“Lula não deu satisfação ao povo, apenas defendeu sua candidata”, diz Marina

9 de setembro de 2010

Marina Silva, candidata do PV à Presidência da República foi sabatina pelo jornal O Globo

Marina Silva, candidata do PV à Presidência da República foi sabatina pelo jornal O Globo

A candidata Marina Silva (PV) encerrou sua participação na sabatina feita pelos colunistas e leitores do jornal O Globo criticando mais uma vez a atitude do presidente Lula de banalizar o escândalo da quebra de sigilos fiscais na Receita Federal, que atingiu, entre outros, tucanos ligados ao candidato do PSDB, José Serra, e até a filha do presidenciável. De acordo com o jornal, Marina disse que o presidente não deu satisfação ao povo brasileiro, e sim, foi à TV para defender sua candidata, Dilma Rousseff (PT). E pediu uma chance aos eleitores para ir ao segundo turno. Marina ainda respondeu perguntas polêmicas de leitores do site e do Facebook sobre legalização das drogas, aborto e religião. “Peço que possamos ir para o segundo turno sem pegadinhas ou cascas de banana. Quer uma mulher? Vamos dar a chance para as duas se colocarem frente à frente com o mesmo tempo. Meu compromisso é fazer isso sem ataques pessoais. Na política estamos andando para trás e os acontecimentos que vimos nos últimos dias demonstram isso. A banalização do dolo, e o presidente quando veio a público não foi para dar satisfação aos brasileiros, mas para defender a sua candidata. Precisamos passar as instituições a limpo com dignidade e integridade”, disse, e desconversou sobre futuros apoios: “Quando chegar o segundo turno, discutiremos isso”. Na saída da sabatina, Marina Silva sugeriu que os brasileiros deveriam recorrer à Receita para saber se o seu sigilo foi violado: “Eu acho que os brasileiros deveriam começar a peticionar a Receita Federal para saber se ele também foi violado no seu sigilo. Acho que a única alternativa que resta depois do que nós estamos vendo: uma ausência daqueles que são responsáveis por passar tranquilidade e firmeza e que estão banalizando e naturalizando um erro dramático como esse de gestão”, disse, ao afirmar que as atitudes do presidente Lula no episódio criaram uma sensação de desamparo. Amanhã, será a vez do candidato do PSDB, José Serra, ser sabatinado, no mesmo horário (a partir das 11 horas), na sede do jornal, na Rua Irineu Marinho 35, Cidade Nova, Rio de Janeiro.


Candidatos criticam ausência de Dilma em debate

9 de setembro de 2010

Ausência de Dilma em debate vira tema dos candidatos

Ausência de Dilma em debate vira tema dos candidatos

A ausência da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, foi o principal tema do debate promovido na noite de ontem pelo Grupo Estado e pela TV Gazeta. Participaram do evento os candidatos José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Primeira colocada nas pesquisas de intenção de voto, Dilma alegou incompatibilidade de agenda para não comparecer – ela participou de um comício em Minas Gerais. Seus adversários não pouparam críticas à candidata petista. O franco-atirador Plínio de Arruda Sampaio fez um dos comentários mais ácidos contra ela. “Essa moça é um blefe. Ela foi inventada. Ela está defendendo uma política vagabunda. Defende um aumento sem-vergonha para o salário mínimo. Os problemas na educação, na saúde, ela não tem resposta para isso. Ela é uma invenção marqueteira”, disse o socialista. Para Serra, a ausência de Dilma “reflete dificuldade de explicar o que pensa. Eu já vi a Dilma dizer que a carga tributária é boa e já vi criticar a carga tributária. E além disso, é a tendência de terceirizar a campanha.” Plínio concordou com Serra: “É isso mesmo. Onde ela vai, a capangada vai atrás”, atirou Plínio. O episódio da violação do sigilo fiscal de tucanos e da própria filha de José Serra, a empresária Verônica Serra, também foi tema do debate. Marina Silva voltou a criticar o ministro da Fazenda, para quem isso seria “corriqueiro”. “Se eu for presidente da República eu vou tomar todas as medidas para que esse tipo de desmando não aconteça”, afirmou a candidata verde. Cobrado a apresentar medidas práticas para combater a falta de segurança de dados, Serra foi evasivo. Prometeu “dedicação e seriedade” e afirmou que “o controle da máquina deve ser feito pelo exemplo”. Ele voltou a acusar o PT: “O PT, da candidata Dilma, tem estado por trás desses vazamentos, comprometendo a segurança dos cidadãos”.


