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Governadores tucanos decidem não fazer oposição

Governadores tucanos decidem não fazer oposição
Mais cooperação e menos oposição. Esse foi o consenso tirado pelos oito governadores eleitos e reeleitos do PSDB, que participaram em Maceió, hoje, de um encontro para tirar uma posição em comum em relação ao Governo da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), informa a Agência Estado. Segundo o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), não cabe aos governadores fazer oposição. “Essa é uma tarefa partidária, que está mais afeita à bancada do partido na Câmara e no Senado. Mesmo assim, vamos fazer oposição de qualidade”, avisa. Para o anfitrião do encontro, o governador Teotonio Vilela Filho, Alagoas sempre teve uma boa relação com o presidente Lula, mesmo sendo governado por um partido de posição. “Com a presidente Dilma tenho certeza que não será diferente”, acrescentou. O governador de Goiás, Marconi Perillo, também adotou o mesmo discurso. “Não existe Governo contra Governo”, afirma. Além de Vilela e Perillo, participaram do encontro mais seis governadores tucanos eleitos ou reeleitos este ano: Geraldo Alckmin (São Paulo), Antonio Anastasia (Minas Gerais), Beto Richa (Paraná), Siqueira Campos (Tocantins), Simão Jatene (Pará) e Anchieta Júnior (Roraima). Depois da reunião, os governadores tucanos divulgaram a “Carta de Maceió”, com as intenções e as propostas de atuação em conjunto do grupo. No documento, entregue à imprensa, eles reafirmam o compromisso de construir uma ampla agenda nacional de trabalho e discussões. Além disso, enumeram seis pontos em comum que irão trabalhar ao logo dos quatro anos de mandato. Em um deles, os governadores se comprometem em promover a cooperação técnica entre os governos, aproveitando as experiências bem sucedidas em cada Estado. Segundo eles, cada governador do partido deve colaborar de forma crítica e democrática com o Governo Federal para restabelecer o equilíbrio da Federação. Nesse sentido, reivindicam a revisão dos mecanismos de transferências voluntárias; o estabelecimento da responsabilidade compartilhada entre União, Estado e municípios, e uma agenda de investimentos necessários ao desenvolvimento do País.

Governador eleito Beto Richa participou do encontro de tucanos em Maceió

Governador eleito Beto Richa participou do encontro de tucanos em Maceió

Mais cooperação e menos oposição. Esse foi o consenso tirado pelos oito governadores eleitos e reeleitos do PSDB, que participaram em Maceió, hoje, de um encontro para tirar uma posição em comum em relação ao Governo da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), informa a Agência Estado. Segundo o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), não cabe aos governadores fazer oposição. “Essa é uma tarefa partidária, que está mais afeita à bancada do partido na Câmara e no Senado. Mesmo assim, vamos fazer oposição de qualidade”, avisa. Para o anfitrião do encontro, o governador Teotonio Vilela Filho, Alagoas sempre teve uma boa relação com o presidente Lula, mesmo sendo governado por um partido de posição. “Com a presidente Dilma tenho certeza que não será diferente”, acrescentou. O governador de Goiás, Marconi Perillo, também adotou o mesmo discurso. “Não existe Governo contra Governo”, afirma. Além de Vilela e Perillo, participaram do encontro mais seis governadores tucanos eleitos ou reeleitos este ano: Geraldo Alckmin (São Paulo), Antonio Anastasia (Minas Gerais), Beto Richa (Paraná), Siqueira Campos (Tocantins), Simão Jatene (Pará) e Anchieta Júnior (Roraima). Depois da reunião, os governadores tucanos divulgaram a “Carta de Maceió”, com as intenções e as propostas de atuação em conjunto do grupo. No documento, entregue à imprensa, eles reafirmam o compromisso de construir uma ampla agenda nacional de trabalho e discussões. Além disso, enumeram seis pontos em comum que irão trabalhar ao logo dos quatro anos de mandato. Em um deles, os governadores se comprometem em promover a cooperação técnica entre os governos, aproveitando as experiências bem sucedidas em cada Estado. Segundo eles, cada governador do partido deve colaborar de forma crítica e democrática com o Governo Federal para restabelecer o equilíbrio da Federação. Nesse sentido, reivindicam a revisão dos mecanismos de transferências voluntárias; o estabelecimento da responsabilidade compartilhada entre União, Estado e municípios, e uma agenda de investimentos necessários ao desenvolvimento do País.

