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A mãe da criança

A mãe da criança
Ahá. A ideia de criar a Secretaria da Mulher: a deputada Rosane Ferreira (PV). Ela admitiu que conversou com o governador Orlando Pessuti (PMDB) e com a primeira-dama, Regina Pessuti, sugerindo a criação dessa secretaria. “Antes tarde do que nunca. A secretaria só não foi criada antes, porque Orlando Pessuti não era governador. Precisa, sim, de uma secretaria especial para fazer políticas públicas para as mulheres. Temos muita violência contra as mulheres e também precisamos preparar as mulheres para o mercado de trabalho”, argumenta, dizendo que vai se empenhar para que o projeto tramite com rapidez na Assembleia Legislativa, sem se importar que a secretaria terá vida curta.

Ahá!! Aparece a mãe da criança. Da ideia de criar a Secretaria da Mulher: a deputada Rosane Ferreira (PV). Ela admitiu que conversou com o governador Orlando Pessuti (PMDB) e com a primeira-dama, Regina Pessuti, sugerindo a criação dessa secretaria. “Antes tarde do que nunca. A secretaria só não foi criada antes, porque Orlando Pessuti não era governador. Precisa, sim, de uma secretaria especial para fazer políticas públicas para as mulheres. Temos muita violência contra as mulheres e também precisamos preparar as mulheres para o mercado de trabalho”, argumenta, dizendo que vai se empenhar para que o projeto tramite com rapidez na Assembleia Legislativa, sem se importar que a secretaria terá vida curta.

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Deputados do PT e PMDB “satisfeitos” com aliança com o PDT

Deputados do PT e PMDB “satisfeitos” com aliança com o PDT
O deputado Tadeu Veneri (PT), um dos que defendia a candidatura própria do partido ao Governo do Estado, disse estar satisfeito com a aliança com o PDT, apoiando o senador Osmar Dias, porque, agora, ele “tem certeza” que o projeto “neoliberal” não voltará ao Estado. “Até ontem (terça-feira), havia ainda esse risco. Mas, agora, vamos trabalhar pela eleição de Dilma Rousseff, que dará continuidade aos avanços conquistados até aqui”, disse. Veneri, porém, afirmou que foi contra a coligação na proporcional, por acreditar que isso prejudicaria o PT. Mas, foi voto vencido. No PMDB, o deputado Luiz Claudio Romanelli, disse que, finalmente, no Paraná, todos os partidos que dão sustentação ao Governo Lula, continuarão juntos nas eleições deste ano. Ele disse que o partido abriu mão da candidatura própria ao Governo do Estado, para manter essa aliança. PT, PMDB e PDT formarão um chapão e, por isso, os peemedebistas tiveram que reduzir o número de candidatos, para se adequar as exigências da lei eleitoral. PT e PDT terão, cada um, 15 candidatos, e o PMDB 25, o restante das vagas (102), serão divididas entre os demais partidos aliados.

Tadeu Veneri (PT)O deputado Tadeu Veneri (PT), um dos que defendia a candidatura própria do partido ao Governo do Estado, disse estar satisfeito com a aliança com o PDT, apoiando o senador Osmar Dias, porque, agora, ele “tem certeza” que o projeto “neoliberal” não voltará ao Estado. “Até ontem (terça-feira), havia ainda esse risco. Mas, agora, vamos trabalhar pela eleição de Dilma Rousseff, que dará continuidade aos avanços conquistados até aqui”, disse. Veneri, porém, afirmou que foi contra a coligação na proporcional, por acreditar que isso prejudicaria o PT. Mas, foi voto vencido. No PMDB, o deputado Luiz Claudio Romanelli, disse que, finalmente, no Paraná, todos os partidos que dão sustentação ao Governo Lula, continuarão juntos nas eleições deste ano. Ele disse que o partido abriu mão da candidatura própria ao Governo do Estado, para manter essa aliança. PT, PMDB e PDT formarão um chapão e, por isso, os peemedebistas tiveram que reduzir o número de candidatos, para se adequar as exigências da lei eleitoral. PT e PDT terão, cada um, 15 candidatos, e o PMDB 25, o restante das vagas (102), serão divididas entre os demais partidos aliados.