Vovó Dilma cancela compromissos para ficar com o neto

9 de setembro de 2010

Dilma Rousseff, candidata do Pt à Presidência  da República vai paparicar o neto

Dilma Rousseff, candidata do Pt à Presidência da República vai paparicar o neto

A candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT), cancelou os compromissos de campanha nos próximos dois dias, para ficar em Porto Alegre (RS) com a filha Paula Covolo e o neto Gabriel, que nasceu na manhã de hoje, informa a Agência Estado. Ela retoma a agenda no próximo sábado, quando viaja a São Paulo, onde vai se preparar para o próximo debate entre os presidenciáveis, que a Rede TV promove no domingo, 12. O presidente do PT e coordenador da campanha de Dilma, José Eduardo Dutra, rebateu os rumores de que Dilma aparecerá no horário eleitoral com Gabriel no colo. A ideia, defendida por integrantes da campanha, era de que a imagem de avó gerasse comoção e diluísse o impacto das denúncias de violação de sigilos fiscais de tucanos. Segundo o dirigente petista, nem Dilma nem Paula querem explorar o fato na campanha. Dutra afirma que o combinado com a família é que o fotógrafo da campanha, Roberto Stuckert, faça uma foto da candidata com o neto para divulgação oficial. Mesmo assim, ele não descarta que as redes de televisão façam imagens de Dilma deixando a maternidade com a filha e o neto para os quadros sobre o dia dos candidatos nos telejornais. Mas reafirma que as imagens não serão utilizadas na propaganda partidária. Pela segunda vez, Dilma cancela a participação num comício em São Paulo, ao lado do candidato a governador, Aloizio Mercadante (PT), que tenta subir nas pesquisas. Ela não comparecerá ao ato político hoje à noite em Ribeirão Preto, mas o presidente Lula confirmou presença.


Serra rebate Lula e condena ‘deboche’ no caso Receita

9 de setembro de 2010

José Serra, candidato à Presidência, critica Lula e fala sobre quebra de sigilo

José Serra, candidato à Presidência, critica Lula e fala sobre quebra de sigilo

Hoje, o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, usou o seu tempo no horário do programa eleitoral, no rádio e na TV, para manifestar a sua “indignação” no caso do vazamento de dados fiscais de sua filha Verônica Serra e do genro, o empresário Alexandre Bourgeois. A manifestação de Serra aconteceu depois da participação do presidente Lula no programa da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff (PT), na terça-feira, que acusou os adversários de partirem para os “ataques pessoais” e “baixaria”. Serra disse que o episódio está ligado ao PT e condenou o “deboche” do Governo no caso. “Ninguém pode achar natural os abusos que estão ocorrendo nestas eleições”, afirmou o tucano, que abriu a publicidade eleitoral hoje. Serra ainda acusou Dilma de se “esconder” atrás da administração federal e evitar dar explicações. “Eu não cheguei na vida pública agora, não. Não preciso ficar na sombra de ninguém”, alfinetou, depois de listar os feitos como ministro da Saúde, prefeito de São Paulo e governador do Estado e, por fim, garantiu que, se eleito, não permitirá quebra de sigilo dos cidadãos e perseguição a jornalistas. “Meu governo não será um cabide de emprego para os amigos do partido”, completou. Depois de Serra, foi a vez da propaganda do PSOL, que repetiu a publicidade de terça-feira, com o depoimento do caseiro Francenildo Costa, o “Nildo”, sobre o vazamento de dados bancários em 2006, ação que terminou na queda do ministro então ministro da Fazenda e atual deputado, Antonio Palocci (PT-SP). “O PSOL foi o único partido que esteve do meu lado”, contou Nildo. Já o programa da candidata a presidente Marina Silva (PV) repetiu o anterior e não tocou na questão do vazamento dos dados fiscais na Receita Federal. Os petistas preferiram repetir a publicidade do Dia da Independência, na qual foi destacado o crescimento do Brasil nos últimos anos, os projetos de erradicação da pobreza, o pré-sal e o “respeito” que o País tem atualmente no exterior. Dilma apresentou-se como a candidata que sucederá Lula para consolidar os avanços.