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Deputado Nelson Justus, ocupando interinamente o Governo, estava à vontade apresentando a “Escola de Governo” de hoje

Deputado Nelson Justus, ocupando interinamente o Governo, estava à vontade apresentando a “Escola de Governo” de ontem
O deputado Nelson Justus (DEM), presidente da Assembleia Legislativa, e que ocupa interinamente o cargo de governador do Estado, parecia bem à vontade, ontem, ao apresentar a “Escola de Governo”, no Museu Oscar Niemeyer. Antes de iniciar as atividades da manhã, Justus atendeu a imprensa e a um jornalista curioso para saber a diferença entre ser presidente da AL e governador do Estado, respondeu que “é a caneta”. E a “caneta” que, agora está em suas mãos, será usada para encaminhar à Assembleia Legislativa mensagem para que todos os municípios possam cobrar a taxa de recolhimento de lixo na conta de água da Sanepar. “É uma maneira de facilitar a vida das prefeituras, que não dispõem, muitas vezes, de estrutura para fazer esta cobrança”. Segundo Justus, o futuro presidente da empresa, Fernando Ghignone, foi consultado e disse estar de acordo com a medida. Ele contou que muitos prefeitos o procuraram e expuseram esta necessidade. “É mais um apoio aos pequenos e médios municípios do Paraná”, avaliou. Hoje, a legislação permite que apenas os municípios com menos de 50 mil habitantes efetuem a cobrança por meio da conta de água. O governador em exercício destacou que, no final da gestão Orlando Pessuti (PMDB), tem-se balanço positivo, principalmente, quando se fala em pequenos municípios. Durante a Escola de Governo foram assinadas mais 42 autorizações para que os municípios dêem andamento ao Programa de Recuperação Asfáltica de Pavimento (Recap). “Era um compromisso de Governo e que está sendo cumprido agora”, afirmou. A proposta da Escola de Governo, que acontece todas as terças-feiras, é trabalhar com transparências as decisões da gestão estadual, permitir intercâmbio de informação entre as secretarias e autarquias e ainda mostrar à população dados sobre o governo do Paraná. Na avaliação de Nelson Justus, a reunião deve ter continuidade no próximo governo. Ele mencionou as ocasiões em que participou do Governo e percebeu que, muitas vezes, é difícil levar as demandas especificadas das secretarias ao governador. “Este encontro faz com que as demandas sejam encaminhadas minimizando a burocracia existente no setor público”, ressaltou Justus. O Detran e a Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego e Promoção Social fizeram balanço das ações realizadas nos últimos seis anos. Justus afirmou que o final de ano é característico de balanços e é decisivo para se identificar avanços e retrocessos. Ele disse ainda que é uma alternativa para os cidadãos conhecerem qual é o legado que ficará para o próximo Governo.  Sobre as ações que devem ser encaminhadas nesta semana que está à frente do governo do Paraná, Justus afirmou que não fará nada sem o conhecimento de Pessuti. “Vou dar prosseguimento ao que estava programado”, afirmou.

