Governador assina convênio para obras da Copa

3 de setembro de 2010

Governos assinam convênio para obras da Copa
O governador Orlando Pessuti (PMDB) assinou ontem nesta quinta-feira (2), em Foz do Iguaçu, cinco contratos de financiamento com o superintendente da Caixa Econômica Federal, Jorge Kaleche Filho, no valor total de R$ 229,5 milhões. Os recursos serão aplicados nas obras viárias do PAC da Mobilidade na Grande Curitiba, para os jogos da Copa do Mundo de 2014. O Estado terá contrapartida de R$ 12 milhões. O governador Orlando Pessuti ressaltou que outras obras já estão em andamento, como a adequação da infraestrutura e vias da cidade e o já inaugurado heliporto do Hospital do Trabalhador. O primeiro contrato é para a construção de um corredor metropolitano, que vai interligar os municípios de Colombo, Piraquara, Pinhais, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande e Araucária. Serão investidos R$ 44,5 milhões para a execução dos trabalhos, sendo R$ 42,3 milhões em financiamentos e R$ 2,2 milhões de contrapartida. Outro contrato trata da implantação de sistema integrado de monitoramento do trânsito, de R$ 10,5 milhões em investimentos (R$ 10 milhões em financiamentos e R$ 526 mil em recursos do próprio Estado).  A Avenida Marechal Floriano receberá melhorias da trincheira da Avenida das Torres – Rui Barbosa até o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. Os trabalhos incluem a duplicação da ponte sobre o Rio Iguaçu e a construção de trincheiras. Serão destinados R$ 10,5 milhões para a obra, sendo R$ 10 milhões em financiamentos do Governo Federal e R$ 526 mil em recursos do Estado. Para a Avenida Comendador Franco (Avenida das Torres) estão previstas duplicações, construção de pistas adicionais nas vias de ligação com o aeroporto Afonso Pena, alargamentos, restauros de pavimentos, calçadas, ciclovias, arborização, paisagismo, iluminação, colocação de pontos de ônibus e construção de trincheira. Serão usados R$ 137,5 milhões, sendo R$ 130,7 milhões em empréstimos e R$ 6,8 milhões em recursos do Estado. Os três últimos projetos serão realizados em parceria com a prefeitura de Curitiba, que também terá recursos federais para a realização das ações que compreendem a capital paranaense.
A solenidade contou com a presença do presidente Lula e do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.
A solenidade contou com a presença do presidente Lula e do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo ( Foto: Roberto Corradini-AENotícias)

A solenidade contou com a presença do presidente Lula e do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo ( Foto: Roberto Corradini-AENotícias)

O governador Orlando Pessuti (PMDB) assinou ontem, em Foz do Iguaçu, cinco contratos de financiamento com o superintendente da Caixa Econômica Federal, Jorge Kaleche Filho, no valor total de R$ 229,5 milhões. Os recursos serão aplicados nas obras viárias do PAC da Mobilidade na Grande Curitiba, para os jogos da Copa do Mundo de 2014. O Estado terá contrapartida de R$ 12 milhões. O governador Orlando Pessuti ressaltou que outras obras já estão em andamento, como a adequação da infraestrutura e vias da cidade e o já inaugurado heliporto do Hospital do Trabalhador. O primeiro contrato é para a construção de um corredor metropolitano, que vai interligar os municípios de Colombo, Piraquara, Pinhais, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande e Araucária. Serão investidos R$ 44,5 milhões para a execução dos trabalhos, sendo R$ 42,3 milhões em financiamentos e R$ 2,2 milhões de contrapartida. Outro contrato trata da implantação de sistema integrado de monitoramento do trânsito, de R$ 10,5 milhões em investimentos (R$ 10 milhões em financiamentos e R$ 526 mil em recursos do próprio Estado).  A Avenida Marechal Floriano receberá melhorias da trincheira da Avenida das Torres – Rui Barbosa até o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. Os trabalhos incluem a duplicação da ponte sobre o Rio Iguaçu e a construção de trincheiras. Serão destinados R$ 10,5 milhões para a obra, sendo R$ 10 milhões em financiamentos do Governo Federal e R$ 526 mil em recursos do Estado. Para a Avenida Comendador Franco (Avenida das Torres) estão previstas duplicações, construção de pistas adicionais nas vias de ligação com o aeroporto Afonso Pena, alargamentos, restauros de pavimentos, calçadas, ciclovias, arborização, paisagismo, iluminação, colocação de pontos de ônibus e construção de trincheira. Serão usados R$ 137,5 milhões, sendo R$ 130,7 milhões em empréstimos e R$ 6,8 milhões em recursos do Estado. Os três últimos projetos serão realizados em parceria com a prefeitura de Curitiba, que também terá recursos federais para a realização das ações que compreendem a capital paranaense.


