Arquivo da Categoria ‘Política’

Fichas sujas vão ao STF contra lei

sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Fichas sujas vão ao STF contra lei
Os recursos no Supremo Tribunal Federal (STF) se multiplicam, por conta de advogados de políticos que foram barrados pela Justiça Eleitoral e que tentam, na estância maior do Judiciário, derrubar a lei ou driblar a Ficha Limpa, informa a Agência Estado. Porém, o sucesso das estratégias pode esbarrar num problema prático: o desfalque do Tribunal. Para declarar inconstitucional a lei, são necessários seis votos. Com dez ministros em plenário e com a possibilidade de um empate, a definição sobre a lei dependeria da nomeação do substituto do ministro Eros Grau, que se aposentou em agosto. Os instrumentos e argumentos são os mais diversos. Os advogados afirmam que a Lei da Ficha Limpa aprovada pelo Congresso neste ano só deveria produzir efeitos a partir de 2011. Um processo, enviado na quarta-feira, contesta o trecho da lei que prevê a inelegibilidade de oito anos para o político que tiver mandato cassado por compra de voto. Até o momento, os pedidos que chegaram ao STF foram decididos isoladamente pelos ministros. Nos dois casos mais recentes, em que os advogados defendiam que a lei só vigora a partir de 2011, os processos não foram sequer conhecidos. Por isso, não serão levados a plenário.

Os recursos no Supremo Tribunal Federal (STF) se multiplicam, por conta de advogados de políticos que foram barrados pela Justiça Eleitoral e que tentam, na estância maior do Judiciário, derrubar a lei ou driblar a Ficha Limpa, informa a Agência Estado. Porém, o sucesso das estratégias pode esbarrar num problema prático: o desfalque do Tribunal. Para declarar inconstitucional a lei, são necessários seis votos. Com dez ministros em plenário e com a possibilidade de um empate, a definição sobre a lei dependeria da nomeação do substituto do ministro Eros Grau, que se aposentou em agosto. Os instrumentos e argumentos são os mais diversos. Os advogados afirmam que a Lei da Ficha Limpa aprovada pelo Congresso neste ano só deveria produzir efeitos a partir de 2011. Um processo, enviado na quarta-feira, contesta o trecho da lei que prevê a inelegibilidade de oito anos para o político que tiver mandato cassado por compra de voto. Até o momento, os pedidos que chegaram ao STF foram decididos isoladamente pelos ministros. Nos dois casos mais recentes, em que os advogados defendiam que a lei só vigora a partir de 2011, os processos não foram sequer conhecidos. Por isso, não serão levados a plenário.

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APPA começa a pagar dívida com Paranaguá

sexta-feira, 10 de setembro de 2010
APPA começa a pagar dívida com Paranaguá
Cumprindo acordo firmado com o município de Paranaguá, o governador Orlando Pessuti (PMDB) – que se comprometeu a retomar o pagamento do ISS (Imposto sobre Serviços) e quitar as parcelas atrasadas –, na sexta-feira (3), a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) autorizou que o Banco do Brasil creditasse R$ 1,22 milhão na conta da Prefeitura de Paranaguá para o pagamento de parte da dívida da APPA com o município por conta do não pagamento do ISS, informou o jornal O Estado do Paraná. O valor creditado corresponde à dívida do Porto com o município nos seis primeiros meses de 2010. O Governo do Estado deixou de pagar o imposto em 2005, coincidentemente, depois da posse de José Baka Filho (PDT) na Prefeitura de Paranaguá, e depois de questionar, na Justiça, os índices que estavam sendo pagos de imposto. As parcelas atrasados do imposto, conforme a Prefeitura de Paranaguá, corrigidas, podem chegar a R$ 20 milhões. Baka disse que o Porto só passou a segurar o ISS depois da sua posse. “Nos dois primeiros anos do governo Requião, quando o prefeito era do partido dele, os índices não foram questionados e o imposto foi pago mensalmente. Agora, o imposto volta a ser pago nos mesmos índices que antes de 2005”, comemora. O não pagamento do ISS foi um dos problemas de relacionamento enfrentado pelo prefeito de Paranaguá durante o Governo Requião. Em 2008, semanas antes das eleições municipais, quando Baka disputava a reeleição, o Governo do Estado decretou intervenção no município, por conta de dívidas da Prefeitura com precatórios judiciais. A intervenção durou um dia, porque o prefeito recorreu mostrando que estava cumprindo o cronograma de pagamento dos precatórios. À época, Baka argumentou que não podia quitar mais precatórios porque não recebia, desde 2005, o ISS do Porto que, segundo ele, representa 10% do que o município arrecada com esse tributo.

