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Cidade Livre da Pirataria

Curitiba será a primeira cidade do País a participar do projeto Cidade Livre da Pirataria, coordenado pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), do Ministério da Justiça. O projeto deverá começar em dezembro deste ano. Elaborado para combater o comércio ilegal de produtos, os detalhes da proposta foram discutidos na sexta-feira (11),  na Secretaria Antidrogas Municipal, com a presença de representantes do Conselho Nacional de Combate à Pirataria. Além de uma fiscalização mais rigorosa no comércio em geral, o projeto também terá um caráter educativo. A ideia é auxiliar na formação de educadores que irão repassar informações sobre o combate à pirataria para estudantes de escolas municipais. Também será feito um trabalho de legalização de comerciantes que hoje atuam de forma irregular, com a intenção de envolver o comércio, a sociedade, as instituições públicas e privadas no combate à pirataria. Durante a reunião, o secretário Antidrogas de Curitiba, Fernando Francischini, apresentou a proposta para a criação do Conselho Municipal Antipirataria, para agilizar as ações do município e envolver diversas secretarias da administração municipal.  A meta do Ministério da Justiça é implantar o projeto até 3 de dezembro, Dia Nacional de Combate à Pirataria. Depois de Curitiba, o projeto será levado para São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Ribeirão Preto.

Curitiba será a primeira cidade do País a participar do projeto Cidade Livre da Pirataria, coordenado pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), do Ministério da Justiça. O projeto deverá começar em dezembro deste ano. Elaborado para combater o comércio ilegal de produtos, os detalhes da proposta foram discutidos na sexta-feira (11),  na Secretaria Antidrogas Municipal, com a presença de representantes do Conselho Nacional de Combate à Pirataria. Além de uma fiscalização mais rigorosa no comércio em geral, o projeto também terá um caráter educativo. A ideia é auxiliar na formação de educadores que irão repassar informações sobre o combate à pirataria para estudantes de escolas municipais. Também será feito um trabalho de legalização de comerciantes que hoje atuam de forma irregular, com a intenção de envolver o comércio, a sociedade, as instituições públicas e privadas no combate à pirataria. Durante a reunião, o secretário Antidrogas de Curitiba, Fernando Francischini, apresentou a proposta para a criação do Conselho Municipal Antipirataria, para agilizar as ações do município e envolver diversas secretarias da administração municipal.  A meta do Ministério da Justiça é implantar o projeto até 3 de dezembro, Dia Nacional de Combate à Pirataria. Depois de Curitiba, o projeto será levado para São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Ribeirão Preto.

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