Policiais apreendem farta munição em ônibus de turismo

3 de setembro de 2010

Policiais apreendem farta munição em ônibus de turismo
Policiais do Grupo de Diligencias Especiais da 6ª Subdivisão Policial em Foz do Iguaçu destruíram, na tarde de ontem quinta-feira (02), uma granada encontrada dentro de um ônibus de turismo com placas de Marilia (SP). O veículo foi apreendido por policiais da Polícia Federal e fiscais da Receita Federal quando tentava entrar no Brasil. Foram apreendidos oito fuzis, 80 carregadores, cinco pistolas, uma metralhadora 9 milímetros, 40 granadas e mais de 10 mil cartuchos de munição de vários calibres. Em uma abordagem de rotina, os policiais e fiscais desconfiaram do pequeno número de passageiros no ônibus, apenas sete pessoas. Na vistoria foram encontrados cinco fuzis M1 ponto 30, um fuzil 762, um fuzil R15, uma metralhadora 9mm, quatro pistolas ponto 40, uma pistola 9 mm, 80 carregadores para fuzis e pistolas, 40 granadas, e milhares de cartuchos de calibres usados em pistolas, metralhadoras e fuzis. Como uma das granadas estava sem o pino de segurança, o GDE acionou o artefato. Toda área foi isolada. Os sete passageiros do ônibus, entre eles dois adolescentes, foram encaminhados para a sede da Polícia Federal para averiguação. As armas e munições apreendidas serão encaminhadas para o Exército. Uma investigação foi iniciada para apurar a origem do armamento e a quem se destinavam.
Granada encontrada pela Polícia Federal em ônibus de Turismo (Foto: Polícia Civil de Foz do Iguaçu)

Granada encontrada pela Polícia Federal em ônibus de Turismo (Foto: Polícia Civil de Foz do Iguaçu)

Policiais do Grupo de Diligencias Especiais da 6ª Subdivisão Policial em Foz do Iguaçu destruíram, na tarde de ontem, uma granada encontrada dentro de um ônibus de turismo com placas de Marilia (SP). O veículo foi apreendido por policiais da Polícia Federal e fiscais da Receita Federal quando tentava entrar no Brasil. Foram apreendidos oito fuzis, 80 carregadores, cinco pistolas, uma metralhadora 9 milímetros, 40 granadas e mais de 10 mil cartuchos de munição de vários calibres. Em uma abordagem de rotina, os policiais e fiscais desconfiaram do pequeno número de passageiros no ônibus, apenas sete pessoas. Na vistoria foram encontrados cinco fuzis M1 ponto 30, um fuzil 762, um fuzil R15, uma metralhadora 9mm, quatro pistolas ponto 40, uma pistola 9 mm, 80 carregadores para fuzis e pistolas, 40 granadas, e milhares de cartuchos de calibres usados em pistolas, metralhadoras e fuzis. Como uma das granadas estava sem o pino de segurança, o GDE acionou o artefato. Toda área foi isolada. Os sete passageiros do ônibus, entre eles dois adolescentes, foram encaminhados para a sede da Polícia Federal para averiguação. As armas e munições apreendidas serão encaminhadas para o Exército. Uma investigação foi iniciada para apurar a origem do armamento e a quem se destinavam.