Lei vai contribuir para redução na tramitação de processos

9 de setembro de 2010

Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça aposta na redução de tempo

Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça aposta na redução de tempo

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, disse que a nova lei que altera o Código de Processo Civil, sancionada hoje pelo presidente Lula, vai contribuir para a diminuição de mais de seis meses na tramitação do processo judicial. Ele explicou que a nova lei elimina o envio de cópia do processo com o recurso aos tribunais superiores. Hoje, o recurso é encaminhado com uma cópia do processo, e se for aprovado pela Corte, o interessado terá que encaminhar ao tribunal superior o original do processo para julgamento do mérito. Já para o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, a medida representa uma economia de milhares de reais, na suspensão de gastos com a confecção de softwares para administrar velhos recursos no processamento eletrônico do Supremo e com pessoal. “Não haverá mais servidor para ficar controlando peças que deveriam compor a interpelação. A economia é extraordinária”, afirmou Peluso. A cerimônia de sanção da lei, que deveria ser aberta no Palácio do Planalto, acabou sendo fechada para a imprensa, e ficou restrita ao gabinete do presidente Lula e na presença de poucos convidados. Além do ministro da Justiça e do presidente do Supremo, participou também da cerimônia o autor do projeto, deputado Paes Landim (PTB-PI).


Feriadão registra mortes violentas em Curitiba. No Estado, dobra número de mortes no trânsito

9 de setembro de 2010

Neste feriado prolongado de Sete de Setembro, vítimas de violência e do trânsito, aumentaram as estatísticas no Instituto Médico Legal. Entre as 18 horas de sexta-feira (3) até às 6 horas de hoje, foram registradas 63 mortes violentas em Curitiba. Foram 28 assassinatos e 15 pessoas morreram no trânsito da Capital ou em cidades da Região Metropolitana. No Estado, nas rodovias foram as vilãs, com o aumento de 100% no número de mortes. Ao todo, 38 pessoas morreram nas estradas estaduais e federais, contra 19 mortes ocorridas no ano passado. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual e Federal, 21 pessoas perderam a vida em estradas estaduais e 17 nas federais. Foram registrados 609 acidentes que resultaram em 443 feridos, além de 5.163 autuações. A Polícia Rodoviária Federal divulgou que 51 pessoas foram multadas e presas em flagrante depois de apresentarem, em bafômetro, teor de álcool acima do permitido.


Requião se ofende com Barros, mas juiz nega direito de resposta

9 de setembro de 2010

Requião se ofende com Barros, mas juiz nega direito de resposta
Ora, ora… O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, se sentiu ofendido com as críticas do também candidato ao Senado pelo PP, Ricardo Barros, no horário eleitoral no rádio e na televisão. Barros falou que a segurança pública no Estado é precária; que faltou aplicação de recursos na área da saúde; que não houve queda no valor cobrado nas tarifas de pedágio, conforme havia sido prometido; e ausência de investimentos produtivos. O ex-governador recorreu à Justiça alegando que Barros o difamou no horário eleitoral. Mas, o juiz Nicolau Konkel Júnior, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) avaliou que as críticas fazem parte do jogo político e do debate eleitoral, ao negar pedido de direito de resposta a Roberto Requião. Para o juiz, as críticas foram por causa da a atuação política de Requião, “inerente ao jogo político e ao debate eleitoral.A propaganda impugnada buscou transmitir ao eleitor que o candidato Ricardo Barros é a melhor opção, apresentado-o como candidato ‘a favor da ação política eficiente’ , ‘capaz de enfrentar a criminalidade, de se opor ao tráfico de drogas’, educado e respeitoso”.
Ora, ora… O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, se sentiu ofendido com as críticas do também candidato ao Senado pelo PP, Ricardo Barros, no horário eleitoral no rádio e na televisão. Barros falou que a segurança pública no Estado é precária; que faltou aplicação de recursos na área da saúde; que não houve queda no valor cobrado nas tarifas de pedágio, conforme havia sido prometido; e ausência de investimentos produtivos. O ex-governador recorreu à Justiça alegando que Barros o difamou no horário eleitoral. Mas, o juiz Nicolau Konkel Júnior, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) avaliou que as críticas fazem parte do jogo político e do debate eleitoral, ao negar pedido de direito de resposta a Roberto Requião. Para o juiz, as críticas foram por causa da a atuação política de Requião, “inerente ao jogo político e ao debate eleitoral.A propaganda impugnada buscou transmitir ao eleitor que o candidato Ricardo Barros é a melhor opção, apresentado-o como candidato ‘a favor da ação política eficiente’ , ‘capaz de enfrentar a criminalidade, de se opor ao tráfico de drogas’, educado e respeitoso”.


