Já foi dito aqui que o presidente Lula faz festa com chapéu alheio. Pois bem. Agora os resultados disso começam a aparecer. O pacote de bondades, para aparecer bem na fita, de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, materiais de construção, linha branca e móveis, teve resultado devastador para os municípios brasileiros. A partir do ano que vem, os municípios deixarão de receber 12% a menos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O IPI é um dos principais elementos de formação do Fundo que é praticamente a única fonte de renda para cerca de 81% dos municípios brasileiros. Tomando por base o total repassado em outubro, nos cofres públicos de Curitiba, por exemplo, deixarão de entrar mais de R$ 1,2 milhão. Como o valor de repasse é definido pelo número de habitantes, para as cidades do porte de Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Cascavel, Guarapuava e Ponta Grossa, o impacto deve ser de R$ 1.769.921,76 a menos, ou seja, R$ 294.986,96 a menos para cada uma já no mês de janeiro. A estimativa da diretoria da União Brasileira de Municípios (UBAM) é que os municípios deixarão de receber cerca de R$ 700 milhões com essas novas reduções do IPI. As informações são do Jornal do Estado.
Pacote de bondades prejudica municípios
Já foi dito aqui que o presidente Lula faz festa com chapéu alheio. Pois bem. Agora os resultados disso começam a aparecer. O pacote de bondades, para aparecer bem na fita, de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, materiais de construção, linha branca e móveis, teve resultado devastador para os municípios brasileiros. A partir do ano que vem, os municípios deixarão de receber 12% a menos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O IPI é um dos principais elementos de formação do Fundo que é praticamente a única fonte de renda para cerca de 81% dos municípios brasileiros. Tomando por base o total repassado em outubro, nos cofres públicos de Curitiba, por exemplo, deixarão de entrar mais de R$ 1,2 milhão. Como o valor de repasse é definido pelo número de habitantes, para as cidades do porte de Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Cascavel, Guarapuava e Ponta Grossa, o impacto deve ser de R$ 1.769.921,76 a menos, ou seja, R$ 294.986,96 a menos para cada uma já no mês de janeiro. A estimativa da diretoria da União Brasileira de Municípios (UBAM) é que os municípios deixarão de receber cerca de R$ 700 milhões com essas novas reduções do IPI. As informações são do Jornal do Estado.