País rico é outra coisa!

3 de setembro de 2010

País rico
Nada como viver num País rico: nos últimos anos, o Governo Federal perdoou dívidas de Moçambique (US$ 300 milhões), Nigéria (US$ 83,1 milhões), Bolívia (US$ 52 milhões), Cabo Verde (US$ 4 milhões), Nicarágua (US$ 134 milhões) e Cuba (US$ 50 milhões) que, somadas, superariam US$ 600 milhões ou mais de R$ 1 bilhão. Salvaria todas as Santas Casas de Misericórdia do Brasil, só para começo de conversa, diz o colunista Giba Um.
Nada como viver num País rico: nos últimos anos, o Governo Federal perdoou dívidas de Moçambique (US$ 300 milhões), Nigéria (US$ 83,1 milhões), Bolívia (US$ 52 milhões), Cabo Verde (US$ 4 milhões), Nicarágua (US$ 134 milhões) e Cuba (US$ 50 milhões) que, somadas, superariam US$ 600 milhões ou mais de R$ 1 bilhão. Salvaria todas as Santas Casas de Misericórdia do Brasil, só para começo de conversa, diz o colunista Giba Um.


Prefeito administra cidade de dentro da cadeia

3 de setembro de 2010

Prefeito administra cidade de dentro da cadeia
Apesar do afastamento físico, Ari Artuzi (PDT) pode atuar como prefeito de dentro da delegacia. É o que diz a Justiça, informou hoje o jornal O Globo. Preso e acusado de chefiar um esquema de fraude em licitações para desviar dinheiro do município de Dourados – segunda maior cidade do Mato Grosso do Sul – ele recebia em torno de R$ 500 mil por mês. O prefeito está preso no 3º DP da capital sul-matogrossense Campo Grande, de onde continua à frente do executivo municipal. Segundo os agentes do distrito policial, Artuzi está sozinho, em uma das duas celas da unidade. De acordo com os policiais, o prefeito está com uma expressão muito abatida e está muito chocado com tudo o que aconteceu. Ele chegou à delegacia por volta das 19h de quarta-feira (1º), quando recebeu a visita do advogado, que trouxe roupas, comida e produtos para higiene pessoal. A conversa entre os dois durou cerca de 15 minutos. O prefeito foi dormir às 22h e acordou às 6h30m desta quinta-feira. De líder comunitário à chefe do executivo da segunda maior cidade do Mato Grosso do Sul. A carreira política de Ari Artuzi começou em 2000, quando se elegeu vereador. Dois anos depois, conseguiu uma vaga da Assembléia Legislativa. Em 2006, se reelegeu e no pleito de 2008 venceu a eleição para a prefeitura de Dourados.
Prefeito Ari Artuzi, de Dourado, administra a cidade de uma cela na cadeia

Prefeito Ari Artuzi, de Dourado, administra a cidade de uma cela na cadeia

Apesar do afastamento físico, Ari Artuzi (PDT) pode atuar como prefeito de dentro da delegacia. É o que diz a Justiça, informou hoje o jornal O Globo. Preso e acusado de chefiar um esquema de fraude em licitações para desviar dinheiro do município de Dourados – segunda maior cidade do Mato Grosso do Sul – ele recebia em torno de R$ 500 mil por mês. O prefeito está preso no 3º DP da capital sul-matogrossense Campo Grande, de onde continua à frente do executivo municipal. Segundo os agentes do distrito policial, Artuzi está sozinho, em uma das duas celas da unidade. De acordo com os policiais, o prefeito está com uma expressão muito abatida e está muito chocado com tudo o que aconteceu. Ele chegou à delegacia por volta das 19h de quarta-feira (1º), quando recebeu a visita do advogado, que trouxe roupas, comida e produtos para higiene pessoal. A conversa entre os dois durou cerca de 15 minutos. O prefeito foi dormir às 22h e acordou às 6h30m desta quinta-feira. De líder comunitário à chefe do executivo da segunda maior cidade do Mato Grosso do Sul. A carreira política de Ari Artuzi começou em 2000, quando se elegeu vereador. Dois anos depois, conseguiu uma vaga da Assembléia Legislativa. Em 2006, se reelegeu e no pleito de 2008 venceu a eleição para a prefeitura de Dourados.