Governador Orlando Pessuti começou a pagar a dívida da APPA com Paranaguá

Governador Orlando Pessuti começou a pagar a dívida da APPA com Paranaguá

Cumprindo acordo firmado com o município de Paranaguá, o governador Orlando Pessuti (PMDB) – que se comprometeu a retomar o pagamento do ISS (Imposto sobre Serviços) e quitar as parcelas atrasadas –, na sexta-feira (3), a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) autorizou que o Banco do Brasil creditasse R$ 1,22 milhão na conta da Prefeitura de Paranaguá para o pagamento de parte da dívida da APPA com o município por conta do não pagamento do ISS, informou o jornal O Estado do Paraná. O valor creditado corresponde à dívida do Porto com o município nos seis primeiros meses de 2010. O Governo do Estado deixou de pagar o imposto em 2005, coincidentemente, depois da posse de José Baka Filho (PDT) na Prefeitura de Paranaguá, e depois de questionar, na Justiça, os índices que estavam sendo pagos de imposto. As parcelas atrasados do imposto, conforme a Prefeitura de Paranaguá, corrigidas, podem chegar a R$ 20 milhões. Baka disse que o Porto só passou a segurar o ISS depois da sua posse. “Nos dois primeiros anos do governo Requião, quando o prefeito era do partido dele, os índices não foram questionados e o imposto foi pago mensalmente. Agora, o imposto volta a ser pago nos mesmos índices que antes de 2005”, comemora. O não pagamento do ISS foi um dos problemas de relacionamento enfrentado pelo prefeito de Paranaguá durante o Governo Requião. Em 2008, semanas antes das eleições municipais, quando Baka disputava a reeleição, o Governo do Estado decretou intervenção no município, por conta de dívidas da Prefeitura com precatórios judiciais. A intervenção durou um dia, porque o prefeito recorreu mostrando que estava cumprindo o cronograma de pagamento dos precatórios. À época, Baka argumentou que não podia quitar mais precatórios porque não recebia, desde 2005, o ISS do Porto que, segundo ele, representa 10% do que o município arrecada com esse tributo.

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Para o Senado, Requião continua na liderança

sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Para o Senado, Requião continua liderando
Para o Senado, a terceira pesquisa Ibope/RPC divulgada ontem mostrou empate técnico entre os candidatos, Gleisi Hoffmann (PT),que apareceu com 47% das intenções de voto, e Roberto Requião (PMDB), que continua com 50%. A petista, no último levantamento publicado em 27 de agosto, tinha 42%. Já o peemedebista se manteve estável no período, permanecendo com 50% das intenções de voto – a margem de erro é de 3%. Gustavo Fruet (PSDB) continua na terceira posição, agora com 21%, um a mais do que tinha na pesquisa anterior. Ricardo Barros (PP) também oscilou 1 ponto, passando de 14% para 15%. “[O levantamento] demonstra um crescimento consistente. É estimulante, mas a comemoração de fato apenas depois do resultado das urnas, em 3 de outubro”, disse Gleisi, evitando criar uma disputa interna dentro da chapa pela primeira colocação. “Meu objetivo é ganhar a eleição, não importa em qual lugar”, afirmou ela, cuja campanha é a mais cara entre os candidatos ao Senado – a petista gastou até o momento R$ 3,3 milhões, três vezes mais do que os concorrentes juntos. Barros e Fruet continuam apostando no alto número de indecisos para uma virada de última hora. “Não há abatimento. O Flávio Arns [senador e candidato a vice-governador pelo PSDB] aparecia com 2% nas pesquisas e nos últimos 10 dias consolidou sua vitória”, lembrou Barros, descartando mudanças radicais na campanha. “Há um espaço muito grande a ser conquistado”, acrescentou Fruet, em discurso ontem à noite em Guarapuava.

