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Peteca na praia

Antonio Belinati (PP) Coitados. O pessoal da Saúde, com apoio do Sindisaúde lota as galerias da Assembleia Legislativa. Vira e mexe esse pessoal vem à Casa para pedir o seu Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV). O deputado Antônio Belinati (PP) resumiu o vai e vem desse pessoal: “parece peteca na praia”. Há quantos anos lutam por isso? Mas, de acordo com o deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB), o culpado de o PCCV da Saúde não ter saído ainda é o ex-governador Jaime Lerner (DEM). Cá entre nós, se Lerner foi culpado por ter retirado o projeto da AL, porque o governador Roberto Requião (PMDB) não retomou a discussão? Então, não adianta jogar a culpa numa pessoa, se outra também tem igual ou maior culpa!


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Doa a quem doer!

Doa a quem doer!
O deputado Tadeu Veneri (PT) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa, agora a pouco, para cobrar os próximos passos e a metodologia de trabalho que a comissão de sindicância, anunciada ontem, para as investigações sobre as denúncias dos atos secretos e funcionários fantasmas na Casa. Falou o que quis e ouviu resposta indignada do presidente da AL, deputado Nelson Justus (DEM), que expôs tudo o que foi feito e o que está em andamento para esclarecer as denúncias da RPC (Gazeta do Povo e TV Paranaense). Disse que a Casa recebeu três pedidos de informações do Ministério Público MP), dando prazo 10 dias para resposta. “Ontem, o MP recebeu todas as informações que pediram, protocolada com 4 dias de antecedência. Há um rito e essa casa vai obedecer esse rito, Esse poder será respeitado e nós queremos apurar tudo”, garante, avisando, ainda, que quem não estiver recadastrado não recebe salário, e isso serve também para o gabinete dos deputados. Segundo Justus, este é um caminho sem volta. “Eu não estava blefando quando afirmei isso. Tomei as medidas que tinha que tomar. Nós estamos avançando e ninguém pode questionar isso. Portanto, não vai ser esta ou aquela atitude que vai nos fazer mudar o rumo. Esta Casa será respeitada. Agradeço a intenção e as palavras, e pode ter certeza que o senhor não vai se decepcionar”, termina.

O deputado Tadeu Veneri (PT) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa, agora a pouco, para cobrar os próximos passos e a metodologia de trabalho que a comissão de sindicância, anunciada ontem, para as investigações sobre as denúncias dos atos secretos e funcionários fantasmas na Casa. Falou o que quis e ouviu resposta indignada do presidente da AL, deputado Nelson Justus (DEM), que expôs tudo o que foi feito e o que está em andamento para esclarecer as denúncias da RPC (Gazeta do Povo e TV Paranaense). Disse que a Casa recebeu três pedidos de informações do Ministério Público (MP), dando prazo 10 dias para resposta. “Ontem, o MP recebeu todas as informações que pediram, protocolada com 4 dias de antecedência. Há um rito e essa casa vai obedecer esse rito, Esse poder será respeitado e nós queremos apurar tudo”, garante, avisando, ainda, que quem não estiver recadastrado não recebe salário, e isso serve também para o gabinete dos deputados. Segundo Justus, este é um caminho sem volta. “Eu não estava blefando quando afirmei isso. Tomei as medidas que tinha que tomar. Nós estamos avançando e ninguém pode questionar isso. Portanto, não vai ser esta ou aquela atitude que vai nos fazer mudar o rumo. Esta Casa será respeitada. Agradeço a intenção e as palavras, e pode ter certeza que o senhor não vai se decepcionar”, termina.

