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Poucos confrontos diretos entre Beto e Osmar no debate de ontem na RICTV

Poucos confrontos diretos entre Beto e Osmar no debate de ontem na RICTV
Pelas alfinetadas em entrevistas pessoais esperava-se que o debate de ontem na RICTV Record, entre os candidatos ao Governo do Paraná, fosse mais quente. Participaram além de Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT), os candidatos Luiz Felipe Bergmann (PSOL) e Paulo Salamuni (PV). Talvez o formato do programa tenha engessado o debate e os principais candidatos, Beto Richa e Osmar Dias tiveram poucos confrontos diretos, neste que foi o terceiro debate na televisão entre os candidatos à sucessão do governo paranaense. “Estou confiante para o debate, pois estou à frente em todas as pesquisas. Fazemos uma campanha limpa e propositiva contra um adversário que joga de forma suja e rasteira querendo desconstruir minha imagem e minha honra com boatos. Se houver ataques hoje, não ficarão sem respostas”, disse Beto Richa, momentos antes do debate, sinalizando para um programa quente, mas não foi assim. O que se viu foi muita troca velada de críticas e provocações entre tucano e pedetista. “Vamos manter uma campanha limpa e propositiva, ao contrário do adversário, que prefere ataques em ato de desespero para ser governador do Paraná a qualquer custo. Eu estou do mesmo lado, quem mudou de lado foi ele, que optou por se unir ao adversário”, atirou Beto, acrescentando que o foco da campanha, a partir de agora, será na população da grande Curitiba. “Vamos manter o mesmo ritmo acelerado até o dia 3 de outubro, dedicando mais tempo a Curitiba e Região Metropolitana”, disse. Mas, do outro lado, Dias também soube ser ácido, garantindo que vai continuar mantendo mesma linha que, segundo ele, está dando certo até agora, “enquanto a imagem de bom moço do meu adversário se acaba em uma noite. A campanha está ganhando corpo e força pelas nossas propostas e pelo time que temos: Lula, Dilma, Gleisi e Requião”. Dias disse ainda que a vinda de Lula e Dilma na quarta-feira, “vai confirmar o apoio a um projeto que esta dando certo no Brasil e dará certo no Paraná. Continuaremos trabalhando com afinco e humildade até o dia 3 de outubro”.
RIC fez debate entre os quatro principais candidatos ao Governo do Paraná (Foto:Daniel Castellano / Agência de Notícias da Gazeta do Povo)

Debate na RIC, ontem, entre os quatro principais candidatos ao Governo do Paraná (Foto:Daniel Castellano / Agência de Notícias da Gazeta do Povo)

Pelas alfinetadas em entrevistas pessoais esperava-se que o debate de ontem na RICTV Record, entre os candidatos ao Governo do Paraná, fosse mais quente. Participaram além de Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT), os candidatos Luiz Felipe Bergmann (PSOL) e Paulo Salamuni (PV). Talvez o formato do programa tenha engessado o debate e os principais candidatos, Beto Richa e Osmar Dias tiveram poucos confrontos diretos, neste que foi o terceiro debate na televisão entre os candidatos à sucessão do governo paranaense. “Estou confiante para o debate, pois estou à frente em todas as pesquisas. Fazemos uma campanha limpa e propositiva contra um adversário que joga de forma suja e rasteira querendo desconstruir minha imagem e minha honra com boatos. Se houver ataques hoje, não ficarão sem respostas”, disse Beto Richa, momentos antes do debate, sinalizando para um programa quente, mas não foi assim. O que se viu foi muita troca velada de críticas e provocações entre tucano e pedetista. “Vamos manter uma campanha limpa e propositiva, ao contrário do adversário, que prefere ataques em ato de desespero para ser governador do Paraná a qualquer custo. Eu estou do mesmo lado, quem mudou de lado foi ele, que optou por se unir ao adversário”, atirou Beto, acrescentando que o foco da campanha, a partir de agora, será na população da grande Curitiba. “Vamos manter o mesmo ritmo acelerado até o dia 3 de outubro, dedicando mais tempo a Curitiba e Região Metropolitana”, disse. Mas, do outro lado, Dias também soube ser ácido, garantindo que vai continuar mantendo mesma linha que, segundo ele, está dando certo até agora, “enquanto a imagem de bom moço do meu adversário se acaba em uma noite. A campanha está ganhando corpo e força pelas nossas propostas e pelo time que temos: Lula, Dilma, Gleisi e Requião”. Dias disse ainda que a vinda de Lula e Dilma na quarta-feira, “vai confirmar o apoio a um projeto que esta dando certo no Brasil e dará certo no Paraná. Continuaremos trabalhando com afinco e humildade até o dia 3 de outubro”.