Deputado Nelson Justus, governador em exercício, no comando da "Escolade Governo (Foto: Arnaldo Alves / AENotícias)

Deputado Nelson Justus, governador em exercício, no comando da "Escolade Governo (Foto: Arnaldo Alves / AENotícias)

O deputado Nelson Justus (DEM), presidente da Assembleia Legislativa, e que ocupa interinamente o cargo de governador do Estado, parecia bem à vontade, ontem, ao apresentar a “Escola de Governo”, no Museu Oscar Niemeyer. Antes de iniciar as atividades da manhã, Justus atendeu a imprensa e a um jornalista curioso para saber a diferença entre ser presidente da AL e governador do Estado, respondeu que “é a caneta”. E a “caneta” que, agora está em suas mãos, será usada para encaminhar à Assembleia Legislativa mensagem para que todos os municípios possam cobrar a taxa de recolhimento de lixo na conta de água da Sanepar. “É uma maneira de facilitar a vida das prefeituras, que não dispõem, muitas vezes, de estrutura para fazer esta cobrança”. Segundo Justus, o futuro presidente da empresa, Fernando Ghignone, foi consultado e disse estar de acordo com a medida. Ele contou que muitos prefeitos o procuraram e expuseram esta necessidade. “É mais um apoio aos pequenos e médios municípios do Paraná”, avaliou. Hoje, a legislação permite que apenas os municípios com menos de 50 mil habitantes efetuem a cobrança por meio da conta de água. O governador em exercício destacou que, no final da gestão Orlando Pessuti (PMDB), tem-se balanço positivo, principalmente, quando se fala em pequenos municípios. Durante a Escola de Governo foram assinadas mais 42 autorizações para que os municípios dêem andamento ao Programa de Recuperação Asfáltica de Pavimento (Recap). “Era um compromisso de Governo e que está sendo cumprido agora”, afirmou. A proposta da Escola de Governo, que acontece todas as terças-feiras, é trabalhar com transparências as decisões da gestão estadual, permitir intercâmbio de informação entre as secretarias e autarquias e ainda mostrar à população dados sobre o governo do Paraná. Na avaliação de Nelson Justus, a reunião deve ter continuidade no próximo governo. Ele mencionou as ocasiões em que participou do Governo e percebeu que, muitas vezes, é difícil levar as demandas especificadas das secretarias ao governador. “Este encontro faz com que as demandas sejam encaminhadas minimizando a burocracia existente no setor público”, ressaltou Justus. O Detran e a Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego e Promoção Social fizeram balanço das ações realizadas nos últimos seis anos. Justus afirmou que o final de ano é característico de balanços e é decisivo para se identificar avanços e retrocessos. Ele disse ainda que é uma alternativa para os cidadãos conhecerem qual é o legado que ficará para o próximo Governo.  Sobre as ações que devem ser encaminhadas nesta semana que está à frente do governo do Paraná, Justus afirmou que não fará nada sem o conhecimento de Pessuti. “Vou dar prosseguimento ao que estava programado”, afirmou.

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Dança das cadeiras oficializada

Dança das cadeiras oficializada
Ao encerrar a “Escola de Governo” de hoje, o governador Orlando Pessuti (PMDB) falou sobre as mudanças que vem fazendo na equipe de Governo: José Maria Correia vai para a Secretaria de Assuntos Estratégicos, ocupada até então, por Nizan Pereira que, por sua vez, vai para a Secretaria Especial de Direitos Humanos (?). Hudson Calef assumiu a presidência da Sanepar, no lugar de Stênio Jacob. Nivaldo Kruger deixa a Ambiental Florestas e assume uma diretoria da Sanepar. Mas, o maior discurso coube à troca na Secretaria de Justiça, até então ocupada pelo desembargador aposentado Jair Ramos Braga, que estava com cara de poucos amigos. A ele, Pessuti delegou a função de negociar, com o Judiciário, a compra do terreno ao lado do Presídio do Ahú, onde será erguido o Centro Judiciário. “Estamos repatriando amigos, velhos companheiros, que foram remanejados. Agradeço terem aceitado as novas funções e desejo sucesso na nova empreitada”, disse Pessuti, ao fazer uma comparação, no mínimo, esquisita. Disse que, como o Dunga não levou o Pato para a Seleção, “o Pessuti trouxe Faveti [Moacir Faveti que virou secretário de Justiça], que é de Pato Branco, para o Governo (?)”