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Pantomima eleitoral

Pantomima eleitoral
Nota oficial dos presidentes do DEM, PSDB E PPS e propósito do PAC 2, no blog de Ricardo Noblat:
“Sob lágrimas e promessas de fazer até o que cabe a governos estaduais e municipais, atuais e futuros, a candidata do governo, Dilma Roussef com pompa e circunstância, anunciou o PAC 2, um programa tão pretensioso quanto o primeiro, o PAC 1, que três anos depois de ser lançado tem menos que 54% dormindo em gavetas da burocracia, sem sequer sair do papel. Para se ter uma idéia do quanto o discurso não tem relação com a realidade, apenas 11% das obras do PAC 1 foram concluídas, sendo que nos estados do Nordeste, região mais necessitada de obras de infra-estrutura, essa percentagem cai para 4%. Seria demais perguntar, se o primeiro programa está empacado, para que lançar o segundo? Não é o caso de terminar o começado?
Fosse verdadeiramente desejo do governo melhorar as precárias condições de nossa infraestrutura, a resposta óbvia seria sim. Mas não é o caso do governo Lula e de sua candidata. O PAC 2 é mera peça de campanha eleitoral, movida às custas do contribuinte brasileiro. Cerca de 60% das obras inauguradas pelo governo nem mesmo estavam prontas. Fica claro que não existe compromisso algum com o país. Passada a caravana do governo e de sua candidata; terminada a sessão de auto-elogios do presidente, das críticas aos adversários e da imprensa; findo o comício em que a candidata e seu cicerone pedem voto de forma escancarada, afrontando a Justiça eleitoral, depois que as emissoras de TV filmam, as de rádio e os jornais fazem entrevistas, o palanque é desfeito e tudo volta a ser como antes.
Quem acredita que existe perspectiva de conclusão do que naquele palavrório foi prometido corre o altíssimo risco de se cansar de esperar, se frustrar e concluir que obras não virão dessa pantomima eleitoral. A responsabilidade direta por esse fiasco gerencial cabe à ministra Dilma Rouseff, chefe da casa Civil, apresentada ao país como a mãe do PAC. No afã de arranjar-lhe uma bandeira eleitoral, o Presidente da República na verdade passou-lhe um atestado de incompetência administrativa.
Roberto Freire – Presidente Nacional do PPS, Senador Sérgio Guerra – Presidente Nacional do PSDB;  Deputado Rodrigo Maia – Presidente Nacional do DEM”.

Nota oficial dos presidentes do DEM, PSDB E PPS e propósito do PAC 2, no blog de Ricardo Noblat:

“Sob lágrimas e promessas de fazer até o que cabe a governos estaduais e municipais, atuais e futuros, a candidata do governo, Dilma Roussef com pompa e circunstância, anunciou o PAC 2, um programa tão pretensioso quanto o primeiro, o PAC 1, que três anos depois de ser lançado tem menos que 54% dormindo em gavetas da burocracia, sem sequer sair do papel. Para se ter uma idéia do quanto o discurso não tem relação com a realidade, apenas 11% das obras do PAC 1 foram concluídas, sendo que nos estados do Nordeste, região mais necessitada de obras de infra-estrutura, essa percentagem cai para 4%. Seria demais perguntar, se o primeiro programa está empacado, para que lançar o segundo? Não é o caso de terminar o começado? Fosse verdadeiramente desejo do governo melhorar as precárias condições de nossa infraestrutura, a resposta óbvia seria sim. Mas não é o caso do governo Lula e de sua candidata. O PAC 2 é mera peça de campanha eleitoral, movida às custas do contribuinte brasileiro. Cerca de 60% das obras inauguradas pelo governo nem mesmo estavam prontas. Fica claro que não existe compromisso algum com o país. Passada a caravana do governo e de sua candidata; terminada a sessão de auto-elogios do presidente, das críticas aos adversários e da imprensa; findo o comício em que a candidata e seu cicerone pedem voto de forma escancarada, afrontando a Justiça eleitoral, depois que as emissoras de TV filmam, as de rádio e os jornais fazem entrevistas, o palanque é desfeito e tudo volta a ser como antes. Quem acredita que existe perspectiva de conclusão do que naquele palavrório foi prometido corre o altíssimo risco de se cansar de esperar, se frustrar e concluir que obras não virão dessa pantomima eleitoral. A responsabilidade direta por esse fiasco gerencial cabe à ministra Dilma Rouseff, chefe da casa Civil, apresentada ao país como a mãe do PAC. No afã de arranjar-lhe uma bandeira eleitoral, o Presidente da República na verdade passou-lhe um atestado de incompetência administrativa. Roberto Freire – Presidente Nacional do PPS, Senador Sérgio Guerra – Presidente Nacional do PSDB;  Deputado Rodrigo Maia – Presidente Nacional do DEM”.

