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Deputado lembra “massacre” contra professores

O deputado Professor Lemos (PT) lembrou dos 21 anos do que ele considera “massacre” contra os professores, promovido pelo Estado, governador à época pelo hoje senador Álvaro Dias (PSDB). O parlamentar contou como foi o 30 de agosto de 1988: “O professores, depois de 25 dias de greve, tinham uma reunião com o então governador, Álvaro Dias, para tratar problema grave: o  piso salarial professores, estava sendo negociado desde 1986, com aprovação na AL. Passou 1987 e, em1988, o governador resolveu não aprovar mais piso de três salários mínimos. Os professores ficaram indignados com atitude do Governo e entraram em greve no dia 5 de agosto. No dia 30 agosto, uma passeata saiu da Praça Santos Andrade, em direção ao Palácio Iguaçu, onde os professores foram recebidos pela polícia fortemente armada, com cães e bombas. Foi um verdadeiro massacre. O confronto fez várias vítimas. Muitos professores foram maltratados. Ficaram sequelas físicas e na alma”, lembrou, adiantando que, hoje, as 2180 escolas rede estadual de ensino, estão fazendo menor jornada de aulas. “E o tempo restante os professores estão usando para protestar e para cobrar do Governo Estadual, de hoje, reivindicações que ainda não foram atendidas. A categoria pede equiparação dos salários dos professores com os demais funcionários, o que elevaria os vencimentos em mais 27%. Ou, pelo menos, que o Governo respeite o salário mínimo nacional. O Estado tem condição de atender essa reivindicação, porque a receita permite”, cobrou.

O deputado Professor Lemos (PT) lembrou dos 21 anos do que ele considera “massacre” contra os professores, promovido pelo Estado, governador à época pelo hoje senador Álvaro Dias (PSDB). O parlamentar contou como foi o 30 de agosto de 1988: “O professores, depois de 25 dias de greve, tinham uma reunião com o então governador, Álvaro Dias, para tratar problema grave: o  piso salarial professores, estava sendo negociado desde 1986, com aprovação na AL. Passou 1987 e, em1988, o governador resolveu não aprovar mais piso de três salários mínimos. Os professores ficaram indignados com atitude do Governo e entraram em greve no dia 5 de agosto. No dia 30 agosto, uma passeata saiu da Praça Santos Andrade, em direção ao Palácio Iguaçu, onde os professores foram recebidos pela polícia fortemente armada, com cães e bombas. Foi um verdadeiro massacre. O confronto fez várias vítimas. Muitos professores foram maltratados. Ficaram sequelas físicas e na alma”, lembrou, adiantando que, hoje, as 2180 escolas rede estadual de ensino, estão fazendo menor jornada de aulas. “E o tempo restante os professores estão usando para protestar e para cobrar do Governo Estadual, de hoje, reivindicações que ainda não foram atendidas. A categoria pede equiparação dos salários dos professores com os demais funcionários, o que elevaria os vencimentos em mais 27%. Ou, pelo menos, que o Governo respeite o salário mínimo nacional. O Estado tem condição de atender essa reivindicação, porque a receita permite”, cobrou.

 

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