Ibope mostra Requião e Gleisi em empate técnico na disputa ao Senado (Foto: Fazenda News)

Ibope mostra Requião e Gleisi em empate técnico na disputa ao Senado (Foto: Fazenda News)

Para o Senado, a terceira pesquisa Ibope/RPC divulgada ontem mostrou empate técnico entre os candidatos, Gleisi Hoffmann (PT),que apareceu com 47% das intenções de voto, e Roberto Requião (PMDB), que continua com 50%. A petista, no último levantamento publicado em 27 de agosto, tinha 42%. Já o peemedebista se manteve estável no período, permanecendo com 50% das intenções de voto – a margem de erro é de 3%. Gustavo Fruet (PSDB) continua na terceira posição, agora com 21%, um a mais do que tinha na pesquisa anterior. Ricardo Barros (PP) também oscilou 1 ponto, passando de 14% para 15%. “[O levantamento] demonstra um crescimento consistente. É estimulante, mas a comemoração de fato apenas depois do resultado das urnas, em 3 de outubro”, disse Gleisi, evitando criar uma disputa interna dentro da chapa pela primeira colocação. “Meu objetivo é ganhar a eleição, não importa em qual lugar”, afirmou ela, cuja campanha é a mais cara entre os candidatos ao Senado – a petista gastou até o momento R$ 3,3 milhões, três vezes mais do que os concorrentes juntos. Barros e Fruet continuam apostando no alto número de indecisos para uma virada de última hora. “Não há abatimento. O Flávio Arns [senador e candidato a vice-governador pelo PSDB] aparecia com 2% nas pesquisas e nos últimos 10 dias consolidou sua vitória”, lembrou Barros, descartando mudanças radicais na campanha. “Há um espaço muito grande a ser conquistado”, acrescentou Fruet, em discurso ontem à noite em Guarapuava.

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Lula influenciou ascensão de Osmar Dias

sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Lula influenciou ascensão de Osmar Dias
Cauteloso, mas animado. Essa foi a avaliação feita pelo candidato ao Governo do Estado pelo PDT, senador Osmar Dias, sobre pesquisa Ibope/RPC divulgada na noite de ontem, e que aponta queda de 16 para 9 pontos percentuais do candidato Beto Richa (PSDB). De acordo com a pesquisa, o candidato tucano oscilou de 50% para 47%, enquanto que Osmar Dias subiu de 34% para 38%. Os dois creditam que a diminuição de diferença se deve à participação cada vez maior do presidente Lula na campanha do pedetista. “Estamos percebendo uma mudança muito rápida na campanha. E isso se deve a dois fatores, principalmente: a presença do Lula e a maior participação das lideranças políticas. Os prefeitos, vereadores e deputados estão mais animados. E esse resultado vai animar ainda mais”, disse o presidente estadual do PDT, deputado Augustinho Zucchi. Do outro lado, Beto Richa também acredita que a presença de Lula, que tem aparecido todos os dias no horário eleitoral e já fez dois comícios no Paraná, pode ter feito diferença. “Estou contente com a pesquisa. Mostra que continuamos na frente, com uma boa vantagem, na reta final da campanha”, afirmou, acrescentando que, se for levada em conta a margem de erro, a pesquisa quase não mostrou diferenças em relação ao último levantamento. “E está apontando vitória no primeiro turno”, disse. Se forem considerados apenas os votos válidos, Richa ganharia por 55% a 44%, de acordo com o Ibope/RPC.

