Proliferam na internet gozações sobre o naufrágio do filme “Lula, o Filho do Brasil”. O pessoal é pródigo nisso: dizem que para “alavancar” a audiência, que hoje está perto de 700 mil expectadores, dizem na rede que o presidente Lula vai lançar o “Bolsa-Pipoca”, cuja promoção é dar um saco de pipocas para quem for assistir o filme e, no fundo do cinema, um “santinho” de Dilma. E outra bem humorada provocação, propõe a mudança de nome para a saga: “Lula, o filho do barril”. Agora, na vida real, o produtor Luis Carlos Barreto está anunciando uma caravana nacional para exibir o filme “Lula, o filho do Brasil” a preços populares, em cidades sem salas de cinema (nos anos 50, era com exibição de filmes em praças de bairros mais distantes de São Paulo, que os políticos da época faziam campanha), para aumentar o número de espectadores.
Agora vai!
Proliferam na internet gozações sobre o naufrágio do filme “Lula, o Filho do Brasil”. O pessoal é pródigo nisso: dizem que para “alavancar” a audiência, que hoje está perto de 700 mil expectadores, dizem na rede que o presidente Lula vai lançar o “Bolsa-Pipoca”, cuja promoção é dar um saco de pipocas para quem for assistir o filme e, no fundo do cinema, um “santinho” de Dilma. E outra bem humorada provocação, propõe a mudança de nome para a saga: “Lula, o filho do barril”. Agora, na vida real, o produtor Luis Carlos Barreto está anunciando uma caravana nacional para exibir o filme “Lula, o filho do Brasil” a preços populares, em cidades sem salas de cinema (nos anos 50, era com exibição de filmes em praças de bairros mais distantes de São Paulo, que os políticos da época faziam campanha), para aumentar o número de espectadores.