Ao encerrar a “Escola de Governo” de hoje, o governador Orlando Pessuti (PMDB) falou sobre as mudanças que vem fazendo na equipe de Governo: José Maria Correia vai para a Secretaria de Assuntos Estratégicos, ocupada até então, por Nizan Pereira que, por sua vez, vai para a Secretaria Especial de Direitos Humanos (?). Hudson Calef assumiu a presidência da Sanepar, no lugar de Stênio Jacob. Nivaldo Kruger deixa a Ambiental Florestas e assume uma diretoria da Sanepar. Mas, o maior discurso coube à troca na Secretaria de Justiça, até então ocupada pelo desembargador aposentado Jair Ramos Braga, que estava com cara de poucos amigos. A ele, Pessuti delegou a função de negociar, com o Judiciário, a compra do terreno ao lado do Presídio do Ahú, onde será erguido o Centro Judiciário. “Estamos repatriando amigos, velhos companheiros, que foram remanejados. Agradeço terem aceitado as novas funções e desejo sucesso na nova empreitada”, disse Pessuti, ao fazer uma comparação, no mínimo, esquisita. Disse que, como o Dunga não levou o Pato para a Seleção, “o Pessuti trouxe Faveti [Moacir Faveti que virou secretário de Justiça], que é de Pato Branco, para o Governo (?)”

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Pessuti comemora 100 dias de Governo

Pessuti comemora 100 dias de Governo
Um vídeo passado agora a pouco na “Escola de Governo”, no auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), mostrou as principais ações nos 100 dias do Governo Orlando Pessuti (PMDB). Pelo que se pode observar, de longe parecia a continuidade do Governo Roberto Requião (PMDB), mas sim no “novo estilo, nova era, nova realidade”, conforme frisa no vídeo. As imagens reforçaram a ideia de que não se trata de continuidade, mas de um novo Governo preocupado com a conciliação, com a vontade de resolver os problemas. Pessuti gostou do que viu e agradeceu a equipe, que ele vem mudando ao longo dos meses, desde que assumiu em março deste ano. “O fato é que aquilo que foi mostrado aqui, e que pode ter alguma falha, retrata com fidelidade todo este esforço que toda a equipe desenvolveu ao nosso lado, e estamos comemorando um Paraná cada dia melhor. Por isso quero agradecer a cada um pelo trabalho realizado. Nós estamos fazendo a nossa parte, dando conta do recado e honrado aqueles que nos colocaram aqui, por meio das urnas”, completa. O ex-governador Roberto Requião deve estar surtando!

PessutiUm vídeo passado agora a pouco na “Escola de Governo”, no auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), mostrou as principais ações nos 100 dias do Governo Orlando Pessuti (PMDB). Pelo que se pode observar, de longe parecia a continuidade do Governo Roberto Requião (PMDB), mas sim no “novo estilo, nova era, nova realidade”, conforme frisa no vídeo. As imagens reforçaram a ideia de que não se trata de continuidade, mas de um novo Governo preocupado com a conciliação, com a vontade de resolver os problemas. Pessuti gostou do que viu e agradeceu a equipe, que ele vem mudando ao longo dos meses, desde que assumiu em março deste ano. “O fato é que aquilo que foi mostrado aqui, e que pode ter alguma falha, retrata com fidelidade todo este esforço que toda a equipe desenvolveu ao nosso lado, e estamos comemorando um Paraná cada dia melhor. Por isso quero agradecer a cada um pelo trabalho realizado. Nós estamos fazendo a nossa parte, dando conta do recado e honrado aqueles que nos colocaram aqui, por meio das urnas”, completa. O ex-governador Roberto Requião deve estar surtando!

