TOPO

Deputado quer criar um “artifício jurídico”

É bem possível que o deputado Elton Welter (PT) não sabia o que falava. Sobre a discussão do pedágio, ele disse, sem pestanejar, que é preciso que se crie um “artifício” jurídico, porque o interesse do Estado está acima da concessão. Artifício, deputado? Artifício, segundo o dicionário, é arapuca, ardil, astúcia, cilada, emboscada, estratagema. Será que ele quer criar uma “lei ilegal”?
Elton Welter, deputado estadual

Elton Welter, deputado estadual

É bem possível que o deputado Elton Welter (PT) não sabia o que falava. Sobre a discussão do pedágio, ele disse, sem pestanejar, que é preciso que se crie um “artifício” jurídico, porque o interesse do Estado está acima da concessão. Artifício, deputado? Artifício, segundo o dicionário, é arapuca, ardil, astúcia, cilada, emboscada, estratagema. Será que ele quer criar uma “lei ilegal”?

Leia mais...
TOPO

Onde estão os peemedebistas?

Espaço em branco no plenário da Assembleia Legislativa… Onde foram os peemedebistas? A não ser pela presença do semi-peemedebista Mauro Moraes e neo-peemedebista, Mário Roque, os demais caciques do partido estão ausentes.

Espaço em branco no plenário da Assembleia Legislativa… Onde foram os peemedebistas? A não ser pela presença do semi-peemedebista Mauro Moraes e neo-peemedebista, Mário Roque, os demais caciques do partido estão ausentes.

Leia mais...
TOPO

Escolinha e o Hugo Chávez nos Estados Unidos

O deputado Reni Pereira (PSB) brincou com a sua participação, hoje de manhã, na “Escolinha”. Disse que gostou da sua “primeira vez”, mas afirma que prefere ficar “por aqui, no meu quadrado”. Ele garantiu que nunca tinha ido lá, no Museu Oscar Niemayer (MON), às terças-feiras, e que nem sabia onde ficava. “Me senti como o Hugo Chaves (presidente da Venezuela) passeando na Disneylândia”.

Reni Pereira, deputado estadual

Reni Pereira, deputado estadual

O deputado Reni Pereira (PSB) brincou com a sua participação, hoje de manhã, na “Escolinha”. Disse que gostou da sua “primeira vez”, mas afirma que prefere ficar “por aqui, no meu quadrado”. Ele garantiu que nunca tinha ido lá, no Museu Oscar Niemayer (MON), às terças-feiras, e que nem sabia onde ficava. “Me senti como o Hugo Chaves (presidente da Venezuela) passeando na Disneylândia (EUA)”. Difícil de imaginar, já que o neoditador “odeia” os Estados Unidos. Será que Pereira também “odeia” a “Escolinha”? ele esteve lá para a sanção da lei antifumo.

Leia mais...
TOPO

Sementes transgênicas que não são transgênicas

O governador Roberto Requião (PMDB) acabou de falar que pouca gente sabe, mas o Iapar faz pesquisas de sementes há mais de 20 anos e produziu uma espécie rara de semente de feijão, que estão sendo lançadas agora. Essas sementes, conforme o peemedebista, estão sendo enviadas para o Haiti e Cuba, para ajudar resolver o problema da alimentação. Agora, o secretário de Agricultura, Valter Bianchini, que fala sobre a distribuição dessas sementes no Paraná – primeiro para reduções quilombolas –, garante que não se trata de sementes transgênicas e nem híbridas, mas que foram modificadas geneticamente. E não são transgênicas? Dá para explicar isso?

O governador Roberto Requião (PMDB) acabou de falar, na “Escolinha”, que pouca gente sabe, mas o Iapar faz pesquisas de sementes há mais de 20 anos e produziu uma espécie rara de semente de feijão, que estão sendo lançadas agora. Essas sementes, conforme o peemedebista, estão sendo enviadas para o Haiti e Cuba, para ajudar resolver o problema da alimentação. Agora, o secretário de Agricultura, Valter Bianchini, que fala sobre a distribuição dessas sementes no Paraná – primeiro para reduções quilombolas –, garante que não se trata de sementes transgênicas e nem híbridas, mas que foram modificadas geneticamente. E não são transgênicas? Dá para explicar isso?

