Arquivo de agosto de 2009

Nenhuma universidade paranaense no ranking do MEC

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Apenas 21 entre as 2 mil instituições de ensino superior avaliadas, em 2008, pelo Ministério da Educação (MEC) obtiveram nota máxima no Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC). O indicador, que foi divulgado pela primeira vez no ano passado, atribui notas às faculdades e universidades, levando em consideração a qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. De acordo com a pontuação, as instituições são classificadas em faixas que vão de 1 a 5. Entre as universidades com a maior avaliação (IGC 5), 11 são públicas e dez privadas. A nota mais alta ficou com a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape), do Rio de Janeiro, que é particular. O Instituto Tecnológico da Aeronáutica, que é federal, ficou com o segundo lugar, seguido pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), estadual. Em último lugar no ranking (com IGC 1), está a Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais de Maceió (Fama), que é privada. Nenhuma do Paraná aparece entre as 21 instituições classificadas no ranking do MEC. Mais de 300 instituições ficaram sem conceito porque não houve participação mínima dos alunos de alguns cursos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A nota da prova é um dos fatores que compõem o Conceito Preliminar de Curso (CPC), utilizado para o cálculo do IGC. O CPC também leva em conta as chamadas “variáveis de insumo”, que consideram corpo docente, a infraestrutura e o programa pedagógico.

Confira o ranking das 21 instituições com melhor IGC em 2008:

1.Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, (Ebape), RJ, privada
2.Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), SP,  federal
3.Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), SP, estadual
4.Escola Brasileira de Economia e Finanças (Ebef), RJ, privada
5.Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV), SP, privada
6.Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SLMANDIC), SP, privada
7.Faculdade Ibmec São Paulo (IBMEC), SP, privada
8.Universidade Federal de São Paulo (Unifes), SP, federal
9.Faculdade de Economia e Finanças IBMEC (Faculdades IBMEC), RJ, privada
10.Instituto Militar de Engenharia (IME), RJ, federal
11.Instituto Superior de Educação Ivoti (Isei), RS, privada
12.Faculdade de Administração de Empresas (Facamp), SP, privada
13.Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), RS, federal
14.Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), MG, privada
15.Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho (EG), MG, estadual
16.Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), MG, federal
17.Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG, federal
18.Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), RS, federal
19.Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), MG, federal
20.Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG, federal
21.Faculdade de Ciências Econômicas (Facamp), SP, privada

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Tô nem aí!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Ativistas do Greenpeace fazem protesto durante discurso do presidente Lula, na cerimônia de lançamento das regras de exploração do pré-sal. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e o presidente do Senado, José Sarney (PMDB) e até mesmo o próprio presidente Lula, fazem cara de paisagem para a manifestação. Tô nem aí!(Foto: Wilson Dias/ABr)

Ativistas do Greenpeace fazem protesto durante discurso do presidente Lula, na cerimônia de lançamento das regras de exploração do pré-sal. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e o presidente do Senado, José Sarney (PMDB) e até mesmo o próprio presidente Lula, fazem cara de paisagem para a manifestação. Tô nem aí!(Foto: Wilson Dias/ABr)

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Preço da gasolina não vai cair, mesmo com o pré-sal

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O Governo Federal não tem intenção de diminuir o preço da gasolina para o consumidor, apesar da ampliação da oferta de petróleo provocada pela extração na camada pré-sal, afirmou, há pouco, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Ele está detalhando, neste momento, os projetos enviados ao Congresso Nacional com o marco regulatório do pré-sal, segundo informa a Agência Brasil. De acordo com o ministro, o principal problema do preço da gasolina no Brasil é a incidência de impostos sobre o combustível que sai da refinaria. “O preço que sai na refinaria é um, mas a cobrança de impostos, principalmente o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços], encarece o preço final para o consumidor”, disse. No Paraná, aliás, o governador Roberto Requião (PMDB), resolveu aumentar a alíquota deste imposto para, segundo ele, reduzir de outros produtos. Enfim… é o bolso do contribuinte sendo cada dia mais esfolado, sem dó nem piedade!