Deputados querem CPI para investigar Receita Federal

9 de setembro de 2010

Deputados querem CPI para investigar Receita Federal
Primeiro foi o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que anunciou que está recolhendo assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista da Receita Federal – com a participação de deputados e senadores – agora, também, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) informou hoje que vai propor a formação de uma CPI na Câmara dos Deputados para investigar a quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB. Segundo a Agência Estado, Jungmann diz já ter começado a recolher as assinaturas. “O Congresso está disperso agora por conta do recesso, mas vamos conseguir aprová-la, sem sombra de dúvidas. Vou começar a coleta de assinaturas. Essa é uma questão democrática, a proteção do sigilo dos dados tem base na Constituição”, disse o parlamentar, por meio de sua assessoria. Segundo Jungmann, a participação do Congresso Nacional nas investigações é importante porque, segundo ele, as apurações feitas até o momento não são ‘satisfatórias’. “A Receita Federal está escondendo dados e informações, mentindo. Como vamos fazer? Confiar isso à Polícia Federal (PF) do Executivo? Não. Isso não é mais um problema só de José Serra, mas um problema de milhões de brasileiros que recolhem impostos”, completou. Para o PSDB, a campanha de Dilma Rousseff, candidata à Presidência pelo PT, pode ter se valido de informações da Receita para atingir interesses políticos. “Se realmente essa vontade existe, que o PT subscreva essa CPI para apurarmos da maneira mais ágil tudo o que está acontecendo na Receita”, afirmou o deputado Carlos Sampaio, autor do pedido de CPI mista. “Não existe instrumento mais ágil do que uma CPI”, completou ele, que encaminhou cópia do requerimento para os presidentes dos partidos de oposição coletarem as assinaturas dos congressistas. No entanto, o senador Alvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado, ressaltou que, com o Congresso esvaziado pelo recesso branco, seria muito difícil conseguir as assinaturas necessárias para instalar a comissão. “O caso justifica uma CPI, mas o momento a inviabiliza. Será difícil conseguir as assinaturas e o governo a abafaria com facilidade”, disse.

Jungmann quer CPI para investigar Receita Federal

Jungmann quer CPI para investigar Receita Federal

Primeiro foi o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que anunciou que está recolhendo assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista da Receita Federal – com a participação de deputados e senadores – agora, também, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) informou hoje que vai propor a formação de uma CPI na Câmara dos Deputados para investigar a quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB. Segundo a Agência Estado, Jungmann diz já ter começado a recolher as assinaturas. “O Congresso está disperso agora por conta do recesso, mas vamos conseguir aprová-la, sem sombra de dúvidas. Vou começar a coleta de assinaturas. Essa é uma questão democrática, a proteção do sigilo dos dados tem base na Constituição”, disse o parlamentar, por meio de sua assessoria. Segundo Jungmann, a participação do Congresso Nacional nas investigações é importante porque, segundo ele, as apurações feitas até o momento não são ‘satisfatórias’. “A Receita Federal está escondendo dados e informações, mentindo. Como vamos fazer? Confiar isso à Polícia Federal (PF) do Executivo? Não. Isso não é mais um problema só de José Serra, mas um problema de milhões de brasileiros que recolhem impostos”, completou. Para o PSDB, a campanha de Dilma Rousseff, candidata à Presidência pelo PT, pode ter se valido de informações da Receita para atingir interesses políticos. “Se realmente essa vontade existe, que o PT subscreva essa CPI para apurarmos da maneira mais ágil tudo o que está acontecendo na Receita”, afirmou o deputado Carlos Sampaio, autor do pedido de CPI mista. “Não existe instrumento mais ágil do que uma CPI”, completou ele, que encaminhou cópia do requerimento para os presidentes dos partidos de oposição coletarem as assinaturas dos congressistas. No entanto, o senador Alvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado, ressaltou que, com o Congresso esvaziado pelo recesso branco, seria muito difícil conseguir as assinaturas necessárias para instalar a comissão. “O caso justifica uma CPI, mas o momento a inviabiliza. Será difícil conseguir as assinaturas e o governo a abafaria com facilidade”, disse.