Leia mais...
TOPO

Sanção da lei antifumo vira show na “Escolinha”

O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, gosta mesmo de um microfone. Agora a pouco, durante a sanção da lei antifumo, ele tomou o microfone do governador Roberto Requião (PMDN) e não largou mais. Virou o “apresentador” do show que se tornou o evento. A bancada governista está em peso na “Escolinha” e a maioria deles fez a sua “média” com o governador paranaense, que não se manifestou. Romanelli, talvez, por emoção e felicidade com a sanção da lei, se entusiasmou no discurso e produziu uma pérola: “Não há vencidos nem vencedores. Nos ambientes de uso fechado, público ou privado, vai regulamentando com essa regulamentação”. Ele e o deputado Reni Pereira (PSB), parece, que têm perfeitamente decorado o discurso em defesa da lei antifumo, não muda a justificativa. “Teremos mudança de paradigma com a sanção dessa lei”, repete Romanelli, enquanto Pereira não se cansa de repetir que “a lei privilegia o interesse público sobre o interesse privado”. E, ao contrário de sua postura na Assembleia Legislativa, o deputado Stephanes Júnior (PMDB), que comprou briga pela aprovação de emenda que previa os fumódromos, apenas fez questão de frisar que a ideia da apresentação do projeto foi sua e não disse mais nada. Ele amarelou na “Escolinha”. O apresentador Romanelli, produziu outro momento hilário, quando afirmou que, hoje, é dia 30 e que a lei entra em vigor em 60 dias. Foi chamado a atenção e consertou dizendo que hoje é dia 29 e que a lei antifumo entra em vigor no dia 28 de novembro, fazendo um “alerta”, lembrando que quem descumprir a lei a multa é pesada: R$ 5.800,00. Uma pergunta que não quer calar: já existe lei sobre o tema e ela não é fiscalizada, será que, agora, vão se empenhar em fiscalizar essa nova regra? É possível que sim, já que a multa sempre é bem vinda aos cofres públicos.

O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, gosta mesmo de um microfone. Agora a pouco, durante a sanção da lei antifumo, ele tomou o microfone do governador Roberto Requião (PMDN) e não largou mais. Virou o “apresentador” do show que se tornou o evento. A bancada governista está em peso na “Escolinha” e a maioria deles fez a sua “média” com o governador paranaense, que não se manifestou. Romanelli, talvez, por emoção e felicidade com a sanção da lei, se entusiasmou no discurso e produziu uma pérola: “Não há vencidos nem vencedores. Nos ambientes de uso fechado, público ou privado, vai regulamentando com essa regulamentação”. Ele e o deputado Reni Pereira (PSB), parece, que têm perfeitamente decorado o discurso em defesa da lei antifumo, não muda a justificativa. “Teremos mudança de paradigma com a sanção dessa lei”, repete Romanelli, enquanto Pereira não se cansa de repetir que “a lei privilegia o interesse público sobre o interesse privado”. E, ao contrário de sua postura na Assembleia Legislativa, o deputado Stephanes Júnior (PMDB), que comprou briga pela aprovação de emenda que previa os fumódromos, apenas fez questão de frisar que a ideia da apresentação do projeto foi sua e não disse mais nada. Ele amarelou na “Escolinha”. O apresentador Romanelli, produziu outro momento hilário, quando afirmou que, hoje, é dia 30 e que a lei entra em vigor em 60 dias. Foi chamado a atenção e consertou dizendo que hoje é dia 29 e que a lei antifumo entra em vigor no dia 28 de novembro, fazendo um “alerta”, lembrando que quem descumprir a lei a multa é pesada: R$ 5.800,00. Uma pergunta que não quer calar: já existe lei sobre o tema e ela não é fiscalizada, será que, agora, vão se empenhar em fiscalizar essa nova regra? É possível que sim, já que a multa sempre é bem vinda aos cofres públicos.

