Indiferente as multas por descumprir decisão da Justiça Federal, que já beiram os R$ 700 mil, o governador Roberto Requião (PMDB) abriu, agora a pouco, a “Escolinha”, no Museu Oscar Niemayer (MON), criticando aqueles que pisam no seu calo. Contou que conseguiu, em Brasília, a renovação da concessão da TV Educativa. “A TV é um dique de resistência democrática no Brasil. Mas, a insistência por censurar a TV é terrível. Soube que existem mais reclamações contra a Educativa. Fico horrorizado. Querem impedir da liberdade”, resmungou, pregando a alteração da legislação e adivinhem para atingir a quem? Ministério Público, claro. “É preciso que a legislação seja alterada. Hoje, quando um promotor de Justiça ou um procurador é processado e condenado, quem paga é o Estado. O prejuízo pecuniário deve ser imposto sobre quem abusou e não sobre o conjunto do Estado. Como senador, fui um dos principais batalhadores das prerrogativas do Ministério Público. Admito que abusamos no oferecimento das prerrogativas. Temos que impor limite nisso”, disparou, sem se importar com as dívidas, resultantes das multas por atacar o Ministério Público, imprensa e adversários políticos, conforme decisão da Justiça Federal.
Embora as multas por descumprir decisão da Justiça Federal, que beiram os R$ 700 mil, o governador Roberto Requião (PMDB) abriu, agora a pouco, a “Escolinha”, no Museu Oscar Niemayer (MON), criticando aqueles que pisam no seu calo. Contou que conseguiu, em Brasília, a renovação da concessão da TV Educativa. “A TV é um dique de resistência democrática no Brasil. Mas, a insistência por censurar a TV é terrível. Soube que existem mais reclamações cona Educativa. Fico horrorizado. Querem impedir da liberdade”, resmungou, pregando a alteração da legislação e adivinhem para atingir a quem? Ministério Público, claro. “É preciso que a legislação seja alterada. Hoje, quando um promotor de Justiça ou um procurador é processado e condenado, quem paga é o Estado. O prejuízo pecuniário deve ser imposto sobre quem abusou e não sobre o conjunto do Estado. Como senador, fui um dos principais batalhadores das prerrogativas do Ministério Público. Admito que abusamos no oferecimento das prerrogativas. Temos que impor limite nisso”, disparou, sem se importar com as dívidas, resultantes das multas por atacar o Ministério Público, imprensa e adversários políticos, conforme decisão da Justiça Federal.
