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Em Guarapuava, Alexandre Curi declara apoio a Pessuti

O deputado Alexandre Curi, primeiro-secretário da Assembleia Legislativa,
participou na noite desta quinta-feira (25), do encontro regional do PMDB
em Guarapuava, no Centro-Oeste do Paraná. Em entrevista à imprensa, Curi
deu uma declaração que pode por um ponto final nas especulações sobre
suas pretensões políticas, de ser o vice na candidatura de outro partido
nas eleições ao Governo do Estado em 3 de outubro.

“Eu sou do lado do partido. A decisão do meu partido será a minha
decisão. Tenho fidelidade partidária e já disse ao (Orlando) Pessuti
isto. É lógico que existem conversas com outros partidos, mas a decisão
final é do Pessuti. E se o Pessuti for o candidato, será o meu
candidato”, declarou Curi.

“O Pessuti vai ser governador a partir do dia primeiro de abril, isto
dará visibilidade a ele. Lógico que as pesquisas hoje não mostram o
Pessuti numa colocação muito boa, mas o PMDB tem a força, o PMDB tem
máquina na mão, o PMDB tem o maior número de diretórios e isto pode
fazer a diferença lá na frente”, completou Curi.

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Vazamento de inquérito da PF

Vazamento de inquérito da PF
Na véspera da Operação Caixa de Pandora, José Roberto Arruda (sem-partido), governador do Distrito Federal, já conhecia em detalhes 200 páginas do inquérito que a Polícia Federal havia preparado sobre o mensalão do DEM. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) liberou a papelada para advogados do então governador do Distrito Federal no dia 26 de novembro. A PF, que havia se programado para efetuar a busca de provas no dia 1º de dezembro, teve de se antecipar. A ordem de agilizar partiu do próprio diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, que estava em El Salvador, quando foi surpreendido pela notícia de que os alvos da operação já sabiam da linha de investigação sobre o esquema de propina e compra de apoio político. Não se sabe que prejuízos a liberação pode ter causado à operação. A PF encontrou cópias dos documentos liberados pelo STJ na casa do então chefe de gabinete de Arruda. Eram planilhas de gastos e notas fiscais do suposto caixa dois da campanha eleitoral de 2006. Estavam em um envelope com o timbre do tribunal. Um inquérito foi aberto para apurar se houve vazamento. O caso está sob responsabilidade da área de inteligência da superintendência do órgão. Diz a Folha que os advogados de Arruda conseguiram o material legalmente no STJ.

Na véspera da Operação Caixa de Pandora, José Roberto Arruda (sem-partido), governador do Distrito Federal, já conhecia em detalhes 200 páginas do inquérito que a Polícia Federal havia preparado sobre o mensalão do DEM. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) liberou a papelada para advogados do então governador do Distrito Federal no dia 26 de novembro. A PF, que havia se programado para efetuar a busca de provas no dia 1º de dezembro, teve de se antecipar. A ordem de agilizar partiu do próprio diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, que estava em El Salvador, quando foi surpreendido pela notícia de que os alvos da operação já sabiam da linha de investigação sobre o esquema de propina e compra de apoio político. Não se sabe que prejuízos a liberação pode ter causado à operação. A PF encontrou cópias dos documentos liberados pelo STJ na casa do então chefe de gabinete de Arruda. Eram planilhas de gastos e notas fiscais do suposto caixa dois da campanha eleitoral de 2006. Estavam em um envelope com o timbre do tribunal. Um inquérito foi aberto para apurar se houve vazamento. O caso está sob responsabilidade da área de inteligência da superintendência do órgão. Diz a Folha que os advogados de Arruda conseguiram o material legalmente no STJ.

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PT x PMDB

No Paraná, o PMDB negocia apoio tanto ao palanque de Dilma Rousseff quanto ao de José Serra. O partido deve lançar Orlando Pessutti ao governo do estado, mas o governador Roberto Requião propôs acordo informal ao candidato do PSDB, Beto Richa. Os tucanos não lançariam Gustavo Fruet (PSDB) ao Senado para apoiar Requião. Ele fez a mesma proposta ao candidato Osmar Dias (PDT), mas o PT não aceita rifar a candidatura de Gleisi Hoffman ao Senado. Na Bahia, PT e PMDB se enfrentarão, com as candidaturas de Jaques Wagner e Geddel Vieira Lima. “A campanha do Geddel vai ser só baixaria”, dizia o deputado Sérgio Carneiro (PT-BA) no Congresso do PT. As informações são do Jornal O Globo.

