O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, gosta mesmo de um microfone. Agora a pouco, durante a sanção da lei antifumo, ele tomou o microfone do governador Roberto Requião (PMDN) e não largou mais. Virou o “apresentador” do show que se tornou o evento. A bancada governista está em peso na “Escolinha” e a maioria deles fez a sua “média” com o governador paranaense, que não se manifestou. Romanelli, talvez, por emoção e felicidade com a sanção da lei, se entusiasmou no discurso e produziu uma pérola: “Não há vencidos nem vencedores. Nos ambientes de uso fechado, público ou privado, vai regulamentando com essa regulamentação”. Ele e o deputado Reni Pereira (PSB), parece, que têm perfeitamente decorado o discurso em defesa da lei antifumo, não muda a justificativa. “Teremos mudança de paradigma com a sanção dessa lei”, repete Romanelli, enquanto Pereira não se cansa de repetir que “a lei privilegia o interesse público sobre o interesse privado”. E, ao contrário de sua postura na Assembleia Legislativa, o deputado Stephanes Júnior (PMDB), que comprou briga pela aprovação de emenda que previa os fumódromos, apenas fez questão de frisar que a ideia da apresentação do projeto foi sua e não disse mais nada. Ele amarelou na “Escolinha”. O apresentador Romanelli, produziu outro momento hilário, quando afirmou que, hoje, é dia 30 e que a lei entra em vigor em 60 dias. Foi chamado a atenção e consertou dizendo que hoje é dia 29 e que a lei antifumo entra em vigor no dia 28 de novembro, fazendo um “alerta”, lembrando que quem descumprir a lei a multa é pesada: R$ 5.800,00. Uma pergunta que não quer calar: já existe lei sobre o tema e ela não é fiscalizada, será que, agora, vão se empenhar em fiscalizar essa nova regra? É possível que sim, já que a multa sempre é bem vinda aos cofres públicos.
O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, gosta mesmo de um microfone. Agora a pouco, durante a sanção da lei antifumo, ele tomou o microfone do governador Roberto Requião (PMDN) e não largou mais. Virou o “apresentador” do show que se tornou o evento. A bancada governista está em peso na “Escolinha” e a maioria deles fez a sua “média” com o governador paranaense, que não se manifestou. Romanelli, talvez, por emoção e felicidade com a sanção da lei, se entusiasmou no discurso e produziu uma pérola: “Não há vencidos nem vencedores. Nos ambientes de uso fechado, público ou privado, vai regulamentando com essa regulamentação”. Ele e o deputado Reni Pereira (PSB), parece, que têm perfeitamente decorado o discurso em defesa da lei antifumo, não muda a justificativa. “Teremos mudança de paradigma com a sanção dessa lei”, repete Romanelli, enquanto Pereira não se cansa de repetir que “a lei privilegia o interesse público sobre o interesse privado”. E, ao contrário de sua postura na Assembleia Legislativa, o deputado Stephanes Júnior (PMDB), que comprou briga pela aprovação de emenda que previa os fumódromos, apenas fez questão de frisar que a ideia da apresentação do projeto foi sua e não disse mais nada. Ele amarelou na “Escolinha”. O apresentador Romanelli, produziu outro momento hilário, quando afirmou que, hoje, é dia 30 e que a lei entra em vigor em 60 dias. Foi chamado a atenção e consertou dizendo que hoje é dia 29 e que a lei antifumo entra em vigor no dia 28 de novembro, fazendo um “alerta”, lembrando que quem descumprir a lei a multa é pesada: R$ 5.800,00. Uma pergunta que não quer calar: já existe lei sobre o tema e ela não é fiscalizada, será que, agora, vão se empenhar em fiscalizar essa nova regra? É possível que sim, já que a multa sempre é bem vinda aos cofres públicos.