Presidente Lula teria influenciado crescimento de Osmar nas pesquisas

Presidente Lula teria influenciado crescimento de Osmar nas pesquisas

Cauteloso, mas animado. Essa foi a avaliação feita pelo candidato ao Governo do Estado pelo PDT, senador Osmar Dias, sobre pesquisa Ibope/RPC divulgada na noite de ontem, e que aponta queda de 16 para 9 pontos percentuais do candidato Beto Richa (PSDB). De acordo com a pesquisa, o candidato tucano oscilou de 50% para 47%, enquanto que Osmar Dias subiu de 34% para 38%. Os dois creditam que a diminuição de diferença se deve à participação cada vez maior do presidente Lula na campanha do pedetista. “Estamos percebendo uma mudança muito rápida na campanha. E isso se deve a dois fatores, principalmente: a presença do Lula e a maior participação das lideranças políticas. Os prefeitos, vereadores e deputados estão mais animados. E esse resultado vai animar ainda mais”, disse o presidente estadual do PDT, deputado Augustinho Zucchi. Do outro lado, Beto Richa também acredita que a presença de Lula, que tem aparecido todos os dias no horário eleitoral e já fez dois comícios no Paraná, pode ter feito diferença. “Estou contente com a pesquisa. Mostra que continuamos na frente, com uma boa vantagem, na reta final da campanha”, afirmou, acrescentando que, se for levada em conta a margem de erro, a pesquisa quase não mostrou diferenças em relação ao último levantamento. “E está apontando vitória no primeiro turno”, disse. Se forem considerados apenas os votos válidos, Richa ganharia por 55% a 44%, de acordo com o Ibope/RPC.

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Candidatos a vice participam de debate

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Hoje, a partir das 22h20min, a TV Band realiza um debate entre os candidatos a vice-governador do Paraná. Confirmaram presença, o senador Flávio Arns (PSDB), professor e vice de Beto Richa, o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB), empresário e candidato de Osmar Dias (PDT), Flávia Romagnoli (PV), advogada e vice de Paulo Salamuni, Gilberto Gomes (PCB), contador e vice na chapa de Amadeu Felipe, Celso Carazzai (PRTB), soldado PM que disputa a eleição ao lado do cabo PM Robinson de Paula, José Aiex Neto (PSOL), médico e vice de Luiz Felipe Bergman, e Ivan Ramos (PSTU), professor e candidato na chapa de Avanilson Araújo.

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“Lula não deu satisfação ao povo, apenas defendeu sua candidata”, diz Marina

quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Marina Silva, candidata do PV à Presidência da República foi sabatina pelo jornal O Globo

Marina Silva, candidata do PV à Presidência da República foi sabatina pelo jornal O Globo

A candidata Marina Silva (PV) encerrou sua participação na sabatina feita pelos colunistas e leitores do jornal O Globo criticando mais uma vez a atitude do presidente Lula de banalizar o escândalo da quebra de sigilos fiscais na Receita Federal, que atingiu, entre outros, tucanos ligados ao candidato do PSDB, José Serra, e até a filha do presidenciável. De acordo com o jornal, Marina disse que o presidente não deu satisfação ao povo brasileiro, e sim, foi à TV para defender sua candidata, Dilma Rousseff (PT). E pediu uma chance aos eleitores para ir ao segundo turno. Marina ainda respondeu perguntas polêmicas de leitores do site e do Facebook sobre legalização das drogas, aborto e religião. “Peço que possamos ir para o segundo turno sem pegadinhas ou cascas de banana. Quer uma mulher? Vamos dar a chance para as duas se colocarem frente à frente com o mesmo tempo. Meu compromisso é fazer isso sem ataques pessoais. Na política estamos andando para trás e os acontecimentos que vimos nos últimos dias demonstram isso. A banalização do dolo, e o presidente quando veio a público não foi para dar satisfação aos brasileiros, mas para defender a sua candidata. Precisamos passar as instituições a limpo com dignidade e integridade”, disse, e desconversou sobre futuros apoios: “Quando chegar o segundo turno, discutiremos isso”. Na saída da sabatina, Marina Silva sugeriu que os brasileiros deveriam recorrer à Receita para saber se o seu sigilo foi violado: “Eu acho que os brasileiros deveriam começar a peticionar a Receita Federal para saber se ele também foi violado no seu sigilo. Acho que a única alternativa que resta depois do que nós estamos vendo: uma ausência daqueles que são responsáveis por passar tranquilidade e firmeza e que estão banalizando e naturalizando um erro dramático como esse de gestão”, disse, ao afirmar que as atitudes do presidente Lula no episódio criaram uma sensação de desamparo. Amanhã, será a vez do candidato do PSDB, José Serra, ser sabatinado, no mesmo horário (a partir das 11 horas), na sede do jornal, na Rua Irineu Marinho 35, Cidade Nova, Rio de Janeiro.