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Programa de governo

Programa de governo
O governador Roberto Requião ficou uma fera ao saber que o PMDB nacional está preparando um programa de governo a ser entregue para a ministra-candidata, Dilma Rousseff (PT). Até aí, nada de mais, não fosse o fato de terem sido escalados para a tarefa, além do ministro Nelson Jobin, Delfim Netto, Eliseu Padilha e Moreira Franco, o seu inimigo público número um: o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

O governador Roberto Requião ficou uma fera ao saber que o PMDB nacional está preparando um programa de governo a ser entregue para a ministra-candidata, Dilma Rousseff (PT). Até aí, nada de mais, não fosse o fato de terem sido escalados para a tarefa, além do ministro Nelson Jobin, Delfim Netto, Eliseu Padilha e Moreira Franco, o seu inimigo público número um: o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

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Novo cálculo do TSE reduz número de deputados em alguns estados

Novo cálculo do TSE reduz número de deputados em alguns estados
Ontem, o ministro Arnaldo Versiani, relator das resoluções para as eleições deste ano no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), participou de uma audiência pública para debater a polêmica minuta de resolução que atualiza os dados populacionais, para o cálculo do número de deputados federais e estaduais por estado. Pela proposta do ministro, a bancada de deputados federais eleitos pelo Paraná cai de 30 para 28, e a do Rio de Janeiro diminui de 46 para 44. A Paraíba também perderia dois deputados; outros estados, como o Pará, ganhariam. A resolução deve ser votada na próxima semana.
Na audiência pública de ontem no TSE, compareceram vários parlamentares, sobretudo do Amazonas, que ganha um, e Piauí e Rio Grande do Sul, que perdem um deputado cada. A minuta mantém o total de 513 deputados, mas a aplicação dos dados populacionais atualizados leva a modificações nas bancadas de alguns estados. A composição atual se baseia em dados populacionais de 1986. Versiani decidiu propor a mudança na representação dos estados na Câmara, tomando por base a estimativa populacional do IBGE, de julho de 2009, para o censo populacional que será realizado em 2011. A validade da medida, porém, é a grande polêmica: os parlamentares entendem que medidas como esta teriam que ser aprovadas pelo menos um ano antes da eleição.

Ontem, o ministro Arnaldo Versiani, relator das resoluções para as eleições deste ano no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), participou de uma audiência pública para debater a polêmica minuta de resolução que atualiza os dados populacionais, para o cálculo do número de deputados federais e estaduais por estado. Pela proposta do ministro, a bancada de deputados federais eleitos pelo Paraná cai de 30 para 28, e a do Rio de Janeiro diminui de 46 para 44. A Paraíba também perderia dois deputados; outros estados, como o Pará, ganhariam. A resolução deve ser votada na próxima semana. Na audiência pública de ontem no TSE, compareceram vários parlamentares, sobretudo do Amazonas, que ganha um, e Piauí e Rio Grande do Sul, que perdem um deputado cada. A minuta mantém o total de 513 deputados, mas a aplicação dos dados populacionais atualizados leva a modificações nas bancadas de alguns estados. A composição atual se baseia em dados populacionais de 1986. Versiani decidiu propor a mudança na representação dos estados na Câmara, tomando por base a estimativa populacional do IBGE, de julho de 2009, para o censo populacional que será realizado em 2011. A validade da medida, porém, é a grande polêmica: os parlamentares entendem que medidas como esta teriam que ser aprovadas pelo menos um ano antes da eleição.

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Tirando o barco

Tirando o barco
Diz o colunista Cláudio Humberto, que a acusação pública do governador Requião (PMDB) ao ministro Paulo Bernardo (Planejamento), de querer “superfaturar” numa obra, rendeu até troca de insultos no twitter. Resultado: Bernardo insinuou apoio à candidatura do tucano Beto Richa ao Governo do Paraná. Pelo jeito, até junho, muita água vai rolar por baixo dessa ponte…

Diz o colunista Cláudio Humberto, que a acusação pública do governador Requião (PMDB) ao ministro Paulo Bernardo (Planejamento), de querer “superfaturar” numa obra, rendeu até troca de insultos no twitter. Resultado: Bernardo insinuou apoio à candidatura do tucano Beto Richa ao Governo do Paraná. Pelo jeito, até junho, muita água vai rolar por baixo dessa ponte…