Receita omitiu “motivação eleitoral” em quebra de sigilo

3 de setembro de 2010

Ata da Receita Federal que fala de quebra de sigilo de tucanos

Ata da Receita Federal que trata da quebra de sigilo de tucanos

Documento da Receita Federal obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, revela que a corregedoria do órgão já trabalhava desde o dia 20 de agosto com uma linha de investigação que apontava para uma violação político-eleitoral do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra, e de outros quatro tucanos. A suspeita de violação política, porém, foi “confinada” na corregedoria, enquanto a cúpula do Fisco e integrantes do Governo unificaram um discurso público em direção contrária para despolitizar o episódio e blindar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT). Ao pedir para verificar se os dados fiscais de Verônica haviam sido violados, a comissão da corregedoria mencionou os demais tucanos alvos de quebra de sigilo e vinculou esses nomes, inclusive o da filha do candidato, a reportagens sobre o dossiê que foi parar na campanha de Dilma. “… E tendo em vista que emergiu dos autos acessos aos conteúdos das declarações de Imposto de Renda de outros nomes da política nacional… e ainda tendo em vista que foi noticiado pela mídia jornalística, dentre eles O Globo (reportagem anexa à presente ata), de que havia suspeição que Verônica Serra, filha de José Serra, também poderia ter sido alvo de quebra de sigilo fiscal”, diz trecho do documento, chamado de “ata de deliberação”. Do dia 20 de agosto para cá, o comando da Receita e o Governo adotam a mesma atitude em discursos, notas e entrevistas. Para diminuir a crise, anunciaram ter descoberto um esquema de venda de informação mediante encomenda e propina – versão não sustentada nos autos até agora -, e tentaram abafar o escândalo da violação do sigilo de Verônica. Além disso, descartaram qualquer conotação política na violação. “Nós não identificamos qualquer ilação político-partidária”, fez questão de frisar, em coletiva dada há uma semana, o corregedor-geral da Receita, Antonio Carlos Costa D”Avila, cujo discurso foi reforçado pelo secretário Otacílio Cartaxo. Naquele dia, aliás, eles já sabiam que o sigilo fiscal de Verônica havia sido acessado. Conforme revelou o Estado, em 20 de agosto a comissão de investigação confirmou que os dados fiscais da filha de Serra foram violados em 30 de setembro de 2009.


Na TV, Serra diz que quebra de sigilo foi “armação”

2 de setembro de 2010

O programa eleitoral do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse hoje que a quebra do sigilo fiscal da filha do tucano foi uma “armação” para prejudicá-lo. Seguindo o padrão dos ataques anteriores, a locução foi feita no final do programa, num fundo diferente do restante da propaganda eleitoral. Diz o locutor: “Mais uma vez, adversários de José Serra tentam fazer uma armação para prejudicá-lo. Primeiro, violaram o imposto de renda de pessoas ligadas a Serra. Agora violaram o imposto de renda até da filha dele. É como se alguém usasse a sua senha de banco, vasculhasse a sua conta, invadisse sua casa, revirasse suas gavetas, só pra te prejudicar”. O programa compara a quebra do sigilo da filha de Serra à quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa. O locutor leu trecho da coluna de Dora Kramer publicada hoje no jornal O Estado de S. Paulo, na qual a jornalista diz: “A história está ficando parecida com a quebra do sigilo do caseiro Francenildo, quando para encobrir um malfeito se cometeu outro e depois se tentou incriminar a vítima”. Outro trecho lido da coluna afirma que “quanto mais o Governo tenta esconder, mais claro fica o motivo da quebra do sigilo”. O programa termina com a declaração de um homem sem identificação: “É um absurdo que isso esteja acontecendo num País que se diz democrático”.