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Por que ser candidato a governador?

Por que ser candidato a governador?
Na abertura do debate os candidatos se manifestaram sobre os motivos que os levaram a ser candidato ao Governo do Estado. Paulo Salamuni (PV) repetiu frase “a menor distância entre dois pontos é uma linha reta” e que a sua candidatura representa uma “resignificação” do Estado. Beto disse que pretende ser governador “para defender um projeto de interesse de todos os paranaenses”, afirmando que implantará no Estado o mesmo modelo de gestão que adotou em Curitiba. Osmar, por sua vez, agradeceu “a todos que deram uma pegada na campanha” e disse que os projetos do Governo Lula serão mantidos em seu governo e afirmou estar preparado, pela experiência de mais de 30 anos, para governar o Paraná. O candidato do PSOL, Luiz Felipe Bergmann, disse que a partir hoje denunciará uma grande farsa sobre as pesquisas eleitorais e voltou a chamar os dois principais candidatos ao pleito de “playboy e cowboy”.

Na abertura do debate de ontem, na RIC, os candidatos se manifestaram sobre os motivos que os levaram a ser candidato ao Governo do Estado. Paulo Salamuni (PV) repetiu frase “a menor distância entre dois pontos é uma linha reta” e que a sua candidatura representa uma “resignificação” do Estado. Beto disse que pretende ser governador “para defender um projeto de interesse de todos os paranaenses”, afirmando que implantará no Estado o mesmo modelo de gestão que adotou em Curitiba. Osmar, por sua vez, agradeceu “a todos que deram uma pegada na campanha” e disse que os projetos do Governo Lula serão mantidos em seu governo e afirmou estar preparado, pela experiência de mais de 30 anos, para governar o Paraná. O candidato do PSOL, Luiz Felipe Bergmann, disse que a partir hoje denunciará uma grande farsa sobre as pesquisas eleitorais e voltou a chamar os dois principais candidatos ao pleito de “playboy e cowboy”.

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Confrontos diretos entre Beto e Osmar

Confrontos diretos entre Beto e Osmar
No primeiro confronto entre Beto e Osmar, ontem na RIC, o tema sorteado foi “Emprego”. Richa disse que as empresas locais receberão apoio e que aumentará o limite de isenção das micro empresas, além de investir na educação em tempo integral e na infra-estrutura. Osmar replicou dizendo que o PSDB proibiu o ensino profissionalizante e que Lula o reimplantou. Omar, então, afirmou que todos os municípios com mais de 50 mil habitantes terão escolas técnicas. Beto partiu para o ataque, afirmando que Osmar “tentou enfiar a mão no bolso do trabalhador” quando votou pelo fim da multa dos 40% do FGTS para as demissões sem justa causa. Quando Salamuni perguntou ao senador se ele é favor ou contra o Código Florestal Brasileiro, Osmar usou o tempo para se defender e dizer que reconheceu seu erro envolvendo a questão da multa do FGTS, alegando que retirou o projeto em questão e atacou o problema do lixo da Caximba, afirmando que fará a despoluição do Rio Iguaçu. “Contrabando” foi o segundo tema que colocou Beto e Osmar frente a frente de novo: O tucano disse que trabalhará nas fronteiras, fazendo boas parcerias, principalmente com o Governo Federal e lembrou que “promessa com o Governo Federal já havia e nem por isso o governador antigo conseguiu. Não basta ser amigo”.
Osmar rebateu dizendo que a parceria com o Governo Federal ajuda muito e que criará o Batalhão de Fronteira “com pelo menos 300 homens para a polícia de fronteira, impedindo o acesso de drogas e armas”.
Beto Richa e Osmar Dias em confronto direto no debate