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EmPACado

EmPACado
Ontem, durante a apresentação do PAC-2, o presidente Lula disse que não há atualmente cidade do País sem investimento do programa. Mas o PAC não alcançou a totalidade dos municípios (5.564), afirma o jornal O Globo. As obras de habitação tocadas pelo Ministério das Cidades estão em 2.156 deles. As ações de saneamento, nas cidades com mais de 50 mil habitantes, e da Fundação Nacional de Saúde chegaram a cerca de 2 mil. Segundo Dilma, os recursos da poupança aplicados em habitação saltaram de R$ 5,7 bilhões em 2002, último ano do governo FH, para R$ 44 bilhões em 2009. Mas, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, o montante destinado ao setor foi de R$ 34 bilhões em 2009. Lula disse que o último grande plano de infraestrutura foi no governo de Ernesto Geisel (1974-1979).
O governo Fernando Henrique Cardoso teve dois planos de investimentos: o Brasil em Ação, de 1996, e do Avança Brasil, de 1999, que investiram R$ 4 bilhões em saneamento e R$ 28 bilhões em habitação. Lula e Dilma atrelaram o crescimento econômico ao PAC. Mas, entre 1995 e 2006, só não houve expansão em 1998. Nos demais períodos, o PIB aumentou entre 0,3% (1999) e 5,7% (2004).

Ontem, durante a apresentação do PAC-2, o presidente Lula disse que não há atualmente cidade do País sem investimento do programa. Mas o PAC não alcançou a totalidade dos municípios (5.564), afirma o jornal O Globo. As obras de habitação tocadas pelo Ministério das Cidades estão em 2.156 deles. As ações de saneamento, nas cidades com mais de 50 mil habitantes, e da Fundação Nacional de Saúde chegaram a cerca de 2 mil. Segundo Dilma, os recursos da poupança aplicados em habitação saltaram de R$ 5,7 bilhões em 2002, último ano do governo FH, para R$ 44 bilhões em 2009. Mas, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, o montante destinado ao setor foi de R$ 34 bilhões em 2009. Lula disse que o último grande plano de infraestrutura foi no governo de Ernesto Geisel (1974-1979). O governo Fernando Henrique Cardoso teve dois planos de investimentos: o Brasil em Ação, de 1996, e do Avança Brasil, de 1999, que investiram R$ 4 bilhões em saneamento e R$ 28 bilhões em habitação. Lula e Dilma atrelaram o crescimento econômico ao PAC. Mas, entre 1995 e 2006, só não houve expansão em 1998. Nos demais períodos, o PIB aumentou entre 0,3% (1999) e 5,7% (2004).

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Loura bem guardada

Loura bem guardada
Diz o colunista Giba Um, vejam só, que na semana passada, Marisa Letícia, primeira-dama do país, decidiu aumentar o volume de luzes aloiradas em seus cabelos, no salão que freqüenta no segundo andar do Shopping Iguatemi. Voou a bordo do Sucatinha (é o reserva do Sucatão), ao lado de sua habitual acompanhante (é no cartão corporativo dela que seriam jogadas as despesas da primeira-dama, depois, incluídas no rol gastos secretos da Presidência) e nas horas que passou no cabeleireiro, cinco seguranças estavam à disposição: dois próximos ao salão, dois circulando pelas imediações e mais um perto de seu carro. Isso dói no bolso dos brasileiros!