Leia mais...
TOPO

Convênio unifica sistema previdenciário entre os Poderes

Agora a pouco, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nelson Justus (DEM), e o presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Hermas Brandão, assinaram, na “Escolinha”, convênio com a ParanaPrevidencia para unificação do sistema previdenciário, que atenderá os servidores das duas Casas. “O segredo do sucesso da ParanaPrevidencia é não roubar, não deixar que roubem e colocar na cadeia quem rouba. Porque o dinheiro da aposentadoria dos funcionários não é capital de risco para ser jogado na Bolsa. O Paraná é o único que não faz aplicações de risco, embora sofra  pressão de bancos que, até, promoveram um seminário para ensinar os dirigente e gestores do fundo, a investirem na Bolsa, nos seus negócios. Nós conseguimos frear esse negócio”, disparou o governador Roberto Requião (PMDB), ao enaltecer os gestores do fundo previdenciário, primeiro a José Maria Correa e, agora, ao desembargador Murilo Karan, “que está fazendo trabalho magnífico”. O deputado Nelson Justus disse estar feliz com a escolha de ter à frente da ParanaPrevidencia, “um homem da envergadura do desembargador Munir Karan. A palavra e ordem do dia é a credibilidade e o sucesso da ParanaPrevidencia”. Para o conselheiro Hermas Brandão, os recursos da ParanaPrevidencia estão sendo muito bem aplicados. Disse que fala isso porque o Tribunal de Contas é intransigente com a fiscalização. “Antes de assinar esse convênio, tivemos a preocupação de dar garantias aos nossos funcionários e sabemos da seriedade deste Governo e da ParanaPrevidencia, que nos dá a tranqüilidade aos nossos funcionários. É um marco histórico para o Tribunal de Contas e para o Paraná, que é o primeiro estado do Brasil que engloba todos os segmentos da administração, e o desembargador Munir Karan cuida da previdência com mãos de ferro”, disse.

Governador Roberto Requião, Presidente do TCE, Hermas Brandão e Presidente da Assembleia Legislativa, Nelson JustusAgora a pouco, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nelson Justus (DEM), e o presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Hermas Brandão, assinaram, na “Escolinha”, convênio com a ParanaPrevidencia para unificação do sistema previdenciário, que atenderá os servidores das duas Casas. “O segredo do sucesso da ParanaPrevidencia é não roubar, não deixar que roubem e colocar na cadeia quem rouba. Porque o dinheiro da aposentadoria dos funcionários não é capital de risco para ser jogado na Bolsa. O Paraná é o único que não faz aplicações de risco, embora sofra  pressão de bancos que, até, promoveram um seminário para ensinar os dirigente e gestores do fundo, a investirem na Bolsa, nos seus negócios. Nós conseguimos frear esse negócio”, disparou o governador Roberto Requião (PMDB), ao enaltecer os gestores do fundo previdenciário, primeiro a José Maria Correa e, agora, ao desembargador Murilo Karan, “que está fazendo trabalho magnífico”. O deputado Nelson Justus disse estar feliz com a escolha de ter à frente da ParanaPrevidencia, “um homem da envergadura do desembargador Munir Karan. A palavra e ordem do dia é a credibilidade e o sucesso da ParanaPrevidencia”. Para o conselheiro Hermas Brandão, os recursos da ParanaPrevidencia estão sendo muito bem aplicados. Disse que fala isso porque o Tribunal de Contas é intransigente com a fiscalização. “Antes de assinar esse convênio, tivemos a preocupação de dar garantias aos nossos funcionários e sabemos da seriedade deste Governo e da ParanaPrevidencia, que nos dá a tranqüilidade aos nossos funcionários. É um marco histórico para o Tribunal de Contas e para o Paraná, que é o primeiro estado do Brasil que engloba todos os segmentos da administração, e o desembargador Munir Karan cuida da previdência com mãos de ferro”, disse.

Leia mais...
TOPO

Martin presta contas sobre evolução da gripe

O secretário de Saúde do Estado, Gilberto Martin, acabou de fazer uma apresentação sobre a evolução dos casos da gripe A (H1N1), e o que foi feito para combater a doença. Comemorou o fato de que não faltaram leitos hospitalares no Estado para atender a demanda. Falou sobre os números – 8.115 internações, 153.210 tratamentos (Tamiflu) médicos para adultos e 30 mil para crianças; 250 óbitos (até ontem); 64,7 mil casos notificados; 14 mil casos confirmados; 70% dos casos são os mesmos vírus da Argentina. Disse que o Lacen tem sido fundamental no combate à doença e, inclusive, participa de uma pesquisa internacional de sequenciamento genético do vírus, para a criação de uma vacina, para promover vacinação maciça da população, a partir do ano que vem. Martin disse que está trabalhando, junto ao Ministério da Saúde, no sentido de concentrar essa vacinação na região Sul do País, já que há concentração maior da doença nos três estados. Disse também que em 98% dos casos o vírus foi benigno. “Muitos de nós fomos contaminados e nem sabemos. Muitos nem precisaram de remédio. Desse total, apenas 2% se complicam e alguns foram a óbito”, avisou. Parabéns ao secretário, que não se faz de rogado para prestar informações sobre sua Pasta. Já na Secretaria de Segurança… o sigilo é absoluto.