Ministro diz que pedido de cassação é “golpe”

2 de setembro de 2010

Ministro Alexandre Padilha em Foz do Iguaçu

Ministro Alexandre Padilha em Foz do Iguaçu

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou hoje, em Foz do Iguaçu, que o pedido de cassação da candidatura de Dilma Rousseff (PT), feito pela coligação liderada pelo PSDB, é uma tentativa de ‘golpe eleitoral’. Ao lado do presidente Lula, Padilha afirmou que os opositores resgataram um ‘caso antigo’, do ano passado. “Essa tentativa da oposição ao presidente Lula tem um nome: golpe eleitoral”, afirma. Ele defendeu, inclusive, a presença de Lula na campanha eleitoral: “Tentam impedir que, ao longo do processo eleitoral, o presidente participe desse mesmo processo, e tentam enganar a população usando a imagem de Lula. Agora tentam impedir a nossa candidata de concorrer”. O ministro insistiu no assunto enquanto discursou. “Quando tentam transferir um problema da Receita num problema eleitoral, é golpe. É golpe de quem não quer mais disputar a eleição”, afirma. Depois, segundo a Folha de S. Paulo, ele disse que o PSDB sabe que está perdendo a eleição. Padilha e Lula participaram de cerimônia antes da aula inaugural da Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), em Foz. O presidente ainda não falou.


Lula orienta Dilma a não entrar na polêmica sobre sigilo fiscal

2 de setembro de 2010

Presidente Lula dá conselhos a Dilma

Presidente Lula dá conselhos a Dilma

O presidente Lula orientou a candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, a não entrar na polêmica envolvendo a quebra de sigilo fiscal de membros do PSDB. A estratégia para blindar a petista foi discutida ontem, em café da manhã no Palácio da Alvorada. O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente do PT, José Eduardo Dutra, coordenadores da campanha, também participaram do café com Lula e Dilma. Na avaliação do presidente, o comitê precisa proteger a candidata da tentativa do adversário José Serra (PSDB) de associá-la à violação fiscal. Lula disse que Dilma não pode ficar refém da agenda de crise de Serra. A ordem é deixar que o caso seja sempre explicado pela Receita Federal. Caberá ainda a ministros, quando necessário, rebater Serra com mais ênfase. Para Lula, a devassa no Imposto de Renda de quatro tucanos e até de Verônica Serra, filha do candidato, faz parte de um esquema de “compra e venda” de sigilos fiscais. “É uma bandidagem”, definiu ele. Dilma evitará espichar o assunto, a partir de agora, nos chamados “quebra-queixo” com jornalistas. Em debates e entrevistas tête-à-tête, porém, não terá como fugir do tema. Na noite de ontem, por exemplo, em entrevista ao SBT, ela afirmou ser “a maior interessada” na apuração dos fatos antes da eleição e repetiu que Serra levanta acusações sem prova.