Diz o colunista Giba Um, vejam só, que na semana passada, Marisa Letícia, primeira-dama do país, decidiu aumentar o volume de luzes aloiradas em seus cabelos, no salão que freqüenta no segundo andar do Shopping Iguatemi. Voou a bordo do Sucatinha (é o reserva do Sucatão), ao lado de sua habitual acompanhante (é no cartão corporativo dela que seriam jogadas as despesas da primeira-dama, depois, incluídas no rol gastos secretos da Presidência) e nas horas que passou no cabeleireiro, cinco seguranças estavam à disposição: dois próximos ao salão, dois circulando pelas imediações e mais um perto de seu carro. Isso dói no bolso dos brasileiros!

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PAC 2 sem verba assegurada aos grandes projetos do Paraná

Dilma Roussef no lançamento PAC2 A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançado ontem pelo presidente Lula e pela ministra Dilma Rousseff, contém obras grandiosas para o Paraná, mas que continuam no campo das ideias ou dependem de muita negociação. Empreendimentos como o trem-bala entre Curitiba e São Paulo e a terceira pista do Aeroporto Afonso Pena ainda não têm nem projetos preliminares que indiquem os custos para torná-los realidade. A expectativa de inclusão do metrô de Curitiba nos investimentos previstos também foi frustrada. O projeto não está garantido no PAC 2. De palpável para o estado, estão R$ 1,5 bilhão em obras de e R$ 5,5 bilhões na área de infraestrutura energética (que serão bancadas pela iniciativa privada ou por empresas estatais). No total para o Brasil, a previsão é de R$ 1,59 trilhão em investimentos. As informações são da Gazeta do Povo.

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Honrando pai e mãe

Honrando pai e mãe
O governador Roberto Requião (PMDB), fez um agradecimento formal aos deputados por terem aprovado projeto que reajusta o salário mínimo regional, em tempo recorde. “Somente assim poderemos sancionar o projeto em tempo hábil”, afirma o governador, em tom de despedida. Disse ainda que encerra a “Escolinha” de forma muito verde, já que é a Secretaria de Meio Ambiente quem faz o balanço das atividades. Amanhã, dia 31, conforme Requião, haverá transmissão de cargo simbólica, pela manhã e, à tarde, vai a Ponta Grossa para inaugurar o Hospital Regional. Afirma, também, que os 638 funcionários estão sendo “trenados” (sic) para assumir as funções, e agradeceu os deputados que homenagearam o seu pai Tadeu de Mello e Silva, que nomeia o hospital de Ponta Grossa.  “Ouvi muitas críticas pelo hospital receber o nome do meu pai. Hoje, ainda, muitos anos depois da morte do meu pai, quando tenho dificuldade política penso no que ele faria, porque ele era extremamente duro e ético. O hospital de PG é um dos 44 que construímos e o Hospital de Guaraqueçaba tem o nome da minha mãe”, acrescenta, lembrando a Bíblia que, diz: “Honrarás pai e mãe, senão o que vai fazer?”. Pois é, o governador está honrando pai e mãe!

O governador Roberto Requião (PMDB), fez um agradecimento formal aos deputados por terem aprovado projeto que reajusta o salário mínimo regional, em tempo recorde. “Somente assim poderemos sancionar o projeto em tempo hábil”, afirma o governador, em tom de despedida. Disse ainda que encerra a “Escolinha” de forma muito verde, já que é a Secretaria de Meio Ambiente quem faz o balanço das atividades. Amanhã, dia 31, conforme Requião, haverá transmissão de cargo simbólica, pela manhã e, à tarde, vai a Ponta Grossa para inaugurar o Hospital Regional. Afirma, também, que os 638 funcionários estão sendo “trenados” (sic) para assumir as funções, e agradeceu os deputados que homenagearam o seu pai Tadeu de Mello e Silva, que nomeia o hospital de Ponta Grossa.  “Ouvi muitas críticas pelo hospital receber o nome do meu pai. Hoje, ainda, muitos anos depois da morte do meu pai, quando tenho dificuldade política penso no que ele faria, porque ele era extremamente duro e ético. O hospital de PG é um dos 44 que construímos e o Hospital de Guaraqueçaba tem o nome da minha mãe”, acrescenta, lembrando a Bíblia que, diz: “Honrarás pai e mãe, senão o que vai fazer?”. Pois é, o governador está honrando pai e mãe!

