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Dívida do Paraná poderá ser solucionada nesta semana

Dívida do Paraná poderá ser solucionada nesta semana
Na abertura da “Escolinha” de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) fez uma avaliação da semana passada, que considera “puxada e agitada”, e acredita que esta semana “haverá de produzir resultados buscados ao longo dos sete anos pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB). Ele se referia à dívida contraída pelo Paraná quando da venda do Banestado ao Banco Itaú. Segundo o governador, essa transação resultou numa “dívida monstruosa”. Ele conta que o empréstimo foi de R$ 5 bilhões, e o Estado ainda ficou devendo R$ 4,2 bilhões. “E, disso, já se pagou em torno de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões e ainda nos restam uma dívida de R$ 9 bilhões, Ficamos sem o banco, já pagamos R$ 6 bilhões e ainda devemos R$ 9 bilhões. Além disso, todos os meses somos penalizados com uma multa de R$ 5 bilhões. É dinheiro nosso, que poderia estar servindo para atender necessidades dos paranaenses”, lamenta, avisando que esse dinheiro que está bloqueado já soma R$ 260 milhões. Pessuti lembra da sua viagem à Brasília, em companhia do secretário da Fazenda, Heron Arzua, onde manteve uma série de conversações, como os ministros do Planejamento (Paulo Bernardo), da Fazenda, Guido Mantega, e com o senado ACM Jr (DEM-BA), para tentar livrar o Estado da multa e ter os quase R$ 300 milhões desbloqueados. De acordo com o governador, a dívida remanescente foi acrescida de mais de R$ 1 bilhão, além dos títulos podres, os precatórios que o Paraná, quando entregou Banestado ao Itaú, teve que avalizar esses títulos com as ações da Copel. “Esse problema está sendo questionado na Justiça, que ainda não resolveu. Corremos o risco de perder o controle acionário da Copel. É uma ação complexa, por isso, estamos acionando as forças políticas em Brasília para resolvermos essas questões”, disse, adiantando que essa semana poderá ter resposta positiva no Senado, com o recálculo da dívida e o fim do bloqueio dos quase R$ 300 milhões na Secretaria do Tesouro Nacional.

Foto: Roberto Dumke /AENNa abertura da “Escolinha” de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) fez uma avaliação da semana passada, que considera “puxada e agitada”, e acredita que esta semana “haverá de produzir resultados buscados ao longo dos sete anos pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB). Ele se referia à dívida contraída pelo Paraná quando da venda do Banestado ao Banco Itaú. Segundo o governador, essa transação resultou numa “dívida monstruosa”. Ele conta que o empréstimo foi de R$ 5 bilhões, e o Estado ainda ficou devendo R$ 4,2 bilhões. “E, disso, já se pagou em torno de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões e ainda nos restam uma dívida de R$ 9 bilhões, Ficamos sem o banco, já pagamos R$ 6 bilhões e ainda devemos R$ 9 bilhões. Além disso, todos os meses somos penalizados com uma multa de R$ 5 bilhões. É dinheiro nosso, que poderia estar servindo para atender necessidades dos paranaenses”, lamenta, avisando que esse dinheiro que está bloqueado já soma R$ 260 milhões. Pessuti lembra da sua viagem à Brasília, em companhia do secretário da Fazenda, Heron Arzua, onde manteve uma série de conversações, como os ministros do Planejamento (Paulo Bernardo), da Fazenda, Guido Mantega, e com o senado ACM Jr (DEM-BA), para tentar livrar o Estado da multa e ter os quase R$ 300 milhões desbloqueados. De acordo com o governador, a dívida remanescente foi acrescida de mais de R$ 1 bilhão, além dos títulos podres, os precatórios que o Paraná, quando entregou Banestado ao Itaú, teve que avalizar esses títulos com as ações da Copel. “Esse problema está sendo questionado na Justiça, que ainda não resolveu. Corremos o risco de perder o controle acionário da Copel. É uma ação complexa, por isso, estamos acionando as forças políticas em Brasília para resolvermos essas questões”, disse, adiantando que essa semana poderá ter resposta positiva no Senado, com o recálculo da dívida e o fim do bloqueio dos quase R$ 300 milhões na Secretaria do Tesouro Nacional.

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