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Paulo Bernardo estuda ação judicial contra Requião

Paulo Bernardo estuda ação judicial contra Requião
A denúncia do governador Roberto Requião (PMDB), de um suposto superfaturamento na construção de um trecho de ferrovia entre Guarapuava e Ipiranga pode parar nos tribunais. Requião garantiu, na “Escolinha”, que a obra não sairia por mais de R$ 150 milhões, mas que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o trecho custaria R$ 550 milhões. Depois do bate-boca pela imprensa, vieram as notas oficiais e, agora, com o ministro negando as acusações e dizendo que pretende acionar o governador judicialmente. Ontem, Bernardo pediu à direção da TV Educativa, por meio de ofício, uma cópia em DVD da “Escolinha” da última terça-feira (23) e, com base nas imagens, ele vai decidir se processa ou não Requião por calúnia e difamação. Para Paulo Bernardo, o motivo das acusações do governador é a pré-candidatura de sua mulher, Gleisi Hoffmann (PT) ao Senado, onde o peemedebista também pleiteia uma cadeira e a ideia, segundo o ministro, é tirar a petista da disputa. Outros, porém, afirmam que a motivação para a denúncia seria outra. Requião teria ficado irritado com as declarações do ministro, afirmando o governador não se articulava para buscar recursos federais. Há aqueles, ainda, que justificam a postura de Requião a uma razão para provocar o rompimento com o PT e uma possível aproximação com o PSDB, em torno da candidatura do tucano Beto Richa, ao Governo do Estado, nas eleições de outubro. O assunto promete novos desdobramentos.

A denúncia do governador Roberto Requião (PMDB), de um suposto superfaturamento na construção de um trecho de ferrovia entre Guarapuava e Ipiranga pode parar nos tribunais. Requião garantiu, na “Escolinha”, que a obra não sairia por mais de R$ 150 milhões, mas que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o trecho custaria R$ 550 milhões. Depois do bate-boca pela imprensa, vieram as notas oficiais e, agora, com o ministro negando as acusações e dizendo que pretende acionar o governador judicialmente. Ontem, Bernardo pediu à direção da TV Educativa, por meio de ofício, uma cópia em DVD da “Escolinha” da última terça-feira (23) e, com base nas imagens, ele vai decidir se processa ou não Requião por calúnia e difamação. Para Paulo Bernardo, o motivo das acusações do governador é a pré-candidatura de sua mulher, Gleisi Hoffmann (PT) ao Senado, onde o peemedebista também pleiteia uma cadeira e a ideia, segundo o ministro, é tirar a petista da disputa. Outros, porém, afirmam que a motivação para a denúncia seria outra. Requião teria ficado irritado com as declarações do ministro, afirmando o governador não se articulava para buscar recursos federais. Há aqueles, ainda, que justificam a postura de Requião a uma razão para provocar o rompimento com o PT e uma possível aproximação com o PSDB, em torno da candidatura do tucano Beto Richa, ao Governo do Estado, nas eleições de outubro. O assunto promete novos desdobramentos.

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Oportunistas?

Oportunistas?
Agora a pouco, o deputado Waldyr Pugliesi, presidente do PMDB do Paraná, reafirmou a sua disposição de não renunciar à presidência do partido, e afirmou que as informações de que o governador Roberto Requião (PMDB) queria ocupar o seu lugar não passa de especulação. Segundo ele, não é verdade que Requião teria pedido para ele deixar a presidência do PMDB. Pugliesi disse que as pessoas que o conhecem – apelidado de azedo – jamais ousariam fazer um pedido dessa natureza porque levariam o troco. “Não sou homem de duas caras. Não renunciou à presidência da PMDB e ponto final”, disse. Conforme o deputado, as especulações são coisas de oportunistas, que aproveitam a ocasião para criar confusão. E, sobre a troca de farpas entre Requião e o ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, Pugliesi afirmou que isso também é coisa de oportunista. “Disseram que algumas pessoas se aproveitaram a posição do deputado Ênio Verri [presidente estadual do PT], que saiu em defesa do ministro [Paulo Bernardo], para aprofundar a fissura entre o PMDB e um outro partido, para abrir espaço para aproximação a um terceiro partido. Isso é oportunismo e não é verdadeiro”, assegurou, lembrando que o PMDB tem candidato, que é o vice-governador Orlando Pessuti. Disse também que o governador Roberto Requião fez uma denúncia grave, que precisava ser investigada e não com defesa desse ou daquele.