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Richa diz que maioria dos curitibanos aprova sua saída

O prefeito Beto Richa (PSDB) recorreu ontem as pesquisas para justificar a renúncia ao cargo, dois anos e nove meses antes do final do mandato. Reeleito em 2008, com mais de 78% dos votos, sob o slogan “Beto fica”, o tucano transfere hoje o cargo ao vice-prefeito Luciano Ducci (PSB) para disputar o governo do Paraná nas eleições de outubro. Questionado sobre a promessa de permanecer no comando da Capital até o final do segundo mandato, Richa garantiu que as pesquisas revelam que mais de 80% dos seus eleitores querem vê-lo candidato ao governo do Estado. Em 2008, o tucano chegou a garantir em diversas oportunidades que, caso reeleito, cumpriria o mandato até o final. A renúncia prematura será explorada pelos adversários na campanha, o que o próprio Richa admite. “Na vida pública, as coisas acabam acontecendo. Nunca me impus como candidato. Mas surgiu esta oportunidade de ajudar Curitiba e o resto do Paraná. Tenho sido atacado pelos adversários que me acusam por traição. Tenho a consciência tranqüila, já que mais de 80% do eleitorado quer me ver candidato”, argumentou. Com informações do Paraná Online.

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Clima de despedida

A “Escolinha” de hoje, no auditório do Museu Oscar Niemayer (MON) está transcorrendo em clima de despedida. É hora de “mostrar” tudo o que foi feito nesta administração, que já dura 7 anos. Primeiro, falou o secretário de Saúde, Gilberto Martin, que também está se despedindo para disputar as eleições deste ano. No setor, está tudo bem, segundo ele e Requião. “É a melhor saúde do mundo. Ninguém fez, no Brasil, o que fizemos no Paraná”, disse o governador, no seu melhor estilo. Depois, foi a vez do secretário do Desenvolvimento Urbano, Forte Neto, desejar boa sorte para Requião, que está pronto para concorrer ao Senado. Na sequência, ainda estão assinando convênio entre o Governo do Estado e dezenas de prefeituras para diversas ações. Neste momento, fala Rasca Rodrigues, que também vai deixar o cargo para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, pelo PV.

 

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Descendo a marreta no Palácio Iguaçu

Descendo a marreta no Palácio Iguaçu
Está certo que o prédio do Palácio Iguaçu – que abrigou por décadas a sede do Governo do Paraná – está deteriorado, desgastado pelo tempo, mas não precisava ser tão radical. Talvez, para poupar tempo, ao invés de tirar o material para possível reciclagem, o pessoal da marreta está acabando com as janelas do Palácio. Não está sobrando vidro sobre vidro. Tudo estilhaçado. Vidros inteiros estão no chão, ao invés de ser simplesmente retirado. É sinal do quanto menos esforço melhor, e que dane-se a reciclagem!

Está certo que o prédio do Palácio Iguaçu – que abrigou por décadas a sede do Governo do Paraná – está deteriorado, desgastado pelo tempo, mas não precisava ser tão radical. Talvez, para poupar tempo, ao invés de tirar o material para possível reciclagem, o pessoal da marreta está acabando com as janelas do Palácio. Não está sobrando vidro sobre vidro. Tudo estilhaçado. Vidros inteiros estão no chão, ao invés de ser simplesmente retirado. É sinal do quanto menos esforço melhor, e que dane-se a reciclagem!

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