E… Continua apanhando
O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, não aprende, mesmo! E, por sua língua ferina e sem controle, continua apanhando. Nesta eleição, já foram duas vezes. A primeira em julho, durante encontro em Campo Mourão, onde o presidente do PPS, Rubens Bueno reagiu a ofensas do ex-governador, acertando um soco no rosto de Requião. Agora, segunda-feira (6), Roberto Requião levou outro safanão, por ter chamado o governador Orlando Pessuti (PMDB), de ladrão. Segundo consta, Requião estava no restaurante Buffet de Leste, na Praia de Leste, em Pontal do Paraná, quando foi provocar o diretor comercial do Porto de Paranaguá, João Batista Lopes do Santos, o João Feio. Requião deixou a mesa onde estava e foi até onde João Feio estava e provocou: “O meu ex-vice-governador será preso, porque Pessuti é ladrão”. Não deu outra. João Feio reagiu e respondeu que ladrão é o irmão de Requião, Eduardo Requião, que ocupou a superintendência do Porto de Paranaguá, e concluiu o acerto de contas dando dois tapas no rosto de Requião. A coisa só não ficou mais feia por causa do pessoal do “deixa disso”, como José Maria Correia que segurou João Feio que já havia pego uma garrafa e partia para cima de Requião. A confusão foi presenciada por cerca de 600 pessoas. Somente no Twitter o ex-governador se refez e reagiu: “violência desnecessária é recurso dos fracos” e disse que prefere a força moral. Ontem, o governador Orlando Pessuti comentou o entrevero no litoral paranaense, em entrevista à rádio CBN: “Nunca tinha sido razão de briga nem entre as meninas do colégio. Agora que atingi minha juventude de 57 anos fui motivo de uma desavença entre dois grandes amigos meus. Nestes últimos 27 anos, o João foi um dos principais cabos eleitorais do Requião”, disse, lembrando que João Feio é seu assessor desde 1983, quando foi eleito para a Assembleia Legislativa. Sobre Requião, Pessuti disse que o comportamento dele não mudou. “As pessoas não estão mais suportando a insistência com que ele faz acusações. Algumas pessoas sempre tomarão essa atitude de reagir fisicamente. Procuro reagir conduzindo cada vez melhor o Governo do Paraná. Sou uma pessoa da paz”, disse.

O temperamento provocativo do ex-governador Roberto Requião tem causado revolta em desafetos
O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, não aprende, mesmo! E, por sua língua ferina e sem controle, continua apanhando. Nesta eleição, já foram duas vezes. A primeira em julho, durante encontro em Campo Mourão, onde o presidente do PPS, Rubens Bueno reagiu a ofensas do ex-governador, acertando um soco no rosto de Requião. Agora, segunda-feira (6), Roberto Requião levou outro safanão, por ter chamado o governador Orlando Pessuti (PMDB), de ladrão. Segundo consta, Requião estava no restaurante Buffet de Leste, na Praia de Leste, em Pontal do Paraná, quando foi provocar o diretor comercial do Porto de Paranaguá, João Batista Lopes do Santos, o João Feio. Requião deixou a mesa onde estava e foi até onde João Feio estava e provocou: “O meu ex-vice-governador será preso, porque Pessuti é ladrão”. Não deu outra. João Feio reagiu e respondeu que ladrão é o irmão de Requião, Eduardo Requião, que ocupou a superintendência do Porto de Paranaguá, e concluiu o acerto de contas dando dois tapas no rosto de Requião. A coisa só não ficou mais feia por causa do pessoal do “deixa disso”, como José Maria Correia que segurou João Feio que já havia pego uma garrafa e partia para cima de Requião. A confusão foi presenciada por cerca de 600 pessoas. Somente no Twitter o ex-governador se refez e reagiu: “violência desnecessária é recurso dos fracos” e disse que prefere a força moral. Ontem, o governador Orlando Pessuti comentou o entrevero no litoral paranaense, em entrevista à rádio CBN: “Nunca tinha sido razão de briga nem entre as meninas do colégio. Agora que atingi minha juventude de 57 anos fui motivo de uma desavença entre dois grandes amigos meus. Nestes últimos 27 anos, o João foi um dos principais cabos eleitorais do Requião”, disse, lembrando que João Feio é seu assessor desde 1983, quando foi eleito para a Assembleia Legislativa. Sobre Requião, Pessuti disse que o comportamento dele não mudou. “As pessoas não estão mais suportando a insistência com que ele faz acusações. Algumas pessoas sempre tomarão essa atitude de reagir fisicamente. Procuro reagir conduzindo cada vez melhor o Governo do Paraná. Sou uma pessoa da paz”, disse.