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PPS e PSDB reunidos desde cedo

PPS e PSDB
Desde a manhã de hoje, a cúpula do PPS e deputados estaduais estão reunidos com Beto Richa (PSDB). O que será que tanto discutem? Até ontem, o partido estava dividido entre apoiar Osmar Dias (PDT) ou o tucano Beto Richa. Com o anúncio da candidatura de Osmar ao Governo do Estado, com apoio do PT e PMDB, parece que o que está pesando é apoiar Richa e “perder a amizade” de Osmar. À noite, a partir das 18 horas, os socialistas se reúnem para a convenção e devem levar uma decisão pré-pronta.

Desde a manhã de hoje, a cúpula do PPS e deputados estaduais estão reunidos com Beto Richa (PSDB). O que será que tanto discutem? Até ontem, o partido estava dividido entre apoiar Osmar Dias (PDT) ou o tucano Beto Richa. Com o anúncio da candidatura de Osmar ao Governo do Estado, com apoio do PT e PMDB, parece que o que está pesando é apoiar Richa e “perder a amizade” de Osmar. À noite, a partir das 18 horas, os socialistas se reúnem para a convenção e devem levar uma decisão pré-pronta.

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Rusch estranha projeto para criar “mais” duas secretarias

Rusch estranha projeto para criar “mais” duas secretarias
O deputado Élio Rusch (DEM), líder da oposição na Assembleia Legislativa, também estranhou a mensagem do Governo do Estado, que cria mais uma Secretaria, a da Mulher. “Quero deixar bem claro que não somos contra a Secretaria da Mulher, mas sim a forma como está sendo proposta: a apenas seis meses do fim do mandato. Pior. A mensagem não traz impacto financeiro, além de autorizar o remanejamento de recursos de outras secretarias”, disse, ao pedir para os colegas que deixem “para depois” a discussão desses projetos. “Não é possível que a Assembleia Legislativa se dê ao luxo de aprovar uma mensagem como essa, agora. Vamos falar com o governador e discutir isso mais profundamente”, pede. Segundo ele, no governo passado (leia-se Jaime Lerner), havia 19 secretarias e seis secretarias especiais. Neste governo (Roberto Requião), são 23 secretarias e nove secretarias especiais. “Aumentaram o número de secretarias, mostrando que o discurso é um e a prática é outra. Façamos uma reflexão sobre essas mensagens que vêm do Governo. Em final de Governo? Qual é o objetivo? Qual o significado?”, questiona.

Élio Rusch O deputado Élio Rusch (DEM), líder da oposição na Assembleia Legislativa, também estranhou a mensagem do Governo do Estado, que cria mais uma Secretaria, a da Mulher. “Quero deixar bem claro que não somos contra a Secretaria da Mulher, mas sim a forma como está sendo proposta: a apenas seis meses do fim do mandato. Pior. A mensagem não traz impacto financeiro, além de autorizar o remanejamento de recursos de outras secretarias”, disse, ao pedir para os colegas que deixem “para depois” a discussão desses projetos. “Não é possível que a Assembleia Legislativa se dê ao luxo de aprovar uma mensagem como essa, agora. Vamos falar com o governador e discutir isso mais profundamente”, pede. Segundo ele, no governo passado (leia-se Jaime Lerner), havia 19 secretarias e seis secretarias especiais. Neste governo (Roberto Requião), são 23 secretarias e nove secretarias especiais. “Aumentaram o número de secretarias, mostrando que o discurso é um e a prática é outra. Façamos uma reflexão sobre essas mensagens que vêm do Governo. Em final de Governo? Qual é o objetivo? Qual o significado?”, questiona.

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Deputado Índio da Costa (DEM-RJ) será o vice de Serra

Índio da Costa (DEM-RJ)O DEM e PSDB acabam de decidir o nome do deputado Índio da Costa (DEM-RJ) como vice do tucano José Serra na disputa presidencial.  Entre os pontos que levaram a escolha do deputado está o fato de ele ter sido o relator do projeto do Ficha Limpa. Também foi levado em conta o fato de ser do Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país, e ser jovem.  A escolha é uma vitória pessoal do ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, e do presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ). Costa já foi secretário de administração do Rio no governo Cesar Maia. O martelo foi batido na casa de Serra, onde estão reunidos o tucano, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e Rodrigo Maia. Serra está viajando para Brasília onde ele participará da convenção do DEM. Uma sala foi montado no Hotel Grand Bittar, em Brasília, onde o partido faz a convenção. O vice será anunciado em uma entrevista coletiva marcada para começar às 17h. Índio da Costa foi escolhido depois da reação do DEM com a indicação do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) para o posto. As informações são da Folha.com