Gilberto Martin, secretário de Estado da Saúde

Gilberto Martin, secretário de Estado da Saúde

O secretário de Saúde do Estado, Gilberto Martin, acabou de fazer uma apresentação sobre a evolução dos casos da gripe A (H1N1), e o que foi feito para combater a doença. Comemorou o fato de que não faltaram leitos hospitalares no Estado para atender a demanda. Falou sobre os números – 8.115 internações, 153.210 tratamentos (Tamiflu) médicos para adultos e 30 mil para crianças; 250 óbitos (até ontem); 64,7 mil casos notificados; 14 mil casos confirmados; 70% dos casos são os mesmos vírus da Argentina. Disse que o Lacen tem sido fundamental no combate à doença e, inclusive, participa de uma pesquisa internacional de sequenciamento genético do vírus, para a criação de uma vacina, para promover vacinação maciça da população, a partir do ano que vem. Martin disse que está trabalhando, junto ao Ministério da Saúde, no sentido de concentrar essa vacinação na região Sul do País, já que há concentração maior da doença nos três estados. Disse também que em 98% dos casos o vírus foi benigno. “Muitos de nós fomos contaminados e nem sabemos. Muitos nem precisaram de remédio. Desse total, apenas 2% se complicam e alguns foram a óbito”, avisou. Parabéns ao secretário, que não se faz de rogado para prestar informações sobre sua Pasta. Já na Secretaria de Segurança… o sigilo é absoluto.

Leia mais...
TOPO

Problemas de som, de novo

A TV Educativa pode chegar da Patagônia ao Canadá, mas a técnica continua sofrível. Agora a pouco, durante a abertura da “Escolinha” faltou som, de novo. Só a imagem, mas o que falavam é possível imaginar: talvez achincalhassem alguém, ou dissessem que o Paraná é o melhor estado do Planeta, e coisas do gênero.

A TV Educativa pode chegar da Patagônia ao Canadá, mas a técnica continua sofrível. Agora a pouco, durante a abertura da “Escolinha” faltou som, de novo. Só a imagem, mas o que falavam é possível imaginar: talvez achincalhassem alguém, ou dissessem que o Paraná é o melhor estado do Planeta, e coisas do gênero.

Leia mais...
TOPO

Dia das homenagens

O início da “Escolinha” de hoje, depois de resolvido o problema de som, foi dedicado a homenagear os fiéis “cumpanhêro”. Valter Chagas, apresentador sênior da “Escolinha” foi lembrado. “O Valter é um dos apresentadores mais brilhantes, e por isso ele está sendo homenageando, nesta reunião de secretários e funcionários de cargos comissionados, que tem a finalidade afinar as políticas públicas do Estado”, disse o governador Roberto Requião (PMDB), que não perdeu a oportunidade de homenagear a si mesmo. Valter recebeu um quadro com uma fotografia sua em uma das edições da “Escolinha”. O prêmio poderia ser melhor…

O início da “Escolinha” de hoje, depois de resolvido o problema de som, foi dedicado a homenagear os fiéis “cumpanhêro”. Valter Chagas, apresentador sênior da “Escolinha” foi lembrado. “O Valter é um dos apresentadores mais brilhantes, e por isso ele está sendo homenageando, nesta reunião de secretários e funcionários de cargos comissionados, que tem a finalidade afinar as políticas públicas do Estado”, disse o governador Roberto Requião (PMDB), que não perdeu a oportunidade de homenagear a si mesmo. Valter recebeu um quadro com uma fotografia sua em uma das edições da “Escolinha”. O prêmio poderia ser melhor, afinal, é ele quem pede, todas as terças-feiras, “uma poderosa salva de palmas”, para o chefe

Leia mais...
TOPO

Ordem dos Policiais do Brasil? Ou mais um partido político

O brasileiro já não agüenta mais tanto partido político. Mas, infelizmente, mais uma legenda está prestes a nascer: o Partido Nacional da Segurança Pública (PNSP), que será fundado depois da criação da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB), que vai acontecer na próxima quarta-feira, conforme informa o site Consultor Jurídico. A nova entidade vai agregar policiais federais, rodoviários federais, civis e militares, de todo o Brasil. A justificativa para um novo partido é de que a “categoria cansou de ver no poder, sobretudo no atual Governo, uma série de ‘ólogos’: antropólogos, sociólogos, que nada entendem de segurança pública”, disse o agente federal Francisco Carlos Garisto, de quem partiu a ideia da criação da OPB e, também, consultor e fundador da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais). Qual será a próxima entidade que ele vai ajudar a criar?

Leia mais...