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Candidatos criticam ausência de Dilma em debate

quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Ausência de Dilma em debate vira tema dos candidatos

Ausência de Dilma em debate vira tema dos candidatos

A ausência da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, foi o principal tema do debate promovido na noite de ontem pelo Grupo Estado e pela TV Gazeta. Participaram do evento os candidatos José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Primeira colocada nas pesquisas de intenção de voto, Dilma alegou incompatibilidade de agenda para não comparecer – ela participou de um comício em Minas Gerais. Seus adversários não pouparam críticas à candidata petista. O franco-atirador Plínio de Arruda Sampaio fez um dos comentários mais ácidos contra ela. “Essa moça é um blefe. Ela foi inventada. Ela está defendendo uma política vagabunda. Defende um aumento sem-vergonha para o salário mínimo. Os problemas na educação, na saúde, ela não tem resposta para isso. Ela é uma invenção marqueteira”, disse o socialista. Para Serra, a ausência de Dilma “reflete dificuldade de explicar o que pensa. Eu já vi a Dilma dizer que a carga tributária é boa e já vi criticar a carga tributária. E além disso, é a tendência de terceirizar a campanha.” Plínio concordou com Serra: “É isso mesmo. Onde ela vai, a capangada vai atrás”, atirou Plínio. O episódio da violação do sigilo fiscal de tucanos e da própria filha de José Serra, a empresária Verônica Serra, também foi tema do debate. Marina Silva voltou a criticar o ministro da Fazenda, para quem isso seria “corriqueiro”. “Se eu for presidente da República eu vou tomar todas as medidas para que esse tipo de desmando não aconteça”, afirmou a candidata verde. Cobrado a apresentar medidas práticas para combater a falta de segurança de dados, Serra foi evasivo. Prometeu “dedicação e seriedade” e afirmou que “o controle da máquina deve ser feito pelo exemplo”. Ele voltou a acusar o PT: “O PT, da candidata Dilma, tem estado por trás desses vazamentos, comprometendo a segurança dos cidadãos”.

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Vovó Dilma cancela compromissos para ficar com o neto

quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Dilma Rousseff, candidata do Pt à Presidência  da República vai paparicar o neto

Dilma Rousseff, candidata do Pt à Presidência da República vai paparicar o neto

A candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT), cancelou os compromissos de campanha nos próximos dois dias, para ficar em Porto Alegre (RS) com a filha Paula Covolo e o neto Gabriel, que nasceu na manhã de hoje, informa a Agência Estado. Ela retoma a agenda no próximo sábado, quando viaja a São Paulo, onde vai se preparar para o próximo debate entre os presidenciáveis, que a Rede TV promove no domingo, 12. O presidente do PT e coordenador da campanha de Dilma, José Eduardo Dutra, rebateu os rumores de que Dilma aparecerá no horário eleitoral com Gabriel no colo. A ideia, defendida por integrantes da campanha, era de que a imagem de avó gerasse comoção e diluísse o impacto das denúncias de violação de sigilos fiscais de tucanos. Segundo o dirigente petista, nem Dilma nem Paula querem explorar o fato na campanha. Dutra afirma que o combinado com a família é que o fotógrafo da campanha, Roberto Stuckert, faça uma foto da candidata com o neto para divulgação oficial. Mesmo assim, ele não descarta que as redes de televisão façam imagens de Dilma deixando a maternidade com a filha e o neto para os quadros sobre o dia dos candidatos nos telejornais. Mas reafirma que as imagens não serão utilizadas na propaganda partidária. Pela segunda vez, Dilma cancela a participação num comício em São Paulo, ao lado do candidato a governador, Aloizio Mercadante (PT), que tenta subir nas pesquisas. Ela não comparecerá ao ato político hoje à noite em Ribeirão Preto, mas o presidente Lula confirmou presença.