Na sabatina Folha/UOL Beto Richa dispara muitas farpas

2 de setembro de 2010

Beto Richa foi sabatinado hoje na Folha/UOL

Beto Richa foi sabatinado hoje na Folha/UOL

Hoje foi a vez do tucano Beto Richa, candidato ao Governo do Paraná, e líder nas pesquisas de intenção de voto, de participar da sabatina Folha/UOL, no Teatro Paulo Autran, no Shopping Novo Batel, na Alameda Dom Pedro II. Entre perguntas e respostas, Beto também disparou muitas farpas. Já na primeira pergunta, quando foi questionado sobre as críticas de Osmar Dias de abandonar a Prefeitura de Curitiba, Beto mostrou um documento que teria a assinatura do pedetista, pedindo a ele para integrar a sua chapa como candidato ao Senado. “Quem mente tem que ter boa memória”, afirmou, ao disparar: “Todos estão observando que ele elevou o tom contra mim, e eu só posso entender isso de uma forma: desespero”. E disse ainda que só saiu candidato porque teve o aval dos seus eleitores que, segundo ele, continuam lhe dando apoio para a disputa. Não perdeu a oportunidade para alfinetar o seu principal adversário, lembrando que o pedetista sempre bate nessa tecla (deixar a Prefeitura) para afrontá-lo. “Mas, ele esqueceu que, em 2006, quando foi candidato ao Governo do Estado, com meu apoio, ele deixaria o Senado, na metade da sua gestão?”, questiona. Também rebateu as críticas de Osmar sobre o uso de helicópteros para remoção de pacientes de regiões isoladas no Estado. O pedetista disse que o projeto do tucano seria transferi-los para Curitiba, e não construir hospitais em diferentes regiões do Paraná. “Ele tem a cabeça presa no passado. Essas pessoas que estão presas no passado têm dificuldade com a modernidade. Isso é para deslocar pessoas de pequenas comunidades para hospitais da mesma região. Não é uma utopia. Ele até disse que em dia de chuva as pessoas iam morrer. Nossos helicópteros não serão feitos de açúcar”, disparou.


Estratégia de bastidores favorece Gleisi e Fruet e atrapalha eleição de Roberto Requião ao Senado

2 de setembro de 2010

Estratégia de bastidores favorece Gleisi e Fruet e atrapalha eleição de Roberto Requião ao Senado
Não tem trégua a guerra do pessoal ligado ao governador Orlando Pessuti (PMDB), contra o ex-governador Roberto Requião (PMDB). O grupo não perdoa a punhalada nas costas desferida pelo atual candidato ao Senado, que alijou Pessuti da campanha ao Governo do Estado. Há quem sustente que, nos bastidores do Palácio das Araucárias e nas hostes do PMDB, está havendo uma mobilização para que o candidato da frente tucana ao Senado, Ricardo Barros (PP), desista de sua intenção e passe a apoiar Gustavo Fruet. Com isso, a petista Gleisi Hoffmann passaria para a primeira posição e Fruet para a segunda, dificultando a eleição de Requião que contabiliza uma grande rejeição. A ilação já tomou pé no comitê central de Beto Richa (PSDB), que não esconde sua preferência por Fruet. A costura, no entanto, passa pelo PP nacional, que tem uma pontinha de preferência pela candidata do presidente Lula, Dilma Rousseff.

Requião na mira de peemedebistas da trincheira de Pessuti

Requião na mira de peemedebistas da trincheira de Pessuti

Não tem trégua a guerra do pessoal ligado ao governador Orlando Pessuti (PMDB), contra o ex-governador Roberto Requião (PMDB). O grupo não perdoa a punhalada nas costas desferida pelo atual candidato ao Senado, que alijou Pessuti da campanha ao Governo do Estado. Há quem sustente que, nos bastidores do Palácio das Araucárias e nas hostes do PMDB, está havendo uma mobilização para que o candidato da frente tucana ao Senado, Ricardo Barros (PP), desista de sua intenção e passe a apoiar Gustavo Fruet. Com isso, a petista Gleisi Hoffmann passaria para a primeira posição e Fruet para a segunda, dificultando a eleição de Requião que contabiliza uma grande rejeição. A ilação já tomou pé no comitê central de Beto Richa (PSDB), que não esconde sua preferência por Fruet. A costura, no entanto, passa pelo PP nacional, que tem uma pontinha de preferência pela candidata do presidente Lula, Dilma Rousseff.