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Polícia Civil abre processo seletivo para contratar 335 auxiliares de carceragem

A Polícia Civil recebe, nesta quinta e sexta-feira (1.º e 2), inscrições para o o preenchimento de 335 vagas de auxiliar de carceragem, em caráter temporário. O salário é de R$ 1.275,76 para 40 horas semanais. São 86 vagas para Curitiba, 79 para outras cidades da região metropolitana, e 170 para cidades do interior do Estado.  As inscrições devem ser feitas das 9h às 12h e das 14h às 17h, em unidades policiais pré-estabelecidas. Em Curitiba, serão realizadas na sede do Grupo Auxiliar de Recursos Humanos (GARH), na Rua José Loureiro, 540, 2.º andar, centro. A relação dos locais de inscrição está disponível na página www.policiacivil.pr.gov.br , no link “concursos”. Cada candidato poderá inscrever-se apenas para um único município.  No mesmo endereço eletrônico, o candidato encontra a ficha de inscrição, que deve ser levada preenchida, e a relação completa de documentos que devem ser levados. Dentre eles, estão fotocópia autenticada da carteira de identidade, carteira de trabalho, certidão ou declaração comprobatória de tempo de serviço e de exercício de função de segurança de unidade policial com carceragem.

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PSDB desiste de Álvaro Dias para vice de Serra

Em reunião na casa do presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PSDB), os tucanos resolveram desistir de colocar o senador Alvaro Dias (PSDB) como vice do candidato à presidência, José Serra. Tucanos e democratas foram avisados por telefone durante a madrugada desta quarta-feira (30) pelo senador Osmar Dias (PDT) de que ele concorreria ao governo do estado, inviabilizando a defesa do nome de Alvaro para ocupar o posto. Os tucanos afirmam ser insustentável defender o nome de Alvaro, tendo em vista que o seu irmão não cumpriu com o acordo. O PSDB propôs a vice para Alvaro com o objetivo de atrair seu irmão para a vaga de senador na chapa de seu candidato ao governo do Paraná, o ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa. O Democratas voltou a defender o nome da ex-vice-governadora do Pará Valéria Pires (DEM) para ocupar o posto. No PSDB, fala-se novamente nos nomes da senadora Marisa Serrano e no deputado federal Gustavo Fruet, que já declarou ser candidato a Câmara Federal novamente. Com informações do Bem Paraná.

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Paraná poderá ter mais uma secretaria

Paraná poderá ter mais uma secretaria
A pouco mais de seis meses para encerrar o mandato, o governador Orlando Pessuti (PMDB), acaba de enviar à Assembleia Legislativa, projeto de lei para a criação de secretaria de Estado. A primeira mensagem pede um cargo de secretário especial para tratar de “relações internacionais”, justificando que a medida visa o “fortalecimento das ações que envolvem as relações internacionais, para implementar ações governamentais do Estado e apresentá-los aos diversos países do mundo”. Outra proposta, prevê a criação da Secretaria de Estado da Mulher, com o objetivo de promover e zelar pelos direitos da mulher, “figura essencial para o desenvolvimento da sociedade”. Para a nova Secretaria, o projeto pede, ainda, a criação de mais 13 cargos em comissão, para secretário, diretor geral, chefe de gabinete, coordenadores, quatro para chefes de grupos – setorial, recursos humanos, planejamento, financeiro – e outros quatro para assistentes dos chefes desses grupos.

Foto: Roberto Dumke /AENA pouco mais de seis meses para encerrar o mandato, o governador Orlando Pessuti (PMDB), acaba de enviar à Assembleia Legislativa, projeto de lei para a criação de secretaria de Estado. A primeira mensagem pede um cargo de secretário especial para tratar de “relações internacionais”, justificando que a medida visa o “fortalecimento das ações que envolvem as relações internacionais, para implementar ações governamentais do Estado e apresentá-los aos diversos países do mundo”. Outra proposta, prevê a criação da Secretaria de Estado da Mulher, com o objetivo de promover e zelar pelos direitos da mulher, “figura essencial para o desenvolvimento da sociedade”. Para a nova Secretaria, o projeto pede, ainda, a criação de mais 13 cargos em comissão, para secretário, diretor geral, chefe de gabinete, coordenadores, quatro para chefes de grupos – setorial, recursos humanos, planejamento, financeiro – e outros quatro para assistentes dos chefes desses grupos.