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Pessuti quer eleição direta no Colégio Estadual do Paraná

Pessuti quer eleição direta no Colégio Estadual do Paraná
O governador Orlando Pessuti (PMDB), anunciou agora a pouco na “Escolinha” que vai encaminhar um projeto de lei à Assembleia Legislativa para que o Colégio Estadual do Paraná (CEP) tenha eleições diretas para escolha do diretor. Até agora, os dirigentes do CEP eram escolhidos por indicação do governador do Paraná. A eleição é uma antiga reivindicação de alunos e funcionários, mas que enfrentou a resistência do ex-governador Roberto Requião (PMDB), que fazia cara de paisagem para as insistentes manifestações de pais de alunos, professores e funcionários do CEP. Pessuti espera a aprovação da matéria para realizar, ainda neste ano, as primeiras eleições no Colégio.

O governador Orlando Pessuti (PMDB), anunciou agora a pouco na “Escolinha” que vai encaminhar um projeto de lei à Assembleia Legislativa para que o Colégio Estadual do Paraná (CEP) tenha eleições diretas para escolha do diretor. Até agora, os dirigentes do CEP eram escolhidos por indicação do governador do Paraná. A eleição é uma antiga reivindicação de alunos e funcionários, mas que enfrentou a resistência do ex-governador Roberto Requião (PMDB), que fazia cara de paisagem para as insistentes manifestações de pais de alunos, professores e funcionários do CEP. Pessuti espera a aprovação da matéria para realizar, ainda neste ano, as primeiras eleições no Colégio.

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Pessuti tenta minimizar tentativa de assalto na casa de seguranças

Ao abrir a “Escolinha” agora a pouco, o governador Orlando Pessuti (PMDB), tentou amenizar a tentativa de assalto à residência onde moram os seguranças do governador. Disse que não foi nada! “Apenas um homem, que, talvez, quisesse entrar para assaltar, morreu, no tiroteio. É claro que isso é preocupante, mas assustou apenas a vizinhança”, afirma. A tentativa de invasão aconteceu na noite de ontem, na casa à rua Eugênio Mocelin, no bairro Boa Vista, em Curitiba. Os homens queriam levar, segundo a Gazeta do Povo, um veículo Ômega que estava na garagem. Porém, ao perceber o movimento dos bandidos, os seguranças do governador iniciaram um tiroteio. Os vizinhos afirmaram terem ouvido pelo menos uns dez tiros. Os outros dois assaltantes fugiram. Informações do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), o corpo da vítima – ainda sem identificação – foi retirado do local por volta das 22h40. Policiais militares e de diversas divisões da Polícia Civil foram ao local depois da ocorrência. Como o alvo dos assaltantes era um automóvel, as investigações ficaram à cargo da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos. Pessuti mora em uma residência que faz fundos com a casa alugada para abrigar os seguranças. Segundo informações extra-oficiais – não confirmadas pelo Cope – o governador estava em casa no momento do tiroteio, mas teria deixado o local ileso. As imediações do crime ficaram isoladas até por volta das 23h.

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Governo instala-se em Maringá

Governo instala-se em Maringá
Exaltando o “sucesso” da interiorização do Governo, na semana passada em Ponta Grossa, o governador Orlando Pessuti (PMDB) anunciou, no final da “Escolinha” que Maringá vai receber a “Escola de Governo” nos dias 6 e 7. Até um vídeo promocional do “evento” foi feito para divulgar a transferência, por dois dias, de toda a estrutura governamental para a principal cidade do noroeste do Estado.

 Foto: Roberto Corradini / AENExaltando o “sucesso” da interiorização do Governo, na semana passada em Ponta Grossa, o governador Orlando Pessuti (PMDB) anunciou, no final da “Escolinha” que Maringá vai receber a “Escola de Governo” nos dias 6 e 7. Até um vídeo promocional do “evento” foi feito para divulgar a transferência, por dois dias, de toda a estrutura governamental para a principal cidade do noroeste do Estado.

