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Novo piso salarial não agrada empresários

Novo piso salarial não agrada empresários
Querendo fazer bonito para a população, e em explícita campanha eleitoral, o governador Roberto Requião (PMDB) anunciou, no último dia 5, que vai mandar para a Assembleia Legislativa, um projeto de lei de reajuste o piso salarial regional, que varia entre 11,9% e 21,5%. A benesse, porém, não agradou todo mundo. Ontem, empresários paranaenses se manifestaram contra a proposta, em reunião na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). Lideranças empresariais disseram que o reajuste de até 21,5% no mínimo regional é irreal e prejudica a competitividade dos produtos paranaenses por conta do aumento nos custos. Com o projeto, o salário mínimo no Estado passaria a variar entre R$ 663,00 e R$ 765,00. As entidades empresariais, que reclamaram de não terem sido procuradas para discutir os percentuais, querem uma audiência com o governador e com os deputados “com o propósito de alertar sobre o risco que a medida representa”. “Não somos contrários ao reajuste do salário, mas defendemos um índice real, com base em estudos técnicos”, disse Amilton Stival, coordenador do Conselho de Relações do Trabalho da Fiep, que conduziu a reunião. Ele lembrou que a inflação no período, medida pelo INPC, foi de 4,18%, muito abaixo dos percentuais propostos pelo Governo. “Em nenhum momento fomos procurados para discutir o tema. A decisão foi unilateral”, afirmou.
Dinheiro não nasce em árvore

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Querendo fazer bonito para a população, e em explícita campanha eleitoral, o governador Roberto Requião (PMDB) anunciou, no último dia 5, que vai mandar para a Assembleia Legislativa, um projeto de lei de reajuste o piso salarial regional, que varia entre 11,9% e 21,5%. A benesse, porém, não agradou todo mundo. Ontem, empresários paranaenses se manifestaram contra a proposta, em reunião na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). Lideranças empresariais disseram que o reajuste de até 21,5% no mínimo regional é irreal e prejudica a competitividade dos produtos paranaenses por conta do aumento nos custos. Com o projeto, o salário mínimo no Estado passaria a variar entre R$ 663,00 e R$ 765,00. As entidades empresariais, que reclamaram de não terem sido procuradas para discutir os percentuais, querem uma audiência com o governador e com os deputados “com o propósito de alertar sobre o risco que a medida representa”. “Não somos contrários ao reajuste do salário, mas defendemos um índice real, com base em estudos técnicos”, disse Amilton Stival, coordenador do Conselho de Relações do Trabalho da Fiep, que conduziu a reunião. Ele lembrou que a inflação no período, medida pelo INPC, foi de 4,18%, muito abaixo dos percentuais propostos pelo Governo. “Em nenhum momento fomos procurados para discutir o tema. A decisão foi unilateral”, afirmou.

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