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Pedágio na mira de Reni Pereira

Pedágio na mira de Reni Pereira
O deputado Reni Pereira (PSB) está disposto a desvendar alguns mistérios que rondam os contratos com as concessionárias de pedágio no Paraná. Ele teve aprovado três requerimentos que, se confirmarem as suspeitas do parlamentar, esses contratos podem ser nulos. Os requerimentos aprovados em plenário, endereçados ao DER, querem informações se houve mudança de domínio das concessionárias que originalmente venceram as licitações; se houve aditivos contratuais; e se houve alteração da modalidade do seguro. “A partir de hoje, o DER tem 30 dias para responder e, caso não o faça, pode responder por crime de responsabilidade. Se as informações levarem à nulidade dos contratos, acredito que o povo do Paraná já pode se considerar como credor das concessionárias”, disse, adiantando que os requerimentos só foram aprovados, por unanimidade, graças a um cochilo da liderança do Governo na Assembleia Legislativa. Segundo ele, o aditivo contratual com as concessionárias foi “contrato de gaveta”. Não foi publicado em Diário Oficial “e, portanto, são nulos, conforme norma do direito público. “Já temos alguns anos de atraso nessas obras. E, coincidência ou não, tão logo os requerimentos foram aprovados, já identificamos movimento para duplicação do trecho entre Cascavel e Medianeira. Se os contratos forem considerados nulos, abre-se caminho para o Estado encampar as rodovias pedagiadas”, assegura.

O deputado Reni Pereira (PSB) está disposto a desvendar alguns mistérios que rondam os contratos com as concessionárias de pedágio no Paraná. Ele teve aprovado três requerimentos que, se confirmarem as suspeitas do parlamentar, esses contratos podem ser nulos. Os requerimentos aprovados em plenário, endereçados ao DER, querem informações se houve mudança de domínio das concessionárias que originalmente venceram as licitações; se houve aditivos contratuais; e se houve alteração da modalidade do seguro. “A partir de hoje, o DER tem 30 dias para responder e, caso não o faça, pode responder por crime de responsabilidade. Se as informações levarem à nulidade dos contratos, acredito que o povo do Paraná já pode se considerar como credor das concessionárias”, disse, adiantando que os requerimentos só foram aprovados, por unanimidade, graças a um cochilo da liderança do Governo na Assembleia Legislativa. Segundo ele, o aditivo contratual com as concessionárias foi “contrato de gaveta”. Não foi publicado em Diário Oficial “e, portanto, são nulos, conforme norma do direito público. “Já temos alguns anos de atraso nessas obras. E, coincidência ou não, tão logo os requerimentos foram aprovados, já identificamos movimento para duplicação do trecho entre Cascavel e Medianeira. Se os contratos forem considerados nulos, abre-se caminho para o Estado encampar as rodovias pedagiadas”, assegura.

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Álvaro Dias avisa que se não for confirmado vice até amanhã, Osmar sai ao governo

Indicado para ocupar a vaga de vice-presidente na chapa tucana, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou, que para a homologação de seu nome “só falta o DEM concordar”. Ele disse considerar naturais as resistências do DEM a sua escolha, mas alertou que caso sua candidatura à vice-presidência não seja homologada até amanhã, como determina a legislação, seu irmão e senador Osmar Dias (PDT) vai disputar o governo do Paraná. Um dos objetivos da indicação de Alvaro Dias foi retirar Osmar da corrida estadual paranaense, o que deverá criar dificuldades no estado para a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Questionado se a ligação entre sua indicação a vice-presidente e a retirada da candidatura de seu irmão ao governo paranaense não seria uma chantagem, Alvaro Dias afirmou que não existe essa vinculação. “O senador Sérgio Guerra (presidente nacional do PSDB) deixou isso muito claro. Não era uma decisão do Paraná, e sim uma decisão nacional. Não há essa vinculação. Nem eles colocaram isso como exigência, nem isso foi recebido de nossa parte dessa forma. Sempre estivemos juntos.” Sobre sua possível atuação como vice-presidente, Alvaro Dias disse que será um colaborador “fiel e leal”, “um coadjuvante obediente”. Por fim, alegou que a crise com o DEM em torno da vaga de vice na chapa encabeçada por Serra é passageira. “O final será do entendimento”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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