Beto Richa e Osmar Dias em confronto direto no debate

No primeiro confronto entre Beto e Osmar, ontem na RIC, o tema sorteado foi “Emprego”. Richa disse que as empresas locais receberão apoio e que aumentará o limite de isenção das micro empresas, além de investir na educação em tempo integral e na infra-estrutura. Osmar replicou dizendo que o PSDB proibiu o ensino profissionalizante e que Lula o reimplantou. Omar, então, afirmou que todos os municípios com mais de 50 mil habitantes terão escolas técnicas. Beto partiu para o ataque, afirmando que Osmar “tentou enfiar a mão no bolso do trabalhador” quando votou pelo fim da multa dos 40% do FGTS para as demissões sem justa causa. Quando Salamuni perguntou ao senador se ele é favor ou contra o Código Florestal Brasileiro, Osmar usou o tempo para se defender e dizer que reconheceu seu erro envolvendo a questão da multa do FGTS, alegando que retirou o projeto em questão e atacou o problema do lixo da Caximba, afirmando que fará a despoluição do Rio Iguaçu. “Contrabando” foi o segundo tema que colocou Beto e Osmar frente a frente de novo: O tucano disse que trabalhará nas fronteiras, fazendo boas parcerias, principalmente com o Governo Federal e lembrou que “promessa com o Governo Federal já havia e nem por isso o governador antigo conseguiu. Não basta ser amigo”. Osmar rebateu dizendo que a parceria com o Governo Federal ajuda muito e que criará o Batalhão de Fronteira “com pelo menos 300 homens para a polícia de fronteira, impedindo o acesso de drogas e armas”.

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Considerações finais

Considerações finais
Nas considerações finais, Osmar disse que sua candidatura representa a continuação dos programas sociais e o incentivo para as indústrias. Citou que o Bolsa Família, atualmente atendendo 480 mil famílias paranaenses, saltará para 550 mil. Disse que serão 100 mil casas construídas no programa Minha Casa, Minha Vida, que manterá o Luz Fraterna e a tarifa social da água e encerrou repetindo que “o Brasil melhorou com Lula e o Paraná vai melhorar”. Bergmann, por sua vez, disse que conhece o Paraná das minorias, dos sem terra, das vítimas do trabalho e daqueles que lutam pelo socialismo e encerrou dizendo que tem orgulho do candidato do PSOL à presidência da República Plínio de Arruda Sampaio e de sua história. Beto Richa, então, afirmou que implantará no Estado um modelo de gestão testado e aprovado em Curitiba. Disse que o Paraná sofre com a falta de investimentos na saúde pública e na segurança. Ressaltou que manterá os programas aprovados pela população e concluiu dizendo que a sua “candidatura representa a mudança e a outra representa o continuísmo”. E o último a falar foi Salamunim que disse que o PV é um partido coerente na defesa do senso de justiça e não quer uma eleição entre o presente e o passado, afirmando que “entre um e outro ficamos com o futuro, Marina Silva”.
Nas considerações finais, Osmar disse que sua candidatura representa a continuação dos programas sociais e o incentivo para as indústrias. Citou que o Bolsa Família, atualmente atendendo 480 mil famílias paranaenses, saltará para 550 mil. Disse que serão 100 mil casas construídas no programa Minha Casa, Minha Vida, que manterá o Luz Fraterna e a tarifa social da água e encerrou repetindo que “o Brasil melhorou com Lula e o Paraná vai melhorar”. Bergmann, por sua vez, disse que conhece o Paraná das minorias, dos sem terra, das vítimas do trabalho e daqueles que lutam pelo socialismo e encerrou dizendo que tem orgulho do candidato do PSOL à presidência da República Plínio de Arruda Sampaio e de sua história. Beto Richa, então, afirmou que implantará no Estado um modelo de gestão testado e aprovado em Curitiba. Disse que o Paraná sofre com a falta de investimentos na saúde pública e na segurança. Ressaltou que manterá os programas aprovados pela população e concluiu dizendo que a sua “candidatura representa a mudança e a outra representa o continuísmo”. E o último a falar foi Salamunim que disse que o PV é um partido coerente na defesa do senso de justiça e não quer uma eleição entre o presente e o passado, afirmando que “entre um e outro ficamos com o futuro, Marina Silva”.
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Cresce adesões ao TAC com montadoras

Mais representantes do Ministério Público brasileiro aderiram ao termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado em 30 de agosto entre o MP e as montadoras e importadoras de veículos que atuam no país para regulamentar a publicidade do setor, com o objetivo de garantir informações claras aos consumidores brasileiros. Até então, já haviam assinado o documento os Ministérios Públicos do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Amapá e Rio Grande do Norte. Agora também são signatários do acordo os MPs de Goiás, Bahia, Maranhão, Acre, Ceará, Alagoas, Roraima, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraíba. As determinações do acordo começam a valer em 30 de outubro. Os novos MPs a aderirem ao termo assinaram o acordo durante o X Congresso Nacional do Ministério Público do Consumidor, evento realizado no dia 17 de setembro, em Goiânia (GO). O TAC foi elaborado em conjunto pelos MPs e representantes das empresas durante os últimos meses, em diversas reuniões realizadas na sede do MP-PR, com transmissão direta na internet. O texto também recebeu sugestões da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON). Os responsáveis pelo termo no Ministério Público do Paraná são o procurador de Justiça Ciro Expedito Scheraiber e os promotores de Justiça Maximiliano Ribeiro Deliberador e Cristina Corso Ruaro. Segundo Maximiliano, até o final desta semana mais MPs devem aderir ao acordo, que já tem a adesão de todo o segmento de montadoras e importadoras que atuam no país. Entre os principais pontos contemplados pelo acordo está a questão da normatização do tamanho das letras usadas nos anúncios publicitários, bem como a obrigação de que os preços apresentados se refiram aos veículos exibidos, sem “surpresas” para o consumidor no momento da compra.

