No grupo do Malutrom (master, ou velhos), tem um cidadão, com estatura abaixo da média, que perde o amigo mais não perde a piada. Aliás, fica o dia todo infernizando a vida das pessoas (amigos) com seu bom-humor. No final de semana, quando o assunto na roda foi política, ele foi direto: coitado do Pessutão. Pelo jeito só vai conseguir inaugurar bueiros e quadro negro de escolas de vilas rurais. Quer dizer: Requião grudará mais que chiclete e não deixará o homem governar. Desencarna!
Quem apostar que o secretário-geral do PMDB, João Arruda, não será candidato à Câmara Federal, vai perder. O jovem político está trabalhando há mais de dois anos para chegar a Brasília e, nos próximos dias, reunirá 58 prefeitos em Curitiba com as presenças do governador Roberto Requião e do futuro governador, Orlando Pessuti. Outro jovem que está a todo vapor é Alexandre Curi. Este tem mais de 150 prefeitoscomo parceiros.
“… eu vim aqui dizer para vocês que o importante é o principal, o resto é secundário”. Do presidente Lula, na II Conferência Nacional de Cultura, em Brasília. Mais profundo que isso, impossível!
Supera os R$ 122,3 milhões o total recebido do Governo Lula, entre 2003 e 2009, por ONGs investigadas na CPMI do MST, pelo repasse de dinheiro público para o Movimento dos Sem-terra. Segundo Cláudio Humberto, só a ONG paulista Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf) levou quase R$ 76 milhões. A Inocar e a Concrab receberam juntas R$ 17,6 milhões desde 2006. Todas essas ONGs são ligadas ao MST e ao PT. A ONG Anca, que embolsou R$ 22 milhões desde 2003, teve os bens bloqueados pela Justiça em 2009, após não contabilizar seus gastos. Intriga a oposição: a ONG Inocar nada recebeu do Governo até 2006, e a Concrab passou a receber 35% a menos a partir de 2006. O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deverá pedir a quebra de sigilo bancário das ONGs usadas ara drenar dinheiro público para o MST. Segundo a Comissão Pastoral da Terra, nos últimos oito anos, mais da 50% dos 2.450 conflitos envolvendo o MST ocorrem no início do ano.
Em vídeo para parabenizar o ex-ministro da Justiça Tarso Genro por seus 63 anos, o presidente Lula recomendou ao pré-candidato do PT ao governo gaúcho que troque o chimarrão por uísque “de qualidade”, conforme informa o jornal Folha de S. Paulo. “O Tarso é um baita de um companheiro, mas é um companheiro polêmico. Em vez de chimarrão, Tarso, tome um belo de um uísque de qualidade, tome uma cachaça de qualidade, tome uma caipirinha”, disse Lula na mensagem. O vídeo, com pouco mais de três minutos, foi exibido na noite de sábado em Porto Alegre, em jantar de comemoração do aniversário do petista. A festa reuniu cerca de mil militantes no Sport Club Internacional, que pagaram entre R$ 20 e R$ 500 pelo ingresso.
Os ministros do Governo Lula gastaram pouco mais de R$ 1 milhão apenas com pagamento de diárias, durante viagens nacionais e internacionais no ano passado. Isso significa um aumento de mais de 100% nesses custos em relação a 2008 (R$ 497,5 mil). A cifra de 2009, equivale a uma média mensal de R$ 87,2 mil gastos em hotéis, refeições e táxis. Ou ainda, R$ 2,9 mil por dia. Do Giba Um.
O projeto do governador Roberto Requião (PMDB) sobre o salário mínimo regional receberá emendas da bancada de oposição na Assembleia Legislativa. O líder da bancada oposicionista, deputado Élio Rusch (DEM), confirmou que, hoje, serão apresentadas emendas ao projeto do Executivo, que concede aumento linear de 5% aos servidores estaduais. Uma delas prevê que todo servidor estadual não poderá receber salário base inferior ao mínimo regional no valor de R$ 688,50, equivalente ao Grupo II. São quatro grupos que abrangem todas as categorias. A outra emenda visa um reajuste de 9,5% aos servidores. Esse índice é igual ao menor percentual de reajuste proposto para o mínimo regional, que tem variação de 9,5% a 21,5%. “Desta forma o Governo do Paraná terá condições de dar o exemplo e instituir aos vencimentos básicos dos servidores o mesmo valor do mínimo regional”, apontou. “Essas emendas servirão para acabar com a incoerência deste Governo, que propõe até 21,5% de reajuste ao mínimo regional, que é pago pelo empresariado, e apenas 5% aos servidores”, destacou Rusch. O projeto deverá ser votado na sessão plenária de hoje. O plenário será transformado em comissão geral para que as emendas sejam analisadas em seguida, na mesma sessão plenária.
Sobre o cancelamento das audiências públicas, o deputado Élio Rusch (DEM) considerou um ato de desrespeito a manifestação dos representantes da Força Sindical durante a reunião na Assembléia Legislativa programada para discutir o salário mínimo regional. Na quinta-feira deveria acontecer, em Curitiba, o segundo encontro de uma série que está sendo realizada em todas as regiões do Estado com a presença de diversas categorias: políticos, empresários, sindicatos. Mas o evento foi interrompido pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Durval Amaral (DEM), que conduzia os trabalhos. “O comportamento de alguns baderneiros foi um atentado à democracia e prejudicial a todos os interessados no tema, já que não houve condição de prosseguir a audiência. Tentar, aos berros, impedir que pessoas com pensamentos contrários possam se pronunciar acaba com o objetivo principal de uma audiência, que é ouvir todas as partes”, afirmou Rusch.
Amanhã, a partir das 15 horas, o presidente da Câmara Federal, Michel Temer (PMDB-SP), se reúne com líderes dos partidos e vai pedir a cada um deles apoio junto às bancadas para apoiar o projeto de lei contra os candidatos “fichas sujas”. Segundo a Agência Estado, Temer afirma que existe “um certo consenso”, e acredita que a matéria estará pronta para ser examinada no plenário na semana depois da Páscoa. “Com o apoio dos líderes, o projeto pode ser aprovado, o texto melhorou bastante”, afirmou, referindo-se às mudanças feitas pela comissão de deputados, como a de especificar que a inelegibilidade decorrerá da condenação firmada por um colegiado, e não por um único juiz. Temer negou ter dificultado a tramitação do projeto. “Pelo contrário, eu sempre disse que queria sua aprovação, mas achava difícil avançar na tramitação, com a condenação em primeira instância”, explicou.
Fora do Congresso, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) intensificou o trabalho para impedir ou tirar da vida pública os candidatos ficha suja. Além da entrega de mais 77 mil assinaturas para se juntar ao 1,5 milhão que embasam o projeto de iniciativa popular, uma série de eventos tem sido feitos em todo o País. A posição dos 513 deputados está sendo mapeada por meio do questionário encaminhados pela internet aos gabinetes, desde sexta-feira. Daí sairá – de acordo com a diretora do movimento, Jovita José Rosa – a planilha sobre os que querem ou não acabar com a corrupção na vida pública do País. Uma espécie de auge dessa mobilização está sendo preparada para o aniversário de 50 anos de Brasília. De acordo com Jovita, será a ocasião de comprovar até que ponto a impunidade com os políticos ficha sujo dilapida as administrações públicas.