E… Continua apanhando

9 de setembro de 2010

E… Continua apanhando
O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, não aprende, mesmo! E, por sua língua ferina e sem controle, continua apanhando. Nesta eleição, já foram duas vezes. A primeira em julho, durante encontro em Campo Mourão, onde o presidente do PPS, Rubens Bueno reagiu a ofensas do ex-governador, acertando um soco no rosto de Requião. Agora, segunda-feira (6), Roberto Requião levou outro safanão, por ter chamado o governador Orlando Pessuti (PMDB), de ladrão. Segundo consta, Requião estava no restaurante Buffet de Leste, na Praia de Leste, em Pontal do Paraná, quando foi provocar o diretor comercial do Porto de Paranaguá, João Batista Lopes do Santos, o João Feio. Requião deixou a mesa onde estava e foi até onde João Feio estava e provocou: “O meu ex-vice-governador será preso, porque Pessuti é ladrão”. Não deu outra. João Feio reagiu e respondeu que ladrão é o irmão de Requião, Eduardo Requião, que ocupou a superintendência do Porto de Paranaguá, e concluiu o acerto de contas dando dois tapas no rosto de Requião. A coisa só não ficou mais feia por causa do pessoal do “deixa disso”, como José Maria Correia que segurou João Feio que já havia pego uma garrafa e partia para cima de Requião. A confusão foi presenciada por cerca de 600 pessoas. Somente no Twitter o ex-governador se refez e reagiu: “violência desnecessária é recurso dos fracos” e disse que prefere a força moral. Ontem, o governador Orlando Pessuti comentou o entrevero no litoral paranaense, em entrevista à rádio CBN: “Nunca tinha sido razão de briga nem entre as meninas do colégio. Agora que atingi minha juventude de 57 anos fui motivo de uma desavença entre dois grandes amigos meus. Nestes últimos 27 anos, o João foi um dos principais cabos eleitorais do Requião”, disse, lembrando que João Feio é seu assessor desde 1983, quando foi eleito para a Assembleia Legislativa. Sobre Requião, Pessuti disse que o comportamento dele não mudou. “As pessoas não estão mais suportando a insistência com que ele faz acusações. Algumas pessoas sempre tomarão essa atitude de reagir fisicamente. Procuro reagir conduzindo cada vez melhor o Governo do Paraná. Sou uma pessoa da paz”, disse.

O temperamento provocativo do ex-governador Roberto Requião tem causado revolta em desafetos

O temperamento provocativo do ex-governador Roberto Requião tem causado revolta em desafetos