Agora a pouco, o deputado Waldyr Pugliesi, presidente do PMDB do Paraná, reafirmou a sua disposição de não renunciar à presidência do partido, e afirmou que as informações de que o governador Roberto Requião (PMDB) queria ocupar o seu lugar não passa de especulação. Segundo ele, não é verdade que Requião teria pedido para ele deixar a presidência do PMDB. Pugliesi disse que as pessoas que o conhecem – apelidado de azedo – jamais ousariam fazer um pedido dessa natureza porque levariam o troco. “Não sou homem de duas caras. Não renunciou à presidência da PMDB e ponto final”, disse. Conforme o deputado, as especulações são coisas de oportunistas, que aproveitam a ocasião para criar confusão. E, sobre a troca de farpas entre Requião e o ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, Pugliesi afirmou que isso também é coisa de oportunista. “Disseram que algumas pessoas se aproveitaram a posição do deputado Ênio Verri [presidente estadual do PT], que saiu em defesa do ministro [Paulo Bernardo], para aprofundar a fissura entre o PMDB e um outro partido, para abrir espaço para aproximação a um terceiro partido. Isso é oportunismo e não é verdadeiro”, assegurou, lembrando que o PMDB tem candidato, que é o vice-governador Orlando Pessuti. Disse também que o governador Roberto Requião fez uma denúncia grave, que precisava ser investigada e não com defesa desse ou daquele.

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Trabalhadores da Cohapar estão sem salário

Funcionários da Cohapar estão sem salário
O deputado Élio Rusch (DEM), líder da oposição na Assembleia Legislativa, acaba de descer da tribuna para contar que, por falta de pagamento, funcionários contratados pela Cohapar, paralisaram a construção de casas em Cafelândia, onde os funcionários estão há um mês sem receber salário e, as obras que deveriam ter sido entregues no final de 2008, pode atrasar ainda mais, porque os funcionários cruzaram os braços, hoje. Em Assis Chateaubriand, as obras estão paradas há 120 dias, porque os trabalhadores não recebem salários há dois meses e sequer o material para a construção está sendo entregue.

O deputado Élio Rusch (DEM), líder da oposição na Assembleia Legislativa, acaba de descer da tribuna para contar que, por falta de pagamento, funcionários contratados pela Cohapar, paralisaram a construção de casas em Cafelândia, onde os funcionários estão há um mês sem receber salário e, as obras que deveriam ter sido entregues no final de 2008, pode atrasar ainda mais, porque os funcionários cruzaram os braços, hoje. Em Assis Chateaubriand, as obras estão paradas há 120 dias, porque os trabalhadores não recebem salários há dois meses e sequer o material para a construção está sendo entregue.

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Requião deixa o Governo dia 31

Requião deixa o Governo dia 31
O governador Roberto Requião (PMDB) decidiu antecipar para 31 de março a sua saída do Governo do Estado, embora o prazo máximo para desincompatibilização, estipulado pela Justiça Eleitoral, seja 2 de abril, Requião resolveu sair antes. Para marcar a data vai fazer festa no Teatro Guaíra, onde passará o cargo para o vice-governador, Orlando Pessuti. Acontece que 2 de abril cai na Sexta-feira Santa, feriado. O problema com a data não é religioso, pelo contrário. Por ser feriado, Requião pode perder boa parte da claque, dos aplausos e dos choromingos na sua despedida.

O governador Roberto Requião (PMDB) decidiu antecipar para 31 de março a sua saída do Governo do Estado, embora o prazo máximo para desincompatibilização, estipulado pela Justiça Eleitoral, seja 2 de abril, Requião resolveu sair antes. Para marcar a data vai fazer festa no Teatro Guaíra, onde passará o cargo para o vice-governador, Orlando Pessuti. Acontece que 2 de abril cai na Sexta-feira Santa, feriado. O problema com a data não é religioso, pelo contrário. Por ser feriado, Requião pode perder boa parte da claque, dos aplausos e dos choromingos na sua despedida.

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