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“Curitiba vai ser a melhor sede do Mundial”, diz Richa

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O prefeito Beto Richa (PSDB) e o vice-prefeito Luciano Ducci (PSB) participaram, hoje, do Evento de Valorização do Esporte Paranaense e Desafios para a Copa 2014, no Círculo Militar de Curitiba. “A Copa do Mundo é um evento muito importante para Curitiba, por isso é preciso valorizar todos os esforços para tirar do papel as obras que irão beneficiar a população por muitos anos, com a movimentação da economia local, os empregos e também por consolidar a boa imagem da cidade no cenário internacional”, disse Richa. O encontro, organizado pelo novo assessor especial do Ministério dos Esportes, o paranaense Ricardo Gomyde, contou com a presença do secretário executivo do ministério, Wadson Ribeiro, e de uma série de autoridades paranaenses, entre prefeitos, deputados estaduais e federais, vereadores e representantes de entidades ligadas à área esportiva. “A presença de Ricardo Gomyde no Ministério nos dá certeza de que teremos o apoio necessário nessa empreitada. Curitiba vai ser a melhor sede do Mundial”, avaliou o prefeito.

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MP acusa prefeito de improbidade administrativa

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A Promotoria de Defesa ao Patrimônio Público de Campo Mourão ajuizou ação civil pública contra o prefeito de Janiópolis (50 km de Campo Mourão), por improbidade administrativa. Jair Detofol (PPS) é acusado de participar de um esquema de desvio de recursos da Prefeitura, junto com seu filho, Marcelo Detofol, o tesoureiro do Município, Hely de Jesus, e o empresário Valdomiro Andretto de Carvalho, dono de um posto de combustíveis da cidade. A denúncia partiu do próprio dono do posto, Valdomiro. Ele contou aos promotores do Ministério Público, que entre outubro e dezembro de 2008, emitiu diversas notas fiscais “frias” de sua empresa, Autoposto Gaperinho, em nome do Município de Janiópolis, a pedido do filho do prefeito e do tesoureiro municipal. Segundo a Promotoria, Valdomiro emitia as notas, mas não entregava o combustível ao e, mesmo assim, Hely autorizava e o prefeito ordenava o pagamento, sem qualquer conferência da utilização do produto em veículos da Prefeitura. Durante as investigações, a Promotoria levantou que, somados, os valores das requisições para o abastecimento dos veículos do Município, entre outubro e dezembro do ano passado, chegariam a R$ 40 mil. No entanto, o total das notas fiscais em nome do Posto Gaperinho, emitidas no mesmo período, seria de R$ 195 mil.

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Recurso a emendas rejeitadas serão discutidas, hoje, na CCJ

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Amanhã, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa analisa recurso do deputado Stephanes Júnior (PMDB), contra a rejeição de duas emendas (que prevêem os fumódromos) de sua autoria, apresentadas ao projeto antifumo. O deputado Artagão de Mattos Jr. (PMDB) é o relator do recurso, e já antecipou que as emendas são ilegais. Se a rejeição às emendas for mantida, Stephanes pode, ainda, recorrer ao plenário, o que pode adiar a votação da matéria em mais duas semanas.

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Audiências públicas para discutir o pré-sal, no Paraná

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Durante reunião do Conselho Político do Governo Federal, na manhã de hoje, o ministro do planejamento Paulo Bernardo e o senador Osmar Dias (PDT) decidiram pela realização de audiências, na Assembleia Legislativa, para definir a pauta de reivindicações do Paraná em relação ao pré-sal, informou o Jornal do Estado. Apesar de não ter data definida, a audiência ser marcada para breve, já que o Governo Federal pediu urgência à Câmara na tramitação do projeto para o marco regulatório do pré-sal.

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OAB pede habeas corpus a presas do 9º Distrito Policial

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Enquanto isso, no 9º Distrito Policial, em Curitiba, a situação é de penúria, conforme mostra relatório da Comissão de Direitos Humanos da OAB. Lá, conforme o documento, as detentas estão recolhidas em uma cela com capacidade máxima para 16 pessoas, mas, na semana passada, abrigava 66 mulheres. “Nessas condições, as presas são incapazes de dormir e se alimentar em condições dignas, além de serem frequentemente submetidas a constrangimentos (como assédio sexual e moral). A carceragem é suja, fétida, mal ventilada, escura, fria e úmida”, diz o relatório, acrescentando, ainda que, apesar do cuidado das presas em manter o ambiente minimamente limpo, as condições estruturais facilitam a disseminação de piolhos, baratas, moscas e até ratos. “Doenças de pele e respiratórias afetam todas as detentas, sem exceção. O esgoto está constantemente entupido, em função do acúmulo de dejetos na tubulação, que não só é antiga como tampouco foi construída para o número de pessoas que vivem no local. Não há espaço nem tempo adequado para o banho, banho de sol, visitas íntimas, entrevista com defensor ou contato com familiares”, completa. São esses motivos que embasaram um habeas corpus em favor de 18 mulheres presas no 9.º Distrito Policial de Curitiba, no bairro Santa Quitéria, pedindo que sejam transferidas para uma unidade “compatível com a dignidade da pessoa humana”. Na impossibilidade de transferi-las num prazo de 48 horas, a ação pede que o Tribunal de Justiça expeça alvará de soltura para as detentas citadas. O pedido, assinado pelo presidente da OAB Paraná, Alberto de Paula Machado, foi protocolado hoje. As informações são do Jornal do Estado.