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Paraná está com a ficha limpa

Paraná está com a ficha limpa
Ao abrir a Escola de Governo, agora a pouco, o governador Orlando Pessuti (PMDB) dedicou boa parte do tempo agradecendo deputados federais e senadores que se empenharam para o fim da multa imposta ao Paraná, por conta da privatização do Banestado. Agradeceu aos três senadores – Álvaro Dias (PSDB), Flávio Arns (PSDB) – e em especial ao senador Osmar Dias (PDT), autor do projeto de resolução votado e aprovado no Senado e que colocou um ponto final na multa de R$ 5 milhões mensais. Também falou sobre o envolvimento no caso de quase todos os deputados federais, principalmente os deputados Ratinho Júnior (PSC), Moacir Micheleto (PMDB), Luiz Carlos Hauly (PSDB) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB). Pessuti fez uma retrospectiva de toda a ação em torno do assunto, desde a mudança no parecer do relator do projeto de resolução, senador ACM Jr. (DEM-BA), passando pela discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde houve a inversão da ordem do dia para votar o mais rápido possível a proposta de resolução; até o apoio do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que concedeu apenas três horas para um pedido de vistas (poderia ser até de cinco dias). “O presidente da CCJ, num gesto dos mais importantes, Demóstenes Torres contribuiu de forma definitiva para a solução do problema. Agora, verificamos que desde 2004 estamos sendo penalizados com essa multa. O recálculo, portanto, terá que ser feito desde 2004 para saber o valor que será devolvido ao Paraná. Estamos hoje com a ficha limpa. O nosso cadastro, que estava reprovado, agora está aprovado”, comemora, lembrando, porém, que o assunto ainda não está encerrado, porque existe o fato de que a Copel foi dada como garantia do empréstimo, junto ao Banco Itaú para o saneamento do Banestado, antes de sua venda. “Daqui para frente vamos atrás da conquista da solução jurídica ou administrativa junto ao Banco Itaú e Governo Federal. Vamos ver a conveniência, porque queremos tirar o Paraná desse imbróglio. Vamos ver se resolvemos esse assunto, com o Itaú, no campo administrativo de forma amigável ou se vamos brigar na Justiça, porque os títulos dados como garantia, foram considerados podres, sem validade e esse assunto já está na Justiça”, considera.

Ao abrir a Escola de Governo, agora a pouco no auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) dedicou boa parte do tempo agradecendo deputados federais e senadores que se empenharam para o fim da multa imposta ao Paraná, por conta da privatização do Banestado. Agradeceu aos três senadores – Álvaro Dias (PSDB), Flávio Arns (PSDB) – e em especial ao senador Osmar Dias (PDT), autor do projeto de resolução votado e aprovado no Senado e que colocou um ponto final na multa de R$ 5 milhões mensais. Também falou sobre o envolvimento no caso de quase todos os deputados federais, principalmente os deputados Ratinho Júnior (PSC), Moacir Micheleto (PMDB), Luiz Carlos Hauly (PSDB) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB). Pessuti fez uma retrospectiva de toda a ação em torno do assunto, desde a mudança no parecer do relator do projeto de resolução, senador ACM Jr. (DEM-BA), passando pela discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde houve a inversão da ordem do dia para votar o mais rápido possível a proposta de resolução; até o apoio do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que concedeu apenas três horas para um pedido de vistas (poderia ser até de cinco dias). “O presidente da CCJ, num gesto dos mais importantes, Demóstenes Torres contribuiu de forma definitiva para a solução do problema. Agora, verificamos que desde 2004 estamos sendo penalizados com essa multa. O recálculo, portanto, terá que ser feito desde 2004 para saber o valor que será devolvido ao Paraná. Estamos hoje com a ficha limpa. O nosso cadastro, que estava reprovado, agora está aprovado”, comemora, lembrando, porém, que o assunto ainda não está encerrado, porque existe o fato de que a Copel foi dada como garantia do empréstimo, junto ao Banco Itaú para o saneamento do Banestado, antes de sua venda. “Daqui para frente vamos atrás da conquista da solução jurídica ou administrativa junto ao Banco Itaú e Governo Federal. Vamos ver a conveniência, porque queremos tirar o Paraná desse imbróglio. Vamos ver se resolvemos esse assunto, com o Itaú, no campo administrativo de forma amigável ou se vamos brigar na Justiça, porque os títulos dados como garantia, foram considerados podres, sem validade e esse assunto já está na Justiça”, considera.