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Mais pesquisas de intenção de voto no forno…

Até o final de semana serão divulgados os resultados de mais duas pesquisas  de intenção de voto para o Governo do Paraná. Na verdade, deveriam ser três pesquisas: Datafolha, Vox Populi e Ibope. Mas, a Justiça Eleitoral vetou a pesquisa Vox Populi atendendo pedido de impugnação da colicação Novo Paraná, do candidato Beto Richa (PSDB) e estabeleceu multa de R$ 80 mim em caso de desobediência. O vox Populi tinha começado a pesquisa no sábado e terminaria amanhã. A pesquisa Datafolha, que foi contratada pelo jornal Folha de S. Paulo, começa a coleta de dados amanhã (21) até quarta-feira (23) e pretende entrevistar 1.340 eleitores. Já o Ibope, contratado pela RPCTV/Gazeta do Povo, vai ouvir 1.512 eleitores entre hoje e quinta-feira.

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Beto Richa é sabatinado por jornalistas da Gazeta do Povo

Beto Richa, candidato do PSDB ao Governo do Paraná (Foto: Jonathan Campos - Agência de Notícias Gazeta do Povo)

Beto Richa, candidato do PSDB ao Governo do Paraná (Foto: Jonathan Campos - Agência de Notícias Gazeta do Povo)

O candidato ao Governo do Estado pelo PSDB, Beto Richa, participou, hoje de manhã, da segunda rodada de sabatinas promovidas pela Gazeta do Povo. Durante a entrevista, Beto fez críticas diretas e indiretas aos adversários. Criticou Osmar em relação a demora da definição pela candidatura. Segundo o tucano, o pedetista o procurou várias vezes para tentar fechar uma coligação. O acordo previa que Beto seria o candidato ao Governo e Osmar disputaria o Senado. No entanto, o pedetista nunca fechou oficialmente a união. Disse também que é um candidato com experiência no Executivo e não só no Legislativo, dando a entender que Osmar Dias está no segundo mandato de senador, cargo Legislativo, mas nunca foi eleito para um mandato no Executivo. Sobre suas propostas, Beto falou sobre o compromisso da compra de quatro ou cinco helicópteros para o atendimento médico de emergência no Estado. Segundo ele, as aeronaves estarão estrategicamente posicionadas em regiões pólos do Paraná. “Este sistema funciona em vários estados. Não é algo fictício como meu adversário quer fazer parecer”, afirmou. Além disso, na área de segurança pública, Richa promete contratar 5 mil agentes para ampliar o efetivo da polícia. Também pretende reativar os módulos policiais. Ele também pretende fazer parceria com governo federal para barrar a entrada de armas e drogas no país pela fronteira. Ele defendeu, ainda, o enxugamento da máquina pública do Governo do Estado, afirmando que não tem um plano de demissão voluntária, mas que pretende cortar cargos comissionados. Sobre a direção das empresas públicas como a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), a Sanepar e Copel, Beto afirmou que os cargos serão ocupados por técnicos e não serão nomeações políticas. Beto foi questionado sobre a demora na conclusão dos processos de licitação do sistema de transporte de coletivo de Curitiba, das funerárias e do aterro da Caximba. O candidato afirmou que a lentidão é resultado de uma guerra jurídica promovida pelas empresas participantes. “As empresas formaram um corpo jurídico muito forte que promove uma guerra jurídica e atrasa as licitações”, disse. Sobre o aterro da Caximba, Richa afirmou que a obra não está abandonada, já que o município está realizando ações para ampliar a vida útil. “A obra vai sair. E pode escrever aí que será o melhor exemplo do Brasil”, afirmou. O tucano disse que o afastamento da mesa diretora da Assembleia Legislativa, em razão das denúncias de corrupção feitas pela RPCTV e Gazeta do Povo, não surtiria efeito. Para Richa, com o afastamento da mesa assumiria o vice ou outro parlamentar que poderia também estar envolvido nas denúncias. Para o candidato, a Justiça neste caso deve ser feita no dia 3 de outubro pelo eleitor nas urnas. Amanhã será a vez do senador Osmar Dias (PDT) participar da sabatina.