O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, não aprende, mesmo! E, por sua língua ferina e sem controle, continua apanhando. Nesta eleição, já foram duas vezes. A primeira em julho, durante encontro em Campo Mourão, onde o presidente do PPS, Rubens Bueno reagiu a ofensas do ex-governador, acertando um soco no rosto de Requião. Agora, segunda-feira (6), Roberto Requião levou outro safanão, por ter chamado o governador Orlando Pessuti (PMDB), de ladrão. Segundo consta, Requião estava no restaurante Buffet de Leste, na Praia de Leste, em Pontal do Paraná, quando foi provocar o diretor comercial do Porto de Paranaguá, João Batista Lopes do Santos, o João Feio. Requião deixou a mesa onde estava e foi até onde João Feio estava e provocou: “O meu ex-vice-governador será preso, porque Pessuti é ladrão”. Não deu outra. João Feio reagiu e respondeu que ladrão é o irmão de Requião, Eduardo Requião, que ocupou a superintendência do Porto de Paranaguá, e concluiu o acerto de contas dando dois tapas no rosto de Requião. A coisa só não ficou mais feia por causa do pessoal do “deixa disso”, como José Maria Correia que segurou João Feio que já havia pego uma garrafa e partia para cima de Requião. A confusão foi presenciada por cerca de 600 pessoas. Somente no Twitter o ex-governador se refez e reagiu: “violência desnecessária é recurso dos fracos” e disse que prefere a força moral. Ontem, o governador Orlando Pessuti comentou o entrevero no litoral paranaense, em entrevista à rádio CBN: “Nunca tinha sido razão de briga nem entre as meninas do colégio. Agora que atingi minha juventude de 57 anos fui motivo de uma desavença entre dois grandes amigos meus. Nestes últimos 27 anos, o João foi um dos principais cabos eleitorais do Requião”, disse, lembrando que João Feio é seu assessor desde 1983, quando foi eleito para a Assembleia Legislativa. Sobre Requião, Pessuti disse que o comportamento dele não mudou. “As pessoas não estão mais suportando a insistência com que ele faz acusações. Algumas pessoas sempre tomarão essa atitude de reagir fisicamente. Procuro reagir conduzindo cada vez melhor o Governo do Paraná. Sou uma pessoa da paz”, disse.


Comitê de Beto Richa é assaltado. Em Foz do Iguaçu, comitê de Reni Pereira sofre tentativa de assalto. Tudo num mesmo dia

4 de setembro de 2010

Comitê de Beto Richa é assaltado. Em Foz do Iguaçu, comitê de Reni Pereira sofre tentativa de assalto. Tudo num mesmo dia
Hoje pela manhã, o comitê de mobilização do tucano Beto Richa, candidato ao Governo do Paraná, foi assaltado por cinco homens armados. No local, na Rua Comendador Fontana, no Alto da Glória, em Curitiba, havia cerca de 60 pessoas, considerado pouca gente, porque, em dias normais, é comum ter entre 120 e 150 pessoas circulando. Os homens entraram no prédio e, ameaçando com revólver, mandaram que as pessoas deitassem no chão. Interessante é que não lavaram nada referente à campanha. O prejuízo ficou apenas para os funcionários, que ficaram sem os celulares e dinheiro. Antes de sair, os homens deram dois tiros para amedrontar as pessoas. Chamou a atenção de pessoas que trabalham no local, que operação parecida aconteceu em Foz do Iguaçu, onde o comitê do deputado Reni Pereira (PSB) também sofreu tentativa de assalto. “Coincidências não existem, principalmente em política. Na minha opinião, isso foi coisa orquestrada, para amedrontar… Mas, se foi isso, perderam o tempo deles, porque continuamos cada vez mais firmes na campanha, que vai muito bem”, disse um correligionário de Richa.

Hoje pela manhã, o comitê de mobilização do tucano Beto Richa, candidato ao Governo do Paraná, foi assaltado por cinco homens armados. No local, na Rua Comendador Fontana, no Alto da Glória, em Curitiba, havia cerca de 60 pessoas, considerado pouca gente, porque, em dias normais, é comum ter entre 120 e 150 pessoas circulando. Os homens entraram no prédio e, ameaçando com revólver, mandaram que as pessoas deitassem no chão. Interessante é que não lavaram nada referente à campanha. O prejuízo ficou apenas para os funcionários, que ficaram sem os celulares e dinheiro. Antes de sair, os homens deram dois tiros para amedrontar as pessoas. Chamou a atenção de pessoas que trabalham no local, que operação parecida aconteceu em Foz do Iguaçu, onde o comitê do deputado Reni Pereira (PSB) sofreu tentativa de assalto, também hoje. “Coincidências não existem, principalmente em política. Na minha opinião, isso foi coisa orquestrada, para amedrontar… Mas, se foi isso, perderam o tempo deles, porque continuamos cada vez mais firmes na campanha, que vai muito bem”, disse um correligionário de Richa.