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Interiorização do Governo em Ponta Grossa

Interiorização do Governo em Ponta Grossa
Na abertura da Escola de Governo de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) anunciou que amanhã vai estar em Ponta Grossa, primeira cidade a receber toda a equipe de Governo, na ação de interiorização prometida há alguns dias. Além de encontros com prefeitos e vereadores da região dos Campos Gerais, o peemedebista vai visitar obras em andamento. Entre elas, a pavimentação Rodovia do Cerne, na comunidade de Abapã, onde vai assinar ordem de serviço, para a construção da “estrada da liberdade”, anunciada pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB) em verso e prosa, mas que não saiu do papel. Coube, então, a Pessuti concretizar o que foi, até agora, uma promessa para reduzir a tarifa de pedágio, por meio de uma via alternativa. O governador vai também conferir as obras do Hospital Regional que está sendo construído em Telêmaco Borba e verificar o andamento das obras da usina Mauá, entre Telêmaco Borba e Ortigueira. Pessuti lembrou também do falecimento, ontem, da esposa do ex-governador do Paraná Ney Amintas de Barros Braga, Nice Braga. O sepultamento será na tarde de hoje. “A nossa manifestação de sentimento pesar à família de Ney e Nice Braga, que muito contribuíram para Curitiba, onde Ney Braga foi prefeito, chefe de polícia, governador do Paraná, ministro da Agricultura e Educação”, lembra Pessuti.

Foto: Roberto Dumke /AENNa abertura da Escola de Governo de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) anunciou que amanhã vai estar em Ponta Grossa, primeira cidade a receber toda a equipe de Governo, na ação de interiorização prometida há alguns dias. Além de encontros com prefeitos e vereadores da região dos Campos Gerais, o peemedebista vai visitar obras em andamento. Entre elas, a pavimentação Rodovia do Cerne, na comunidade de Abapã, onde vai assinar ordem de serviço, para a construção da “estrada da liberdade”, anunciada pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB) em verso e prosa, mas que não saiu do papel. Coube, então, a Pessuti concretizar o que foi, até agora, uma promessa para reduzir a tarifa de pedágio, por meio de uma via alternativa. O governador vai também conferir as obras do Hospital Regional que está sendo construído em Telêmaco Borba e verificar o andamento das obras da usina Mauá, entre Telêmaco Borba e Ortigueira. Pessuti lembrou também do falecimento, ontem, da esposa do ex-governador do Paraná Ney Amintas de Barros Braga, Nice Braga. O sepultamento será na tarde de hoje. “A nossa manifestação de sentimento pesar à família de Ney e Nice Braga, que muito contribuíram para Curitiba, onde Ney Braga foi prefeito, chefe de polícia, governador do Paraná, ministro da Agricultura e Educação”, lembra Pessuti.