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Candidatos não podem ser presos

Desde sábado até o próximo dia 3, dia das eleições, candidatos a cargos eletivos, membros de mesas receptoras e fiscais de partidos não poderão ser detidos nem presos, a não ser em caso de flagrante. A determinação está prevista na Lei Eleitoral e vale para os 15 dias que antecedem o pleito. Essa garantia (de não poder prender) também se estende aos eleitores, conforme a legislação, mas no período entre 28 de setembro e 5 de outubro. Assim, desde cinco dias antes, até 48 horas depois das eleições, nenhum eleitor poderá ser detido nem preso, com exceção dos casos de flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou desrespeito a salvo-conduto. O Código Eleitoral  também assegura que o juiz eleitoral ou o presidente da mesa receptora de votos tem competência para expedir a salvaguarda em favor de eleitor que sofrer qualquer tipo de violência na sua liberdade de votar ou pelo fato de já haver votado. Quem desrespeitar essa garantia pode ser preso por até cinco dias.

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RICTV Record Curitiba faz debate, hoje, entre candidatos ao Governo do Estado

RICTV Record promove debate entre candidatos ao Governo do Paraná

Hoje, a partir das 23 horas, os candidatos ao Governo do Paraná – Beto Richa (PSDB), Luiz Felipe Bergmann (PSOL), Osmar Dias (PDT) e Paulo Salamuni (PV) – se encontram no debate promovido pela RICTV Record Curitiba. O debate será mediado pela jornalista Alessandra Consoli e terá duração de duas horas, distribuídos em cinco blocos. No primeiro, todos os candidatos respondem a uma pergunta feita pela produção da RIC. Nos segundo, terceiro e quarto blocos, serão sorteadas perguntas temáticas onde todos os candidatos perguntam e respondem a todos. O quinto e último bloco está reservado para as considerações finais, e cada candidato terá dois minutos para falar. A Rua Amauri Lange Silvério, em frente à emissora, será bloqueada totalmente a partir das 20 horas, e só será permitida a entrada de pessoas com credencial. Agentes da Diretoria de Trânsito (Diretran) estarão no local para orientar os motoristas. Por isso, os candidatos passaram a tarde se preparando.

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Acordo para fortalecer programas de reinserção social de presos

CNJ e MP firmam acordo apra reinserção de presos

CNJ e MP firmam acordo apra reinserção de presos

Amanhã, em Curitiba, o Ministério Público do Paraná vai assinar termo de cooperação técnica com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para potencializar as ações dos projetos “Começar de Novo”, do CNJ, e “Construindo a Esperança”, do MP-PR. A primeira iniciativa é direcionada a egressos dos sistema penitenciário, com foco na reinserção ao mercado de  trabalho; a segunda, também com ações de formação pessoal e profissional, é voltada à pessoa que ainda encontra-se cumprindo pena. No Paraná, há hoje cerca de 30 mil presos – 15 mil nas cadeias públicas, aguardando julgamento, e 15 mil nas penitenciárias, já em cumprimento de pena. O MP-PR, através do programa “Construindo a Esperança”, busca a capacitação e profissionalização dessas pessoas, para que, quando ganhem a liberdade, consigam se reintegrar à sociedade, sobretudo ao mercado de trabalho. De acordo com a promotora de Justiça Maria Esperia Costa Moura, coordenadora do programa “Construindo a Esperança”, atualmente no Paraná cerca de 80 empresas têm oferecido oportunidades para presos e egressos do sistema penitenciário, com resultados, segundo depoimento de seus representantes, bastante animadores. Além dos empregadores, ela aponta como fundamental nesse processo de reinserção social o trabalho de instituições que oferecem cursos de capacitação gratuitos ou a baixos custos, como a Escola Profissional Maria Ruth Junqueira, que oferece gratuitamente cursos de formação profissional de alta qualidade, acolhendo egressos e cumpridores de penas e medidas alternativas entre seus alunos regulares. Há ainda o Programa Girassol, parceria entre o MP-PR e a Secretaria de Estado da Educação que tem permitido que cumpridores de penas e medidas alternativas retomem seus estudos na modalidade de educação de jovens e adultos, sem nenhum custo e estudando em casa nas horas de folga. O acordo será firmado na sede do MP-PR, na Rua Marechal Hermes, 751, Centro Cívico, às 14h30, pelo procurador-geral de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto e pelo juiz auxiliar da presidência do Conselho, Luciano Losekann, que é o coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do CNJ.

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