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Serra rebate Lula e condena ‘deboche’ no caso Receita

quinta-feira, 9 de setembro de 2010
José Serra, candidato à Presidência, critica Lula e fala sobre quebra de sigilo

José Serra, candidato à Presidência, critica Lula e fala sobre quebra de sigilo

Hoje, o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, usou o seu tempo no horário do programa eleitoral, no rádio e na TV, para manifestar a sua “indignação” no caso do vazamento de dados fiscais de sua filha Verônica Serra e do genro, o empresário Alexandre Bourgeois. A manifestação de Serra aconteceu depois da participação do presidente Lula no programa da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff (PT), na terça-feira, que acusou os adversários de partirem para os “ataques pessoais” e “baixaria”. Serra disse que o episódio está ligado ao PT e condenou o “deboche” do Governo no caso. “Ninguém pode achar natural os abusos que estão ocorrendo nestas eleições”, afirmou o tucano, que abriu a publicidade eleitoral hoje. Serra ainda acusou Dilma de se “esconder” atrás da administração federal e evitar dar explicações. “Eu não cheguei na vida pública agora, não. Não preciso ficar na sombra de ninguém”, alfinetou, depois de listar os feitos como ministro da Saúde, prefeito de São Paulo e governador do Estado e, por fim, garantiu que, se eleito, não permitirá quebra de sigilo dos cidadãos e perseguição a jornalistas. “Meu governo não será um cabide de emprego para os amigos do partido”, completou. Depois de Serra, foi a vez da propaganda do PSOL, que repetiu a publicidade de terça-feira, com o depoimento do caseiro Francenildo Costa, o “Nildo”, sobre o vazamento de dados bancários em 2006, ação que terminou na queda do ministro então ministro da Fazenda e atual deputado, Antonio Palocci (PT-SP). “O PSOL foi o único partido que esteve do meu lado”, contou Nildo. Já o programa da candidata a presidente Marina Silva (PV) repetiu o anterior e não tocou na questão do vazamento dos dados fiscais na Receita Federal. Os petistas preferiram repetir a publicidade do Dia da Independência, na qual foi destacado o crescimento do Brasil nos últimos anos, os projetos de erradicação da pobreza, o pré-sal e o “respeito” que o País tem atualmente no exterior. Dilma apresentou-se como a candidata que sucederá Lula para consolidar os avanços.

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Requião se ofende com Barros, mas juiz nega direito de resposta

quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Requião se ofende com Barros, mas juiz nega direito de resposta
Ora, ora… O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, se sentiu ofendido com as críticas do também candidato ao Senado pelo PP, Ricardo Barros, no horário eleitoral no rádio e na televisão. Barros falou que a segurança pública no Estado é precária; que faltou aplicação de recursos na área da saúde; que não houve queda no valor cobrado nas tarifas de pedágio, conforme havia sido prometido; e ausência de investimentos produtivos. O ex-governador recorreu à Justiça alegando que Barros o difamou no horário eleitoral. Mas, o juiz Nicolau Konkel Júnior, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) avaliou que as críticas fazem parte do jogo político e do debate eleitoral, ao negar pedido de direito de resposta a Roberto Requião. Para o juiz, as críticas foram por causa da a atuação política de Requião, “inerente ao jogo político e ao debate eleitoral.A propaganda impugnada buscou transmitir ao eleitor que o candidato Ricardo Barros é a melhor opção, apresentado-o como candidato ‘a favor da ação política eficiente’ , ‘capaz de enfrentar a criminalidade, de se opor ao tráfico de drogas’, educado e respeitoso”.
Ora, ora… O ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado, se sentiu ofendido com as críticas do também candidato ao Senado pelo PP, Ricardo Barros, no horário eleitoral no rádio e na televisão. Barros falou que a segurança pública no Estado é precária; que faltou aplicação de recursos na área da saúde; que não houve queda no valor cobrado nas tarifas de pedágio, conforme havia sido prometido; e ausência de investimentos produtivos. O ex-governador recorreu à Justiça alegando que Barros o difamou no horário eleitoral. Mas, o juiz Nicolau Konkel Júnior, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) avaliou que as críticas fazem parte do jogo político e do debate eleitoral, ao negar pedido de direito de resposta a Roberto Requião. Para o juiz, as críticas foram por causa da a atuação política de Requião, “inerente ao jogo político e ao debate eleitoral.A propaganda impugnada buscou transmitir ao eleitor que o candidato Ricardo Barros é a melhor opção, apresentado-o como candidato ‘a favor da ação política eficiente’ , ‘capaz de enfrentar a criminalidade, de se opor ao tráfico de drogas’, educado e respeitoso”.
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