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Dívida do Paraná poderá ser solucionada nesta semana

Dívida do Paraná poderá ser solucionada nesta semana
Na abertura da “Escolinha” de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) fez uma avaliação da semana passada, que considera “puxada e agitada”, e acredita que esta semana “haverá de produzir resultados buscados ao longo dos sete anos pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB). Ele se referia à dívida contraída pelo Paraná quando da venda do Banestado ao Banco Itaú. Segundo o governador, essa transação resultou numa “dívida monstruosa”. Ele conta que o empréstimo foi de R$ 5 bilhões, e o Estado ainda ficou devendo R$ 4,2 bilhões. “E, disso, já se pagou em torno de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões e ainda nos restam uma dívida de R$ 9 bilhões, Ficamos sem o banco, já pagamos R$ 6 bilhões e ainda devemos R$ 9 bilhões. Além disso, todos os meses somos penalizados com uma multa de R$ 5 bilhões. É dinheiro nosso, que poderia estar servindo para atender necessidades dos paranaenses”, lamenta, avisando que esse dinheiro que está bloqueado já soma R$ 260 milhões. Pessuti lembra da sua viagem à Brasília, em companhia do secretário da Fazenda, Heron Arzua, onde manteve uma série de conversações, como os ministros do Planejamento (Paulo Bernardo), da Fazenda, Guido Mantega, e com o senado ACM Jr (DEM-BA), para tentar livrar o Estado da multa e ter os quase R$ 300 milhões desbloqueados. De acordo com o governador, a dívida remanescente foi acrescida de mais de R$ 1 bilhão, além dos títulos podres, os precatórios que o Paraná, quando entregou Banestado ao Itaú, teve que avalizar esses títulos com as ações da Copel. “Esse problema está sendo questionado na Justiça, que ainda não resolveu. Corremos o risco de perder o controle acionário da Copel. É uma ação complexa, por isso, estamos acionando as forças políticas em Brasília para resolvermos essas questões”, disse, adiantando que essa semana poderá ter resposta positiva no Senado, com o recálculo da dívida e o fim do bloqueio dos quase R$ 300 milhões na Secretaria do Tesouro Nacional.

Foto: Roberto Dumke /AENNa abertura da “Escolinha” de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON), o governador Orlando Pessuti (PMDB) fez uma avaliação da semana passada, que considera “puxada e agitada”, e acredita que esta semana “haverá de produzir resultados buscados ao longo dos sete anos pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB). Ele se referia à dívida contraída pelo Paraná quando da venda do Banestado ao Banco Itaú. Segundo o governador, essa transação resultou numa “dívida monstruosa”. Ele conta que o empréstimo foi de R$ 5 bilhões, e o Estado ainda ficou devendo R$ 4,2 bilhões. “E, disso, já se pagou em torno de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões e ainda nos restam uma dívida de R$ 9 bilhões, Ficamos sem o banco, já pagamos R$ 6 bilhões e ainda devemos R$ 9 bilhões. Além disso, todos os meses somos penalizados com uma multa de R$ 5 bilhões. É dinheiro nosso, que poderia estar servindo para atender necessidades dos paranaenses”, lamenta, avisando que esse dinheiro que está bloqueado já soma R$ 260 milhões. Pessuti lembra da sua viagem à Brasília, em companhia do secretário da Fazenda, Heron Arzua, onde manteve uma série de conversações, como os ministros do Planejamento (Paulo Bernardo), da Fazenda, Guido Mantega, e com o senado ACM Jr (DEM-BA), para tentar livrar o Estado da multa e ter os quase R$ 300 milhões desbloqueados. De acordo com o governador, a dívida remanescente foi acrescida de mais de R$ 1 bilhão, além dos títulos podres, os precatórios que o Paraná, quando entregou Banestado ao Itaú, teve que avalizar esses títulos com as ações da Copel. “Esse problema está sendo questionado na Justiça, que ainda não resolveu. Corremos o risco de perder o controle acionário da Copel. É uma ação complexa, por isso, estamos acionando as forças políticas em Brasília para resolvermos essas questões”, disse, adiantando que essa semana poderá ter resposta positiva no Senado, com o recálculo da dívida e o fim do bloqueio dos quase R$ 300 milhões na Secretaria do Tesouro Nacional.

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