Já o diretor-financeiro da FAEP, João Luiz Rodrigues Biscaia destacou a necessidade de maior atenção à segurança pública. Para o presidente do PP, deputado federal Ricardo Barros a melhoria das cidades passa por obras pontuais e estruturais até questões mais complexas que envolvem mudanças na legislação. Barros defende a revisão na partilha dos tributos aumentando a participação dos municípios; reformas no Estatuto da Criança e do Adolescente, permitindo que crianças a partir dos 14 anos de idade já possam começar a ter contato com o mercado de trabalho e ainda programas de incentivo a habitação rural de maneira a evitar o inchaço das grandes cidades. O prefeito de Curitiba Luciano Ducci (PSB) falou sobre os programas da Prefeitura que serviram de exemplo para outras cidades, como o Mãe Curitibana, e, por outro lado, projetos que a cidade “importou”, como as academias ao ar livre, inicialmente implantadas em Maringá, pelo prefeito Silvio Barros (PP) e posteriormente trazidas para Curitiba, com grande sucesso.

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STF diz que lei paranaense aprovada há 20 anos é inconstitucional

Vinte anos depois, a Assembleia Legislativa recebeu, hoje, resposta sobre uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade), proposta pelo então governador Álvaro Dias (na época era do PMDB), no Supremo Tribunal Federal (STF), contra uma lei (9293) dos deputados estaduais que torna sem efeito as punições do governador contra grevistas. Isto foi na época do quebra-quebra entre policiais e professores, em praça pública, quando a PM avançou contra os manifestantes. Álvaro Dias, então, preparou um decreto para “disciplinar” a greve no Estado, prevendo a “ficha suja” do funcionário público que participasse de manifestações grevistas. Assim, os deputados estaduais aprovaram a lei 9293 que revogava o decreto. A matéria foi para a sanção do governador, que vetou o projeto que, depois, foi derrubado no plenário da Assembleia Legislativa. Por isso, Dias entrou com a Adin no STF pedindo a inconstitucionalidade da lei e que, agora, 20 anos depois foi discutida entre os ministros que consideraram a lei 9293 inconstitucional.

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