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Debate sobre segurança pública do Paraná, em Brasília?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Durante a reunião semanal “Mãos Limpas”, na manhã de hoje, o secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, afirmou que o Paraná foi o Estado que mais debateu o tema segurança pública com a sociedade civil, durante as mais de 250 pré-conferências realizadas durante a etapa estadual da 1.ª Conferência Nacional de Segurança Pública, que encerrou ontem, em Brasília (?!). Segundo ele, mais de 4 mil pessoas participaram do evento, que durou quatro dias e contou com a participação de 82 representantes eleitos do Paraná, entre policiais civis, militares, da Polícia Científica, e representantes de organizações não-governamentais e entidades do terceiro setor. De acordo com Delazari diversos assuntos polêmicos foram discutidos durante o evento, entre eles a desmilitarização da Polícia Militar, o ciclo completo de trabalho da PM e o fim da possibilidade de greve definitiva da Polícia Civil. Debater esses assuntos com os deputados, na Assembleia Legislativa, nem pensar?

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Deputado lembra “massacre” contra professores

segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O deputado Professor Lemos (PT) lembrou dos 21 anos do que ele considera “massacre” contra os professores, promovido pelo Estado, governador à época pelo hoje senador Álvaro Dias (PSDB). O parlamentar contou como foi o 30 de agosto de 1988: “O professores, depois de 25 dias de greve, tinham uma reunião com o então governador, Álvaro Dias, para tratar problema grave: o  piso salarial professores, estava sendo negociado desde 1986, com aprovação na AL. Passou 1987 e, em1988, o governador resolveu não aprovar mais piso de três salários mínimos. Os professores ficaram indignados com atitude do Governo e entraram em greve no dia 5 de agosto. No dia 30 agosto, uma passeata saiu da Praça Santos Andrade, em direção ao Palácio Iguaçu, onde os professores foram recebidos pela polícia fortemente armada, com cães e bombas. Foi um verdadeiro massacre. O confronto fez várias vítimas. Muitos professores foram maltratados. Ficaram sequelas físicas e na alma”, lembrou, adiantando que, hoje, as 2180 escolas rede estadual de ensino, estão fazendo menor jornada de aulas. “E o tempo restante os professores estão usando para protestar e para cobrar do Governo Estadual, de hoje, reivindicações que ainda não foram atendidas. A categoria pede equiparação dos salários dos professores com os demais funcionários, o que elevaria os vencimentos em mais 27%. Ou, pelo menos, que o Governo respeite o salário mínimo nacional. O Estado tem condição de atender essa reivindicação, porque a receita permite”, cobrou.

O deputado Professor Lemos (PT) lembrou dos 21 anos do que ele considera “massacre” contra os professores, promovido pelo Estado, governador à época pelo hoje senador Álvaro Dias (PSDB). O parlamentar contou como foi o 30 de agosto de 1988: “O professores, depois de 25 dias de greve, tinham uma reunião com o então governador, Álvaro Dias, para tratar problema grave: o  piso salarial professores, estava sendo negociado desde 1986, com aprovação na AL. Passou 1987 e, em1988, o governador resolveu não aprovar mais piso de três salários mínimos. Os professores ficaram indignados com atitude do Governo e entraram em greve no dia 5 de agosto. No dia 30 agosto, uma passeata saiu da Praça Santos Andrade, em direção ao Palácio Iguaçu, onde os professores foram recebidos pela polícia fortemente armada, com cães e bombas. Foi um verdadeiro massacre. O confronto fez várias vítimas. Muitos professores foram maltratados. Ficaram sequelas físicas e na alma”, lembrou, adiantando que, hoje, as 2180 escolas rede estadual de ensino, estão fazendo menor jornada de aulas. “E o tempo restante os professores estão usando para protestar e para cobrar do Governo Estadual, de hoje, reivindicações que ainda não foram atendidas. A categoria pede equiparação dos salários dos professores com os demais funcionários, o que elevaria os vencimentos em mais 27%. Ou, pelo menos, que o Governo respeite o salário mínimo nacional. O Estado tem condição de atender essa reivindicação, porque a receita permite”, cobrou.

 

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